Cálculo do Índice de Preços no Consumidor (IPC):
1. Considera-se um conjunto de bens e serviços, o mais alargado possível, de modo que seja representativo do consumo da generalidade da população;
2. Calcula-se a quantidade desses produtos que cada família consome desses produtos, por ano;
3. Determina-se quanto custa o Valor do Cabaz no ano base, VC0;
4. Determina-se quanto custa o Valor do Cabaz no ano que estamos a considerar, VCt;
5. Estabelece-se a relação entre os dois valores do cabaz acima determinados, em termos percentuais:
IPC t/0 = VCt / VC0 * 100
Imagine-se que em 2010 determinado conjunto de bens custava 5.000 euros. E que em 2011 era possível adquirir o mesmo conjunto de bens por 5.150 euros.
Então o IPC de 2011, tomando 2010 como ano base é:
IPC11/10=5.150/5.000 * 100 = 103
Isto é, com 103 euros em 2011 adquirimos o mesmo conjunto de bens que em 2010 com 100 euros.
Portanto, a taxa de inflação, crescimento médio dos preços em 2011 foi de 3,0%.
TI11/10 = (IPC11 - IPC10)/IPC10*100
= (103,0 - 100)/100*100
= 3,0%
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) é utilizado para calcular a Taxa de Inflação.
Ilustração do cálculo da inflação - BCE (EXPOSIÇÃO)
Conteúdos prioritários do Módulo 4
Tendo em consideração o Plano Nacional de Formação Financeira, refira fundamentadamente os conteúdos do Módulo 4 a que deverá ser dada mais atenção.
Módulo 4 - Recursos
Links com interesse para o Módulo 4:
O capitalismo popular morreu - Afirma o Editor de Empresas do Jornal de Negócios
São lendárias já as histórias das primeiras privatizações. Basta uma consulta aos jornais do início da década de 90 para perceber que os portugueses adoravam brincar ao Gordon Gekko. Portugal estava, nessa época, no sítio certo, à hora certa. O capitalismo popular estava glorificado em países desenvolvidos e a acelerada abertura da economia portuguesa era terreno fértil para emoções (e lucros) fortes. (...)
DEPOIS DE REFERIR MUITOS ATROPELOS AOS PEQUENOS INVESTIDORES
Depois desta verdadeira "carga policial" nos pequenos accionistas, o Governo terá grandes dificuldades em promover o mercado de capitais como uma solução para a poupança das famílias. Ou como uma ferramenta de desenvolvimento económico, de maior transparência na gestão, de maior democratização da produção de riqueza. Mas este Governo também não parece muito interessado nisso.
http://www.b-a-bes.com/
http://clientebancario.bportugal.pt/
http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Guia/Pages/indice_guia.aspx
http://www.jornaldenegocios. pt/home.php?template=INVESTIDOR_PRIVADO_V2
http://www.activobank.pt/pt/public/investir/pages/investir.aspx
http://www.netbolsa.com/index.php?option=com_glossary&Itemid=167&lang=pt
http://www.thinkfn.com/wikibolsa/P%C3%A1gina_principal
O capitalismo popular morreu - Afirma o Editor de Empresas do Jornal de Negócios
São lendárias já as histórias das primeiras privatizações. Basta uma consulta aos jornais do início da década de 90 para perceber que os portugueses adoravam brincar ao Gordon Gekko. Portugal estava, nessa época, no sítio certo, à hora certa. O capitalismo popular estava glorificado em países desenvolvidos e a acelerada abertura da economia portuguesa era terreno fértil para emoções (e lucros) fortes. (...)
