KIVA - Empréstimos que mudam as vidas

Não somos meros expectadores de um Mundo desumano. O projecto Kiva mostra que todos podemos minorar o problema da miséria no planeta.

1. Explique como funciona o/a projecto/plataforma KIVA Kiva traduzido
2. Considera que a utilização do KIVA poderá ajudar a torná-lo menos egoísta? Justifique.
Cálculo do IDH - Nota Técnica

Após 20 anos de controvérsias e críticas o PNUD observou a popularidade do IDH e construiu novos indicadores compósitos seguindo a mesma lógica: Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD), Índice de Desigualdade de Género (IDG) e Índice de Pobreza Multidimensional (IPM).
Seguindo a sua apresentação gráfica: http://hdr.undp.org/sites/default/files/hdr14_technical_notes.pdf * (em português)
1. Indique as dimensões comuns aos vários indicadores.
2. Indique os aspectos que cada indicador pretende privilegiar.
3. Comente a semelhança dos resultados encontrados nos países mais desenvolvidos.
4. Verifique a relativa estabilidade dos países ordenados pelo IDH, comentando os casos dos países de desenvolvimento humano muito alto que terão ganho ou perdido 5 ou mais posições de 2008 pra 2013.
Mapa do Módulo 6
- Conteúdos do Módulo 6 - A Interdependência das Economias Actuais
- A divisão internacional do trabalho
- Balança de Pagamentos
- Balança de Pagamentos 2010 – 2013
- Financiamento do défice da BC e Indicadores do Comércio Externo
- Proteccionismo versus comércio livre
- Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos
- Processo de integração económica
- Sabe bem pagar tão pouco de impostos
- Teoria das vantagens comparativas
- Multinacionais ou Empresas Transnacionais (ETN)
- Acerca da OMC
- Prova Modelo do Módulo 6
Cálculo dos índices de desenvolvimento humano

Limitações do PIB per capita
Para além de ignorar a riqueza acumulada, o PIB per capita também ignora a distribuição do rendimento pela população. Se supusermos dois países com um PIB per capita idêntico, mas se num desses países 80% da riqueza produzida estiver concentrada em 20% (ou menos) da população (como acontece nalguns países do Terceiro mundo), resulta igualmente óbvio que o nível de vida médio desse país será seguramente inferior ao outro.
Finalmente, o PIB per capita enquanto medida de nível de vida também ignora as diferenças de preços entre os países que estão a ser comparados. Se uma família portuguesa tiver um rendimento igual ao de uma família que viva em Espanha, vai ter um nível de vida inferior, porque os preços praticados em Portugal geralmente são superiores aos praticados no país vizinho.
As limitações do PIB per capita como medida de nível de vida levaram à tentativa de desenvolver outros indicadores para permitir as comparações internacionais. Neste post explica-se como se calcula o IDH.
Cada índice de desenvolvimento humano abarca habitualmente três dimensões do desenvolvimento. Excepção a esta regra é o IPH-2 que retrata quatro dimensões. Para ser possível integrar quantificadamente cada dimensão, seleccionam-se um ou dois indicadores que a representem.
Partindo de cada indicador, calcula-se o respectivo índice de dimensão, utilizando a seguinte fórmula:

Para o efeito é necessário definir as balizas (valor máximo e valor mínimo) para cada indicador. Por exemplo, no RDH de 20005 as balizas do IDH foram as seguintes:

Note que o índice de dimensão será sempre um valor entre 0 e 1.
O índice da educação é a média ponderada do índice de alfabetização de adultos com o índice de escolarização bruta:
IE = 2/3 índice de alfabetização de adultos + 1/3 índice de escolarização bruta
NOTA: Taxa Bruta de Escolarização (Portugal): Relação percentual entre o número total de alunos matriculados num determinado ciclo de estudos (independentemente da idade) e a população residente em idade normal de frequência desse ciclo de estudo. Educação Pré-Escolar 3-5 anos; Ensino Básico – 1.º Ciclo 6-9 anos; Ensino Básico – 2.º Ciclo 10-11 anos; Ensino Básico – 3.º Ciclo 12-14 anos; Ensino Secundário 15-17 anos; Ensino Superior 18-22 anos. (Glossário – GIASE/ME)
O IDH é a média aritmética dos três índices dimensão que considera: esperança de vida, educação e PIB.

Em caso de interesse numa descrição mais detalhada do cálculo do IDH leia a Nota Técnica.
1. Indica três limitações do PIB per capita.
2. Comenta a composição do IDH. Haverá alguma justificação científica para ser a que é em vez de outra?
3. Confere - em três países: Portugal mais dois, correspondendo o nº de aluno ao país por ordem do IDH - que o IDH constitui a média aritmética de três índices, utilizando a Tabela H do Relatório do Desenvolvimento Humano de 2009 (p. 31).
4. Selecciona entre os 38 países do grupo de DESENVOLVIMENTO HUMANO MUITO ELEVADO segundo a ordem do IDH, cinco que fiquem:
a) melhor colocados segundo o IDH que pelo PIBpc;
b) melhor colocados segundo o PIBpc que pelo IDH.
NOTA: Observa que a última coluna da Tabela H indica a ordem do PIB per capita menos a ordem do IDH.
5. Compara os dois grupos de países a que chegaste em 4.a) e em 4.b).
6. Compara as posições do IDH de 2009 com as posições do Relatório de 2014, comentando a relativa estabilidade destas, quanto aos países referidos nas questões acima.
Crescimento e Desenvolvimento económico num mundo interdependente
Distinguimos ao países quando ao seu nível de desenvolvimento em diversas categorias (por exemplo, desenvolvidos, em vias de desenvolvimento e subdesenvolvidos) porque precisamos de agrupar os países que apresentem características relativamente homogéneas e de separar os que apresentem características relativamente distintas.
Estas categorias são criadas para satisfazer as nossas necessidades explicativas do (sub)desenvolvimento, porque o Mundo é uno e caracterizado pela interdependência, como a imagem abaixo enfatiza.

A interdependência económica é consequência da especialização, através da divisão do trabalho, e é quase universal. Os participantes no sistema económico encontram-se dependentes de outros em muitos produtos que não podem produzir eficientemente por si. Esta interdependência física implica fluxos económicos correspondentes na procura dos produtos e no rendimento dos participantes. Por exemplo, o preço do petróleo deverá continuar a subir sustentadamente durante muitos anos enquanto mais chineses e indianos continuarem a aumentar a sua procura, desejando um padrão de consumo semelhante ao americano.
Utilizamos a expressão crescimento económico para nos referirmos à taxa de crescimento percentual (1) do Produto Interno Bruto (PIB) ou do Produto Nacional Bruto (PNB). Esta análise é puramente quantitativa e profundamente simplista.
NOTA (1): É a mesma fórmula que utilizaste para calcular o crescimento dos preços (inflação) a partir do índice de preços. Recordar?
O desenvolvimento económico, por sua vez assume as múltiplas dimensões da vida humana, sendo um fenómeno qualitativo impossível de quantificar. Geralmente centramos a nossa atenção sobre a estrutura da repartição do rendimento, inferindo a partir daí sobre a qualidade de vida das pessoas e do sistema em geral.
Alternativamente podemos procurar conhecer os múltiplos aspectos do desenvolvimento utilizando uma grande diversidade de indicadores do (sub)desenvolvimento. Estes costumam classificar-se em três categorias:
NOTA: Uma nota técnica do PNUD com indicadores e respectivas definições encontra-se aqui. Também o INE publica os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.
Relatório do Desenvolvimento Humano, PNUD
Os indicadores dizem-se simples quando reflectem apenas uma dimensão particular do desenvolvimento, como é o caso de qualquer um dos indicadores acima indicados.
Os indicadores dizem-se compostos quando combinam diversas dimensões do desenvolvimento, como o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, o IDHAD - Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade, o IDG - Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género, e IPM - Índice de Pobreza Multidimensional.
Existem múltiplos conceitos de desenvolvimento, mas são geralmente sempre enfatizados os mesmos aspectos: Progresso social, Economia, Eficiência, Equidade, Participação e liberdade, Sustentabilidade, e Segurança humana.
1. Apresente uma noção de interdependência.
2. Distinga crescimento de desenvolvimento.
3. Apresente a maior revolução do século XX no Ocidente: o processo de emancipação feminina. Refira alterações estruturais económicas, demográficas e culturais decorrentes deste processo.
4. Refira as seguintes ideias chave do conceito de desenvolvimento:
- Progresso social;
- Economia;
- Eficiência;
- Equidade;
- Participação e liberdade;
- Sustentabilidade; e
- Segurança humana.
5. Identifica três aspectos pertinentes presentes no conceito de desenvolvimento do PNUD. * Português
6. Defina os diversos indicadores do (sub) desenvolvimento acima referidos. Refira a relação entre os indicadores e o desenvolvimento dos países.
NOTAS: 1 - Consulte o Glossário do ALEA; 2 - Para pensar na relação com o desenvolvimento dos países pode utilizar o Public Data Explorer. Note que em cada indicador poderá ler a respectiva definição em (?).
7. Refira as dimensões e os respectivos indicadores considerados na definição dos seguintes indicadores compostos:
NOTA: Veja a Nota Técnica.
a) IDH;
b) IDG;
c) IPH-1;
d) IPH-2.
8. Justique a construção de dois índices de pobreza diferentes.
9. De acordo com o relatório do PNUD de 2013, o Sul está a aproximar-se do Norte. Refira dois aspectos documentados neste vídeo.
Estas categorias são criadas para satisfazer as nossas necessidades explicativas do (sub)desenvolvimento, porque o Mundo é uno e caracterizado pela interdependência, como a imagem abaixo enfatiza.

