A repartição primária dos rendimentos corresponde aquilo que se paga pelos factores produtivos, ignorando a actividade do Estado. Os rendimentos primários são os salários, as rendas, os juros e os lucros. Quando os rendimentos são entregues aos que os ganharam (e até antes) o Estado intervêm cobrando impostos, atribuindo subsídios, etc. A alteração que as transferências provocam no montante que cada sujeito recebe é que irá determinar quanto dinheiro cada um terá para gastar, mas isso será estudado brevemente no ponto Redistribuição dos rendimentos.
Os salários designam genericamente a remuneração do trabalho, desde os mais modestos operários aos técnicos altamente qualificados. Como remunerações do trabalho, também se utilizam as expressões “ordenados” e “vencimentos”. Os ordenados atribuem-se ao trabalho indirecto, isto é, aos trabalhadores que não manipulam directamente as matérias-primas, como os dos serviços, reservando “salários” para aqueles que mantêm esse contacto, como os operários fabris. Designam-se vencimentos as remunerações dos trabalhadores da administração pública.
De 2011 a 2014 o salário mínimo geral era de 485€/mês, o que tendo em conta o pagamento de 14 meses (12 + natal + férias) correspondia ao salário mensalizado de 565,8€/mês, isto é, o valor do salário caso os trabalhadores recebessem o mesmo todos os meses. Em 2024 o valor destes salários encontra-se em 820,0€/mês e 956,7€/mês respectivamente.
O salário líquido corresponde ao salário bruto menos os impostos directos (IRS) e as contribuições para a segurança social.
As rendas designavam o rendimento das explorações agrícolas, mas hoje utilizam-se para qualquer pagamento referente à utilização da terra ou de edifícios, aos respectivos proprietários.
Os juros constituem a remuneração de capitais cedidos sob a forma de empréstimos ou simplesmente depositados num banco. Por exemplo, 1.000€ depositados num banco à taxa anual nominal bruta (TANB) de 4% rende 40€ ao fim do ano, mas admitindo que incide sobre os juros um imposto de 28%, o depósito passará a 1.028,8€, ou 1.030€ se a taxa de imposto for de 25%. Podes fazer as tuas simulações no Portal do Cliente Bancário.
Nota que o juro simples resulta da seguinte operação:
Juro = Capital x Taxa de juro x Tempo mnemónica: careta
No exemplo acima:
Juro = 1.000€ x 0,04 x 1 = 40€
Contando com os impostos
40€, menos o imposto de 28% (40€*0,28=11,2€ e 40€-11,2€=?),ficam 28,8€.
40€, menos o imposto de 25% (40€*0,25=10€ e 40€-10€=?),ficam 30€ de juros líquidos.
Os lucros correspondem à iniciativa e risco dos empresários. Depois de produzidos e vendidos os produtos, a diferença entre a receita das vendas e os custos de produção é o lucro, se aquelas forem maiores que estes, constituindo o único rendimento que apenas se conhece no fim.
Admite-se frequentemente em Economia que as empresas maximizam os lucros, mas isto não significa qualquer comportamento imoral ou impróprio. Esta hipótese apenas significa que se espera um comportamento racional, tal como cada um de nós, ao dizer que quer chegar a casa o mais cedo possível, não tem implícita a ideia de atropelar tudo e todos pelo caminho para chegar uns minutos mais cedo. O empresário que equaciona a maximização do lucro a longo prazo respeitará necessariamente a ética capitalista.
A repartição funcional do rendimento compara a quota do rendimento atribuída a cada factor produtivo, designação que expressa que o trabalho e o capital desempenham diferentes funções no processo produtivo. Uma das ópticas de cálculo do PIB tem em vista esta análise.
No contexto da União Europeia, Portugal é dos países onde o valor das remunerações em percentagem do PIB é mais baixo. Como os salários são o rendimento mais comum, quando a parcela que lhes compete é escassa, verificam-se maiores desigualdades nessas sociedades. Todos os países com um desenvolvimento superior atribuem uma maior percentagem ao trabalho, constituindo mercados com maior poder de compra.
Observamos ainda que a repartição funcional do rendimento permite verificar a relação entre a economia e os ciclos eleitorais, pois desde que Portugal aderiu à CEE os rendimentos do trabalho têm subido em todos os anos em que houve eleições legislativas, excepto em 1999 e em 2011.
1. Explicita o conceito de repartição primária dos rendimentos.
2. Apresenta os cálculos efectuados para obter o salário mínimo geral mensalizado(*) em 2022. (PORDATA) Justifica o interesse deste cálculo.
(*)Valor anual (14 meses) dividido por 12 meses
3. Refere o rendimento primário:
a) Mais comum;
b) Que cabe aos proprietários;
c) Associado aos empréstimos;
d) Mais incerto.
4. Calcula o juro resultante de uma aplicação de 500€ durante 5 anos, à taxa de juro (TANB) de 4%, pagando IRS à taxa de 28%.
NOTA: Apresenta os respectivos cálculos e a imagem obtida no Portal do Cliente Bancário.
5. Organizaram-se os países da União Europeia em dois grupos contrastantes em termos dos ratings da dívida soberana:
Gráfico interactivo em 2023.
b) Relaciona a repartição funcional do rendimento com o desenvolvimento dos países.
6. Constrói com os valores disponíveis do (PIB na ótica do rendimento), um gráfico que mostre a evolução da percentagem das remunerações relativamente ao PIB, ie., a repartição funcional do rendimento. PREVIEW
a) Comenta a tendência que observas na repartição funcional do rendimento no período em análise.
b) Verifica a possibilidade de em 2009, a subida da percentagem do PIB afecta ao trabalho derivar da queda do PIB.
A actividade produtiva e a formação dos rendimentos
Esquema
A desigualdade é particularmente acentuada na generalidade dos países subdesenvolvidos. Entre os seus parceiros europeus, Portugal é um dos países onde a distribuição de rendimentos é mais desigual.
Ver no Google Drive. * Fonte: EUROSTAT.
Esta disparidade na distribuição do rendimento contribui para o reduzido dinamismo do mercado interno, que constitui um dos factores que dificulta o desenvolvimento da actividade produtiva, porque a generalidade das empresas de média dimensão serão forçadas a contar com o mercado externo para obterem custos unitários razoáveis.
Quando os empresários tomam a decisão de desencadear o processo produtivo, certamente esperarão que o valor das vendas da produção (outputs) seja superior ao custo dos consumos intermédios (bens que a empresa adquiriu a outras empresas, ou inputs). Da diferença entre estes, o valor dos outputs menos o valor dos inputs resulta no valor acrescentado por cada empresa, que é utilizado na remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital). Como veremos com maior detalhe no estudo da Contabilidade Nacional, a soma dos valores acrescentados pelas empresas que se situam num território, corresponde ao respectivo Produto e Rendimento. O valor acrescentado constitui a base da riqueza criada, com a qual serão remunerados os factores intervenientes no processo produtivo (salários para o trabalho; rendas, juros e lucros para o capital, a estudar no ponto seguinte).
A quantificação da situação económica dos indivíduos mede-se frequentemente através do rendimento e da riqueza. O rendimento, constituindo um fluxo, é mais fácil de medir e encontra-se mais estreitamente relacionado com a estrutura da economia.
A riqueza das famílias, que corresponde a um stock, um valor estático, resultante da acumulação de sucessivas poupanças. Inclui rubricas corpóreas (casas, automóveis e outros bens de consumo duradouros, e terrenos) e activos financeiros (dinheiro, depósitos, acções e obrigações). As rubricas que têm valor positivo são designadas activos, enquanto as que correspondem a dívidas são designadas passivos. A diferença entre o total dos activos e o total dos passivos corresponde à riqueza ou capital próprio. Quando a riqueza é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Imagem
A maior parte do rendimento nacional cabe ao trabalho, através de salários, ordenados e vencimentos ou outros rendimentos complementares (vg. subsídios para a refeição ou para transportes). Evidentemente que a mesma pessoa pode auferir rendimentos de vários factores de produção. Por exemplo, pode receber um salário, juros de depósitos em bancos, dividendos de acções de um fundo mobiliário e rendas de um investimento imobiliário. Recorrendo à terminologia da unidade anterior (Preços e mercados) diremos que rendimento de mercado de uma pessoa é igual às quantidades de factores de produção vendidas por essa pessoa vezes o salário ou preço do factor.
O conceito de rendimento está intimamente associado à actividade produtiva, visto que corresponde ao dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital) detidos pelas pessoas. Mas o dinheiro disponível para utilização não se reduz ao rendimento, porque os indivíduos pagam e recebem quantias devido a outras actividades que nada têm a ver com a produção: pagam impostos, contribuições para a segurança social, multas diversas, etc., e recebem subsídios (abono de família, reforma, etc.). A estes movimentos pecuniários desligados da produção chamamos transferências, cabendo-lhes um papel importante na correcção da repartição primária dos rendimentos (ou seja, dos rendimentos dos factores produtivos) que será estudada brevemente, explicitando em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A repartição dos rendimentos pode ser injusta por muitos motivos: (1) em primeiro lugar muitos indivíduos apenas usufruem de rendimentos do trabalho, enquanto outros dispõem de variadas fontes de rendimento, porque a riqueza se encontra desigualmente repartida; (2) depois, verificam-se também grandes disparidades salariais em função das qualificações, dos anos de experiência, e de outras variáveis, como os diferenciais de compensação e a segmentação de mercados em grupos não concorrentes.
