- Conteúdos do Módulo 2 - Agentes Económicos e Actividades Económicas
- Agentes Económicos
- Agentes Económicos e Circuito Económico
- Produção de Bens e Serviços
- Cálculo do valor da Produção – PIB
- O conceito de Produtividade
- Circuitos de distribuição
- Franchising 6 e 9 de Janeiro Franchising + Poupar Energia
- Poupar Energia
- A relatividade dos padrões de consumo 20 e 23 de Janeiro A relatividade dos padrões de consumo + Sociedade de Consumo
- Sociedade de Consumo
- Consumerismo
- Lei de Engel 13 e 16 de Janeiro Lei de Engel + Consumerismo
- A taxa de desemprego foi de 12,1% no 2º trimestre de 2011
- Correcção do Teste J4N (PDF) * Enunciado do Teste J4N (Word) ACTIVIDADE DE PREPARAÇÃO PARA O TESTE, A ENTREGAR EM PAPEL, DIA 27, ANTES DE O INICIAR
Mapa do Módulo 2
Mapa do Módulo 7
- Conteúdos do Módulo 7 - Crescimento, Desenvolvimento e Flutuações da Actividade Económica
- Esquema sintetizador do Módulo 7
- Gráfico da Dívida na Eurozona: Quem deve a quem?
- Política, com P grande
- Crescimento e Desenvolvimento económico num mundo interdependente **
- Cálculo dos índices de desenvolvimento humano **
- Cálculo do IDH - Nota Técnica **
- A heterogeneidade de situações de desenvolvimento **
- Ciclos de crescimento económico - Últimas 3 questões **
- KIVA - Empréstimos que mudam as vidas
- O Desenvolvimento como Fenómeno Social Total
- Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentado - PIENDS
- Os Desastres Climáticos e o Desenvolvimento
- É um Orçamento de malabaristas da economia
- A pobreza é um ciclo vicioso tramado
- Preços correntes versus preços constantes **
- Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) **
- Economia - Speed para o Módulo 7
- Preparação para o teste
Prova Modelo do Módulo 2
Como prometido na mensagem anterior, aqui está a Prova Modelo do Módulo 2.
Os recursos para o Módulo 2 não se encontram no blogue, estando à venda na reprografia um conjunto de fotocópias por 3,5 €.
Os recursos para o Módulo 2 não se encontram no blogue, estando à venda na reprografia um conjunto de fotocópias por 3,5 €.
Módulos de Economia em atraso
A imagem abaixo mostra a classificação dos módulos que foram feitos comigo e a situação nos restantes casos: (v) feitos ou (-) em falta.
Acabou a ocasião para recuperações que começou em Setembro de 2009!
Agora deverão inscrever-se nos respectivos exames dos quais terão duas épocas:
1ª Época: Da última semana de Junho a 20 de Julho.
2ª Época: De 1 a 15 de Setembro.
Recordo que o Módulo 8 não está concluído por muitos alunos que devem entregar o trabalho com brevidade, sem ser necessário nenhum exame.
Como o Módulo 2 é muito extenso e não o leccionei, brevemente será disponibilizada no blogue uma prova modelo do módulo.
Para o Módulo 1 basta terem em conta os respectivos objectivos.
Para os restantes módulos, consideram os respectivos objectivos e tomam como prova modelo do exame os testes que fizeram durante os anos lectivos.
Boa Sorte!
Acabou a ocasião para recuperações que começou em Setembro de 2009!
Agora deverão inscrever-se nos respectivos exames dos quais terão duas épocas:
1ª Época: Da última semana de Junho a 20 de Julho.
2ª Época: De 1 a 15 de Setembro.
Recordo que o Módulo 8 não está concluído por muitos alunos que devem entregar o trabalho com brevidade, sem ser necessário nenhum exame.
Como o Módulo 2 é muito extenso e não o leccionei, brevemente será disponibilizada no blogue uma prova modelo do módulo.
Para o Módulo 1 basta terem em conta os respectivos objectivos.
Para os restantes módulos, consideram os respectivos objectivos e tomam como prova modelo do exame os testes que fizeram durante os anos lectivos.
Boa Sorte!
Prova do Módulo 6
Grupo I Balança de Pagamentos - Agosto/07 a Fevereiro/08
Consultando o site do Banco de Portugal (link) recolheram-se dados sobre o comércio externo português, com os quais se construiu uma tabela com a qual deverás fazer uma imagem semelhante à que se segue:
1. Interpreta o saldo (estruturalmente) negativo da Balança Comercial.
2. Interpreta o saldo positivo da Balança de Serviços.
3. Interpreta o saldo negativo da Balança de Rendimentos.
4. Interpreta o saldo positivo da Balança de Transferências.
5. Interpreta o saldo positivo da Balança de Capital.
6. Interpreta o saldo negativo da soma Corrente + Balança de Capital.
7. Qual o interesse de calcular as últimas duas colunas? (NOTA: Sabe-se à partida que deveriam dar exactamente o mesmo valor).
Grupo II Balança de Pagamentos
As relações económicas de um país com o Resto do Mundo dão origem à construção da respectiva Balança de Pagamentos. Os processos de integração económica têm complicado os conceitos tanto de importação como de exportação. Utiliza-se abaixo a economia dos EUA para conhecer a estrutura básica da Balança de Pagamentos.

1. Identifica as duas grandes rubricas da Balança de Pagamentos.
2. Identifica as quatro principais rubricas da Balança Corrente.
3. A exportação de vinho do porto é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
4. A importação de petróleo é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
5. Os espanhóis que visitaram o nosso país durante o Ano Novo fizeram despesa em unidades hoteleiras portuguesas. Essa despesa é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
6. As empresas portuguesas instaladas no exterior terão repatriado para Portugal os seus lucros. A entrada desses lucros no país é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
7. Indica o saldo da Balança Comercial americana.
8. Explicita como o défice comercial americano está a ser financiado.
Grupo III Teoria das vantagens comparativas
Entre as teorias do comércio internacional assume particular relevância a teoria das vantagens comparativas. A teoria das vantagens absolutas não é explicitamente referida no texto, mas está implícita no caso mais simples, em que refere que "o homem da rua não precisará de qualquer economista". SAMUELSON não referiu esta "teoria" porque a identificou com o "bom senso".
Com o objectivo de representar graficamente a teoria das vantagens comparativas (SAMUELSON, Economia, Edição de 1981) vamos admitir adicionalmente que a América dispõe de 5.000 horas de trabalho e a Europa de 12.000.
Então se a América quiser produzir apenas alimentos (vestuário) poderá produzir 5.000 (2.500) unidades; estes dois pontos definem a fronteira de possibilidades de produção da América – FPP A.
Se a Europa quiser produzir apenas alimentos (vestuário) poderá produzir 4.000 (3.000) unidades; estes dois pontos definem a fronteira de possibilidades de produção da Europa – FPP E.
Na ausência de comércio internacional cada país pode produzir e consumir em qualquer dos pontos da respectiva FPP, que também representa a respectiva FPC (fronteira de possibilidades de consumo); qualquer ponto exterior a estas fronteiras seria preferível, mas permanece inacessível.
A abertura do comércio internacional determina a especialização da América na produção de alimentos, produzindo 5.000 unidades em PA, e a especialização da Europa na produção de vestuário, produzindo 3.000 unidades em PE.
Suponha-se que ao preço 0,(6) a América exportaria 3.000 unidades de alimentos com as quais importaria 2.000 unidades de vestuário da Europa.
O novo ponto de consumo da América seria determinado por 2.000 unidades de vestuário e 2.000 unidades de alimentos, em CA,
Na nova situação a Europa consumiria 1.000 unidades de vestuário e 3.000 unidades de alimentos, em CE.
O comércio internacional foi vantajoso para ambos os países porque os respectivos pontos de consumo, CA e CE, são exteriores às suas FPC iniciais. Como em ambos os países foi possível chegar a pontos de consumo que proporcionam maior bem-estar, com o mesmo custo, isto significa que os recursos ficaram empregues de uma forma mais eficiente.
I
Admita uma nova situação na qual a América troca 2.000 unidades de alimentos por 2.000 vestuário.1. Determine os novos pontos de consumo da América e da Europa.
2. Verifique que se trata de uma solução injusta para uma das partes porque o preço dos alimentos relativamente ao vestuário se situa fora do intervalo 0,5 (isto é, ½) a 0,75 (isto é, ¾).
3. Construa o gráfico que ilustra esta situação.
II
Explicite as vantagens da teoria das vantagens comparativas relativamente à teoria das vantagens absolutas.
Evolução recente da Economia Portuguesa
NOTA: Em Economia este título é perigoso. A forma de ir acompanhando a evolução das economias exige a consulta de numeroros indicadores. Felizmente, agora encontramos muitos Indicadores Online. A variedade das ferramentas utilizadas e a sua combinação criativa e estruturada determinam a qualidade do trabalho no Módulo 8.
Para melhor realizares o teu trabalho deverás ter em atenção os acontecimentos marcantes da economia portuguesa nas últimas décadas. Observa este documento pdf. Backup
1. Indica os acontecimentos assinalados no documento acima referido.
2. Verifica que podes chegar a conclusões semelhantes utilizando as taxas de variação do PIB ou do PIB per capita a preços constantes.