A interdependência económica é consequência da especialização, através da divisão do trabalho, e é quase universal. Os participantes no sistema económico encontram-se dependentes de outros em muitos produtos que não podem produzir eficientemente por si. Esta interdependência física implica fluxos económicos correspondentes na procura dos produtos e no rendimento dos participantes. Por exemplo, o preço do petróleo deverá continuar a subir sustentadamente durante muitos anos enquanto mais chineses e indianos continuarem a aumentar a sua procura, desejando um padrão de consumo semelhante ao americano.
Utilizamos a expressão crescimento económico para nos referirmos à taxa de crescimento percentual (1) do Produto Interno Bruto (PIB) ou do Produto Nacional Bruto (PNB). Esta análise é puramente quantitativa e profundamente simplista.
NOTA (1): É a mesma fórmula que utilizaste para calcular o crescimento dos preços (inflação) a partir do índice de preços. Recordar?
O desenvolvimento económico, por sua vez assume as múltiplas dimensões da vida humana, sendo um fenómeno qualitativo impossível de quantificar. Geralmente centramos a nossa atenção sobre a estrutura da repartição do rendimento, inferindo a partir daí sobre a qualidade de vida das pessoas e do sistema em geral.
Alternativamente podemos procurar conhecer os múltiplos aspectos do desenvolvimento utilizando uma grande diversidade de indicadores do (sub)desenvolvimento. Estes costumam classificar-se em três categorias:
- Económicos
- PIB per capita
- Repartição sectorial da População Activa
- Estrutura do Produto
- Consumo de energia/aço/(...)/habitantes
- Indicadores do Comércio Externo
- Demográficos
- Taxa de Natalidade
- Taxa de Mortalidade
- Taxa de Mortalidade Infantil
- Esperança Média de Vida à Nascença
- Taxa de fecundidade
- Taxa de Emigração
- Socio-Culturais
- Taxa de Analfabetismo
- Nº Alunos/Professor
- Nº de anos de escolaridade obrigatória
- Nº Habitantes/Médico
- Nº Habitantes/cama de Hospital
- Nº jornais diários/1.000 habitantes
- Nº TV/1.000 habitantes
- Nº automóveis/1.000 habitantes
- Proteínas/habitante
NOTA: Uma nota técnica do PNUD com indicadores e respectivas definições encontra-se aqui. Também o INE publica os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.
Relatório do Desenvolvimento Humano, PNUD
Os indicadores dizem-se simples quando reflectem apenas uma dimensão particular do desenvolvimento, como é o caso de qualquer um dos indicadores acima indicados.
Os indicadores dizem-se compostos quando combinam diversas dimensões do desenvolvimento, como o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, o IDHAD - Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade, o IDG - Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género, e IPM - Índice de Pobreza Multidimensional.
Existem múltiplos conceitos de desenvolvimento, mas são geralmente sempre enfatizados os mesmos aspectos: Progresso social, Economia, Eficiência, Equidade, Participação e liberdade, Sustentabilidade, e Segurança humana.
1. Apresente uma noção de interdependência.
2. Distinga crescimento de desenvolvimento.
3. Apresente a maior revolução do século XX no Ocidente: o processo de emancipação feminina. Refira alterações estruturais económicas, demográficas e culturais decorrentes deste processo.
II Parte
4. Refira as seguintes ideias chave do conceito de desenvolvimento:
- Progresso social;
- Economia;
- Eficiência;
- Equidade;
- Participação e liberdade;
- Sustentabilidade; e
- Segurança humana.
5. Identifica três aspectos pertinentes presentes no conceito de desenvolvimento do PNUD. * Português
6. Defina os diversos indicadores do (sub) desenvolvimento acima referidos. Refira a relação entre os indicadores e o desenvolvimento dos países.
NOTAS: 1 - Consulte o Glossário do ALEA; 2 - Para pensar na relação com o desenvolvimento dos países pode utilizar o Public Data Explorer. Note que em cada indicador poderá ler a respectiva definição em (?).
7. Refira as dimensões e os respectivos indicadores considerados na definição dos seguintes indicadores compostos:
NOTA: Veja a Nota Técnica.
a) IDH;
b) IDG;
c) IPH-1;
d) IPH-2.
8. Justique a construção de dois índices de pobreza diferentes.
9. De acordo com o relatório do PNUD de 2013, o Sul está a aproximar-se do Norte. Refira dois aspectos documentados neste vídeo.
Acerca da OMC
Acerca de la OMC — Declaración del Director General
La Organización Mundial del Comercio — OMC — es la Organización internacional que tiene por objetivo principal la apertura del comercio en beneficio de todos.
La OMC sirve de foro para la negociación de acuerdos encaminados a reducir los obstáculos al comercio internacional y a asegurar condiciones de igualdad para todos, y contribuye así al crecimiento económico y al desarrollo. Asimismo, la OMC ofrece un marco jurídico e institucional para la aplicación y la vigilancia de esos acuerdos, así como para la solución de las diferencias que puedan surgir de su interpretación y aplicación. En la actualidad, el conjunto de acuerdos comerciales de la OMC comprende 16 acuerdos multilaterales distintos (en los que son parte todos los Miembros de la OMC) y dos acuerdos plurilaterales distintos (en los que sólo son parte algunos Miembros de la OMC).
A lo largo de los últimos 60 años, la OMC, establecida en 1995, y la organización que la precedió, el GATT, han ayudado a crear un sistema internacional de comercio sólido y próspero que ha contribuido al logro de un crecimiento económico mundial sin precedentes. La OMC cuenta hoy con 153 Miembros, de los cuales 117 son países o territorios aduaneros distintos en desarrollo. Las actividades de la OMC reciben el apoyo de una Secretaría, integrada por unos 700 funcionarios dirigidos por el Director General de la OMC. La Secretaría tiene su sede en Ginebra (Suiza) y dispone de un presupuesto anual de aproximadamente 200 millones de francos suizos (180 millones de dólares EE.UU., 130 millones de euros). Los tres idiomas oficiales de la OMC son el español, el francés y el inglés.
Por lo general, las decisiones en la OMC son adoptadas por consenso de todos los Miembros. El órgano institucional de más alto nivel es la Conferencia Ministerial, que se reúne aproximadamente cada dos años. Un Consejo General dirige las actividades de la Organización en los intervalos entre reuniones de la Conferencia Ministerial. Ambos órganos están integrados por todos los Miembros. Se encargan de la administración y vigilancia de la aplicación por los Miembros de los distintos Acuerdos de la OMC órganos subsidiarios especializados (Consejos, Comités y Subcomités), también integrados por todos los Miembros.
En concreto, las principales actividades de la OMC son:
— la negociación de la reducción o eliminación de los obstáculos al comercio (aranceles de importación u otros obstáculos al comercio) y acuerdos sobre las normas por las que se rige el comercio internacional (por ejemplo, en las esferas de las medidas antidumping, las subvenciones, las normas sobre productos, etc.);
— la administración y vigilancia de la aplicación de las normas acordadas de la OMC que regulan el comercio de mercancías y de servicios y los aspectos de los derechos de propiedad intelectual relacionados con el comercio;
— la vigilancia y el examen de las políticas comerciales de sus Miembros y la consecución de la transparencia en los acuerdos comerciales regionales y bilaterales;
— la solución de diferencias entre los Miembros sobre la interpretación y aplicación de los Acuerdos;
— el fortalecimiento de la capacidad de los funcionarios públicos de los países en desarrollo en asuntos relacionados con el comercio internacional;
— la prestación de asistencia en el proceso de adhesión de unos 30 países que todavía no son miembros de la Organización;
— la realización de estudios económicos y la recopilación y difusión de datos comerciales en apoyo de las demás actividades principales de la OMC;
— la explicación y difusión al público de información sobre la OMC, su misión y sus actividades.
Los principios fundamentales y rectores de la OMC siguen siendo la apertura de las fronteras, la garantía del principio de la nación más favorecida y del trato no discriminatorio entre los Miembros, así como el compromiso de lograr la transparencia en sus actividades. La apertura de los mercados nacionales al comercio internacional, con excepciones justificables o con la flexibilidad adecuada, fomentará y favorecerá el desarrollo sostenible, mejorará el bienestar de las personas, reducirá la pobreza y promoverá la paz y la estabilidad. Al mismo tiempo, esa apertura de los mercados debe ir acompañada de políticas nacionales e internacionales racionales que contribuyan al crecimiento económico y al desarrollo en consonancia con las necesidades y aspiraciones de cada uno de los Miembros.
Fonte: OMC.
1. Traduz o texto acima. (Nota: Utiliza a Ferramenta de Idiomas no www.google.com)
2. Refere três das actividades desenvolvidas pela OMC.
3. Identifica os princípios orientadores da OMC.
La Organización Mundial del Comercio — OMC — es la Organización internacional que tiene por objetivo principal la apertura del comercio en beneficio de todos.
La OMC sirve de foro para la negociación de acuerdos encaminados a reducir los obstáculos al comercio internacional y a asegurar condiciones de igualdad para todos, y contribuye así al crecimiento económico y al desarrollo. Asimismo, la OMC ofrece un marco jurídico e institucional para la aplicación y la vigilancia de esos acuerdos, así como para la solución de las diferencias que puedan surgir de su interpretación y aplicación. En la actualidad, el conjunto de acuerdos comerciales de la OMC comprende 16 acuerdos multilaterales distintos (en los que son parte todos los Miembros de la OMC) y dos acuerdos plurilaterales distintos (en los que sólo son parte algunos Miembros de la OMC).
A lo largo de los últimos 60 años, la OMC, establecida en 1995, y la organización que la precedió, el GATT, han ayudado a crear un sistema internacional de comercio sólido y próspero que ha contribuido al logro de un crecimiento económico mundial sin precedentes. La OMC cuenta hoy con 153 Miembros, de los cuales 117 son países o territorios aduaneros distintos en desarrollo. Las actividades de la OMC reciben el apoyo de una Secretaría, integrada por unos 700 funcionarios dirigidos por el Director General de la OMC. La Secretaría tiene su sede en Ginebra (Suiza) y dispone de un presupuesto anual de aproximadamente 200 millones de francos suizos (180 millones de dólares EE.UU., 130 millones de euros). Los tres idiomas oficiales de la OMC son el español, el francés y el inglés.
Por lo general, las decisiones en la OMC son adoptadas por consenso de todos los Miembros. El órgano institucional de más alto nivel es la Conferencia Ministerial, que se reúne aproximadamente cada dos años. Un Consejo General dirige las actividades de la Organización en los intervalos entre reuniones de la Conferencia Ministerial. Ambos órganos están integrados por todos los Miembros. Se encargan de la administración y vigilancia de la aplicación por los Miembros de los distintos Acuerdos de la OMC órganos subsidiarios especializados (Consejos, Comités y Subcomités), también integrados por todos los Miembros.
En concreto, las principales actividades de la OMC son:
— la negociación de la reducción o eliminación de los obstáculos al comercio (aranceles de importación u otros obstáculos al comercio) y acuerdos sobre las normas por las que se rige el comercio internacional (por ejemplo, en las esferas de las medidas antidumping, las subvenciones, las normas sobre productos, etc.);
— la administración y vigilancia de la aplicación de las normas acordadas de la OMC que regulan el comercio de mercancías y de servicios y los aspectos de los derechos de propiedad intelectual relacionados con el comercio;
— la vigilancia y el examen de las políticas comerciales de sus Miembros y la consecución de la transparencia en los acuerdos comerciales regionales y bilaterales;
— la solución de diferencias entre los Miembros sobre la interpretación y aplicación de los Acuerdos;
— el fortalecimiento de la capacidad de los funcionarios públicos de los países en desarrollo en asuntos relacionados con el comercio internacional;
— la prestación de asistencia en el proceso de adhesión de unos 30 países que todavía no son miembros de la Organización;
— la realización de estudios económicos y la recopilación y difusión de datos comerciales en apoyo de las demás actividades principales de la OMC;
— la explicación y difusión al público de información sobre la OMC, su misión y sus actividades.
Los principios fundamentales y rectores de la OMC siguen siendo la apertura de las fronteras, la garantía del principio de la nación más favorecida y del trato no discriminatorio entre los Miembros, así como el compromiso de lograr la transparencia en sus actividades. La apertura de los mercados nacionales al comercio internacional, con excepciones justificables o con la flexibilidad adecuada, fomentará y favorecerá el desarrollo sostenible, mejorará el bienestar de las personas, reducirá la pobreza y promoverá la paz y la estabilidad. Al mismo tiempo, esa apertura de los mercados debe ir acompañada de políticas nacionales e internacionales racionales que contribuyan al crecimiento económico y al desarrollo en consonancia con las necesidades y aspiraciones de cada uno de los Miembros.
Fonte: OMC.
1. Traduz o texto acima. (Nota: Utiliza a Ferramenta de Idiomas no www.google.com)
2. Refere três das actividades desenvolvidas pela OMC.
3. Identifica os princípios orientadores da OMC.
Multinacionais ou Empresas Transnacionais (ETN)