1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades.
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento, comparando Portugal com dois países contrastantes.
4. Distingue rendimento de riqueza.
5. Distingue riqueza de capital.
6. Distingue rendimento de transferência.
7. Relaciona valor acrescentado com rendimento.
8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
b) Anos de experiência;
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes (carreiras/categorias profissionais).
- Atualmente, cerca de 80 por cento da população mundial detém apenas 6 por cento da riqueza do mundo. Até 2016, 50 por cento da riqueza tenderá a ficar na posse dos 1 por cento mais ricos. No mundo do trabalho, os salários não acompanham a produtividade e a parte do rendimento que cabe aos trabalhadores tem vindo a diminuir.
Relatório do Desenvolvimento Humano 2015 - Nos dias de hoje, em pouco mais de uma década, a crise financeira mundial, a crise climática, a crise da desigualdade e a crise da Covid-19 demonstraram que a resiliência do próprio sistema está a colapsar. Os sistemas de amortecimento estão a atingir o seu limite. As ligações que em tempos foram maleáveis podem tornar-se frágeis, o que as deixa mais propensas a quebrar do que a curvarem-se, desestabilizando ainda mais o sistema terrestre.
O contributo per capita dos povos indígenas da Amazónia para a mitigação das alterações climáticas, através das suas ações de preservação florestal, equivale às emissões per capita do percentil superior da distribuição do rendimento global.
A ONU sintetiza através do Índice de Desenvolvimento Humano a posição relativa dos países, atribuindo a Portugal, em 2019, a 38ª posição, atrás da Letónia, Andorra, Polónia, Lituãnia, Chipre, Grécia, Emiratos Árabes Unidos,... http://hdr.undp.org/en/composite/HDI
RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO / 2020
A desigualdade é particularmente acentuada na generalidade dos países subdesenvolvidos. Entre os seus parceiros europeus, Portugal é um dos países onde a distribuição de rendimentos é mais desigual.
Ver no Google Drive. * Fonte: EUROSTAT.
Esta disparidade na distribuição do rendimento contribui para o reduzido dinamismo do mercado interno, que constitui um dos factores que dificulta o desenvolvimento da actividade produtiva, porque a generalidade das empresas de média dimensão serão forçadas a contar com o mercado externo para obterem custos unitários razoáveis.
Quando os empresários tomam a decisão de desencadear o processo produtivo, certamente esperarão que o valor das vendas da produção (outputs) seja superior ao custo dos consumos intermédios (bens que a empresa adquiriu a outras empresas, ou inputs). Da diferença entre estes, o valor dos outputs menos o valor dos inputs resulta no valor acrescentado por cada empresa, que é utilizado na remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital). Como veremos com maior detalhe no estudo da Contabilidade Nacional, a soma dos valores acrescentados pelas empresas que se situam num território, corresponde ao respectivo Produto e Rendimento. O valor acrescentado constitui a base da riqueza criada, com a qual serão remunerados os factores intervenientes no processo produtivo (salários para o trabalho; rendas, juros e lucros para o capital, a estudar no ponto seguinte).
A quantificação da situação económica dos indivíduos mede-se frequentemente através do rendimento e da riqueza. O rendimento, constituindo um fluxo, é mais fácil de medir e encontra-se mais estreitamente relacionado com a estrutura da economia.
A riqueza das famílias, que corresponde a um stock, um valor estático, resultante da acumulação de sucessivas poupanças. Inclui rubricas corpóreas (casas, automóveis e outros bens de consumo duradouros, e terrenos) e activos financeiros (dinheiro, depósitos, acções e obrigações). As rubricas que têm valor positivo são designadas activos, enquanto as que correspondem a dívidas são designadas passivos. A diferença entre o total dos activos e o total dos passivos corresponde à riqueza ou capital próprio. Quando a riqueza é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Imagem
A maior parte do rendimento nacional cabe ao trabalho, através de salários, ordenados e vencimentos ou outros rendimentos complementares (vg. subsídios para a refeição ou para transportes). Evidentemente que a mesma pessoa pode auferir rendimentos de vários factores de produção. Por exemplo, pode receber um salário, juros de depósitos em bancos, dividendos de acções de um fundo mobiliário e rendas de um investimento imobiliário. Recorrendo à terminologia da unidade anterior (Preços e mercados) diremos que rendimento de mercado de uma pessoa é igual às quantidades de factores de produção vendidas por essa pessoa vezes o salário ou preço do factor.
O conceito de rendimento está intimamente associado à actividade produtiva, visto que corresponde ao dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital) detidos pelas pessoas. Mas o dinheiro disponível para utilização não se reduz ao rendimento, porque os indivíduos pagam e recebem quantias devido a outras actividades que nada têm a ver com a produção: pagam impostos, contribuições para a segurança social, multas diversas, etc., e recebem subsídios (abono de família, reforma, etc.). A estes movimentos pecuniários desligados da produção chamamos transferências, cabendo-lhes um papel importante na correcção da repartição primária dos rendimentos (ou seja, dos rendimentos dos factores produtivos) que será estudada brevemente, explicitando em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A repartição dos rendimentos pode ser injusta por muitos motivos: (1) em primeiro lugar muitos indivíduos apenas usufruem de rendimentos do trabalho, enquanto outros dispõem de variadas fontes de rendimento, porque a riqueza se encontra desigualmente repartida; (2) depois, verificam-se também grandes disparidades salariais em função das qualificações, dos anos de experiência, e de outras variáveis, como os diferenciais de compensação e a segmentação de mercados em grupos não concorrentes.
1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades.
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento, comparando Portugal com dois países contrastantes.
4. Distingue rendimento de riqueza.
5. Distingue riqueza de capital.
6. Distingue rendimento de transferência.
7. Relaciona valor acrescentado com rendimento.
8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
b) Anos de experiência;
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes (carreiras/categorias profissionais).
Dívida Pública e Juros: valores recentes (2013)
O site GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças apresenta os valores mais recentes referentes às Finanças Públicas portuguesas.
Extraíram-se do ficheiro Excel os seguintes dois quadros:
1. Completa os quadros acima.
2. Verifica se está previsto o país continuar a endividar-se em 2013. Justifica.
3. Se o país não tivesse dívida pública, o saldo orçamental apresentaria défice ou superavit em 2013? Justifica.
4. Comenta o contributo esperado, das seguintes rubricas, para o agravamento da dívida:
a) Juros;
b) PIB.
5. Observando os Quadros 2, 3 e 4 do ficheiro Excel, constrói um novo quadro que mostre de 2005 a 2013:
a) O valor dos juros da dívida pública em milhões de Euros;
b) As taxas de variação anuais dos juros da dívida pública;
c) Os juros da dívida pública em percentagem do PIB.
6. Comenta o quadro que construíste no ponto anterior.
7. Observa o Quadro 12. Comenta o aumento da dívida pública tendo em consideração:
a) O contributo do saldo primário;
b) O contributo do crescimento nominal do PIB;
c) O contributo do crescimento dos juros.
8. A quem serve este Ministro das Finanças? (Sugestão)
Correcção
Extraíram-se do ficheiro Excel os seguintes dois quadros:
1. Completa os quadros acima.
2. Verifica se está previsto o país continuar a endividar-se em 2013. Justifica.
3. Se o país não tivesse dívida pública, o saldo orçamental apresentaria défice ou superavit em 2013? Justifica.
4. Comenta o contributo esperado, das seguintes rubricas, para o agravamento da dívida:
a) Juros;
b) PIB.
5. Observando os Quadros 2, 3 e 4 do ficheiro Excel, constrói um novo quadro que mostre de 2005 a 2013:
a) O valor dos juros da dívida pública em milhões de Euros;
b) As taxas de variação anuais dos juros da dívida pública;
c) Os juros da dívida pública em percentagem do PIB.
6. Comenta o quadro que construíste no ponto anterior.
7. Observa o Quadro 12. Comenta o aumento da dívida pública tendo em consideração:
a) O contributo do saldo primário;
b) O contributo do crescimento nominal do PIB;
c) O contributo do crescimento dos juros.
8. A quem serve este Ministro das Finanças? (Sugestão)
Correcção
Que legitimidade tem a Alemanha para negar ao Sul o benefício de que já usufruiu?
Portugal tem hoje a maior dívida pública da sua história. Durante o Estado Novo (1926/74) esta apresentou uma trajectória descendente, apenas contrariada pela Grande Depressão (1929/32), pelo final da II GGM e pela Guerra Colonial, mas fixemo-nos na história recente.
1. Mostra que a evolução da dívida pública depende do ciclo político.
2. Refere dois argumentos de Paulo Trigo Pereira para justificar a dívida pública como problema económico.
3. Mostra que a solução que tem sido adoptada para reduzir a dívida não tem sustentabilidade.
4. Lendo a notícia Onde falha o combate à corrupção em Portugal refere dois aspectos que contribuem para a esclerose institucional (falta de transparência, corrupção no seu limite).
5. Será a dívida um problema cultural e moral?
6. Que legitimidade tem a Alemanha para impor aos países do Sul da Europa a eternização da violenta austeridade que temos conhecido? Verifica em que medida o manifesto que pede a reestruturação da dívida (2014) foi muito modesto quando referiu o exemplo alemão.