DEPOIS DE REFERIR MUITOS ATROPELOS AOS PEQUENOS INVESTIDORES
Depois desta verdadeira "carga policial" nos pequenos accionistas, o Governo terá grandes dificuldades em promover o mercado de capitais como uma solução para a poupança das famílias. Ou como uma ferramenta de desenvolvimento económico, de maior transparência na gestão, de maior democratização da produção de riqueza. Mas este Governo também não parece muito interessado nisso.
http://www.b-a-bes.com/
http://clientebancario.bportugal.pt/
http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Guia/Pages/indice_guia.aspx
http://www.jornaldenegocios.
http://www.activobank.pt/pt/public/investir/pages/investir.aspx
http://www.netbolsa.com/index.php?option=com_glossary&Itemid=167&lang=pt
http://www.thinkfn.com/wikibolsa/P%C3%A1gina_principal
Resumo do Módulo X
Propõe-se que ao longo dos Módulos os alunos façam uma mensagem com o título RESUMO-Mx, em que x representa o número do respectivo Módulo, com o limite de 1.000 palavras. O objectvo é reduzir a distância entre o conjunto de posts dispersos pelo blogue, e o teste em papel, obrigatório no final do Módulo. Supõe-se que o esforço se síntese dos conteúdos em 1.000 palavras se traduzirá por uma sistematização das aprendizagens e pela selecção dos conteúdos com maior relevância.
Pretende-se também passar a fazer uma avaliação qualitativa dos blogues, não apenas observar a quantidade dos posts feitos. O Resumo, como post livre permitirá que os alunos revelem maior criatividade e diferenças de desempenho.
Para premiar este esforço, no momento do teste escrito, os alunos poderão dispensar-se de responder a duas questões, escrevendo somente a expressão “Ver Resumo”. Se o Resumo contiver a resposta às questões assinaladas ser-lhes-á atribuída a cotação total. Excluem-se desta possibilidade quaisquer questões que envolvam a necessidade de proceder a cálculos, bem como à interpretação dos mesmos ou de dados ou gráficos fornecidos, porque esse tipo de questões não se conseguem prever num Resumo ;) No entanto, temos em Economia muitas definições, características, variáveis explicativas, dimensões, etc. que se enunciam quase sempre da mesma maneira, e portanto com muita probabilidade ficarão no Resumo muitas respostas solicitadas no Teste do Módulo ;)
Pretende-se também passar a fazer uma avaliação qualitativa dos blogues, não apenas observar a quantidade dos posts feitos. O Resumo, como post livre permitirá que os alunos revelem maior criatividade e diferenças de desempenho.
Para premiar este esforço, no momento do teste escrito, os alunos poderão dispensar-se de responder a duas questões, escrevendo somente a expressão “Ver Resumo”. Se o Resumo contiver a resposta às questões assinaladas ser-lhes-á atribuída a cotação total. Excluem-se desta possibilidade quaisquer questões que envolvam a necessidade de proceder a cálculos, bem como à interpretação dos mesmos ou de dados ou gráficos fornecidos, porque esse tipo de questões não se conseguem prever num Resumo ;) No entanto, temos em Economia muitas definições, características, variáveis explicativas, dimensões, etc. que se enunciam quase sempre da mesma maneira, e portanto com muita probabilidade ficarão no Resumo muitas respostas solicitadas no Teste do Módulo ;)
Política, com P grande
O BE e o PCP disseram hoje aos líderes da missão da troika que o programa não está a resultar, mas os chefes da missão consideraram que o programa "está no bom caminho" e que não será renegociado.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/be-e-pcp-programa-nao-resulta=f706068#ixzz1nXG72qZt
1. Justifica o título escolhido por Daniel Bessa para a sua crónica semanal "Política, com P grande".
2. Utiliza o texto para explicar a diferença entre as perspectivas do BE/PCP e da troika.
3. Justifica o tom optimista com que Daniel Bessa termina o artigo.
4. Indica o sector de actividade que Daniel Bessa está a privilegiar quando se refere à esperança "que Portugal possa voltar a recorrer ao mercado financeiro, criar emprego e fazer crescer a economia". Comenta a defesa do programa de ajustamento como necessidade deste sector de actividade.
5. Comenta a exequibilidade da sua "receita", que passa pelo "aumento do horário de trabalho nas empresas exportadoras, mas este não seria acompanhado de um aumento de salário".