A generalidade das empresas operam em vários países em simultâneo. Geralmente a empresa tem sua sede num país e opera no conjunto das subsidiárias dispersas por vários países. Suas filiais estão dependentes da política definida pela corporação central, dita sede.
Em termos económicos, as vantagens de uma empresa na criação de uma empresa multinacional inclui economias verticais e horizontais de escala (ou seja, as reduções de custos que resultam de uma expansão do nível de produção e de uma consolidação da gestão) e uma quota de mercado que aumentou. Apesar das barreiras culturais poderem criar obstáculos imprevisíveis, como as empresas estabelecem escritórios e fábricas em todo o mundo, os conhecimentos técnicos de uma empresa, pessoal experiente, e estratégias comprovadas geralmente podem ser transferidos de país para país. Críticos das empresas multinacionais geralmente observam-na não só como sujeito económico, mas muitas vezes também como meio político de dominação estrangeira. Os países em desenvolvimento, com uma gama limitada de exportações (muitas vezes de bens primários) na sua base económica, são particularmente vulneráveis à exploração económica. Práticas monopolistas, violações dos direitos humanos, e rompimento dos mais tradicionais meios de crescimento económico estão entre os riscos que enfrentam os países de acolhimento.
Fonte: http://www.britannica.com/
1. Explique por que é que a expressão "ETN" é mais correcta, apesar de se utilizar mais frequentemente "multinacionais".
2. Distingue economias verticais à escala de economias horizontais à escala.
3. As barreiras culturais são algum obstáculo que dificulte o desenvolvimento das ETN? Justifique.
- Transnacionalização da produção: A actividade produtiva é segmentada e cada segmento é instalado num determinado país, em função das vantagens competitivas que ofereça. O mesmo se verifica a nível dos processos de produção, parcelizados em diferentes subprocessos, localizados nos países que ofereçam os melhores níveis de rendibilidade.
4. Refira-se à transnacionalização da produção como meio para o exercício de pressões políticas pelas ETN.
Processo de integração económica
I
O processo de integração económica tem como objectivo o desenvolvimento de mecanismos de cooperação de e de políticas comuns entre os diversos países que pertencem à área económica, de modo que esta vai funcionando progressivamente como se fosse um país único à medida que o nível de aprofundamento do processo se desenvolve. Bela Balassa distingue seis níveis neste processo.
1. Indica os seis níveis do processo de integração económica propostos por Bela Balassa.
2. Verifica que o grande objectivo do processo de integração económica na Europa foi a paz, e doutra forma não seria possível alcançar o desenvolvimento económico de que desfrutamos hoje. Copia os títulos associados a cada década da construção europeia.
3. Descreve em cerca de cinco linhas, a importância de um dos momentos mais significativos da história da Europa.
4. Justifica o insucesso relativo de outras experiências de integração quando comparadas com a europeia.
5.
- Encontramo-nos, ninguém ignora, num momento crucial da construção europeia. Por um lado, a União Europeia prepara-se para efectuar o seu maior alargamento de sempre. Por outro, prossegue o propósito de se aprofundar, chamando a si o exercício de competências até agora consideradas do domínio reservado e exclusivo das soberanias nacionais. Penso na política externa, na defesa e na justiça e assuntos internos.
Presidente da República, Jorge Sampaio, 28 de Junho de 2002
6. Discute em que medida o processo de integração económica significa "perda de soberania".
7.
- "Sempre que se procura uma justificação para a integração europeia, existe a tendência para se olhar para trás. Ressalta-se que a integração europeia baniu o fantasma da guerra do antigo continente. E, de facto, a integração europeia conseguiu que a Europa usufruísse do mais longo período de paz e prosperidade desde há muitos séculos.
Mas esta perspetiva, apesar de correta no seu todo, também é incompleta. Existem tantas razões para se lutar por uma "união estreita" na Europa hoje como havia em 1945 e estas são todas orientadas para o futuro."
Jean-Claude Trichet foi Presidente do Banco Central Europeu (2003-2011)
b) Discute se esta "união (mais) estreita" na Europa significa, ou não, perda de soberania para os Estados-Membros.
8. O Gráfico abaixo ilustra uma consequência da integração económica na vida dos jovens da União.
Número de anos de escolaridade que uma criança na idade de entrar para a escola pode esperar receber se os padrões vigentes de taxas específicas por idade de inscrição persistirem ao longo da vida da criança, UNESCO (2011).
Número de anos de escolaridade que uma criança na idade de entrar para a escola pode esperar receber se os padrões vigentes de taxas específicas por idade de inscrição persistirem ao longo da vida da criança, UNESCO (2011).
As políticas comuns na educação levaram a que na generalidade dos países da UE, de uma criança que entre hoje para escola se espere que ela conclua 16 anos de escolaridade (12º ano + 4).
Comente a necessidade de uniformização da escolaridade, e suas implicações, tendo em vista a liberdade de circulação do trabalho.
II
Tarefa final do Módulo 6: Fazer uma apresentação com 20 slides no Google Drive, comentanto a apresentação (10) e as estatísticas (10) que se encontram nesta tarefa.
Conteúdos do Módulo 2 - Agentes Económicos e Actividades Económicas
- Os agentes económicos - Famílias, Estado, Empresas, Resto do Mundo
- Funções
- Actividades económicas (produção, repartição e utilização dos rendimentos)
- Complementaridade das actividades económicas - A produção de bens e serviços
- Noção
- Sectores de actividade económica
- Valor da produção nacional - PIB
- Produção – combinação de factores de produção
- Factores de produção:- trabalho;
- capital – técnico (fixo e circulante), humano e natural;
- recursos naturais (renováveis e não renováveis).
- Avaliação da eficácia da produção: - produtividade – noção, factores que a influenciam e cálculo da produtividade do trabalho
- economias de escala e deseconomias de escala: noção e cálculo dos custos de produção – fixos, variáveis, médios e total
- Melhorar a eficácia da produção: organização do processo produtivo, progresso técnico, formação dos recursos humanos e Investigação e Desenvolvimento (I&D). - Comércio e distribuição
- Circuitos de distribuição: noção e tipos (ultra-curto, curto e longo)
- Tipos de comércio: independente, associado e integrado (sucursais, franchising, grandes superfícies e grandes superfícies especializadas)
- Venda: - métodos de vendas (venda directa, cibervenda, venda automática, venda por catálogo)
- processo (acolhimento, criação de uma relação de confiança, levantamento de necessidades, apresentação dos produtos, tentativa de fecho, fecho e reclamações)
- trabalho;
- Consumo
- Noção
- Tipos (final/intermédio; essencial/supérfluo)
- Relatividade dos padrões de consumo – factores explicativos:- económicos (rendimento, preços e inovação tecnológica)
- extra-económicos (estrutura etária dos agregados familiares, modos de vida, moda
publicidade)
- Consumerismo e o movimento dos consumidores
- Direitos e deveres dos consumidores - económicos (rendimento, preços e inovação tecnológica)
Objectivos
- Explicitar as funções dos diferentes agentes económicos.
- Explicar a complementaridade das actividades económicas.
- Relacionar produção com sectores de actividade económica.
- Relacionar os conceitos de valor acrescentado e Produto Interno Bruto (PIB).
- Reconhecer a produção como uma combinação de factores de produção.
- Caracterizar os factores de produção.
- Explicar a importância dos recursos naturais na actividade produtiva.
- Distinguir a combinação dos factores produtivos a curto e a longo prazo.
- Explicitar as formas de avaliação da eficácia da produção.
- Apresentar os factores que estão na base da melhoria da eficácia da produção.
- Explicar a importância da distribuição na actualidade.
- Distinguir os diferentes circuitos de distribuição.
- Caracterizar os diversos tipos de comércio.
- Indicar os diferentes métodos de vendas.
- Relacionar o processo de venda com o tipo de comércio e com o método de venda.
- Referir as várias etapas do processo de venda.
- Distinguir os diferentes tipos de consumo.
- Explicitar em que consiste a relatividade dos padrões de consumo.
- Explicar de que modo os factores económicos influenciam os padrões de consumo.
- Explicar de que modo os factores extra-económicos influenciam os padrões de consumo.
- Justificar o aparecimento do consumerismo e do movimento dos consumidores.
- Enumerar direitos e deveres dos consumidores.
Apresentação
Com este módulo, pretende-se que os alunos reconheçam a existência de vários intervenientes na actividade económica, os quais podem ser agrupados de acordo com as funções económicas desempenhadas – agentes económicos (Famílias, Estado, Empresas e Resto do Mundo) – e identifiquem as principais actividades económicas associadas a esses agentes (produção, repartição e utilização dos rendimentos). Seguidamente, e no sentido de ilustrar as diversas actividades económicas, propõe-se, por um lado, o estudo da produção e, por outro, o da utilização dos rendimentos na sua vertente do consumo. Propõe-se ainda o estudo da distribuição, enquanto actividade que estabelece a relação entre a produção e o consumo.
Conteúdos do Módulo 1 - A Economia e o Problema Económico
- A Economia no contexto das ciências sociais
- O objecto de estudo da Economia
- O problema económico e a necessidade de efectuar escolhas
- O custo de oportunidade
- Necessidades e bens: noção e classificação
Objectivos
- Apresentar o objecto de estudo da Economia.
- Aferir a necessidade de efectuar escolhas decorrente da existência de necessidades ilimitadas e de recursos escassos.
- Explicar o conceito de custo de oportunidade a partir da necessidade de efectuar escolhas.
- Explicar o carácter espácio-temporal das necessidades.
- Distinguir diversos tipos de necessidades.
- Classificar os diferentes tipos de bens económicos.
Apresentação
Neste módulo, pretende-se estabelecer um primeiro contacto com a disciplina que agora se inicia e sensibilizar o aluno para o estudo da Economia. Assim, dever-se-á contextualizar a ciência económica no conjunto das ciências sociais, delimitando o seu objecto de estudo.
Partindo do problema fundamental da Economia – necessidades ilimitadas e recursos escassos – os alunos concluirão sobre a necessidade de efectuar escolhas e sobre o custo de oportunidade que estas implicam.
Financiamento do défice da BC e Indicadores do Comércio Externo
Utilizando os dados do post anterior indica os valores solicitados nos pontos seguintes:
1. Em que percentagem a Balança de Serviços contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
2. Em que percentagem a Balança de Transferências contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
3. Em que percentagem ambas as rubricas acima indicadas (B. Serv. + B. Trf.) contribuem para o financiamento do défice da Balança Comercial.
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
4. Explica a diferença entre a Balança Comercial a preços correntes e a preços constantes (base=2011), utilizando o deflator do PIB.
5. Importa do PORDATA os dados referentes à Balança Comercial a preços constantes (base=2011) e constrói um gráfico representando a evolução das exportações e das importações de 1996 a 2013. PREVIEW
Ficheiro de Ajuda
6. Utilizando os mesmos dados do ponto 5. e o valor do PIB a preços constantes (base=2011) , constrói outro gráfico representando a evolução da Taxa de Cobertura e do Peso do Comércio Externo. PREVIEW
7. Comenta os gráficos construídos acima comparando o período pré-Troika com o do Programa de Assistência Económica e Financeira (Troika).
8. (*) Actualiza os dados desde exercício, respondendo às questões 1., 2. e 3. com a informação mais recente que se encontra disponível em BPSTAT (NOTA: É necessário fazer registo gratuito para aceder à informação.)
1. Em que percentagem a Balança de Serviços contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
2. Em que percentagem a Balança de Transferências contribui para o financiamento da Balança Comercial;
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
3. Em que percentagem ambas as rubricas acima indicadas (B. Serv. + B. Trf.) contribuem para o financiamento do défice da Balança Comercial.
a) Em 2010;
b) em 2011;
c) Em 2012.
4. Explica a diferença entre a Balança Comercial a preços correntes e a preços constantes (base=2011), utilizando o deflator do PIB.
5. Importa do PORDATA os dados referentes à Balança Comercial a preços constantes (base=2011) e constrói um gráfico representando a evolução das exportações e das importações de 1996 a 2013. PREVIEW
Ficheiro de Ajuda
6. Utilizando os mesmos dados do ponto 5. e o valor do PIB a preços constantes (base=2011) , constrói outro gráfico representando a evolução da Taxa de Cobertura e do Peso do Comércio Externo. PREVIEW
7. Comenta os gráficos construídos acima comparando o período pré-Troika com o do Programa de Assistência Económica e Financeira (Troika).
8. (*) Actualiza os dados desde exercício, respondendo às questões 1., 2. e 3. com a informação mais recente que se encontra disponível em BPSTAT (NOTA: É necessário fazer registo gratuito para aceder à informação.)
Balança de Pagamentos - Agosto/07 a Fevereiro/08
Consultando o site do Banco de Portugal (link) recolheram-se dados sobre o comércio externo português, com os quais se construiu uma tabela com a qual deverás construir uma imagem semelhante à que se segue:

1. Publica uma imagem da tabela acima com outras cores.
2. Interpreta o saldo (estruturalmente) negativo da Balança Comercial.
3. Interpreta o saldo positivo da Balança de Serviços.
4. Interpreta o saldo negativo da Balança de Rendimentos.
5. Interpreta o saldo positivo da Balança de Transferências.
6. Interpreta o saldo positivo da Balança de Capitais.
7. Interpreta o saldo negativo da Balança Básica.
8. Qual o interesse de calcular as últimas duas colunas? (NOTA: Sabe-se à partida que deveriam dar exactamente o mesmo valor).

1. Publica uma imagem da tabela acima com outras cores.
2. Interpreta o saldo (estruturalmente) negativo da Balança Comercial.
3. Interpreta o saldo positivo da Balança de Serviços.
4. Interpreta o saldo negativo da Balança de Rendimentos.
5. Interpreta o saldo positivo da Balança de Transferências.
6. Interpreta o saldo positivo da Balança de Capitais.
7. Interpreta o saldo negativo da Balança Básica.
8. Qual o interesse de calcular as últimas duas colunas? (NOTA: Sabe-se à partida que deveriam dar exactamente o mesmo valor).
Balança de Pagamentos
As relações económicas de um país com o Resto do Mundo dão origem à construção da respectiva Balança de Pagamentos. Os processos de integração económica têm complicado os conceitos tanto de importação como de exportação. Utiliza-se abaixo a economia dos EUA para conhecer a estrutura básica da Balança de Pagamentos.