Dívida Pública em percentagem do PIB, 1850-2011
- Quando olhamos para a história das finanças públicas após a Revolução (1974) quatro factos principais emergem. Primeiro, Portugal nunca teve um superávit em 36 anos de democracia. Segundo, a única vez que reduziu o peso da despesa pública no PIB (sem medidas extra-orçamentais) foi após a segunda intervenção do FMI (1983-84).
Terceiro, o crescimento da dívida pública só se reduziu por meio da privatização de uma grande quantidade de bens públicos nacionalizados após a Revolução (um padrão seguido com e sem o FMI). Em quarto lugar, há uma forte evidência de ciclos políticos nos últimos 20 anos, em todas as eleições legislativas (1991, 1995, 2002, 2005, 2009), excepto um (1999).
Agora, temos um problema económico ou político? Como todos sabemos, um défice de 3% não seria um problema com uma taxa de crescimento nominal de 5%, porque iria estabilizar o ratio da dívida em relação ao PIB, fixado por Bruxelas em 60%. O problema é que nós não tivemos essa taxa de crescimento na última década e não iremos tê-la na próxima década. Então, nós temos um problema económico.
No entanto, também temos um problema político. A meu ver Portugal e os países periféricos do Mediterrâneo têm a doença institucional que Mancur Olson identificou quase três décadas atrás, em A Ascensão e Queda das Nações: esclerose institucional. E somente um governo forte, com sabedoria, e um apoio da maioria no parlamento pode enfrentá-lo. É uma condição necessária (mas não suficiente)...
Nós também temos problemas políticos!
Paulo Trigo Pereira, PÚBLICO
1. Mostra que a evolução da dívida pública depende do ciclo político.
2. Refere dois argumentos de Paulo Trigo Pereira para justificar a dívida pública como problema económico.
3. Mostra que a solução que tem sido adoptada para reduzir a dívida não tem sustentabilidade.
4. Lendo a notícia Onde falha o combate à corrupção em Portugal refere dois aspectos que contribuem para a esclerose institucional (falta de transparência, corrupção no seu limite).
5. Será a dívida um problema cultural e moral?
6. Que legitimidade tem a Alemanha para impor aos países do Sul da Europa a eternização da violenta austeridade que temos conhecido? Verifica em que medida o manifesto que pede a reestruturação da dívida (2014) foi muito modesto quando referiu o exemplo alemão.
História da intervenção do Estado na actividade Económica
Utilizando todos os recursos referidos nesta unidade, construa a sua síntese da História da intervenção do Estado na actividade Económica (1) genericamente, e em (2) Portugal, apresentando um minímo de 15 slides no Google Drive.
NOTA: Escreva a sua síntese no Word. Mude a cor e a fonte que o processador de texto apresenta por defeito. Posteriormente seleccione o texto e copie-o para o Paint. Grave a imagem como JPG e publique-a no blogue.
A intervenção do Estado na actividade Económica - Síntese (login do Gmail)
O Estado Social - A sua força e as suas fraquezas - A catástrofe apresentada por Medina Carreira (login do Gmail)
Austeridade, A História de Uma Ideia Perigosa, de Mark Blyth, explica como a crise dita dos Estados (crise soberana) resulta do preço que os Bancos nos querem fazer pagar pela sua crise (financeira).
Orçamento Cidadão 2015 - O Orçamento de Estado explicado em português corrente
O capitalismo engolirá a democracia — se não nos manifestarmos
Curiosidade
Vítor Gaspar lembra que bisavô de Ferreira Leite não quis pagar dívida
NOTA: Escreva a sua síntese no Word. Mude a cor e a fonte que o processador de texto apresenta por defeito. Posteriormente seleccione o texto e copie-o para o Paint. Grave a imagem como JPG e publique-a no blogue.
Fonte: PORDATA. OBSERVAÇÃO: Em 2010 verifica-se uma quebra de séries.
A intervenção do Estado na actividade Económica - Síntese (login do Gmail)
O Estado Social - A sua força e as suas fraquezas - A catástrofe apresentada por Medina Carreira (login do Gmail)
Austeridade, A História de Uma Ideia Perigosa, de Mark Blyth, explica como a crise dita dos Estados (crise soberana) resulta do preço que os Bancos nos querem fazer pagar pela sua crise (financeira).
Orçamento Cidadão 2015 - O Orçamento de Estado explicado em português corrente
O capitalismo engolirá a democracia — se não nos manifestarmos
Curiosidade
Vítor Gaspar lembra que bisavô de Ferreira Leite não quis pagar dívida
As políticas económicas e sociais do Estado português
Portugal já recorreu ao auxílio do FMI três vezes em pouco mais de três décadas: 1977/79, 1983/85 e 2011/14. Os desvarios do PREC foram justificação em 1977. O elevado défice externo e desemprego legitimaram uma segunda chamada do FMI em 1983, mas quando a história se repete tão frequentemente devemos questionar as razões profundas desta recorrência no “modelo português”. As justificações para a intervenção do FMI são sempre as mesmas, tal como as consequências:
Reconhecidas as evidentes semelhanças nestas três intervenções do FMI, apresenta-se o esquema que António Mendonça Pinto construiu para explicar a relação das medidas de política económica com os objectivos a atingir, no período 1977-79, que pode tomar-se como representativo do “modelo económico adoptado antes da adesão ao Euro”.
NOTA: Procura Interna=C+G+I
Procura Global=C+G+I+X
Consulte o Formulário de Contabilidade Nacional
Outros aspectos foram desenvolvidos nesta apresentação. (login do Gmail)
1. Explica o que se entende por política económica.
2. Define:
a) Política Fiscal;
b) Politica Orçamental;
c) Política Cambial;
d) Política Monetária;
e) Política de Preços e Salários;
f) Protecção Social.
3. Indica os objectivos do Programa de Estabilização Económica de 1978/79.
4. Identifica um objectivo das políticas económicas e sociais ausente dos Programas do FMI. Justifica.
5. Comparando o programa do primeiro pacote (1978/79) com 2011 – terceiro pacote - identifica duas políticas de que estado português não disponha actualmente. Justifica.
6. Indica quatro medidas de política adoptadas em 1978/79, consagradas no Memorando de Entendimento (MoU) - versão anotada.
7. Classifica os programas de ajustamento do FMI quanto aos efeitos (1) que têm e (2) que se propõem ter na economia, distinguindo políticas conjunturais de políticas estruturais. Justifica.
8. Tendo em conta os condicionalismos da actualidade, explica a semelhança entre as propostas do PSD e do PS, e o desinteresse dos cidadãos pela política.
9. Como sabe, a Grécia tem sido alvo de políticas semelhantes às prosseguidas em Portugal. Partindo da imagem abaixo, que saiu nos exames nacionais de 2012, refira-se ao interesse das políticas de "ajustamento" para (1) os países "ajudados" e para (2) os credores.

10. Partindo do vídeo apresentado por Pedro Santos Guerreiro, refere (a) três indicadores que permitam apresentar a evolução recente da economia portuguesa como um milagre; e (b) três riscos que colocam em causa a solidez da economia.
- (...) "o FMI vem para avalizar créditos externos, mas só o fará à custa de rigorosas medidas de austeridade". E "depara-se com um país a braços com graves dificuldades financeiras e cambiais, resultantes de profundos desequilíbrios estruturais da economia portuguesa". Com um aviso: "Não custa admitir que pela via do FMI se alcance o desejável reequilíbrio da Balança Corrente. Mas isso terá elevados custos sociais."
DN, Cavaco Silva recusou-se a chefiar negociações com o FMI *(PM 1985-1995 + PR 2006-2016 = 20 anos!)
Reconhecidas as evidentes semelhanças nestas três intervenções do FMI, apresenta-se o esquema que António Mendonça Pinto construiu para explicar a relação das medidas de política económica com os objectivos a atingir, no período 1977-79, que pode tomar-se como representativo do “modelo económico adoptado antes da adesão ao Euro”.
NOTA: Procura Interna=C+G+I
Procura Global=C+G+I+X
Consulte o Formulário de Contabilidade Nacional
Outros aspectos foram desenvolvidos nesta apresentação. (login do Gmail)
1. Explica o que se entende por política económica.
2. Define:
a) Política Fiscal;
b) Politica Orçamental;
c) Política Cambial;
d) Política Monetária;
e) Política de Preços e Salários;
f) Protecção Social.
3. Indica os objectivos do Programa de Estabilização Económica de 1978/79.
4. Identifica um objectivo das políticas económicas e sociais ausente dos Programas do FMI. Justifica.
5. Comparando o programa do primeiro pacote (1978/79) com 2011 – terceiro pacote - identifica duas políticas de que estado português não disponha actualmente. Justifica.
6. Indica quatro medidas de política adoptadas em 1978/79, consagradas no Memorando de Entendimento (MoU) - versão anotada.
7. Classifica os programas de ajustamento do FMI quanto aos efeitos (1) que têm e (2) que se propõem ter na economia, distinguindo políticas conjunturais de políticas estruturais. Justifica.
8. Tendo em conta os condicionalismos da actualidade, explica a semelhança entre as propostas do PSD e do PS, e o desinteresse dos cidadãos pela política.