(...)
a troika apontou como grande exemplo de sucesso as reformas estruturais, que o partido considera estarem a ilustrar precisamente o contrário: "No entendimento da troika este é o caminho a seguir. Mesmo perante a situação a que o país está a chegar, entendem estes técnicos e este Governo - também ficou clara a posição do PSD e CDS - que Portugal está no bom caminho e nós vemos diariamente o contrário".Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/be-e-pcp-programa-nao-resulta=f706068#ixzz1nXG72qZt
1. Justifica o título escolhido por Daniel Bessa para a sua crónica semanal "Política, com P grande".
2. Utiliza o texto para explicar a diferença entre as perspectivas do BE/PCP e da troika.
3. Justifica o tom optimista com que Daniel Bessa termina o artigo.
4. Indica o sector de actividade que Daniel Bessa está a privilegiar quando se refere à esperança "que Portugal possa voltar a recorrer ao mercado financeiro, criar emprego e fazer crescer a economia". Comenta a defesa do programa de ajustamento como necessidade deste sector de actividade.
5. Comenta a exequibilidade da sua "receita", que passa pelo "aumento do horário de trabalho nas empresas exportadoras, mas este não seria acompanhado de um aumento de salário".
Preços correntes versus preços constantes
Exemplo de cálculo 2020/21
2014-2021-IP-TCV-TCP
Deflator do PIB – Exemplo 2017/16
Diz-se que o PIB está calculado a preços correntes, quando a produção de cada ano está avaliada aos preços desse mesmo ano, por exemplo, a produção de 2009 a preços de 2009, a produção de 2010 a preços de 2010, etc.
Calcular a taxa de variação a partir da série do PIB nominal não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2011 = 100 significa que o ano base é 2011, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB. Os índices de preços multiplicam-se por 100 para facilitar a sua interpretação. Ignorando esta multiplicação obtemos o deflator do PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
0. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes, ou, se preferir, utilize o ficheiro de ajuda.
1. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
2. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule o deflator do PIB. Interprete o seu valor para 2014, 2016 e 2018.
5. Interprete para 2022:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
Comente.
7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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2014-2021-IP-TCV-TCP
Deflator do PIB – Exemplo 2017/16
Diz-se que o PIB está calculado a preços correntes, quando a produção de cada ano está avaliada aos preços desse mesmo ano, por exemplo, a produção de 2009 a preços de 2009, a produção de 2010 a preços de 2010, etc.
Calcular a taxa de variação a partir da série do PIB nominal não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2011 = 100 significa que o ano base é 2011, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB. Os índices de preços multiplicam-se por 100 para facilitar a sua interpretação. Ignorando esta multiplicação obtemos o deflator do PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
0. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes, ou, se preferir, utilize o ficheiro de ajuda.
1. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
2. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule o deflator do PIB. Interprete o seu valor para 2014, 2016 e 2018.
5. Interprete para 2022:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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Ciclos de crescimento económico
- Os ciclos económicos são flutuações do produto, do rendimento e do emprego nacionais totais, com uma duração habitual de 2 a 10 anos, caracterizada pela expansão ou contracção generalizadas na maioria dos sectores da economia.
Samuelson & Nordhaus
A imagem seguinte - criada para os EUA - mostra que as tecnologias demoram cada vez menos tempo até serem objecto de consumo por uma larga percentagem das famílias.
Na imagem abaixo representam-se os ciclos de Kondratieff, estimados para os Estados Unidos (a azul) e a evolução do PIB (a vermelho).
Fonte da imagem: http://pt.scribd.com/doc/20345280/CICLOS-DE-KONDRATIEFF
Provavelmente a economia não apresenta a regularidade sugerida pelos teóricos dos ciclos económicos, mas a observação dos ciclos económicos é uma ferramenta fundamental da análise económica. Abaixo sintetiza-se a evolução da economia americana de 1920 a 2005.
Distinguem-se num ciclo económico:
- Recessão é um período contínuo de declínio do produto (Contracção), do rendimento e emprego totais, normalmente perdurando 6 meses a 1 ano e caracterizado pelas contracções alargadas a muitos sectores da economia;
- Depressão ou Contracção é uma recessão importante, tanto na intensidade como na duração;
- Expansão é a fase ascendente da Baixa até ao Pico. Ocorre quando o crescimento ultrapassa a tendência;
- Recuperação ou Retoma ocorre igualmente na fase ascendente (Expansão), mas o crescimento fica abaixo da tendência;
- Pico ou Boom, ponto máximo do ciclo, marca o final da expansão e o início da recessão;
- Baixa ou Trough, ponto mínimo do ciclo, marca o final da recessão e o início da expansão;
- Ciclo económico completo é o período entre dois pontos de viragem superiores ou inferiores (Boom ou Trough) consecutivos.