Fonte: PORDATA.
3. Identifica a depressão registada em 1974/75. Explica os factores que terão justificado uma quebra tão acentuada da produção.
4. Explora o PORDATA tendo em consideração o teu trabalho do Módulo 8.
Para melhor realizares o teu trabalho deverás ter em atenção os acontecimentos marcantes da economia portuguesa nas últimas décadas. Observa este documento pdf. Backup
1. Indica os acontecimentos assinalados no documento acima referido.
2. Verifica que podes chegar a conclusões semelhantes utilizando as taxas de variação do PIB ou do PIB per capita a preços constantes.

Fonte: PORDATA.
3. Identifica a depressão registada em 1974/75. Explica os factores que terão justificado uma quebra tão acentuada da produção.
4. Explora o PORDATA tendo em consideração o teu trabalho do Módulo 8.
Temas para o trabalho do Módulo 8
Tema 1 - A População A esperança de vida, taxa de fecundidade, estrutura etária, crescimento, saldo migratório, taxa de actividade, outros
Tema 2 - Produção e competitividade O PIB per capita, crescimento do PIB, estrutura produtiva, estrutura população activa, despesa em I&D, produtividade, custos do trabalho, ranking competitividade, outros * Ajuda
Tema 3 - Relações com o exterior Grau de abertura, balança comercial, distribuição geográfica das exportações e importações,turismo, exportações de produtos tecnológicos, outros (NOTA: Perspective as relações de Portugal com os seus principais parceiros comerciais, designadamente com a União Europeia) * Ajuda
Tema 4 - Recursos Humanos Escolaridade, abandono escolar, desemprego, desemprego jovem, despesas com educação, diplomados em ciências e tecnologia, outros
Tema 5 - Nível de vida PIB per capita, poder de compra das famílias, estrutura consumo, salário mínimo, salário anual bruto, índices de pobreza, médicos e professores/habitante, internet/hab, automóvel/hab., outros
Para concluir o módulo 8 deverás fazer um trabalho individual sobre um dos temas acima, analisando a economia portuguesa no contexto da União Europeia.
Como referência o trabalho deverá ter entre 3 a 5 páginas A4 de texto (900 a 1500 palavras). Deverá integrar quadros e gráficos que poderás construir a partir das fontes referidas no Arquivo Economia X / Economia Portuguesa.
Os trabalhos terão necessariamente um mínimo de 4 quadros e de 4 gráficos elucidativos e bem comentados. A experiência tem mostrado que alunos que constroem mais quadros e mais gráficos, realizam comentários mais assertivos. Serve de referência o seguinte exemplo, embora o trabalho deva ser enviado por mail em formato .doc/.docx.
NOTE QUE PODE UTILIZAR TEXTOS E GRÁFICOS DE OUTROS AUTORES, MAS TEM DE SER CLARA A REFERENCIA DAS RESPECTIVAS FONTES, CASO CONTRÁRIO SERÁ CONSIDERADO PLÁGIO E O TRABALHO SERÁ ANULADO.
Para fazer comentários mais fundamentados deverá prestar atenção aos posts publicados neste blogue sob a etiqueta economia portuguesa. Quanto mais trabalhos de economistas referir no seu texto, tanto melhor será o seu trabalho. Repare que ao referir o que dizem economistas consagrados, livra-se de emitir uma opinião que pode ser contestada.
No final deverá apresentar uma lista bibliográfica, semelhante a esta. Só constam desta lista os textos e sites efectivamente utilizados e referidos ao longo do seu texto!
Para a catalogação de sites há uma grande liberdade, mas recomendo-lhe que indique o endereço completo da url, que no caso deste post seria http://economiax.blogspot.com/2010/02/temas-para-o-trabalho-do-modulo-8.html
A distribuição dos temas pelos alunos é a seguinte:
Eventuais mudanças de tema terão de ser consensuais e merecer a aprovação do professor, que nunca permitirá que a dupla de qualquer blogue trabalhe no mesmo tema.
ALTERNATIVA PARA QUEM QUEIRA TERMINAR O MÓDULO 8 RAPIDAMENTE (*) (**), ESCREVENDO AS 900 PALAVRAS, SEM NECESSIDADE DE FAZER GRÁFICOS, CONSISTE EM APRESENTAR O CONTEÚDO DE VÍDEOS DE ECONOMISTAS, QUE SE INDICAM EM Recursos sobre Economia Portuguesa.
(*) Depressa e bem não há quem! O inconveniente de escrever as 900 palavras sem ter o trabalho de construir e comentar gráficos é que a classificação não passará de onze, no caso de estar muito bom.
(**) Esta alternativa apenas é válida para os alunos que concluíram o Módulo 7, no qual é suposto terem aprendido a utilizar as ferramentas exigidas no Módulo 8.
Tema 2 - Produção e competitividade O PIB per capita, crescimento do PIB, estrutura produtiva, estrutura população activa, despesa em I&D, produtividade, custos do trabalho, ranking competitividade, outros * Ajuda
Tema 3 - Relações com o exterior Grau de abertura, balança comercial, distribuição geográfica das exportações e importações,turismo, exportações de produtos tecnológicos, outros (NOTA: Perspective as relações de Portugal com os seus principais parceiros comerciais, designadamente com a União Europeia) * Ajuda
Tema 4 - Recursos Humanos Escolaridade, abandono escolar, desemprego, desemprego jovem, despesas com educação, diplomados em ciências e tecnologia, outros
Tema 5 - Nível de vida PIB per capita, poder de compra das famílias, estrutura consumo, salário mínimo, salário anual bruto, índices de pobreza, médicos e professores/habitante, internet/hab, automóvel/hab., outros
Para concluir o módulo 8 deverás fazer um trabalho individual sobre um dos temas acima, analisando a economia portuguesa no contexto da União Europeia.
Como referência o trabalho deverá ter entre 3 a 5 páginas A4 de texto (900 a 1500 palavras). Deverá integrar quadros e gráficos que poderás construir a partir das fontes referidas no Arquivo Economia X / Economia Portuguesa.
Os trabalhos terão necessariamente um mínimo de 4 quadros e de 4 gráficos elucidativos e bem comentados. A experiência tem mostrado que alunos que constroem mais quadros e mais gráficos, realizam comentários mais assertivos. Serve de referência o seguinte exemplo, embora o trabalho deva ser enviado por mail em formato .doc/.docx.
NOTE QUE PODE UTILIZAR TEXTOS E GRÁFICOS DE OUTROS AUTORES, MAS TEM DE SER CLARA A REFERENCIA DAS RESPECTIVAS FONTES, CASO CONTRÁRIO SERÁ CONSIDERADO PLÁGIO E O TRABALHO SERÁ ANULADO.
Para fazer comentários mais fundamentados deverá prestar atenção aos posts publicados neste blogue sob a etiqueta economia portuguesa. Quanto mais trabalhos de economistas referir no seu texto, tanto melhor será o seu trabalho. Repare que ao referir o que dizem economistas consagrados, livra-se de emitir uma opinião que pode ser contestada.
No final deverá apresentar uma lista bibliográfica, semelhante a esta. Só constam desta lista os textos e sites efectivamente utilizados e referidos ao longo do seu texto!
Para a catalogação de sites há uma grande liberdade, mas recomendo-lhe que indique o endereço completo da url, que no caso deste post seria http://economiax.blogspot.com/2010/02/temas-para-o-trabalho-do-modulo-8.html
A distribuição dos temas pelos alunos é a seguinte:
![]() | ![]() |
Eventuais mudanças de tema terão de ser consensuais e merecer a aprovação do professor, que nunca permitirá que a dupla de qualquer blogue trabalhe no mesmo tema.
ALTERNATIVA PARA QUEM QUEIRA TERMINAR O MÓDULO 8 RAPIDAMENTE (*) (**), ESCREVENDO AS 900 PALAVRAS, SEM NECESSIDADE DE FAZER GRÁFICOS, CONSISTE EM APRESENTAR O CONTEÚDO DE VÍDEOS DE ECONOMISTAS, QUE SE INDICAM EM Recursos sobre Economia Portuguesa.
(*) Depressa e bem não há quem! O inconveniente de escrever as 900 palavras sem ter o trabalho de construir e comentar gráficos é que a classificação não passará de onze, no caso de estar muito bom.
(**) Esta alternativa apenas é válida para os alunos que concluíram o Módulo 7, no qual é suposto terem aprendido a utilizar as ferramentas exigidas no Módulo 8.
É um Orçamento de malabaristas da economia
Algumas pessoas limitam-se a votar de quatro em quatro anos. Neste post tu vais demonstrar que és um cidadão de primeira utilizando os teus conhecimentos de Economia (Módulo 5 - Intervenção do Estado) e da Internet para participares na discussão do Orçamento de Estado, que hoje deverá encontrar-se na capa de todos os jornais.
Como exemplo, O teu professor já deixou no EXPRESSO o seguinte comentário:
Expressa a tua opinião sobre o Orçamento de Estado em comentário a um artigo de um jornal online.
Copia o teu comentário para o blogue e deixa um link para o podermos observar facilmente no jornal.
Pista: É fácil decretar a escolaridade obrigatória até aos 18 anos, mas para alcançar uma Taxa Real de Escolarização de 100% seria necessário:
(1) um maior investimento em equipamentos
(2) uma organização das actividades escolares centrada nos interesses dos estudantes
(3) a Escola não pode continuar a funcionar anárquicamente
(4) etc.
Notas:
1. Antes de escreveres o teu comentário terás que te registar no jornal que escolheres.
2. Alguns jornais onde podes realizar a tua tarefa são:
EXPRESSO
PÚBLICO
JORNAL DE NEGÓCIOS
DIÁRIO ECONÓMICO
Como exemplo, O teu professor já deixou no EXPRESSO o seguinte comentário:
- É um Orçamento de políticos irresponsáveis que desde Outubro a Dezembro deixaram passar o tempo sem o apresentar.
É um Orçamento de malabaristas da economia que apresentam indicadores mais gravosos propositadamente para justificar as restrições orçamentais. Na fase de campanha eleitoral o défice era menor ;)
Os cálculos foram efectuados pelo "independente" Governador do BdP, responsável pela gestão da crise financeira em Portugal, que descobre da noite para o dia o dinheiro que for necessário para salvar a gestão bancária mais irresponsável; Quanto aos salários recomenda sempre a moderação ou redução, mas não tem vergonha de se aumentar a si mesmo, ganhando mais que o seu homólogo americano.
É um Orçamento que volta a tramar as vítimas que estão mais à mão: os funcionários públicos e por tabela todos os que beneficiam de salários ou pensões.... Perdão, todos não! Os "pensionistas" que recebem reformas de luxo ao fim de 8 (oito) anos de "trabalho" na Assembleia da República continuam intocáveis.... A Justiça que não funciona está a reduzir a transparência do sistema económico, desviando os empresários honestos para outras economias, porque nós já só somos europeus na Geografia.
De um primeiro-ministro com o curriculum que este tem, cozinhado em conjunto com uma líder da oposição que se vai embora, mas mesmo assim se considera moralmente legitimada para definir o futuro dos outros, será que se podia esperar outra coisa?
Link para o comentário no EXPRESSO
Expressa a tua opinião sobre o Orçamento de Estado em comentário a um artigo de um jornal online.
Copia o teu comentário para o blogue e deixa um link para o podermos observar facilmente no jornal.
Pista: É fácil decretar a escolaridade obrigatória até aos 18 anos, mas para alcançar uma Taxa Real de Escolarização de 100% seria necessário:
(1) um maior investimento em equipamentos
(2) uma organização das actividades escolares centrada nos interesses dos estudantes
(3) a Escola não pode continuar a funcionar anárquicamente
(4) etc.
Notas:
1. Antes de escreveres o teu comentário terás que te registar no jornal que escolheres.
2. Alguns jornais onde podes realizar a tua tarefa são:
EXPRESSO
PÚBLICO
JORNAL DE NEGÓCIOS
DIÁRIO ECONÓMICO
Os Desastres Climáticos e o Desenvolvimento
A imagem abaixo evidencia que:
I) Os Desastres Climáticos afectam cada vez mais pessoas;
II) O risco climático constitui um facto para o mundo inteiro, mas a vulnerabilidade é muito diferente em função do desenvolvimento dos países.
1) Justifica a afirmação I.
2) Justifica a afirmação II.
3) Comenta a reacção nacionalista daqueles que já se manifestaram contra a ajuda ao Haiti, argumentando que muitos que estão nos EUA também precisam de ajuda e deveriam ter prioridade. (Ver esta conversa no FaceBook)
![]() | As duas imagens são iguais. A da esquerda está em português, mas a da direita está mais nítida. | ![]() |
I) Os Desastres Climáticos afectam cada vez mais pessoas;
II) O risco climático constitui um facto para o mundo inteiro, mas a vulnerabilidade é muito diferente em função do desenvolvimento dos países.
1) Justifica a afirmação I.
2) Justifica a afirmação II.
3) Comenta a reacção nacionalista daqueles que já se manifestaram contra a ajuda ao Haiti, argumentando que muitos que estão nos EUA também precisam de ajuda e deveriam ter prioridade. (Ver esta conversa no FaceBook)
Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentado - PIENDS
Antes da crise de 2008, Portugal aprovou a sua Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentado até 2015, ENDS 2015, e respectivo Plano de Implementação, PIENDS. A Resolução do Conselho de Ministros nº 109/2007, de 20 de Agosto Backup deu origem ao site www.desenvolvimentosustentavel.pt que ainda se encontra em construção, porque muito provavelmente terá sido esquecido após a Crise Financeira de 2008. Lendo o diploma legal, responda às seguintes questões:
1. Apresente o conceito de desenvolvimento sustentado. (p. 2 Enquadramento)
2. A ENDS foi elaborada de forma compatível com os princípios orientadores da Estratégia Europeia, dando resposta aos seus objectivos e desafios. Indique-os. (p. 2 Enquadramento)
3. Transcreva o desígnio integrador e mobilizador adoptado pela ENDS. (p. 3)
4. Transcreva sinteticamente os sete objectivos de acção propostos pela ENDS. (pp. 3 e 4)
5. Comente a Figura 1 da p. 4 mostrando que o desenvolvimento é um fenómeno multidimensional.
6. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes na “Análise sintética da situação de partida”. (pp. 6 e 7)
7. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fortes da situação de partida”. (pp. 7 e 8)
8. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fracos da situação de partida”. (pp. 8 e 9)
9. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Riscos que podem dificultar a melhoria da situação de partida”. (pp. 9 e 10)
10. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre as “Oportunidades que podem impulsionar uma evolução mais favorável para o desenvolvimento”. (p. 10)
11. Observe o Quadro no final da p. 10.
a) Verifique que de 1995 a 2004 ocorreu um período em que o poder de compra dos portugueses se aproximou do dos europeus, e outro em que Portugal se afastou da média europeia;
b) Fundamente a sua análise do período 1995-2004 recordando a adesão de Portugal ao Euro (2002) e as debilidades estruturais da economia portuguesa.
1. Apresente o conceito de desenvolvimento sustentado. (p. 2 Enquadramento)
2. A ENDS foi elaborada de forma compatível com os princípios orientadores da Estratégia Europeia, dando resposta aos seus objectivos e desafios. Indique-os. (p. 2 Enquadramento)
3. Transcreva o desígnio integrador e mobilizador adoptado pela ENDS. (p. 3)
4. Transcreva sinteticamente os sete objectivos de acção propostos pela ENDS. (pp. 3 e 4)
5. Comente a Figura 1 da p. 4 mostrando que o desenvolvimento é um fenómeno multidimensional.
6. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes na “Análise sintética da situação de partida”. (pp. 6 e 7)
7. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fortes da situação de partida”. (pp. 7 e 8)
8. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fracos da situação de partida”. (pp. 8 e 9)
9. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Riscos que podem dificultar a melhoria da situação de partida”. (pp. 9 e 10)
10. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre as “Oportunidades que podem impulsionar uma evolução mais favorável para o desenvolvimento”. (p. 10)
11. Observe o Quadro no final da p. 10.
a) Verifique que de 1995 a 2004 ocorreu um período em que o poder de compra dos portugueses se aproximou do dos europeus, e outro em que Portugal se afastou da média europeia;
b) Fundamente a sua análise do período 1995-2004 recordando a adesão de Portugal ao Euro (2002) e as debilidades estruturais da economia portuguesa.
O Desenvolvimento como Fenómeno Social Total
Leia o texto abaixo para compreender o conceito de fenómeno social total.