9. Como sabe, a Grécia tem sido alvo de políticas semelhantes às prosseguidas em Portugal. Partindo da imagem abaixo, que saiu nos exames nacionais de 2012, refira-se ao interesse das políticas de "ajustamento" para (1) os países "ajudados" e para (2) os credores.

10. Partindo do vídeo apresentado por Pedro Santos Guerreiro, refere (a) três indicadores que permitam apresentar a evolução recente da economia portuguesa como um milagre; e (b) três riscos que colocam em causa a solidez da economia.
Revisão do ponto 5. Preços e mercados
Em Economia A este capítulo quase se referiu apenas ao Mercado de Bens e Serviços, com uma referência muito breve ao Mercado de Factores, que se desenvolve noutros tópicos. Revê a matéria dada, respondendo às primeiras 32 questões de escolha múltipla aqui, publicando o link do ficheiro de ajuda. A resposta às questões 33 a 50 exige leituras adicionais pelos mais interessados, indicadas no final das questões, em Recursos.
Correcção
Correcção
Orçamento do Estado - Conceitos Fundamentais - II Parte
Por razões práticas este post foi repartido em duas partes que se completam (I Parte). Lê a apresentação. (login do Gmail)
Procedimento Défice Excessivo
12. Justifica a criação do conceito de Saldo Estrutural pela União Europeia.
13. Perez Metelo refere que a nova LEO “vai condicionar o futuro de todos nós nos próximos 20 anos (...) PS/PSD/CDS acordaram como actuar ao nível da despesa, e sobretudo ao nível de redução da Dívida” (vídeo * Backup). Comenta a regra que destacou no seu comentário.
14. Identifica, por ordem decrescente, os quatro anos em que a Dívida Pública mais cresceu (2007-2020).
15. No ano em que a dívida mais subiu (Quadro 7), identifique o contributo para a variação da dívida (em pp do PIB) das variáveis (a) juros, (b) crescimento do PIB e (c) saldo primário. Relacione os contributos com o sinal da taxa de crescimento do PIB e do saldo primário.
16. Explicita a relação que se deverá observar entre a taxa de juro implícita na dívida e a taxa de crescimento nominal do PIB para que se reduza o rácio Dívida/PIB.
17. Utilizando o simulador-economiax-divida-publica (inspirado neste, (e nisto) apresente para os dois cenários da economia portuguesa, os valores das variáveis (a) Crescimento do PIB real, (b) Taxa de juro cobrada ao Estado e (c) Saldo Primário.
- Cenário Optimista, a dívida pública ficará abaixo de 60% a partir de 2040
- Cenário Pessimista, a dívida pública ficará acima de 100% até 2040
Comente os cenários acima na perspectiva de economistas que defendam o papel do Estado como agente (1) regulador versus (2) interveniente.
19. Do gráfico interactivo Taking Europe's pulse (The Economist) guardaram-se as imagens em Backup
Indica os três países com:
a) Maior PIB per capita;
b) Maior taxa de desemprego;
c) Maior taxa de desemprego jovem;
d) Maior dívida pública (quatro);
e) Maior défice global;
f) Maior excedente primário;
g) Maior crescimento do PIB.
simulador-economiax-divida-publica
Procedimento Défice Excessivo
- O procedimento é ativado quando um Estado-Membro: ultrapassa ou está em risco de ultrapassar o limite de défice de 3% do PIB ou tenha violado a regra de dívida por ter um nível de dívida pública acima de 60% do PIB, que não está a diminuir a um ritmo satisfatório.
Conselho de Finanças Públicas
12. Justifica a criação do conceito de Saldo Estrutural pela União Europeia.
13. Perez Metelo refere que a nova LEO “vai condicionar o futuro de todos nós nos próximos 20 anos (...) PS/PSD/CDS acordaram como actuar ao nível da despesa, e sobretudo ao nível de redução da Dívida” (vídeo * Backup). Comenta a regra que destacou no seu comentário.
14. Identifica, por ordem decrescente, os quatro anos em que a Dívida Pública mais cresceu (2007-2020).
15. No ano em que a dívida mais subiu (Quadro 7), identifique o contributo para a variação da dívida (em pp do PIB) das variáveis (a) juros, (b) crescimento do PIB e (c) saldo primário. Relacione os contributos com o sinal da taxa de crescimento do PIB e do saldo primário.
16. Explicita a relação que se deverá observar entre a taxa de juro implícita na dívida e a taxa de crescimento nominal do PIB para que se reduza o rácio Dívida/PIB.
17. Utilizando o simulador-economiax-divida-publica (inspirado neste, (e nisto) apresente para os dois cenários da economia portuguesa, os valores das variáveis (a) Crescimento do PIB real, (b) Taxa de juro cobrada ao Estado e (c) Saldo Primário.
- Cenário Optimista, a dívida pública ficará abaixo de 60% a partir de 2040
- Cenário Pessimista, a dívida pública ficará acima de 100% até 2040
Comente os cenários acima na perspectiva de economistas que defendam o papel do Estado como agente (1) regulador versus (2) interveniente.
19. Do gráfico interactivo Taking Europe's pulse (The Economist) guardaram-se as imagens em Backup
Indica os três países com:
a) Maior PIB per capita;
b) Maior taxa de desemprego;
c) Maior taxa de desemprego jovem;
d) Maior dívida pública (quatro);
e) Maior défice global;
f) Maior excedente primário;
g) Maior crescimento do PIB.
simulador-economiax-divida-publica
Orçamento do Estado - Conceitos Fundamentais - I Parte
Por razões práticas este post foi repartido em duas partes que se completam (II Parte). Lê a apresentação. (login do Gmail)
1. O papel do Estado não se encontra definido cientificamente, mas os economistas distinguem duas correntes de opinião. Explicite-as.
2. O que é o Orçamento de Estado? (OGE)
3. Utiliza a classificação funcional das despesas públicas para distinguir as doutrinas liberais das intervencionistas.
4. Refere inconvenientes da utilização das receitas patrimoniais e das receitas creditícias no financiamento das despesas públicas.
5. Distingue:
a) Taxas de Impostos;
b) Impostos de Contribuições para a Segurança Social;
c) Despesas Correntes de Despesas de Capital.
6. Define os seguintes conceitos de Saldo Orçamental:
a) Saldo Corrente;
b) Saldo de Capital;
c) Saldo Global ou Efectivo;
d) Saldo Primário;
e) Saldo Estrutural.
7. Refere o significado do Saldo Efectivo (ou Saldo Global).
8. Refere o significado do Saldo Primário.
9. Refere o significado do Saldo Estrutural.
10. Utilizando os dados do PORDATA, represente (PREVIEW) despesas, receitas e défice/excedente em % do PIB. Identifique o saldo orçamental representado.
11. Na newsrelease de 27/FEV/2020, o EuroStat apresenta a despesa pública por funções, em percentagem do PIB, nos vários países da UE27/2020.
Verifique se a economia portuguesa é mais ou menos intervencionista que a Área Euro, calculando a diferença em pp para o total e as quatro funções mais importantes. Comente. (Imagem de ajuda)
1. O papel do Estado não se encontra definido cientificamente, mas os economistas distinguem duas correntes de opinião. Explicite-as.
2. O que é o Orçamento de Estado? (OGE)
3. Utiliza a classificação funcional das despesas públicas para distinguir as doutrinas liberais das intervencionistas.
4. Refere inconvenientes da utilização das receitas patrimoniais e das receitas creditícias no financiamento das despesas públicas.
5. Distingue:
a) Taxas de Impostos;
b) Impostos de Contribuições para a Segurança Social;
c) Despesas Correntes de Despesas de Capital.
6. Define os seguintes conceitos de Saldo Orçamental:
a) Saldo Corrente;
b) Saldo de Capital;
c) Saldo Global ou Efectivo;
d) Saldo Primário;
e) Saldo Estrutural.
7. Refere o significado do Saldo Efectivo (ou Saldo Global).
8. Refere o significado do Saldo Primário.
9. Refere o significado do Saldo Estrutural.
10. Utilizando os dados do PORDATA, represente (PREVIEW) despesas, receitas e défice/excedente em % do PIB. Identifique o saldo orçamental representado.
11. Na newsrelease de 27/FEV/2020, o EuroStat apresenta a despesa pública por funções, em percentagem do PIB, nos vários países da UE27/2020.
Verifique se a economia portuguesa é mais ou menos intervencionista que a Área Euro, calculando a diferença em pp para o total e as quatro funções mais importantes. Comente. (Imagem de ajuda)
Exames Nacionais de 2012, 2011, 2007 e 2006 - Relações económicas com o RM
Nesta tarefa apresentam-se as questões de Relações económicas com o RM que saíram em provas do Exame de Economia. Algumas perguntas pressupõem conhecimentos de Contabilidade Nacional e/ou tópicos leccionados no 10º ano. Encontram-se outras provas de exame em www.gave.pt
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Balança de Pagamentos com 100 linhas
Para ficares com a noção de que apenas vimos as rubricas principais deste documento, apresenta-se a Balança de Pagamentos com 100 linhas, ficheiro que os mais interessados ainda poderão expandir em BPstat.
Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014
I
Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula a Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014.
1. Completa as tabelas acima utilizando 2 casas decimais e personalizando as imagens.
2. Indica em que ano, (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) Os preços estavam mais baixos;
b) Os preços estavam mais altos;
c) Os preços subiram mais;
d) Os preços subiram menos.