1. Identifica as duas grandes rubricas da Balança de Pagamentos, cuja soma se anula no Quadro 29-2.
2. Identifica as quatro principais rubricas da Balança de Transacções Correntes.
3. A exportação de vinho do porto é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
4. A importação de petróleo é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
5. Os espanhóis que visitaram o nosso país durante o Ano Novo fizeram despesa em unidades hoteleiras portuguesas. Essa despesa é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
6. As empresas portuguesas instaladas no exterior terão repatriado para Portugal os seus lucros. A entrada desses lucros no país é registada a crédito ou a débito da Balança de Pagamentos portuguesa. Justifica utilizando a regra explicitada no texto.
7. Indica o saldo da Balança Comercial americana.
8. Explicita como o défice comercial americano está a ser financiado.
9. Identifique no Quadro do BPSTAT, a rubrica cujo valor corresponde ao simétrico da operação (Balança Corrente + Balança de Capital) – Balança de Financiamento. Verifique com os dados de um período à sua escolha. Justifique.
10. Indique a correspondência entre as quatro componentes da Balança de Transacções Correntes no Quadro 29-2 e as quatro componentes da Balança Corrente.
Conteúdos do Módulo 6 - A Interdependência das Economias Actuais
● O comércio internacional
- Diversidade, necessidade e vantagens das trocas internacionais
● O registo das trocas internacionais – Balança de Pagamentos
- Balança Corrente
- Balança de Capital
- Balança Financeira
● Factores de desenvolvimento do comércio internacional
- Transportes e comunicações
- Empresas transnacionais
- GATT/OMC
● A integração económica
- Noção
- Formas (zona de comércio livre, união aduaneira, mercado comum e união económica)
- O processo de construção da União Europeia
Objectivos
● Indicar os diversos tipos de trocas internacionais que se estabelecem entre as economias.
● Explicar as razões que levam os países a efectuar trocas internacionais.
● Referir vantagens para os países, decorrentes da integração no comércio internacional.
● Referir a importância de se efectuarem os registos das trocas internacionais.
● Indicar as componentes da Balança de Pagamentos (Balanças Corrente, de Capital e Financeira).
● Referir as balanças que compõem a Balança Corrente.
● Calcular o saldo da Balança de Mercadorias.
● Interpretar o saldo da Balança de Mercadorias
● Calcular a taxa de cobertura.
● Interpretar o significado de indicadores do comércio externo (taxa de cobertura e estrutura das importações e das exportações).
● Referir a composição das Balanças de Serviços, de Rendimentos e de Transferências Correntes.
● Calcular o saldo da Balança Corrente.
● Interpretar o saldo da Balança Corrente.
● Indicar as componentes da Balança de Capital.
● Indicar componentes da Balança Financeira.
● Distinguir proteccionismo de livre-cambismo.
● Relacionar o desenvolvimento e a desregulamentação dos transportes e das comunicações com a abertura do comércio internacional.
● Explicar o papel das empresas transnacionais no desenvolvimento do comércio internacional.
● Explicar de que forma o GATT/OMC incentivou o desenvolvimento do comércio internacional
● Apresentar a noção de integração económica.
● Distinguir cada uma das formas de integração económica.
● Relacionar o processo de integração com a regionalização das trocas internacionais.
● Referir exemplos de formas de integração em diferentes áreas geográficas (Mercosul – Mercado Comum do Sul; ASEAN – Associação das Nações do Sudoeste Asiático; NAFTA – Acordo Norte Americano de Livre Comércio e UE - União Europeia).
● Relacionar o processo de integração com o movimento de abertura e liberalização do comércio internacional.
● Referir as principais etapas de integração europeia (da CECA – Comunidade Europeia do Carvão e do Aço ao Acto Único Europeu).
● Explicar a importância do Acto Único Europeu.
● Relacionar o Acto Único com a criação da União Económica e Monetária (UEM).
● Enunciar os principais objectivos do Tratado de Maastricht.
● Explicar a importância da criação da UEM na afirmação da União Europeia.
Apresentação
Pretende-se, com este módulo, que os alunos compreendam que os países, não sendo autosuficientes, têm necessidade de estabelecer trocas comerciais com outros países, obtendo-se daí vantagens para ambos e para o comércio mundial no seu todo.
Algumas das relações que se estabelecem podem ser quantificadas e registadas (mercadorias, serviços, rendimentos e capitais) em documentos próprios designados por balanças, cuja análise, combinada com indicadores do comércio externo, nos permite conhecer aspectos da situação económica de um país.
Importa ainda compreender que o comércio internacional tem vindo a evoluir. Até à segunda guerra mundial, o mundo pautou-se pelo proteccionismo, no entanto, o período que se seguiu à guerra foi marcado pelo derrubar das barreiras ao comércio internacional. Alguns factores concorreram para que tal acontecesse, sendo de referir as inovações tecnológicas operadas nos transportes e nas comunicações electrónicas que permitiram aproximar regiões, fazendo-se este movimento acompanhar por uma política de desregulamentação, o que reforçou a abertura dos mercados. Igualmente importante foi o papel desempenhado pelas firmas transnacionais no processo de internacionalização das trocas e da produção. É de salientar também o importante papel desempenhado pelo GATT/OMC (Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio/Organização Mundial do Comércio) como instrumento/entidade reguladora das trocas internacionais.
A par da abertura do comércio internacional, tem-se vindo a verificar um processo de regionalização das trocas, como forma intermédia de os países se integrarem no contexto do sistema mundo, culminando com o surgimento, em diferentes áreas geográficas, de espaços de integração económica, dos quais a União Europeia constitui o exemplo mais acabado. Assim, pretende-se que os alunos compreendam a importância do processo de integração, na afirmação da União Europeia no contexto mundial.
- Diversidade, necessidade e vantagens das trocas internacionais
● O registo das trocas internacionais – Balança de Pagamentos
- Balança Corrente
- mercadorias (importações e exportações)
- serviços
- rendimentos
- transferências correntes
- Balança de Capital
- Balança Financeira
● Factores de desenvolvimento do comércio internacional
- Transportes e comunicações
- Empresas transnacionais
- GATT/OMC
● A integração económica
- Noção
- Formas (zona de comércio livre, união aduaneira, mercado comum e união económica)
- O processo de construção da União Europeia
Objectivos
● Indicar os diversos tipos de trocas internacionais que se estabelecem entre as economias.
● Explicar as razões que levam os países a efectuar trocas internacionais.
● Referir vantagens para os países, decorrentes da integração no comércio internacional.
● Referir a importância de se efectuarem os registos das trocas internacionais.
● Indicar as componentes da Balança de Pagamentos (Balanças Corrente, de Capital e Financeira).
● Referir as balanças que compõem a Balança Corrente.
● Calcular o saldo da Balança de Mercadorias.
● Interpretar o saldo da Balança de Mercadorias
● Calcular a taxa de cobertura.
● Interpretar o significado de indicadores do comércio externo (taxa de cobertura e estrutura das importações e das exportações).
● Referir a composição das Balanças de Serviços, de Rendimentos e de Transferências Correntes.
● Calcular o saldo da Balança Corrente.
● Interpretar o saldo da Balança Corrente.
● Indicar as componentes da Balança de Capital.
● Indicar componentes da Balança Financeira.
● Distinguir proteccionismo de livre-cambismo.
● Relacionar o desenvolvimento e a desregulamentação dos transportes e das comunicações com a abertura do comércio internacional.
● Explicar o papel das empresas transnacionais no desenvolvimento do comércio internacional.
● Explicar de que forma o GATT/OMC incentivou o desenvolvimento do comércio internacional
● Apresentar a noção de integração económica.
● Distinguir cada uma das formas de integração económica.
● Relacionar o processo de integração com a regionalização das trocas internacionais.
● Referir exemplos de formas de integração em diferentes áreas geográficas (Mercosul – Mercado Comum do Sul; ASEAN – Associação das Nações do Sudoeste Asiático; NAFTA – Acordo Norte Americano de Livre Comércio e UE - União Europeia).
● Relacionar o processo de integração com o movimento de abertura e liberalização do comércio internacional.
● Referir as principais etapas de integração europeia (da CECA – Comunidade Europeia do Carvão e do Aço ao Acto Único Europeu).
● Explicar a importância do Acto Único Europeu.
● Relacionar o Acto Único com a criação da União Económica e Monetária (UEM).
● Enunciar os principais objectivos do Tratado de Maastricht.
● Explicar a importância da criação da UEM na afirmação da União Europeia.
Apresentação
Pretende-se, com este módulo, que os alunos compreendam que os países, não sendo autosuficientes, têm necessidade de estabelecer trocas comerciais com outros países, obtendo-se daí vantagens para ambos e para o comércio mundial no seu todo.
Algumas das relações que se estabelecem podem ser quantificadas e registadas (mercadorias, serviços, rendimentos e capitais) em documentos próprios designados por balanças, cuja análise, combinada com indicadores do comércio externo, nos permite conhecer aspectos da situação económica de um país.
Importa ainda compreender que o comércio internacional tem vindo a evoluir. Até à segunda guerra mundial, o mundo pautou-se pelo proteccionismo, no entanto, o período que se seguiu à guerra foi marcado pelo derrubar das barreiras ao comércio internacional. Alguns factores concorreram para que tal acontecesse, sendo de referir as inovações tecnológicas operadas nos transportes e nas comunicações electrónicas que permitiram aproximar regiões, fazendo-se este movimento acompanhar por uma política de desregulamentação, o que reforçou a abertura dos mercados. Igualmente importante foi o papel desempenhado pelas firmas transnacionais no processo de internacionalização das trocas e da produção. É de salientar também o importante papel desempenhado pelo GATT/OMC (Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio/Organização Mundial do Comércio) como instrumento/entidade reguladora das trocas internacionais.
A par da abertura do comércio internacional, tem-se vindo a verificar um processo de regionalização das trocas, como forma intermédia de os países se integrarem no contexto do sistema mundo, culminando com o surgimento, em diferentes áreas geográficas, de espaços de integração económica, dos quais a União Europeia constitui o exemplo mais acabado. Assim, pretende-se que os alunos compreendam a importância do processo de integração, na afirmação da União Europeia no contexto mundial.
Mapa do Módulo 5