1. Refira o contributo que várias disciplinas (ciências) poderão dar para o estudo do desenvolvimento. Espreite aqui (Não é para copiar)
2. Verifique que a compreensão cabal do desenvolvimento exige a reunião dos diversos saberes disciplinares para abranger toda a complexidade e riqueza do fenómeno.
3. Justifique a necessidade de em Economia se estudarem “problemas económicos”, em Sociologia os “problemas sociais”, em Demografia os “problemas demográficos”, etc. apesar de a realidade ser única.
4. Aponte a interdisciplinaridade como atitude metodológica necessária para a compreensão do desenvolvimento ou de qualquer fenómeno social total.

1. Refira o contributo que várias disciplinas (ciências) poderão dar para o estudo do desenvolvimento. Espreite aqui (Não é para copiar)
2. Verifique que a compreensão cabal do desenvolvimento exige a reunião dos diversos saberes disciplinares para abranger toda a complexidade e riqueza do fenómeno.
3. Justifique a necessidade de em Economia se estudarem “problemas económicos”, em Sociologia os “problemas sociais”, em Demografia os “problemas demográficos”, etc. apesar de a realidade ser única.
4. Aponte a interdisciplinaridade como atitude metodológica necessária para a compreensão do desenvolvimento ou de qualquer fenómeno social total.
Resultados atingidos com o trabalho de grupo
Esteve a desenvolver um trabalho de grupo no âmbito do Módulo 7.
1. Refira alguns resultados interessantes a que tenha chegado.
2. Enumere os obstáculos ou dificuldades que sentiu.
3. Compare a resposta que deu nos dois pontos anteriores. Note que não faz sentido não ter chegado a resultados se não sentiu dificuldades!
4. Formule sugestões para o trabalho sobre Economia Portuguesa a realizar no Módulo 8. O programa indica que deverá ser realizado um trabalho de grupo nesse Módulo. Tendo em consideração esta experiência que indicações daria ao professor.
1. Refira alguns resultados interessantes a que tenha chegado.
2. Enumere os obstáculos ou dificuldades que sentiu.
3. Compare a resposta que deu nos dois pontos anteriores. Note que não faz sentido não ter chegado a resultados se não sentiu dificuldades!
4. Formule sugestões para o trabalho sobre Economia Portuguesa a realizar no Módulo 8. O programa indica que deverá ser realizado um trabalho de grupo nesse Módulo. Tendo em consideração esta experiência que indicações daria ao professor.
KIVA - Empréstimos que mudam as vidas

Não somos meros expectadores de um Mundo desumano. O projecto Kiva mostra que todos podemos minorar o problema da miséria no planeta.

1. Explique como funciona o/a projecto/plataforma KIVA Kiva traduzido
2. Considera que a utilização do KIVA poderá ajudar a torná-lo menos egoísta? Justifique.
Cálculo do IDH - Nota Técnica

Após 20 anos de controvérsias e críticas o PNUD observou a popularidade do IDH e construiu novos indicadores compósitos seguindo a mesma lógica: Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD), Índice de Desigualdade de Género (IDG) e Índice de Pobreza Multidimensional (IPM).
Seguindo a sua apresentação gráfica: http://hdr.undp.org/sites/default/files/hdr14_technical_notes.pdf * (em português)
1. Indique as dimensões comuns aos vários indicadores.
2. Indique os aspectos que cada indicador pretende privilegiar.
3. Comente a semelhança dos resultados encontrados nos países mais desenvolvidos.
4. Verifique a relativa estabilidade dos países ordenados pelo IDH, comentando os casos dos países de desenvolvimento humano muito alto que terão ganho ou perdido 5 ou mais posições de 2008 pra 2013.
Mapa do Módulo 6
- Conteúdos do Módulo 6 - A Interdependência das Economias Actuais
- A divisão internacional do trabalho
- Balança de Pagamentos
- Balança de Pagamentos 2010 – 2013
- Financiamento do défice da BC e Indicadores do Comércio Externo
- Proteccionismo versus comércio livre
- Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos
- Processo de integração económica
- Sabe bem pagar tão pouco de impostos
- Teoria das vantagens comparativas
- Multinacionais ou Empresas Transnacionais (ETN)
- Acerca da OMC
- Prova Modelo do Módulo 6
Cálculo dos índices de desenvolvimento humano

Limitações do PIB per capita
Para além de ignorar a riqueza acumulada, o PIB per capita também ignora a distribuição do rendimento pela população. Se supusermos dois países com um PIB per capita idêntico, mas se num desses países 80% da riqueza produzida estiver concentrada em 20% (ou menos) da população (como acontece nalguns países do Terceiro mundo), resulta igualmente óbvio que o nível de vida médio desse país será seguramente inferior ao outro.
Finalmente, o PIB per capita enquanto medida de nível de vida também ignora as diferenças de preços entre os países que estão a ser comparados. Se uma família portuguesa tiver um rendimento igual ao de uma família que viva em Espanha, vai ter um nível de vida inferior, porque os preços praticados em Portugal geralmente são superiores aos praticados no país vizinho.
As limitações do PIB per capita como medida de nível de vida levaram à tentativa de desenvolver outros indicadores para permitir as comparações internacionais. Neste post explica-se como se calcula o IDH.
Cada índice de desenvolvimento humano abarca habitualmente três dimensões do desenvolvimento. Excepção a esta regra é o IPH-2 que retrata quatro dimensões. Para ser possível integrar quantificadamente cada dimensão, seleccionam-se um ou dois indicadores que a representem.
Partindo de cada indicador, calcula-se o respectivo índice de dimensão, utilizando a seguinte fórmula:

Para o efeito é necessário definir as balizas (valor máximo e valor mínimo) para cada indicador. Por exemplo, no RDH de 20005 as balizas do IDH foram as seguintes:

Note que o índice de dimensão será sempre um valor entre 0 e 1.
O índice da educação é a média ponderada do índice de alfabetização de adultos com o índice de escolarização bruta:
IE = 2/3 índice de alfabetização de adultos + 1/3 índice de escolarização bruta
NOTA: Taxa Bruta de Escolarização (Portugal): Relação percentual entre o número total de alunos matriculados num determinado ciclo de estudos (independentemente da idade) e a população residente em idade normal de frequência desse ciclo de estudo. Educação Pré-Escolar 3-5 anos; Ensino Básico – 1.º Ciclo 6-9 anos; Ensino Básico – 2.º Ciclo 10-11 anos; Ensino Básico – 3.º Ciclo 12-14 anos; Ensino Secundário 15-17 anos; Ensino Superior 18-22 anos. (Glossário – GIASE/ME)
O IDH é a média aritmética dos três índices dimensão que considera: esperança de vida, educação e PIB.