3. Explicita o conceito de taxa de inflação implícito neste exercício.
4. Interpreta para 2012 (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) O Valor do Cabaz;
b) O Índice de Preços no Consumidor com 2010=100;
c) O Índice de Preços no Consumidor em cadeia;
d) A Taxa de Inflação.
5. Supõe que o sr. Silva, residente em Portugal, recebia 800 € em 2011 e foi aumentado para 820 € em 2012. Indica o ano em que teve maior poder de compra. Justifica apresentando os cálculos efectuados.
II
Considera o gráfico abaixo.Fonte: Destaque do INE, 13/Jan/2013.
01 Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas
02 Bebidas alcoólicas e tabaco
03 Vestuário e calçado
04 Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis
05 Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação
06 Saúde
07 Transportes
08 Comunicações
09 Lazer, recreação e cultura
10 Educação
11 Restaurantes e hotéis
12 Bens e serviços diversos
1. Partindo do Gráfico 2 calcula as taxas de inflação em 2011 e 2012.
2. Identifica as três categorias em cada um dos anos, em que o contributo para a taxa de inflação foi:
a) Maior;
b) Menor.
3. Identifica a categoria com em contributo negativo.
III
Assinala com X a resposta correcta às seguintes questões dos exames de 2016.Taxa de câmbio
Adoptando taxas de câmbio flexíveis, o banco central não intervém no mercado cambial.
A taxa de câmbio irá ajustar-se para equilibrar o mercado, fazendo com que a procura e a oferta de moeda estrangeira se equilibrem.
Com taxas de câmbio flexíveis, a ausência de intervenção implica uma balança de pagamentos equilibrada. Qualquer défice na Balança Corrente se traduzirá em escassez de divisas, que aumentará a taxa de juro. Então, o défice corrente deverá ser financiado por entrada privada de capital, e qualquer superavite corrente originará saídas de capital. Os ajustamentos na taxa de câmbio asseguram que a soma das contas corrente e de capital sejam iguais a zero.
Qual seria o efeito de um aumento de impostos sobre a balança de pagamentos, supondo taxas de câmbio flexíveis e perfeita mobilidade do capital?
Portugal encontra-se integrado na Zona Euro, tendo relativamente a estes países uma taxa de câmbio fixa. Como as taxas de câmbio não oferecem margem de variação, quando os preços e os rendimentos internos ficam desajustados entre os países, qualquer desequilíbrio no produto ou no emprego dos europeus tem tendência a ser corrigido através da variação dos níveis de preços internos. Isto é, adoptada uma taxa de câmbio fixa, os países enfrentam um facto incontornável: o produto e o emprego reais têm de se ajustar para assegurar que os preços relativos continuem alinhados com os dos parceiros comerciais.
Para compreender o efeito do défice da Balança de Pagamentos portuguesa relativamente à Alemanha, leia o nome destes países no esquema seguinte, em vez dos EUA e Inglaterra.
1. Construa o mecanismo de ajustamento de Hume para representar o que estará a suceder na actualidade entre Portugal e a Alemanha.
2. Utilizando os argumentos expostos neste post, e os recursos abaixo problematize a participação de Portugal da Zona Euro num texto com 300 palavras.
Recursos
TEXTO SÍNTESE (*)
ESQUEMA
CGD - a solução para a crise financeira portuguesa?
Eurocrise: uma outra perspectiva, Vítor Bento
A máquina de criar dívida
A máquina de criar dívida - Texto parcialmente reciclado (*)
Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos
Estrutura da Balança de Pagamentos, Excel/Drive.
Lê atentamente a apresentação da Balança de Pagamentos, e responde às questões abaixo.
A necessidade de destacar os recebimentos para investimento atribuídos através dos fundos comunitários, levaram o FMI a propor a alteração da estrutura da Balança de Pagamentos, criando uma nova Balança de Capital para destaque dos mesmos. A anterior Balança de Operações Não Monetárias - antes ainda referida como BOC passou a integrar a Balança de Financiamento, como se pode observar no Quadro Comparativo.
1. Indica se o impacto dos fenómenos abaixo descritos são favoráveis (+), desfavoráveis (-) ou inexistentes (0) sobre o saldo da Balança Comercial (BC), da Balança de Serviços (BS), da Balança de Bens e Serviços (BB&S), da Balança de Rendimentos (BR), da Balança de Serviços e Rendimentos (BSR), da Balança de Transferências unilaterais(BTu), da Balança Corrente (BCor) e na Balança de Capital (BK).
Utiliza o ficheiro de ajuda.
2. Indica relativamente a 2008, o saldo:
a) da Balança Comercial
b) da Balança de Serviços
c) da Balança de Rendimentos
d) das Transferências Unilaterais
e) da Balança Corrente
f) da Balança de Capital
3. Calcula relativamente a 2008:
a) a soma Balança Corrente + Balança de Capital
b) em que percentagem os Serviços permitiram financiar o défice da Balança Comercial
c) em que percentagem as Transferências Unilaterais permitiram financiar o défice da Balança Comercial
4. Interpreta os valores a que chegaste em:
a) 3. a)
b) 3. b)
c) 3. c)
5. Observa que de 2006 a 2008 a Balança de Rendimentos apresenta um saldo negativo.
Explica porque é que isso se verifica.
6. Observa que de 2006 a 2008 a Balança Comercial apresenta um saldo negativo.
Justifica esta observação, explicando porque o défice é de natureza estrutural.
7. Estudaste os indicadores mais comuns do comércio externo. Admite uma discussão sobre o valor da Taxa de Cobertura em 2007. O sr. Alberto argumenta que a TC é de 120%, o sr. Bruno argumenta que a TC é de 80%.
7.1. Demonstra que um dos dois srs. está necessariamente errado, relacionando a Taxa de Cobertura com o défice da Balança Comercial.
7.2. Interpreta o significado económico do valor da Taxa de Cobertura que não consideraste incorrecta.
8. O PORDATA apresenta os saldos das principais componentes da Balança de Pagamentos em percentagem do PIB.
8.1. Indica a importância relativamente ao PIB, em 2020 (Consulte o PORDATA), da:
a) Balança Corrente;
b) Balança de Capital; e
c) Balança Financeira.
8.2. Verifica que valor obténs determinando x = +Balança corrente + Balança de capital - Balança financeira. Justifica.
8.3 Em 2020 a economia portuguesa tinha capacidade ou necessidade de financiamento. Justifica.
9. Paul KRUGMAN critica no The New York Times as políticas austeritárias, recordando: "Minha despesa é o vosso rendimento. O meu rendimento é a vossa despesa".
Que fundamento merecem as criticas mercantilistas que argumentam que o aumento da despesa do Estado não teria qualquer efeito económico, porque em resultado da abertura da economia ao exterior, os indivíduos iriam transferir os rendimentos para o exterior?
NOTA: Tenha em atenção os valores indicados na questão 8.
A divisão internacional do trabalho
“Qual é o objectivo de toda a impressionante azáfama deste Mundo? Qual a finalidade da avareza e da ambição, da busca da riqueza, do poder e da notoriedade?” Quem fez esta pergunta foi Adam Smith (1723-1790) que lhe respondeu na obra A Riqueza das Nações (1776) propondo uma explicação dos mecanismos económicos com recurso à milagrosa metáfora da Mão Invisível.
Nos primórdios da Revolução Industrial, apontou os enormes ganhos de produtividade derivados da especialização e divisão do trabalho. Ficou célebre o exemplo onde descreveu o fabrico especializado numa fábrica de alfinetes, em que “um homem tira o aço, outro estica-o, outro corta-o” etc. Em resultado da divisão do trabalho descrita, 10 pessoas produziam 48.000 alfinetes por dia, enquanto se “todos trabalhassem separadamente, nenhum poderia fazer vinte, talvez mesmo nem um alfinete por dia”. O aumento do nível de produção resultante da especialização permite um aumento do bem-estar dos consumidores pelo simples incremento do comércio interno, isto é, entre os agentes económicos de um determinado país. No entanto, se comércio de alargar a outros países – comércio externo – as vantagens ainda serão maiores.
A divisão internacional do trabalho, isto é a especialização das nações na produção dos bens que produzem mais eficientemente, exportando-os, e assim obtendo divisas para importar os bens que outros países produzem com menores custos. Os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos, culturais, etc.) encontram-se distribuídos diferentemente entre os países, sendo mais competitivos em determinados produtos.
http://www.infopedia.pt/$divisao-internacional-do-trabalho
Contrariando o bom senso, mesmo que um país tenha menores custos que outro em todos os produtos, ambos continuarão a ter vantagem no comércio internacional, desde que cada um se especialize na produção em que tem maiores vantagens comparativas, isto é, menores custos quando comparados os diversos bens. Como a Teoria das Vantagens Comparativas não é tão fácil de compreender quando o resto, será desenvolvida num post autónomo.
- movimentos internacionais de bens e serviços (comércio externo);
- movimentos internacionais de factores de produção (investimento directo estrangeiro, migrações internacionais);
- transferências internacionais de rendimento (remessas de emigrantes, repatriamento de lucros, ajuda externa);
- movimentos de activos financeiros que suportam os movimentos de bens, serviços e factores de produção (balança financeira).
http://wps.fep.up.pt/wps/wp146.pdf
Desde o final da II GGM até à crise financeira de 2007-2008 o comércio externo cresceu a um ritmo superior ao da produção, e foi fonte de prosperidade económica no Mundo, particularmente nas economias mais avançadas como os EUA, a Europa Ocidental e o Japão. Estas economias são caracterizadas por uma rede intrincada de comércio entre os indivíduos e os países, que depende de uma ampla especialização e da divisão do trabalho.