- Conteúdos do Módulo 5 – O Estado e Actividade Económica
- Economias de Mercado versus Economias de Direcção Central
- Economias de Mercado versus Economias de Direcção Central PREENCHIMENTO DE ESPAÇOS
- A Mão Invisível de Adam Smith
- Estado - Noção e Funções ** Uma Síntese
- O papel económico do Estado
- Assim qualquer um sabe governar
- Exemplos de intervenção do Estado na economia
- Orçamento de Estado de 2013
- Orçamento de Estado
- É um Orçamento de malabaristas da economia
- Efeito da adesão ao Euro sobre a política económica portuguesa
- Reflexão sobre o funcionamento dos mecanismos de mercado
- Orçamento do Estado - Conceitos Fundamentais - I Parte
- Orçamento do Estado - Conceitos Fundamentais - II Parte
- Orçamento de Estado de 2015 – I Parte
- Orçamento de Estado de 2015 – II Parte
- Tarefa Final do Módulo 5
Mapa do Módulo 3
- Conteúdos do Módulo 3 - Mercados de Bens e Serviços e de Factores Produtivos
- O Poder do Mercado V
- O mercado para funcionar precisa do Estado e de regras de conduta V
- O mercado na sociedade moderna FACULTATIVA
- Teoria elementar da procura A FAZER EM 2 AULAS
- CORRECÇÃO - Teoria elementar da procura
- Teoria elementar da oferta A FAZER EM 2 AULAS
- CORRECÇÃO - Teoria elementar da oferta
- Teoria elementar dos preços A FAZER EM 2 AULAS
- CORRECÇÃO - Teoria elementar dos preços
- Elasticidade da procura NÃO SE FAZ PORQUE É DIFÍCIL DEMAIS
- CORRECÇÃO - Elasticidade da procura
- Estruturas de Mercado A FAZER EM NUMA AULA
- CORRECÇÃO - Estruturas de Mercado
- Oferta de Trabalho A FAZER EM NUMA AULA
- CORRECÇÃO - Oferta de Trabalho
- Fundamentos da determinação dos salários FACULTATIVA
- CORRECÇÃO - Fundamentos da determinação dos salários
- Módulo 3 - Revisão da matéria FACULTATIVA
Mapa do Módulo 4
- Conteúdos do Módulo 4 - Moeda e Financiamento da Actividade Económica
- Conteúdos prioritários do Módulo 4
- Conceito e funções da moeda
- CORRECÇÃO - Conceito e funções da moeda
- História e tipos de moeda
- CORRECÇÃO - História e tipos de moeda
- A estabilidade de preços é importante porquê?
- Cálculo da Taxa de Inflação
- Preços estáveis vs Conjuntura inflacionista
- Poupança e Investimento
- Mercado de Títulos
- Conceitos básicos
- INSIDE JOB - A Verdade da Crise
Conteúdos do Módulo 8 – A Economia Portuguesa na Actualidade
- Economia portuguesa no contexto da União Europeia
- Estrutura da População: estrutura etária, movimentos migratórios e população activa (emprego e desemprego)
- Estrutura da Produção: evolução do valor do produto, estrutura sectorial da produção
- Estrutura da Despesa Nacional: consumo e investimento
- Relações Económicas com o Exterior
- Recursos Humanos: educação e formação profissional e I&D
- Competitividade das empresas: investimento e produtividade
- Nível de Vida e Justiça Social: repartição dos rendimentos, poder de compra, estrutura do consumo, inflação e equipamentos sociais
Objectivos
- Aplicar conhecimentos e competências, anteriormente adquiridos, na análise da realidade económica portuguesa.
- Comparar os principais indicadores de desempenho da economia portuguesa com os da União Europeia.
- Analisar aspectos relevantes da economia portuguesa na actualidade.
Apresentação
Com este módulo, pretende-se que os alunos realizem um trabalho final orientado de forma a permitir um enquadramento macroeconómico da realidade portuguesa actual.
Assim, a realização do trabalho implicará a mobilização de conhecimentos e competências adquiridas nos módulos anteriores que possibilitem uma análise integrada da realidade económica portuguesa actual no contexto da União Europeia.
Os temas propostos para o trabalho serão segmentados de acordo com a especificidade das diferentes famílias de cursos profissionais. Neste sentido, poderão ser leccionados alguns conteúdos específicos no decurso deste módulo.
Conteúdos do Módulo 7 - Crescimento, Desenvolvimento e Flutuações da Actividade Económica
- Crescimento económico
- Noção
- Indicador: PIB - Desenvolvimento
- Noção
- Indicadores:- tipos: simples (económicos, demográficos, sociais, culturais e políticos) e compostos (Índice de Desenvolvimento Humano-IDH, Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género-IDG, Medida de Participação Segundo o Género-MPG, Índice de Pobreza Humana -IPH1 e IPH2)
- limitações
- Heterogeneidade de situações de desenvolvimento verificadas nos: países desenvolvidos, países em desenvolvimento (PED) e países menos desenvolvidos (LDC-Least Developed Countries) - tipos: simples (económicos, demográficos, sociais, culturais e políticos) e compostos (Índice de Desenvolvimento Humano-IDH, Índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género-IDG, Medida de Participação Segundo o Género-MPG, Índice de Pobreza Humana -IPH1 e IPH2)
- Crescimento económico moderno
- Factores de crescimento económico: aumento da dimensão dos mercados (interno e externo), investimento de capital (físico e humano) e progresso tecnológico
- Características dos países desenvolvidos associadas ao crescimento económico moderno: aumento da produção e da produtividade, alteração da estrutura da actividade económica – terciarização da economia, aumento da dimensão das empresas, alterações no papel do Estado e melhoria do nível de vida. - Ciclos de crescimento económico
- Noção
- Fases: expansão, prosperidade (auge ou ponto alto), recessão e depressão (ponto baixo) - Desenvolvimento humano e sustentável
- Limites ao crescimento económico: problemas ambientais e esgotamento dos recursos naturais
- Desigualdades de desenvolvimento a nível mundial
- Países desenvolvidos: situações de pobreza e de exclusão social
- Desenvolvimento humano e sustentável: noção e importância
Objectivos
- Distinguir crescimento económico de desenvolvimento
- Distinguir indicadores simples de indicadores compostos
- Interpretar indicadores de desenvolvimento
- Referir limitações dos indicadores como medidas do desenvolvimento
- Reconhecer a heterogeneidade de desenvolvimento através de conjuntos variados de indicadores
- Analisar situações de crescimento económico sem desenvolvimento
- Constatar o crescimento económico de algumas economias nos últimos séculos
- Explicar factores de crescimento económico
- Reconhecer a importância do capital humano como factor de crescimento económico
- Identificar características dos países desenvolvidos associadas ao crescimento económico moderno
- Verificar historicamente a irregularidade do ritmo de crescimento da actividade económica
- Caracterizar as fases dos ciclos económicos
- Indicar limites ao crescimento económico
- Avaliar as desigualdades de desenvolvimento a nível mundial
- Distinguir pobreza de exclusão social
- Constatar a existência de situações de pobreza e exclusão social nos países desenvolvidos
- Justificar a necessidade de um desenvolvimento humano e sustentável no contexto actual
Apresentação
Neste módulo, pretende-se que os alunos se apropriem de um conjunto de conceitos e de instrumentos que lhes permitirão compreender e descodificar a realidade económica mundial, reconhecendo a crescente desigualdade entre os países considerados desenvolvidos e os países em desenvolvimento, bem como a heterogeneidade de situações que estes últimos apresentam.
Mas, se o crescimento económico tem sido uma realidade na maior parte dos países, a sua evolução tem sido irregular, isto é, tem-se processado por ciclos com fases diferentes. Essa evolução reflecte não só a acção dos factores que influenciam o crescimento económico, como a interdependência das economias mundiais.
Por outro lado, questões como os limites do crescimento económico (questão ecológica), como as desigualdades de desenvolvimento ou como o agravamento de situações de pobreza reforçam a ideia de que o crescimento económico e o desenvolvimento estão estreitamente ligados aos direitos humanos, ou seja, que o desenvolvimento necessita de ser humano e sustentável.
Poupança e Investimento - Versão 2009
Lê a apresentação Poupança e Investimento.
1. Quais são os destinos do Rendimento Disponível?
2. Define poupança.
3. Apresenta três categorias de factores determinantes da poupança.
4. Indica os três destinos da poupança. Explica sucintamente cada um.
5. Distingue investimento de expansão de investimento de substituição.
6. Distingue investimento material de investimento imaterial.
7. Caracteriza o investimento financeiro.
8. “O investimento desempenha um papel determinante no desenvolvimento da actividade económica de um país, traduzindo-se no ______ dos rendimentos a repartir”.
Completa.
9. Se o rendimento estiver melhor distribuído, será mais fácil ajustar as exigências da procura em termos de despesas de investimento às possibilidades da oferta (poupança). Comenta.
10. Distingue autofinanciamento de financiamento externo.
11. Distingue os tipos de crédito quanto à sua finalidade.
12. Distingue os tipos de crédito quanto à sua duração.
13. Distingue os tipos de crédito quanto ao seu beneficiário.
14. Distingue os tipos de crédito quanto à sua origem.
1. Quais são os destinos do Rendimento Disponível?
2. Define poupança.
3. Apresenta três categorias de factores determinantes da poupança.
4. Indica os três destinos da poupança. Explica sucintamente cada um.
5. Distingue investimento de expansão de investimento de substituição.
6. Distingue investimento material de investimento imaterial.
7. Caracteriza o investimento financeiro.
8. “O investimento desempenha um papel determinante no desenvolvimento da actividade económica de um país, traduzindo-se no ______ dos rendimentos a repartir”.
Completa.
9. Se o rendimento estiver melhor distribuído, será mais fácil ajustar as exigências da procura em termos de despesas de investimento às possibilidades da oferta (poupança). Comenta.
10. Distingue autofinanciamento de financiamento externo.
11. Distingue os tipos de crédito quanto à sua finalidade.
12. Distingue os tipos de crédito quanto à sua duração.
13. Distingue os tipos de crédito quanto ao seu beneficiário.
14. Distingue os tipos de crédito quanto à sua origem.
Preços estáveis vs Conjuntura inflacionista
Numa conjuntura de preços estáveis (taxa de inflação baixa) os preços dos bens vão subindo lentamente, e os agentes económicos podem ir ajustando as suas decisões em função dos preços que são conhecidos. Nesta conjuntura o poder de compra da moeda também se vai reduzindo lentamente. Neste cenário as pessoas e as empresas podem fazer cálculos do género: Nos próximos 10 anos o meu salário crescerá acima da taxa de inflação? Nos próximos 10 anos o preço do produto que nós fabricamos subirá mais que os custos?
Numa conjuntura inflacionista (taxa de inflação elevada) os preços dos bens sobem rapidamente, e os agentes económicos não têm tempo para fundamentar as suas decisões porque os preços começam a aproximar-se de uma lotaria. Nesta conjuntura o poder de compra da moeda cai drasticamente. Neste cenário a incerteza não permite decisões fundamentadas nem das empresas nem das famílias.