Em caso de interesse numa descrição mais detalhada do cálculo do IDH leia a Nota Técnica.
1. Indica três limitações do PIB per capita.
2. Comenta a composição do IDH. Haverá alguma justificação científica para ser a que é em vez de outra?
3. Confere - em três países: Portugal mais dois, correspondendo o nº de aluno ao país por ordem do IDH - que o IDH constitui a média aritmética de três índices, utilizando a Tabela H do Relatório do Desenvolvimento Humano de 2009 (p. 31).
4. Selecciona entre os 38 países do grupo de DESENVOLVIMENTO HUMANO MUITO ELEVADO segundo a ordem do IDH, cinco que fiquem:
a) melhor colocados segundo o IDH que pelo PIBpc;
b) melhor colocados segundo o PIBpc que pelo IDH.
NOTA: Observa que a última coluna da Tabela H indica a ordem do PIB per capita menos a ordem do IDH.
5. Compara os dois grupos de países a que chegaste em 4.a) e em 4.b).
6. Compara as posições do IDH de 2009 com as posições do Relatório de 2014, comentando a relativa estabilidade destas, quanto aos países referidos nas questões acima.
Crescimento e Desenvolvimento económico num mundo interdependente
Distinguimos ao países quando ao seu nível de desenvolvimento em diversas categorias (por exemplo, desenvolvidos, em vias de desenvolvimento e subdesenvolvidos) porque precisamos de agrupar os países que apresentem características relativamente homogéneas e de separar os que apresentem características relativamente distintas.
Estas categorias são criadas para satisfazer as nossas necessidades explicativas do (sub)desenvolvimento, porque o Mundo é uno e caracterizado pela interdependência, como a imagem abaixo enfatiza.

A interdependência económica é consequência da especialização, através da divisão do trabalho, e é quase universal. Os participantes no sistema económico encontram-se dependentes de outros em muitos produtos que não podem produzir eficientemente por si. Esta interdependência física implica fluxos económicos correspondentes na procura dos produtos e no rendimento dos participantes. Por exemplo, o preço do petróleo deverá continuar a subir sustentadamente durante muitos anos enquanto mais chineses e indianos continuarem a aumentar a sua procura, desejando um padrão de consumo semelhante ao americano.
Utilizamos a expressão crescimento económico para nos referirmos à taxa de crescimento percentual (1) do Produto Interno Bruto (PIB) ou do Produto Nacional Bruto (PNB). Esta análise é puramente quantitativa e profundamente simplista.
NOTA (1): É a mesma fórmula que utilizaste para calcular o crescimento dos preços (inflação) a partir do índice de preços. Recordar?
O desenvolvimento económico, por sua vez assume as múltiplas dimensões da vida humana, sendo um fenómeno qualitativo impossível de quantificar. Geralmente centramos a nossa atenção sobre a estrutura da repartição do rendimento, inferindo a partir daí sobre a qualidade de vida das pessoas e do sistema em geral.
Alternativamente podemos procurar conhecer os múltiplos aspectos do desenvolvimento utilizando uma grande diversidade de indicadores do (sub)desenvolvimento. Estes costumam classificar-se em três categorias:
NOTA: Uma nota técnica do PNUD com indicadores e respectivas definições encontra-se aqui. Também o INE publica os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.
Relatório do Desenvolvimento Humano, PNUD
Os indicadores dizem-se simples quando reflectem apenas uma dimensão particular do desenvolvimento, como é o caso de qualquer um dos indicadores acima indicados.
Os indicadores dizem-se compostos quando combinam diversas dimensões do desenvolvimento, como o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, o IDHAD - Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade, o IDG - Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género, e IPM - Índice de Pobreza Multidimensional.
Existem múltiplos conceitos de desenvolvimento, mas são geralmente sempre enfatizados os mesmos aspectos: Progresso social, Economia, Eficiência, Equidade, Participação e liberdade, Sustentabilidade, e Segurança humana.
1. Apresente uma noção de interdependência.
2. Distinga crescimento de desenvolvimento.
3. Apresente a maior revolução do século XX no Ocidente: o processo de emancipação feminina. Refira alterações estruturais económicas, demográficas e culturais decorrentes deste processo.
4. Refira as seguintes ideias chave do conceito de desenvolvimento:
- Progresso social;
- Economia;
- Eficiência;
- Equidade;
- Participação e liberdade;
- Sustentabilidade; e
- Segurança humana.
5. Identifica três aspectos pertinentes presentes no conceito de desenvolvimento do PNUD. * Português
6. Defina os diversos indicadores do (sub) desenvolvimento acima referidos. Refira a relação entre os indicadores e o desenvolvimento dos países.
NOTAS: 1 - Consulte o Glossário do ALEA; 2 - Para pensar na relação com o desenvolvimento dos países pode utilizar o Public Data Explorer. Note que em cada indicador poderá ler a respectiva definição em (?).
7. Refira as dimensões e os respectivos indicadores considerados na definição dos seguintes indicadores compostos:
NOTA: Veja a Nota Técnica.
a) IDH;
b) IDG;
c) IPH-1;
d) IPH-2.
8. Justique a construção de dois índices de pobreza diferentes.
9. De acordo com o relatório do PNUD de 2013, o Sul está a aproximar-se do Norte. Refira dois aspectos documentados neste vídeo.
Estas categorias são criadas para satisfazer as nossas necessidades explicativas do (sub)desenvolvimento, porque o Mundo é uno e caracterizado pela interdependência, como a imagem abaixo enfatiza.