A União Económica e Monetária é uma das grandes experiências económicas da história. Nunca antes um grupo tão alargado de países tão poderosos colocou a sua sorte económica num corpo multinacional como o Banco Central Europeu. Nunca antes um banco central tinha sido encarregado de destino macroeconómico de um grande grupo de países com 300 milhões de habitantes que produzem 7 mil milhões de dólares de bens e serviços (Samuelson). Embora os optimistas apontem para os benefícios microeconómicos de um mercado alargado com menores custos de transacção, os pessimistas temem ameaças de estagnação e de desemprego da união monetária devido à falta de flexibilidade dos preços e dos salários e de uma insuficiente mobilidade de trabalhadores entre os países. De 2002 a 2007 o Euro e o BCE funcionaram satisfatoriamente, constituindo a actual crise financeira como o maior teste à sua validade.
1. Distinga comércio externo de comércio interno.
2. Explicite como a especialização e a divisão do trabalho contribuem para as empresas e os países obterem ganhos de produtividade.
3. Explique como o comércio externo contribui para a divisão internacional do trabalho (DIT).
4. Indique os quatro grandes tipos de transacções entre agentes económicos de países diferentes.
5. Refira alguns motivos que expliquem por que razão o comércio externo poderá ser mais vantajoso para as economias mais avançadas.
6. Problematize o futuro da União Económica e Monetária, apresentando pelo menos um argumento optimista e outro pessimista.
7. Identifique os cinco bens (5 de exportações e 5 de importações) e os cinco mercados (5 clientes e 5 fornecedores) mais importantes no comércio externo português, consultando as estatísticas do Comércio Internacional (PORDATA) para 2019. Justifique as ordenações que obteve com os valores observados.
Nos primórdios da Revolução Industrial, apontou os enormes ganhos de produtividade derivados da especialização e divisão do trabalho. Ficou célebre o exemplo onde descreveu o fabrico especializado numa fábrica de alfinetes, em que “um homem tira o aço, outro estica-o, outro corta-o” etc. Em resultado da divisão do trabalho descrita, 10 pessoas produziam 48.000 alfinetes por dia, enquanto se “todos trabalhassem separadamente, nenhum poderia fazer vinte, talvez mesmo nem um alfinete por dia”. O aumento do nível de produção resultante da especialização permite um aumento do bem-estar dos consumidores pelo simples incremento do comércio interno, isto é, entre os agentes económicos de um determinado país. No entanto, se comércio de alargar a outros países – comércio externo – as vantagens ainda serão maiores.
A divisão internacional do trabalho, isto é a especialização das nações na produção dos bens que produzem mais eficientemente, exportando-os, e assim obtendo divisas para importar os bens que outros países produzem com menores custos. Os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos, culturais, etc.) encontram-se distribuídos diferentemente entre os países, sendo mais competitivos em determinados produtos.
http://www.infopedia.pt/$divisao-internacional-do-trabalho
Contrariando o bom senso, mesmo que um país tenha menores custos que outro em todos os produtos, ambos continuarão a ter vantagem no comércio internacional, desde que cada um se especialize na produção em que tem maiores vantagens comparativas, isto é, menores custos quando comparados os diversos bens. Como a Teoria das Vantagens Comparativas não é tão fácil de compreender quando o resto, será desenvolvida num post autónomo.
- A nível mundial o século XX divide-se em dois períodos distintos. O período 1914-45 foi caracterizado por uma força destruidora, redução do comércio mundial, isolamento crescente, guerras militares e comerciais frias e quentes, despotismo e depressão. Após a II Grande Guerra Mundial, o mundo tem usufruído de crescente cooperação económica, da ampliação dos laços comerciais e da integração crescente dos mercados financeiros, da expansão da democracia e de um crescimento económico rápido.
O contraste nítido entre a primeira e a segunda metade do século XX é um aviso dos elevados objectivos de uma gestão esclarecida das nossas economias, nacional e global. Economicamente, nenhum país é uma ilha em si mesmo. Quando o sino anuncia depressão, ou crise financeira, o som ecoa por todo o mundo.
Paul Samuelson
- movimentos internacionais de bens e serviços (comércio externo);
- movimentos internacionais de factores de produção (investimento directo estrangeiro, migrações internacionais);
- transferências internacionais de rendimento (remessas de emigrantes, repatriamento de lucros, ajuda externa);
- movimentos de activos financeiros que suportam os movimentos de bens, serviços e factores de produção (balança financeira).
http://wps.fep.up.pt/wps/wp146.pdf
Desde o final da II GGM até à crise financeira de 2007-2008 o comércio externo cresceu a um ritmo superior ao da produção, e foi fonte de prosperidade económica no Mundo, particularmente nas economias mais avançadas como os EUA, a Europa Ocidental e o Japão. Estas economias são caracterizadas por uma rede intrincada de comércio entre os indivíduos e os países, que depende de uma ampla especialização e da divisão do trabalho.
A União Económica e Monetária é uma das grandes experiências económicas da história. Nunca antes um grupo tão alargado de países tão poderosos colocou a sua sorte económica num corpo multinacional como o Banco Central Europeu. Nunca antes um banco central tinha sido encarregado de destino macroeconómico de um grande grupo de países com 300 milhões de habitantes que produzem 7 mil milhões de dólares de bens e serviços (Samuelson). Embora os optimistas apontem para os benefícios microeconómicos de um mercado alargado com menores custos de transacção, os pessimistas temem ameaças de estagnação e de desemprego da união monetária devido à falta de flexibilidade dos preços e dos salários e de uma insuficiente mobilidade de trabalhadores entre os países. De 2002 a 2007 o Euro e o BCE funcionaram satisfatoriamente, constituindo a actual crise financeira como o maior teste à sua validade.
1. Distinga comércio externo de comércio interno.
2. Explicite como a especialização e a divisão do trabalho contribuem para as empresas e os países obterem ganhos de produtividade.
3. Explique como o comércio externo contribui para a divisão internacional do trabalho (DIT).
4. Indique os quatro grandes tipos de transacções entre agentes económicos de países diferentes.
5. Refira alguns motivos que expliquem por que razão o comércio externo poderá ser mais vantajoso para as economias mais avançadas.
6. Problematize o futuro da União Económica e Monetária, apresentando pelo menos um argumento optimista e outro pessimista.
7. Identifique os cinco bens (5 de exportações e 5 de importações) e os cinco mercados (5 clientes e 5 fornecedores) mais importantes no comércio externo português, consultando as estatísticas do Comércio Internacional (PORDATA) para 2019. Justifique as ordenações que obteve com os valores observados.
Preço de um bem - noção e componentes
Diz-se preço o custo unitário de um bem, serviço ou activo, expresso em unidades monetárias.
O consumidor nunca dispõe de recursos para adquirir todos os bens que desejaria. Assume-se em Economia que os consumidores pretendem maximizar o seu bem-estar, traduzido por uma função utilidade.
Utilidade é a propriedade de anulação das necessidades que se atribui aos bens económicos. A utilidade marginal de um bem é o acréscimo da satisfação resultante do consumo de uma unidade adicional desse bem.
Para decidir a melhor aplicação do seu rendimento, o consumidor irá gastando cada Euro no bem que lhe acrescentar maior satisfação. De acordo com o princípio da igualdade marginal, a maximização da utilidade do consumidor pressupõe a escolha de um cabaz de bens tal que a utilidade marginal por unidade monetária gasta seja igual para todos os bens. Para compreender rapidamente este princípio, imagine que adquirindo o bem X a utilidade do último Euro seria três vezes superior à utilidade do último Euro gasto no bem Y; neste caso, a utilidade total poderia ser aumentada, transferindo o Euro gasto no bem Y para o bem X.
Associando o preço dos bens à sua utilidade marginal, facilmente perceberá porque é que a água é mais barata que os diamantes. Observe que apesar do elevado valor de uso (utilidade total) da água, esta tem um valor de troca (utilidade marginal) muito inferior ao dos diamantes (paradoxo da água e do diamante).
Este princípio será retomado adiante, para justificar a relação inversa entre a quantidade desejada pelos consumidores e os preços: o aumento de preço de um bem reduz o consumo desejado pelo consumidor em relação a esse bem, explicando por que razão as curvas da procura têm inclinação decrescente, tema que será estudado no ponto 5. Preços e mercados.
Pensando nos produtores, um factor importante na determinação dos preços são custos de produção. Admite-se que o seu objectivo é a maximização do lucro, pelo que apenas poderão produzir e vender os produtos por um preço superior ao seu custo unitário (já calculado aqui), definindo-se o lucro unitário pela diferença, preço menos custo unitário. Se os custos de produção subirem, porque aumentaram os custos das matérias-primas, da energia, dos salários, aumentaram os impostos, etc., então o empresário só conseguirá manter o seu lucro se aumentar os preços, transferindo o aumento dos custos para os consumidores.
Provavelmente, se aumentarem os custos, os produtores não conseguirão repercuti-lo na sua totalidade sobre os consumidores, mas isso dependerá da estrutura do mercado, pois como veremos, em Monopólio o produtor terá maior poder na determinação dos preços que em Concorrência.