1. Utilize o ficheiro de ajuda com os seguintes dados:
- Valor do Cabaz: 1.000 €
- Taxas de Inflação da conjuntura “preços estáveis”: 1,5% e 1,7%
- Taxas de Inflação da conjuntura inflacionista: 4%, 7% e 9%
Recalcule:
a) O valor do cabaz nos próximos 10 anos;
b) O impacto da inflação sobre o poder de compra.
2. Comente o ponto anterior.
Numa conjuntura inflacionista (taxa de inflação elevada) os preços dos bens sobem rapidamente, e os agentes económicos não têm tempo para fundamentar as suas decisões porque os preços começam a aproximar-se de uma lotaria. Nesta conjuntura o poder de compra da moeda cai drasticamente. Neste cenário a incerteza não permite decisões fundamentadas nem das empresas nem das famílias.

1. Utilize o ficheiro de ajuda com os seguintes dados:
- Valor do Cabaz: 1.000 €
- Taxas de Inflação da conjuntura “preços estáveis”: 1,5% e 1,7%
- Taxas de Inflação da conjuntura inflacionista: 4%, 7% e 9%
Recalcule:
a) O valor do cabaz nos próximos 10 anos;
b) O impacto da inflação sobre o poder de compra.
2. Comente o ponto anterior.
A estabilidade de preços é importante porquê?
Lê a brochura do Banco Central Europeu “A estabilidade de preços é importante porquê?” Backup
1. “Com uma moeda estável como o euro, podes também ter a certeza de que com a tua nota poderás comprar sempre uma quantidade idêntica de bens e serviços. Contudo, se o teu dinheiro perdesse valor de forma considerável, então tu deixarias de ter confiança nele. Uma moeda tem valor porque as pessoas confiam nela”. (p. 2)
1.1. Destaca do parágrafo acima uma expressão que enfatize a importância da função de reserva de valor da moeda, num contexto de estabilidade de preços.
1.2. O Euro é moeda fiduciária. Justifica.
2. “A moeda simplifica as nossas vidas de três maneiras.” (p. 3)
2.1. Explicita as três funções da moeda.
3. “Os índices de preços no consumidor – utilizados para verificar a estabilidade dos preços – são compilados uma vez por mês recorrendo ao que se designa por “um cabaz de compras”. Este cabaz contém, uma ampla variedade de produtos habitualmente consumidos por uma família representativa. O preço total do “cabaz de compras”, como uma medida do nível geral de preços, é depois verificado periodicamente para ver quanto é que os preços estão a subir”. (p. 4)
3.1. Explicita o conceito de família representativa.
3.2. Explicita o conceito de cabaz de compras.
3.3. Indica como se calculam os índices de preços no consumidor.
4. Definição: A inflação é a subida generalizada e sustentada dos preços.
- Se apenas subissem os preços de alguns bens, os consumidores poderiam adaptar-se a novos padrões de consumo, evitando os efeitos nefastos da inflação.
- Se os preços não subissem durante um período considerável de tempo, mas apenas num determinado momento, dir-se-ia que se verificou apenas uma alteração do nível geral de preços, passando para um patamar diferente no referido momento. Os preços teriam subido, mas o fenómeno não se diz inflação se não tiver continuidade.
4.2. Refere as seguintes causas da inflação: (p. 5)
a) Por excesso da procura;
b) Por aumento dos custos de produção.
4.3. “A deflação pode ser definida como sendo o oposto da inflação, isto é, (...)”. (p. 6) Completa a definição de deflação fazendo copy/paste.
5. “Os preços são considerados estáveis se, _________, não subirem (como em períodos de inflação) nem descerem (como em períodos de deflação) ao longo do tempo”. (p. 6)
Completa.
6. A estabilidade de preços promove o crescimento económico e o emprego porque os consumidores e as empresas podem tomar decisões mais informadas se os preços forem comparáveis. (p. 7/8)
6.1. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva dos consumidores.
6.2. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva das empresas.
7. “Quando os preços são estáveis, os detentores de poupanças e os credores estão dispostos a aceitar taxas de juro mais ______, dado que esperam que o valor do seu dinheiro permaneça igual por períodos mais longos. Caso contrário, iriam querer uma garantia contra a incerteza quanto ao valor futuro do seu dinheiro e passariam a exigir taxas de juro mais elevadas para os seus depósitos e empréstimos”. (p. 8)
Completa.
8. “Como resultado, os devedores beneficiam de taxas de juro mais ______. Isso significa que os custos de endividamento das empresas que desejam comprar máquinas mais modernas e das pessoas que pretendem um empréstimo para comprarem, por exemplo, um carro ou uma casa são mais baixos. Encorajar as empresas a investirem deste modo contribui para um aumento da sua competitividade e cria postos de trabalho adicionais. Esta é outra razão por que preços estáveis são um contributo tão importante para o crescimento económico e o emprego”. (p. 9)
Completa.
9. “Regra geral, os grupos mais desfavorecidos da sociedade são os que frequentemente mais sofrem com a inflação, dado que as possibilidades que têm para se protegerem são limitadas”. (p. 9)
Refere-te aos aspectos sociais da estabilidade dos preços comparando aqueles que usufruem de rendimentos fixos (salários e pensões, por exemplo) com os que detêm rendimentos variáveis (os lucros variam com as vendas).
10. “A política monetária do BCE visa manter a taxa de inflação anual na área do euro num nível muito baixo, ou seja, num nível inferior mas próximo de 2 % a médio prazo”. (p. 10)
10.1 Explica porque é desejável uma taxa de inflação de 2% comparativamente a 0%.
10.2 Explica porque seria perigoso para a economia a descida dos preços.
10.3 Indica os países que pertencem à Área do Euro desde 2007.
11. Procure na web uma definição, e faça link para o site onde encontrar os seguintes conceitos:
11.1 Desinflação;
11.2 Estagflação.
II
Depreciação do valor da moeda - com a subida de preços a moeda perde valor aquisitivo, ou seja, com a mesma quantidade de moeda compra-se menor quantidade de bens e serviços.Deterioração do poder de compra - queda do poder de compra, em resultado da variação média de preços ser superior à variação média do rendimento.
A inflação (1) deprecia o valor da moeda e (2) deteriora o poder de compra. Preenchendo este ficheiro, estude o efeito das conjunturas de preços estáveis e das conjunturas inflacionistas. Comenta o preço dos bens e o poder de compra da moeda a 10 anos. (Ficheiro preenchido)
Sugestão de correcção da Parte I * Esquema
A esperança está nos fundos! - Para que serve a Europa?
Como poderá a Europa libertar-nos da pobreza?
Será o ciclo vicioso da pobreza? Os países menos desenvolvidos dispõem de menos recursos, e gastam muito menos em políticas sociais, deixando mais facilmente à margem da sociedade amplos estratos de idosos, doentes, deficientes, indiferenciados, desempregados... Menos recursos financeiros significam também menor possibilidade de qualidade de qualificação da sua mão-de-obra, que terá produtividade mais baixa. Como produzem menos tem menores possibilidades. Como se sai daqui?!
A Europa já nos ofereceu uma excelente oportunidade para quebrarmos este enguiço, através de generosos fundos estruturais que o país recebeu antes e depois da adesão à CEE (1986).
- Durante o cavaquismo (1985-1995) foi desperdiçado o imenso fluxo de capital injectado pelos fundos estruturais. Ainda que tenha deixado marcas positivas nas infra-estruturas e nas obras públicas, não mudou estruturalmente o país no sentido da modernidade. Isto é, permitiu certo desafogo momentâneo, mas não mudou nada essencial no que era necessário mudar: na educação, na qualificação profissional, na investigação científica, na melhoria duradoura e sustentada do Estado social. Pelo contrário, em todos estes domínios foi o fiasco, quando não a regressão. O cavaquismo terá sido uma década de ouro para os grandes interesses da construção civil e do imobiliário, para a banca e a especulação, para os grandes grupos financeiros, para os que enriqueceram fraudulentamente com os fundos estruturais, para a elite do regime que promiscuamente circulava (e circula) entre os negócios, as sinecuras e a administração pública - mas para a modernização económica social do país foi uma grande oportunidade perdida.
Fonte: Adaptado de http://bde.weblog.com.pt/arquivo/140029.html
José António Saraiva (2007:255) explica que os fundos europeus foram utilizados para financiar o consumo através do recurso a importações.