A interdependência económica é consequência da especialização, através da divisão do trabalho, e é quase universal. Os participantes no sistema económico encontram-se dependentes de outros em muitos produtos que não podem produzir eficientemente por si. Esta interdependência física implica fluxos económicos correspondentes na procura dos produtos e no rendimento dos participantes. Por exemplo, o preço do petróleo deverá continuar a subir sustentadamente durante muitos anos enquanto mais chineses e indianos continuarem a aumentar a sua procura, desejando um padrão de consumo semelhante ao americano.
Utilizamos a expressão crescimento económico para nos referirmos à taxa de crescimento percentual (1) do Produto Interno Bruto (PIB) ou do Produto Nacional Bruto (PNB). Esta análise é puramente quantitativa e profundamente simplista.
NOTA (1): É a mesma fórmula que utilizaste para calcular o crescimento dos preços (inflação) a partir do índice de preços. Recordar?
O desenvolvimento económico, por sua vez assume as múltiplas dimensões da vida humana, sendo um fenómeno qualitativo impossível de quantificar. Geralmente centramos a nossa atenção sobre a estrutura da repartição do rendimento, inferindo a partir daí sobre a qualidade de vida das pessoas e do sistema em geral.
Alternativamente podemos procurar conhecer os múltiplos aspectos do desenvolvimento utilizando uma grande diversidade de indicadores do (sub)desenvolvimento. Estes costumam classificar-se em três categorias:
- Económicos
- PIB per capita
- Repartição sectorial da População Activa
- Estrutura do Produto
- Consumo de energia/aço/(...)/habitantes
- Indicadores do Comércio Externo
- Demográficos
- Taxa de Natalidade
- Taxa de Mortalidade
- Taxa de Mortalidade Infantil
- Esperança Média de Vida à Nascença
- Taxa de fecundidade
- Taxa de Emigração
- Socio-Culturais
- Taxa de Analfabetismo
- Nº Alunos/Professor
- Nº de anos de escolaridade obrigatória
- Nº Habitantes/Médico
- Nº Habitantes/cama de Hospital
- Nº jornais diários/1.000 habitantes
- Nº TV/1.000 habitantes
- Nº automóveis/1.000 habitantes
- Proteínas/habitante
NOTA: Uma nota técnica do PNUD com indicadores e respectivas definições encontra-se aqui. Também o INE publica os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.
Relatório do Desenvolvimento Humano, PNUD
Os indicadores dizem-se simples quando reflectem apenas uma dimensão particular do desenvolvimento, como é o caso de qualquer um dos indicadores acima indicados.
Os indicadores dizem-se compostos quando combinam diversas dimensões do desenvolvimento, como o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, o IDHAD - Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade, o IDG - Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género, e IPM - Índice de Pobreza Multidimensional.
Existem múltiplos conceitos de desenvolvimento, mas são geralmente sempre enfatizados os mesmos aspectos: Progresso social, Economia, Eficiência, Equidade, Participação e liberdade, Sustentabilidade, e Segurança humana.
1. Apresente uma noção de interdependência.
2. Distinga crescimento de desenvolvimento.
3. Apresente a maior revolução do século XX no Ocidente: o processo de emancipação feminina. Refira alterações estruturais económicas, demográficas e culturais decorrentes deste processo.
II Parte
4. Refira as seguintes ideias chave do conceito de desenvolvimento:
- Progresso social;
- Economia;
- Eficiência;
- Equidade;
- Participação e liberdade;
- Sustentabilidade; e
- Segurança humana.
5. Identifica três aspectos pertinentes presentes no conceito de desenvolvimento do PNUD. * Português
6. Defina os diversos indicadores do (sub) desenvolvimento acima referidos. Refira a relação entre os indicadores e o desenvolvimento dos países.
NOTAS: 1 - Consulte o Glossário do ALEA; 2 - Para pensar na relação com o desenvolvimento dos países pode utilizar o Public Data Explorer. Note que em cada indicador poderá ler a respectiva definição em (?).
7. Refira as dimensões e os respectivos indicadores considerados na definição dos seguintes indicadores compostos:
NOTA: Veja a Nota Técnica.
a) IDH;
b) IDG;
c) IPH-1;
d) IPH-2.
8. Justique a construção de dois índices de pobreza diferentes.
9. De acordo com o relatório do PNUD de 2013, o Sul está a aproximar-se do Norte. Refira dois aspectos documentados neste vídeo.
Acerca da OMC
Acerca de la OMC — Declaración del Director General
La Organización Mundial del Comercio — OMC — es la Organización internacional que tiene por objetivo principal la apertura del comercio en beneficio de todos.
La OMC sirve de foro para la negociación de acuerdos encaminados a reducir los obstáculos al comercio internacional y a asegurar condiciones de igualdad para todos, y contribuye así al crecimiento económico y al desarrollo. Asimismo, la OMC ofrece un marco jurídico e institucional para la aplicación y la vigilancia de esos acuerdos, así como para la solución de las diferencias que puedan surgir de su interpretación y aplicación. En la actualidad, el conjunto de acuerdos comerciales de la OMC comprende 16 acuerdos multilaterales distintos (en los que son parte todos los Miembros de la OMC) y dos acuerdos plurilaterales distintos (en los que sólo son parte algunos Miembros de la OMC).
A lo largo de los últimos 60 años, la OMC, establecida en 1995, y la organización que la precedió, el GATT, han ayudado a crear un sistema internacional de comercio sólido y próspero que ha contribuido al logro de un crecimiento económico mundial sin precedentes. La OMC cuenta hoy con 153 Miembros, de los cuales 117 son países o territorios aduaneros distintos en desarrollo. Las actividades de la OMC reciben el apoyo de una Secretaría, integrada por unos 700 funcionarios dirigidos por el Director General de la OMC. La Secretaría tiene su sede en Ginebra (Suiza) y dispone de un presupuesto anual de aproximadamente 200 millones de francos suizos (180 millones de dólares EE.UU., 130 millones de euros). Los tres idiomas oficiales de la OMC son el español, el francés y el inglés.
Por lo general, las decisiones en la OMC son adoptadas por consenso de todos los Miembros. El órgano institucional de más alto nivel es la Conferencia Ministerial, que se reúne aproximadamente cada dos años. Un Consejo General dirige las actividades de la Organización en los intervalos entre reuniones de la Conferencia Ministerial. Ambos órganos están integrados por todos los Miembros. Se encargan de la administración y vigilancia de la aplicación por los Miembros de los distintos Acuerdos de la OMC órganos subsidiarios especializados (Consejos, Comités y Subcomités), también integrados por todos los Miembros.
En concreto, las principales actividades de la OMC son:
— la negociación de la reducción o eliminación de los obstáculos al comercio (aranceles de importación u otros obstáculos al comercio) y acuerdos sobre las normas por las que se rige el comercio internacional (por ejemplo, en las esferas de las medidas antidumping, las subvenciones, las normas sobre productos, etc.);
— la administración y vigilancia de la aplicación de las normas acordadas de la OMC que regulan el comercio de mercancías y de servicios y los aspectos de los derechos de propiedad intelectual relacionados con el comercio;
— la vigilancia y el examen de las políticas comerciales de sus Miembros y la consecución de la transparencia en los acuerdos comerciales regionales y bilaterales;
— la solución de diferencias entre los Miembros sobre la interpretación y aplicación de los Acuerdos;
— el fortalecimiento de la capacidad de los funcionarios públicos de los países en desarrollo en asuntos relacionados con el comercio internacional;
— la prestación de asistencia en el proceso de adhesión de unos 30 países que todavía no son miembros de la Organización;
— la realización de estudios económicos y la recopilación y difusión de datos comerciales en apoyo de las demás actividades principales de la OMC;
— la explicación y difusión al público de información sobre la OMC, su misión y sus actividades.
Los principios fundamentales y rectores de la OMC siguen siendo la apertura de las fronteras, la garantía del principio de la nación más favorecida y del trato no discriminatorio entre los Miembros, así como el compromiso de lograr la transparencia en sus actividades. La apertura de los mercados nacionales al comercio internacional, con excepciones justificables o con la flexibilidad adecuada, fomentará y favorecerá el desarrollo sostenible, mejorará el bienestar de las personas, reducirá la pobreza y promoverá la paz y la estabilidad. Al mismo tiempo, esa apertura de los mercados debe ir acompañada de políticas nacionales e internacionales racionales que contribuyan al crecimiento económico y al desarrollo en consonancia con las necesidades y aspiraciones de cada uno de los Miembros.
Fonte: OMC.
1. Traduz o texto acima. (Nota: Utiliza a Ferramenta de Idiomas no www.google.com)
2. Refere três das actividades desenvolvidas pela OMC.
3. Identifica os princípios orientadores da OMC.
La Organización Mundial del Comercio — OMC — es la Organización internacional que tiene por objetivo principal la apertura del comercio en beneficio de todos.