1. Comenta o paradoxo da água e do diamante, partindo dos conceitos de valor de uso e valor de troca.
2. Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
3. Refere três factores que influenciam a formação dos preços.
4. Comenta a importância da estrutura do mercado na formação dos preços, referindo dois exemplos de mercado concorrencial e dois exemplos de monopólio.
Posição C: Somos um dos países europeus onde a percentagem de estudantes que abandonam a universidade por razões financeiras é mais alta. – CONTRA AS PROPINAS NA FACULDADE
5. Apresenta dois factores a favor e dois factores contra a cobrança de propinas na faculdade, que se aproximem do custo real do bem.
6. Justifica a insuficiência dos aspectos estudados nesta tarefa para explicar a formação dos preços.
O consumidor nunca dispõe de recursos para adquirir todos os bens que desejaria. Assume-se em Economia que os consumidores pretendem maximizar o seu bem-estar, traduzido por uma função utilidade.
Utilidade é a propriedade de anulação das necessidades que se atribui aos bens económicos. A utilidade marginal de um bem é o acréscimo da satisfação resultante do consumo de uma unidade adicional desse bem.
Para decidir a melhor aplicação do seu rendimento, o consumidor irá gastando cada Euro no bem que lhe acrescentar maior satisfação. De acordo com o princípio da igualdade marginal, a maximização da utilidade do consumidor pressupõe a escolha de um cabaz de bens tal que a utilidade marginal por unidade monetária gasta seja igual para todos os bens. Para compreender rapidamente este princípio, imagine que adquirindo o bem X a utilidade do último Euro seria três vezes superior à utilidade do último Euro gasto no bem Y; neste caso, a utilidade total poderia ser aumentada, transferindo o Euro gasto no bem Y para o bem X.
Associando o preço dos bens à sua utilidade marginal, facilmente perceberá porque é que a água é mais barata que os diamantes. Observe que apesar do elevado valor de uso (utilidade total) da água, esta tem um valor de troca (utilidade marginal) muito inferior ao dos diamantes (paradoxo da água e do diamante).
Este princípio será retomado adiante, para justificar a relação inversa entre a quantidade desejada pelos consumidores e os preços: o aumento de preço de um bem reduz o consumo desejado pelo consumidor em relação a esse bem, explicando por que razão as curvas da procura têm inclinação decrescente, tema que será estudado no ponto 5. Preços e mercados.
Pensando nos produtores, um factor importante na determinação dos preços são custos de produção. Admite-se que o seu objectivo é a maximização do lucro, pelo que apenas poderão produzir e vender os produtos por um preço superior ao seu custo unitário (já calculado aqui), definindo-se o lucro unitário pela diferença, preço menos custo unitário. Se os custos de produção subirem, porque aumentaram os custos das matérias-primas, da energia, dos salários, aumentaram os impostos, etc., então o empresário só conseguirá manter o seu lucro se aumentar os preços, transferindo o aumento dos custos para os consumidores.
Provavelmente, se aumentarem os custos, os produtores não conseguirão repercuti-lo na sua totalidade sobre os consumidores, mas isso dependerá da estrutura do mercado, pois como veremos, em Monopólio o produtor terá maior poder na determinação dos preços que em Concorrência.
1. Comenta o paradoxo da água e do diamante, partindo dos conceitos de valor de uso e valor de troca.
2. Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
3. Refere três factores que influenciam a formação dos preços.
4. Comenta a importância da estrutura do mercado na formação dos preços, referindo dois exemplos de mercado concorrencial e dois exemplos de monopólio.
II
Posição F: Como portugueses, como pais e avós, queremos viver num país onde é mais caro ter um bebé na creche do que ter um jovem adulto na faculdade? – A FAVOR DAS PROPINAS NA FACULDADEPosição C: Somos um dos países europeus onde a percentagem de estudantes que abandonam a universidade por razões financeiras é mais alta. – CONTRA AS PROPINAS NA FACULDADE
5. Apresenta dois factores a favor e dois factores contra a cobrança de propinas na faculdade, que se aproximem do custo real do bem.
6. Justifica a insuficiência dos aspectos estudados nesta tarefa para explicar a formação dos preços.
2012 – 10º Aniversário do Euro
Em 2012 o BCE produziu um vídeo comemorativo do 10º aniversário do Euro.
Note que o Euro constitui parte do Pacote UE, não sendo uma opção dos Estados-Membros, excepto se negociada na adesão.
Para adoptarem o Euro, os Estados-Membros têm de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual é avaliado com base no cumprimento dos critérios de convergência nominal:
Recorrendo aos valores do PIB per capita (UE27=100), observamos que desde 2000, quando este indicador correspondia a 85 pontos, passámos para 77 pontos em 2022, indicando uma divergência real relativamente à UE, exactamente o oposto do desejável.
Abrir parêntesis, para observar a diferença entre salário nominal e salário real...
Em Portugal, o salário mínimo em 2017, valia menos que em 1975 * Fechar parêntesis
O Euro foi fixado irrevogavelmente em 200,482 escudos.
Tabuada dos Euros vs. Contos de réis
Actualmente, o Sistema Europeu de Bancos Centrais é formado pelo BCE e pelos bancos centrais nacionais dos 27 Estados-Membros da União Europeia. Os Estados-Membros participantes na área do euro são 20: Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Letónia, Lituânia e Croácia, pelo que os respectivos bancos centrais e o BCE fazem parte do Eurosistema.
A principal desvantagem da adopção do Euro resulta da perda de autonomia, por parte dos governos, na condução das políticas monetária e cambial, pois as decisões a este nível são tomadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
Antes da adopção do Euro, Portugal e outros países, recorriam à desvalorização da moeda como estratégia para baixar artificialmente o preço das exportações, tornando-as mais competitivas. Simultaneamente, as importações ficavam mais caras, contribuindo para a redução destas. Este mecanismo permitia a promoção do equilíbrio da balança de pagamentos sem que as empresas ficassem mais competitivas, e sem que os indivíduos sentissem imediatamente a redução do poder de compra que efectivamente perdiam.
Pretende-se alargar o Euro a outros Estados-Membros porque elimina os riscos de taxa de câmbio entre os países que o adoptam, baixando, por conseguinte, das taxas de juro. Permite a esses países beneficiarem das vantagens da estabilidade de preços – o objectivo primordial do BCE. Abre também o caminho para um mercado de capitais integrado, líquido e profundo. Nas suas viagens na área do euro, as pessoas já não precisam de trocar dinheiro e de pagar os correspondentes custos de transacção.
Podes aprender mais sobre o Euro, até com jogos e apresentações interactivas na Escola do Euro/BCE... Para fazer a tarefa é mais prático consultar as publicações. Será útil prestar atenção aos elementos de segurança das notas de Euro, até porque estes vão mudando, mas o SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA” existe para nos manter actualizados.
Constrói uma apresentação de 10 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Recursos
Sugestões
Vantagens do EURO e Desvantagens do EURO
Veja apresentação de um ex-aluno (slides 10 e 11)
Como verificar se uma nota é verdadeira?
https://www.bportugal.pt/notas-contrafacao
O que é a moeda?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/what_is_money.pt.html
Que importância tem a área Euro na economia mundial?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/euro_area_in_comparison.pt.html
O que faz o BCE? / O que é um banco central?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me/html/what-is-a-central-bank.pt.html
Os novos Estados-Membros adotam automaticamente o euro após a adesão à UE?
É possível os novos Estados-Membros começarem a utilizar o euro como moeda paralela (a chamada “euroização”) antes de fazerem parte do Eurosistema?
https://www.ecb.europa.eu/ecb/history/enlargement/html/faqenlarge.pt.html
É legal afixar cartazes com avisos do tipo: “Não se aceitam pagamentos com notas de 100 euros ou superiores”?
Se fizer pagamentos com notas de 100, 200 ou 500 euros podem exigir-me identificação?
Posso fazer um pagamento de 1000 euros com moedas de 2 euros?
https://www.bportugal.pt/perguntas-frequentes/267
Critérios de convergência nominal e convergência real (acima)
- uma taxa média de inflação que não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais, no máximo, a verificada nos três Estados-Membros com melhores resultados em termos de estabilidade de preços;
- o rácio do défice público programado ou verificado em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 3%;
- o rácio da dívida pública em relação ao PIB a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 60%;
- as taxas de câmbio, durante pelo menos dois anos, deverão respeitar as margens normais de flutuação previstas no mecanismo de taxas de câmbio do Sistema Monetário Europeu, sem ter procedido a uma desvalorização em relação à moeda de qualquer outro Estado-Membro. Isto é, o Estado-Membro deve ter participado no mecanismo da taxa de câmbio do Sistema Monetário Europeu ininterruptamente durante os dois anos anteriores ao exame da sua situação sem ter conhecido tensões graves. Além disso, durante o mesmo período, não deve ter desvalorizado por sua própria iniciativa a sua moeda;
- as taxas de juro a longo prazo não devem exceder mais de 2 pontos percentuais, no máximo, a média dos três Estados-Membros que apresentam os melhores resultados relativamente à estabilidade dos preços.