O modelo de "desenvolvimento" por facilitação do consumo terá como consequência a criação de hábitos consumistas e o endividamento das famílias portuguesas.
O processo de convergência de Portugal com a UE que então o PIB registou não tinha obviamente qualquer consistência. Mal ficou à vista a entrada na Zona Euro, iniciou-se o processo de divergência relativamente à União Europeia em 2000, com o PIB per capita a passar para 78,0% da média da UE-27, quando correspondia a 78,3% no ano anterior. De então para cá, exceptuando o valor estimado para 2005, Portugal tem-se afastado da média europeia todos os anos...

Fonte: GDP per capita in Purchasing Power Standards (PPS) (EU-27 = 100)
Lamentavelmente, o esforço não é valorizado pelos portugueses. O grande obreiro da adesão de Portugal à CEE afirmou: "É preciso continuar a sacar dinheiro à Europa" (Mário Soares, Público, 18 de Maio de 1999). Esta é certamente a afirmação que melhor sintetiza o sentimento dos portugueses relativamente à UE.
Esta "filosofia" do "nenhum esforço" foi transportada para o ensino. Como as crianças abandonavam a Escola sem ter concluído o 9º ano, inventaram-se as "Novas Oportunidades" - conclusão da escolaridade sem necessidade de fazer qualquer teste - que seriam posteriormente alargadas ao ensino secundário.

Fonte: The social situation in the European Union 2004 Link perdido
Nota: O Lower Secondary destina-se a crianças dos 11 aos 14 anos, idade com que terminam o 9º unificado a que será equivalente.
Um ensino onde se oferecem diplomas sem reforçar as qualificações dos indivíduos, sem dúvida que coloca Portugal mais próximo da União em termos dos indicadores estatísticos referentes às habilitações, mas só pode dificultar a convergência em termos de produtividade, porque reduz a transparência no mercado de trabalho.
Qual a posição de Portugal relativamente às despesas em políticas sociais? No fim da tabela na Europa dos 15, a meio na Europa dos 27.

Fonte: Total expenditure on social protection per head of population. PPS - EUROSTAT online
Somos o país da União Europeia com o rendimento pior distribuído, como se pode conferir pelos Coeficientes de Gini.
NOTA: Interpretação dos Coeficientes de Gini - Quanto maior for este coeficiente mais inequitativa é a repartição do rendimento. O valor observado em Portugal reflecte os baixos salários de que usufrui a generalidade da população, conjugados com rendimentos relativamente elevados de alguns privilegiados.

Fonte: Gini coefficient - EUROSTAT online
Somos um país em que a despesa pública em educação, relativamente ao PIB, é inferior à realizada por muitos países mais desenvolvidos, dos quais Portugal se vai afastando...

Fonte: Eurostat Yearbook 2008 - Education
Portugal é dos países onde mais indivíduos com 18 anos de idade abandonaram a escola. Sendo mais reduzidas as suas oportunidades de qualificação, será menor a mobilidade social na sociedade portuguesa.

Fonte: Eurostat Yearbook 2008 - Education
Mais jovens poderiam obter qualificação acrescida e menor dificuldade teríamos em encontrar profissionais nas estruturas intermédias se os cursos profissionais assumissem maior expressão. Como o trabalho é mal remunerado, todos anseiam pela entrada na Universidade frequentando os cursos da via ensino, engrossando posteriormente a taxa de desemprego.

Fonte: Estatísticas da Educação, GEPE.
O Governo corre maratonas populistas pelas "Novas Oportunidades", enquanto a maratona de fundo da qualificação vai esperando. Nesta, sem dúvida que seria importante que os cursos profissionais assumissem maior expressão, dotando a economia de mão-de-obra com formação intermédia.
A crise financeira é mais uma desculpa para aceitar a pobreza como fatalidade do destino português. Seria triste pertencer formalmente à zona mais rica do Mundo desde 1986, para continuar eternamente à porta em termos de bem-estar.
Cavaco Silva, economista, não foi responsabilizado pela oportunidade perdida que a UE nos ofereceu de atingir níveis superiores de bem-estar, e até foi premiado com a Presidência da República! Como se explica aos jovens que os políticos que ele designou "má moeda" são dignos de confiança e a integração do país na UE constitui uma das melhores garantias de prosperidade?
Terão os candidatos alguma ideia para libertar o país do ciclo vicioso da pobreza? Caso não apresentem qualquer utopia mobilizadora arriscam-se a ser tomados como os portugueses melhor colocados para sacar dinheiro da Europa.
Poderá a Europa corresponder aos sonhos dos jovens?
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