La OMC sirve de foro para la negociación de acuerdos encaminados a reducir los obstáculos al comercio internacional y a asegurar condiciones de igualdad para todos, y contribuye así al crecimiento económico y al desarrollo. Asimismo, la OMC ofrece un marco jurídico e institucional para la aplicación y la vigilancia de esos acuerdos, así como para la solución de las diferencias que puedan surgir de su interpretación y aplicación. En la actualidad, el conjunto de acuerdos comerciales de la OMC comprende 16 acuerdos multilaterales distintos (en los que son parte todos los Miembros de la OMC) y dos acuerdos plurilaterales distintos (en los que sólo son parte algunos Miembros de la OMC).
A lo largo de los últimos 60 años, la OMC, establecida en 1995, y la organización que la precedió, el GATT, han ayudado a crear un sistema internacional de comercio sólido y próspero que ha contribuido al logro de un crecimiento económico mundial sin precedentes. La OMC cuenta hoy con 153 Miembros, de los cuales 117 son países o territorios aduaneros distintos en desarrollo. Las actividades de la OMC reciben el apoyo de una Secretaría, integrada por unos 700 funcionarios dirigidos por el Director General de la OMC. La Secretaría tiene su sede en Ginebra (Suiza) y dispone de un presupuesto anual de aproximadamente 200 millones de francos suizos (180 millones de dólares EE.UU., 130 millones de euros). Los tres idiomas oficiales de la OMC son el español, el francés y el inglés.
Por lo general, las decisiones en la OMC son adoptadas por consenso de todos los Miembros. El órgano institucional de más alto nivel es la Conferencia Ministerial, que se reúne aproximadamente cada dos años. Un Consejo General dirige las actividades de la Organización en los intervalos entre reuniones de la Conferencia Ministerial. Ambos órganos están integrados por todos los Miembros. Se encargan de la administración y vigilancia de la aplicación por los Miembros de los distintos Acuerdos de la OMC órganos subsidiarios especializados (Consejos, Comités y Subcomités), también integrados por todos los Miembros.
En concreto, las principales actividades de la OMC son:
— la negociación de la reducción o eliminación de los obstáculos al comercio (aranceles de importación u otros obstáculos al comercio) y acuerdos sobre las normas por las que se rige el comercio internacional (por ejemplo, en las esferas de las medidas antidumping, las subvenciones, las normas sobre productos, etc.);
— la administración y vigilancia de la aplicación de las normas acordadas de la OMC que regulan el comercio de mercancías y de servicios y los aspectos de los derechos de propiedad intelectual relacionados con el comercio;
— la vigilancia y el examen de las políticas comerciales de sus Miembros y la consecución de la transparencia en los acuerdos comerciales regionales y bilaterales;
— la solución de diferencias entre los Miembros sobre la interpretación y aplicación de los Acuerdos;
— el fortalecimiento de la capacidad de los funcionarios públicos de los países en desarrollo en asuntos relacionados con el comercio internacional;
— la prestación de asistencia en el proceso de adhesión de unos 30 países que todavía no son miembros de la Organización;
— la realización de estudios económicos y la recopilación y difusión de datos comerciales en apoyo de las demás actividades principales de la OMC;
— la explicación y difusión al público de información sobre la OMC, su misión y sus actividades.
Los principios fundamentales y rectores de la OMC siguen siendo la apertura de las fronteras, la garantía del principio de la nación más favorecida y del trato no discriminatorio entre los Miembros, así como el compromiso de lograr la transparencia en sus actividades. La apertura de los mercados nacionales al comercio internacional, con excepciones justificables o con la flexibilidad adecuada, fomentará y favorecerá el desarrollo sostenible, mejorará el bienestar de las personas, reducirá la pobreza y promoverá la paz y la estabilidad. Al mismo tiempo, esa apertura de los mercados debe ir acompañada de políticas nacionales e internacionales racionales que contribuyan al crecimiento económico y al desarrollo en consonancia con las necesidades y aspiraciones de cada uno de los Miembros.
Fonte: OMC.
1. Traduz o texto acima. (Nota: Utiliza a Ferramenta de Idiomas no www.google.com)
2. Refere três das actividades desenvolvidas pela OMC.
3. Identifica os princípios orientadores da OMC.
Multinacionais ou Empresas Transnacionais (ETN)
A generalidade das empresas operam em vários países em simultâneo. Geralmente a empresa tem sua sede num país e opera no conjunto das subsidiárias dispersas por vários países. Suas filiais estão dependentes da política definida pela corporação central, dita sede.
Em termos económicos, as vantagens de uma empresa na criação de uma empresa multinacional inclui economias verticais e horizontais de escala (ou seja, as reduções de custos que resultam de uma expansão do nível de produção e de uma consolidação da gestão) e uma quota de mercado que aumentou. Apesar das barreiras culturais poderem criar obstáculos imprevisíveis, como as empresas estabelecem escritórios e fábricas em todo o mundo, os conhecimentos técnicos de uma empresa, pessoal experiente, e estratégias comprovadas geralmente podem ser transferidos de país para país. Críticos das empresas multinacionais geralmente observam-na não só como sujeito económico, mas muitas vezes também como meio político de dominação estrangeira. Os países em desenvolvimento, com uma gama limitada de exportações (muitas vezes de bens primários) na sua base económica, são particularmente vulneráveis à exploração económica. Práticas monopolistas, violações dos direitos humanos, e rompimento dos mais tradicionais meios de crescimento económico estão entre os riscos que enfrentam os países de acolhimento.
Fonte: http://www.britannica.com/
1. Explique por que é que a expressão "ETN" é mais correcta, apesar de se utilizar mais frequentemente "multinacionais".
2. Distingue economias verticais à escala de economias horizontais à escala.
3. As barreiras culturais são algum obstáculo que dificulte o desenvolvimento das ETN? Justifique.
- Transnacionalização da produção: A actividade produtiva é segmentada e cada segmento é instalado num determinado país, em função das vantagens competitivas que ofereça. O mesmo se verifica a nível dos processos de produção, parcelizados em diferentes subprocessos, localizados nos países que ofereçam os melhores níveis de rendibilidade.
4. Refira-se à transnacionalização da produção como meio para o exercício de pressões políticas pelas ETN.
Processo de integração económica
I
O processo de integração económica tem como objectivo o desenvolvimento de mecanismos de cooperação de e de políticas comuns entre os diversos países que pertencem à área económica, de modo que esta vai funcionando progressivamente como se fosse um país único à medida que o nível de aprofundamento do processo se desenvolve. Bela Balassa distingue seis níveis neste processo.
1. Indica os seis níveis do processo de integração económica propostos por Bela Balassa.
2. Verifica que o grande objectivo do processo de integração económica na Europa foi a paz, e doutra forma não seria possível alcançar o desenvolvimento económico de que desfrutamos hoje. Copia os títulos associados a cada década da construção europeia.
3. Descreve em cerca de cinco linhas, a importância de um dos momentos mais significativos da história da Europa.
4. Justifica o insucesso relativo de outras experiências de integração quando comparadas com a europeia.
5.
- Encontramo-nos, ninguém ignora, num momento crucial da construção europeia. Por um lado, a União Europeia prepara-se para efectuar o seu maior alargamento de sempre. Por outro, prossegue o propósito de se aprofundar, chamando a si o exercício de competências até agora consideradas do domínio reservado e exclusivo das soberanias nacionais. Penso na política externa, na defesa e na justiça e assuntos internos.
Presidente da República, Jorge Sampaio, 28 de Junho de 2002
6. Discute em que medida o processo de integração económica significa "perda de soberania".
7.
- "Sempre que se procura uma justificação para a integração europeia, existe a tendência para se olhar para trás. Ressalta-se que a integração europeia baniu o fantasma da guerra do antigo continente. E, de facto, a integração europeia conseguiu que a Europa usufruísse do mais longo período de paz e prosperidade desde há muitos séculos.
Mas esta perspetiva, apesar de correta no seu todo, também é incompleta. Existem tantas razões para se lutar por uma "união estreita" na Europa hoje como havia em 1945 e estas são todas orientadas para o futuro."
Jean-Claude Trichet foi Presidente do Banco Central Europeu (2003-2011)
b) Discute se esta "união (mais) estreita" na Europa significa, ou não, perda de soberania para os Estados-Membros.
8. O Gráfico abaixo ilustra uma consequência da integração económica na vida dos jovens da União.