Fonte: Introdução do euro: critérios de convergência * Endereço curto: http://bit.ly/convnominal
Recorrendo aos valores do PIB per capita (UE27=100), observamos que desde 2000, quando este indicador correspondia a 85 pontos, passámos para 77 pontos em 2022, indicando uma divergência real relativamente à UE, exactamente o oposto do desejável.
Abrir parêntesis, para observar a diferença entre salário nominal e salário real...
Em Portugal, o salário mínimo em 2017, valia menos que em 1975 * Fechar parêntesis
- No final da sua primeira década, o euro é uma história de sucesso e representa o resultado mais tangível da integração europeia. O nível baixo e a estabilidade da inflação e das taxas de juro nos últimos dez anos contribuíram para o aumento do investimento na área do euro. A consolidação fiscal prosseguiu e a criação de emprego atingiu os níveis mais elevados de sempre. Contudo, o crescimento da produtividade tem sido inferior ao de outras economias desenvolvidas, e as preocupações sobre a distribuição dos rendimentos aumentaram.
Fonte: EMU@10: sucessos e desafios após 10 anos de União Económica e Monetária
O Euro foi fixado irrevogavelmente em 200,482 escudos.
Tabuada dos Euros vs. Contos de réis
Actualmente, o Sistema Europeu de Bancos Centrais é formado pelo BCE e pelos bancos centrais nacionais dos 27 Estados-Membros da União Europeia. Os Estados-Membros participantes na área do euro são 20: Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Letónia, Lituânia e Croácia, pelo que os respectivos bancos centrais e o BCE fazem parte do Eurosistema.
A principal desvantagem da adopção do Euro resulta da perda de autonomia, por parte dos governos, na condução das políticas monetária e cambial, pois as decisões a este nível são tomadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
Antes da adopção do Euro, Portugal e outros países, recorriam à desvalorização da moeda como estratégia para baixar artificialmente o preço das exportações, tornando-as mais competitivas. Simultaneamente, as importações ficavam mais caras, contribuindo para a redução destas. Este mecanismo permitia a promoção do equilíbrio da balança de pagamentos sem que as empresas ficassem mais competitivas, e sem que os indivíduos sentissem imediatamente a redução do poder de compra que efectivamente perdiam.
Pretende-se alargar o Euro a outros Estados-Membros porque elimina os riscos de taxa de câmbio entre os países que o adoptam, baixando, por conseguinte, das taxas de juro. Permite a esses países beneficiarem das vantagens da estabilidade de preços – o objectivo primordial do BCE. Abre também o caminho para um mercado de capitais integrado, líquido e profundo. Nas suas viagens na área do euro, as pessoas já não precisam de trocar dinheiro e de pagar os correspondentes custos de transacção.
Podes aprender mais sobre o Euro, até com jogos e apresentações interactivas na Escola do Euro/BCE... Para fazer a tarefa é mais prático consultar as publicações. Será útil prestar atenção aos elementos de segurança das notas de Euro, até porque estes vão mudando, mas o SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA” existe para nos manter actualizados.
Constrói uma apresentação de 10 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Recursos
- SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA”
- Perguntas mais frequentes sobre o alargamento da União Europeia e a União Económica e Monetária, BCE.
- http://www.ecb.europa.eu/euro/html/index.pt.html
- Perguntas Frequentes > Notas e moedas, BdP
Sugestões
Vantagens do EURO e Desvantagens do EURO
Veja apresentação de um ex-aluno (slides 10 e 11)
Como verificar se uma nota é verdadeira?
https://www.bportugal.pt/notas-contrafacao
O que é a moeda?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/what_is_money.pt.html
Que importância tem a área Euro na economia mundial?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/euro_area_in_comparison.pt.html
O que faz o BCE? / O que é um banco central?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me/html/what-is-a-central-bank.pt.html
Os novos Estados-Membros adotam automaticamente o euro após a adesão à UE?
É possível os novos Estados-Membros começarem a utilizar o euro como moeda paralela (a chamada “euroização”) antes de fazerem parte do Eurosistema?
https://www.ecb.europa.eu/ecb/history/enlargement/html/faqenlarge.pt.html
É legal afixar cartazes com avisos do tipo: “Não se aceitam pagamentos com notas de 100 euros ou superiores”?
Se fizer pagamentos com notas de 100, 200 ou 500 euros podem exigir-me identificação?
Posso fazer um pagamento de 1000 euros com moedas de 2 euros?
https://www.bportugal.pt/perguntas-frequentes/267
Critérios de convergência nominal e convergência real (acima)
Comércio – noção e tipos
A indústria refere-se ao conjunto de tarefas através das quais se processa a transformação das matérias-primas em produtos acabados, envolvendo as ciências da engenharia e dos materiais, economia dos recursos humanos, energéticos, financeiros, etc. produzindo bens para repor os stocks em armazém.
As missões “pouco nobres” de contactar possíveis compradores cabiam aos comerciantes: lojistas do retalho, caixeiros-viajantes, vendedores ambulantes, feirantes e outros.
Entretanto hoje reconhece-se a importância específica da actividade comercial e do transporte dos produtos, agrupadas sob o conceito de distribuição, que estabelece a ligação entre os produtores e os consumidores. O seu estudo engloba a distinção de diversos circuitos de distribuição e de tipos de comércio.
Em resultado da intensificação da globalização o comércio tem crescido a um ritmo superior ao da produção. As impressoras 3D ainda se encontram numa fase em que nos parecem ficção científica, mas o seu desenvolvimento redesenhará as redes de distribuição e as sociedades (Vídeo do cenário 3 do estudo Delivering Tomorrow, da DHL - Site Delivering Tomorrow).
Recursos
http://www.infopedia.pt/$canal-de-distribuicao
Manual de Vendas e Distribuição (pp. 13-28), Fundação Calouste Gulbenkian, Millennium BCP (BACKUP)
Canais de Distribuição no Sector Têxtil
Apresentação desta matéria no slideshare
Apresentação no Google Drive (só os primeiros 10 slides são sobre este tema)
Apresentação O Comportamento do Consumidor - Condicionantes do processo de compra
Franchising
Manual, pp. 140-150.
Distribuição - Aspectos do contexto local
As missões “pouco nobres” de contactar possíveis compradores cabiam aos comerciantes: lojistas do retalho, caixeiros-viajantes, vendedores ambulantes, feirantes e outros.
Entretanto hoje reconhece-se a importância específica da actividade comercial e do transporte dos produtos, agrupadas sob o conceito de distribuição, que estabelece a ligação entre os produtores e os consumidores. O seu estudo engloba a distinção de diversos circuitos de distribuição e de tipos de comércio.
Em resultado da intensificação da globalização o comércio tem crescido a um ritmo superior ao da produção. As impressoras 3D ainda se encontram numa fase em que nos parecem ficção científica, mas o seu desenvolvimento redesenhará as redes de distribuição e as sociedades (Vídeo do cenário 3 do estudo Delivering Tomorrow, da DHL - Site Delivering Tomorrow).
Recursos
http://www.infopedia.pt/$canal-de-distribuicao
Manual de Vendas e Distribuição (pp. 13-28), Fundação Calouste Gulbenkian, Millennium BCP (BACKUP)
Canais de Distribuição no Sector Têxtil
Apresentação desta matéria no slideshare
Apresentação no Google Drive (só os primeiros 10 slides são sobre este tema)
Apresentação O Comportamento do Consumidor - Condicionantes do processo de compra
Franchising
Manual, pp. 140-150.
Distribuição - Aspectos do contexto local
Comércio – noção e tipos (2020)
Poderá encontrar muitas teses de Mestrado utilizando as palavras-chave adequadas (sugestões: canais de distribuição, cadeia logística) no Repositório Científico de Acesso Aberto ou Livros no Google.
IMPORTANTE: A apresentação deve corresponder aos objectivos deste tema e listar no final todos os recursos utilizados.
Constrói um PowerPoint de 20 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Sugestão: Para uma apresentação mais profissional insira um diapositivo com o índice, e links internos, como se exemplifica no recurso Franchising.
Poderá encontrar muitas teses de Mestrado utilizando as palavras-chave adequadas (sugestões: canais de distribuição, cadeia logística) no Repositório Científico de Acesso Aberto ou Livros no Google.
IMPORTANTE: A apresentação deve corresponder aos objectivos deste tema e listar no final todos os recursos utilizados.
Constrói um PowerPoint de 20 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Sugestão: Para uma apresentação mais profissional insira um diapositivo com o índice, e links internos, como se exemplifica no recurso Franchising.
Análise Económica da Conjuntura II
A partir do site Conhecer a Crise.
1. Comente a evolução de cada um dos seguintes indicadores (e suas componentes, quando apresentadas):
- PIB
- Valor Acrescentado Bruto
- Utilização da Capacidade da Indústria Transformadora
- Financiamento da Economia
- Taxa de Desemprego
- Despesas das Famílias
- Finanças Públicas (Défice e Dívida)
- Outros dois indicadores à sua escolha
2. Faça um comentário global à conjuntura económica.
Help
1. Comente a evolução de cada um dos seguintes indicadores (e suas componentes, quando apresentadas):
- PIB
- Valor Acrescentado Bruto
- Utilização da Capacidade da Indústria Transformadora
- Financiamento da Economia
- Taxa de Desemprego
- Despesas das Famílias
- Finanças Públicas (Défice e Dívida)
- Outros dois indicadores à sua escolha
2. Faça um comentário global à conjuntura económica.
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