Número de anos de escolaridade que uma criança na idade de entrar para a escola pode esperar receber se os padrões vigentes de taxas específicas por idade de inscrição persistirem ao longo da vida da criança, UNESCO (2011).
Número de anos de escolaridade que uma criança na idade de entrar para a escola pode esperar receber se os padrões vigentes de taxas específicas por idade de inscrição persistirem ao longo da vida da criança, UNESCO (2011).
As políticas comuns na educação levaram a que na generalidade dos países da UE, de uma criança que entre hoje para escola se espere que ela conclua 16 anos de escolaridade (12º ano + 4).
Comente a necessidade de uniformização da escolaridade, e suas implicações, tendo em vista a liberdade de circulação do trabalho.
II
Tarefa final do Módulo 6: Fazer uma apresentação com 20 slides no Google Drive, comentanto a apresentação (10) e as estatísticas (10) que se encontram nesta tarefa.
Conteúdos do Módulo 2 - Agentes Económicos e Actividades Económicas
- Os agentes económicos - Famílias, Estado, Empresas, Resto do Mundo
- Funções
- Actividades económicas (produção, repartição e utilização dos rendimentos)
- Complementaridade das actividades económicas - A produção de bens e serviços
- Noção
- Sectores de actividade económica
- Valor da produção nacional - PIB
- Produção – combinação de factores de produção
- Factores de produção:- trabalho;
- capital – técnico (fixo e circulante), humano e natural;
- recursos naturais (renováveis e não renováveis).
- Avaliação da eficácia da produção: - produtividade – noção, factores que a influenciam e cálculo da produtividade do trabalho
- economias de escala e deseconomias de escala: noção e cálculo dos custos de produção – fixos, variáveis, médios e total
- Melhorar a eficácia da produção: organização do processo produtivo, progresso técnico, formação dos recursos humanos e Investigação e Desenvolvimento (I&D). - Comércio e distribuição
- Circuitos de distribuição: noção e tipos (ultra-curto, curto e longo)
- Tipos de comércio: independente, associado e integrado (sucursais, franchising, grandes superfícies e grandes superfícies especializadas)
- Venda: - métodos de vendas (venda directa, cibervenda, venda automática, venda por catálogo)
- processo (acolhimento, criação de uma relação de confiança, levantamento de necessidades, apresentação dos produtos, tentativa de fecho, fecho e reclamações)
- trabalho;
- Consumo
- Noção
- Tipos (final/intermédio; essencial/supérfluo)
- Relatividade dos padrões de consumo – factores explicativos:- económicos (rendimento, preços e inovação tecnológica)
- extra-económicos (estrutura etária dos agregados familiares, modos de vida, moda
publicidade)
- Consumerismo e o movimento dos consumidores
- Direitos e deveres dos consumidores - económicos (rendimento, preços e inovação tecnológica)
Objectivos
- Explicitar as funções dos diferentes agentes económicos.
- Explicar a complementaridade das actividades económicas.
- Relacionar produção com sectores de actividade económica.
- Relacionar os conceitos de valor acrescentado e Produto Interno Bruto (PIB).
- Reconhecer a produção como uma combinação de factores de produção.
- Caracterizar os factores de produção.
- Explicar a importância dos recursos naturais na actividade produtiva.
- Distinguir a combinação dos factores produtivos a curto e a longo prazo.
- Explicitar as formas de avaliação da eficácia da produção.
- Apresentar os factores que estão na base da melhoria da eficácia da produção.
- Explicar a importância da distribuição na actualidade.
- Distinguir os diferentes circuitos de distribuição.
- Caracterizar os diversos tipos de comércio.
- Indicar os diferentes métodos de vendas.
- Relacionar o processo de venda com o tipo de comércio e com o método de venda.
- Referir as várias etapas do processo de venda.
- Distinguir os diferentes tipos de consumo.
- Explicitar em que consiste a relatividade dos padrões de consumo.
- Explicar de que modo os factores económicos influenciam os padrões de consumo.
- Explicar de que modo os factores extra-económicos influenciam os padrões de consumo.
- Justificar o aparecimento do consumerismo e do movimento dos consumidores.
- Enumerar direitos e deveres dos consumidores.
Apresentação
Com este módulo, pretende-se que os alunos reconheçam a existência de vários intervenientes na actividade económica, os quais podem ser agrupados de acordo com as funções económicas desempenhadas – agentes económicos (Famílias, Estado, Empresas e Resto do Mundo) – e identifiquem as principais actividades económicas associadas a esses agentes (produção, repartição e utilização dos rendimentos). Seguidamente, e no sentido de ilustrar as diversas actividades económicas, propõe-se, por um lado, o estudo da produção e, por outro, o da utilização dos rendimentos na sua vertente do consumo. Propõe-se ainda o estudo da distribuição, enquanto actividade que estabelece a relação entre a produção e o consumo.
Conteúdos do Módulo 1 - A Economia e o Problema Económico
- A Economia no contexto das ciências sociais
- O objecto de estudo da Economia
- O problema económico e a necessidade de efectuar escolhas
- O custo de oportunidade
- Necessidades e bens: noção e classificação
Objectivos
- Apresentar o objecto de estudo da Economia.
- Aferir a necessidade de efectuar escolhas decorrente da existência de necessidades ilimitadas e de recursos escassos.
- Explicar o conceito de custo de oportunidade a partir da necessidade de efectuar escolhas.
- Explicar o carácter espácio-temporal das necessidades.
- Distinguir diversos tipos de necessidades.
- Classificar os diferentes tipos de bens económicos.
Apresentação
Neste módulo, pretende-se estabelecer um primeiro contacto com a disciplina que agora se inicia e sensibilizar o aluno para o estudo da Economia. Assim, dever-se-á contextualizar a ciência económica no conjunto das ciências sociais, delimitando o seu objecto de estudo.
Partindo do problema fundamental da Economia – necessidades ilimitadas e recursos escassos – os alunos concluirão sobre a necessidade de efectuar escolhas e sobre o custo de oportunidade que estas implicam.
Financiamento do défice da BC e Indicadores do Comércio Externo
Utilizando os dados do post anterior indica os valores solicitados nos pontos seguintes:
1. Em que percentagem a Balança de Serviços contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
2. Em que percentagem a Balança de Transferências contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
3. Em que percentagem ambas as rubricas acima indicadas (B. Serv. + B. Trf.) contribuem para o financiamento do défice da Balança Comercial.
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
4. Explica a diferença entre a Balança Comercial a preços correntes e a preços constantes (base=2011), utilizando o deflator do PIB.
5. Importa do PORDATA os dados referentes à Balança Comercial a preços constantes (base=2011) e constrói um gráfico representando a evolução das exportações e das importações de 1996 a 2013. PREVIEW
Ficheiro de Ajuda
6. Utilizando os mesmos dados do ponto 5. e o valor do PIB a preços constantes (base=2011) , constrói outro gráfico representando a evolução da Taxa de Cobertura e do Peso do Comércio Externo. PREVIEW
7. Comenta os gráficos construídos acima comparando o período pré-Troika com o do Programa de Assistência Económica e Financeira (Troika).
8. (*) Actualiza os dados desde exercício, respondendo às questões 1., 2. e 3. com a informação mais recente que se encontra disponível em BPSTAT (NOTA: É necessário fazer registo gratuito para aceder à informação.)
1. Em que percentagem a Balança de Serviços contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
2. Em que percentagem a Balança de Transferências contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
3. Em que percentagem ambas as rubricas acima indicadas (B. Serv. + B. Trf.) contribuem para o financiamento do défice da Balança Comercial.
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
4. Explica a diferença entre a Balança Comercial a preços correntes e a preços constantes (base=2011), utilizando o deflator do PIB.
5. Importa do PORDATA os dados referentes à Balança Comercial a preços constantes (base=2011) e constrói um gráfico representando a evolução das exportações e das importações de 1996 a 2013. PREVIEW
Ficheiro de Ajuda
6. Utilizando os mesmos dados do ponto 5. e o valor do PIB a preços constantes (base=2011) , constrói outro gráfico representando a evolução da Taxa de Cobertura e do Peso do Comércio Externo. PREVIEW
7. Comenta os gráficos construídos acima comparando o período pré-Troika com o do Programa de Assistência Económica e Financeira (Troika).
8. (*) Actualiza os dados desde exercício, respondendo às questões 1., 2. e 3. com a informação mais recente que se encontra disponível em BPSTAT (NOTA: É necessário fazer registo gratuito para aceder à informação.)
Balança de Pagamentos - Agosto/07 a Fevereiro/08
Consultando o site do Banco de Portugal (link) recolheram-se dados sobre o comércio externo português, com os quais se construiu uma tabela com a qual deverás construir uma imagem semelhante à que se segue:

1. Publica uma imagem da tabela acima com outras cores.
2. Interpreta o saldo (estruturalmente) negativo da Balança Comercial.
3. Interpreta o saldo positivo da Balança de Serviços.
4. Interpreta o saldo negativo da Balança de Rendimentos.
5. Interpreta o saldo positivo da Balança de Transferências.
6. Interpreta o saldo positivo da Balança de Capitais.
7. Interpreta o saldo negativo da Balança Básica.
8. Qual o interesse de calcular as últimas duas colunas? (NOTA: Sabe-se à partida que deveriam dar exactamente o mesmo valor).

1. Publica uma imagem da tabela acima com outras cores.
2. Interpreta o saldo (estruturalmente) negativo da Balança Comercial.
3. Interpreta o saldo positivo da Balança de Serviços.
4. Interpreta o saldo negativo da Balança de Rendimentos.
5. Interpreta o saldo positivo da Balança de Transferências.
6. Interpreta o saldo positivo da Balança de Capitais.
7. Interpreta o saldo negativo da Balança Básica.
8. Qual o interesse de calcular as últimas duas colunas? (NOTA: Sabe-se à partida que deveriam dar exactamente o mesmo valor).
Balança de Pagamentos
As relações económicas de um país com o Resto do Mundo dão origem à construção da respectiva Balança de Pagamentos. Os processos de integração económica têm complicado os conceitos tanto de importação como de exportação. Utiliza-se abaixo a economia dos EUA para conhecer a estrutura básica da Balança de Pagamentos.




1. Identifica as duas grandes rubricas da Balança de Pagamentos, cuja soma se anula no Quadro 29-2.
2. Identifica as quatro principais rubricas da Balança de Transacções Correntes.
3. A exportação de vinho do porto é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
4. A importação de petróleo é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
5. Os espanhóis que visitaram o nosso país durante o Ano Novo fizeram despesa em unidades hoteleiras portuguesas. Essa despesa é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
6. As empresas portuguesas instaladas no exterior terão repatriado para Portugal os seus lucros. A entrada desses lucros no país é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
7. Indica o saldo da Balança Comercial americana.
8. Explicita como o défice comercial americano está a ser financiado.
9. Identifique no Quadro do BPSTAT, a rubrica cujo valor corresponde ao simétrico da operação (Balança Corrente + Balança de Capital) – Balança de Financiamento. Verifique com os dados de um período à sua escolha. Justifique.
10. Indique a correspondência entre as quatro componentes da Balança de Transacções Correntes no Quadro 29-2 e as quatro componentes da Balança Corrente.
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