Algumas das características habituais de uma recessão podem apontar-se aos seguintes níveis:
Consumo e produção
As compras dos consumidores reduzem-se acentuadamente, enquanto que as existências em armazém aumentam inesperadamente. As empresas reagem cortando a produção, e o PIB real cai. Pouco depois o investimento das empresas em edifícios fabris e equipamentos também se reduz acentuadamente.
Emprego
A procura de trabalhadores cai: redução de horários, seguida de dispensas temporárias e de maior desemprego.
Inflação
Com a redução do consumo a inflação abranda. É pouco provável a redução de salários e do preço dos serviços mas tendem a aumentar menos rapidamente nos períodos de retracção económica.
Lucros
Os lucros das empresas reduzem-se acentuadamente. Numa antecipação, as cotações das acções normalmente entram em queda quando os investidores sentem o cheiro de uma retracção económica. Contudo, devido à redução da procura de crédito, as taxas de juro geralmente também diminuem durante as recessões.
As expansões são as imagens simétricas das recessões, em que cada um dos factores acima descritos funciona no sentido inverso.
Crise, recessão e depressão são conceitos que importa distinguir.
Crise é o momento em que o ciclo de crescimento se inverte, podendo iniciar-se uma fase de recessão.
Recessão é um período contínuo de declínio do produto real.
Recessão técnica é um período contínuo (de dois trimestres) de declínio do produto real.
Depressão é uma recessão grave (profunda e prolongada).
Com imaginação é possível traçar uns ciclos dentro de outros, mas ficaremos apenas com as suas designações e durações aproximadas.
Utilizando dados do Gapminder - GDP/capita (US$, inflation-adjusted) -, o Gráfico abaixo ilustra bem que o PIB per capita português, embora vá crescendo, vai permitindo que muitos dos seus parceiros comunitários se distanciem cada vez mais:
Continuando a utilizar os mesmos dados, abaixo se evidencia o comportamento da economia portuguesa a longo prazo, utilizando uma recta de tendência.
A recta de tendência do Excel mostra-nos uma recta de regressão do tipo y = a + bx
Utilizando essa recta de regressão podemos calcular os valores estimados do PIB per capita.
Calculando a diferença percentual entre os valores observados e os estimados poderemos concluir se os ciclos das economias se apresentam sincronizadas, como no exemplo entre Portugal e Espanha...
... ou dessincronizadas, como no exemplo entre a Alemanha e o Reino Unido:
Estes resultados podem ser conferidos no estudo de Alexandra Ferreira Lopes.
1. Descreve a as características habituais da fase de expansão do ciclo económico, nos seguinte aspectos:
a) Consumo e produção;
b) Emprego;
c) Inflação;
d) Lucros.
2. Identifica a designação e duração dos ciclo económicos mais comummente referidos.
3. Representa num gráfico a evolução do PIB per capita português e assinale no mesmo alguns acontecimentos da história económica. Backup
4. Escreve cerca de 50 palavras sobre a história de uma tecnologia à tua escolha.
Daqui para baixo utilize os dados do indicadot GDP/capita (US$, inflation-adjusted), em http://www.gapminder.org/data/
5. Confere a sincronização cíclica entre Portugal e Espanha. (FICHEIRO DE AJUDA)
6. Confere a dessincronização entre a Alemanha e o Reino Unido, realizando os cálculos descritos na questão anterior.
7. Investiga a sincronização entre as seguintes economias:
a) as atribuídas ao seu blogue; e
b) as atribuídas ao blogue seguinte (linha abaixo).
A taxa de desemprego estimada foi 13,1% - 3.º Trimestre de 2014
- A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2014 foi de 13,1%. Este valor é inferior em 0,8 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,4 p.p. ao do trimestre homólogo de 2013.
A população desempregada foi de 688,9 mil pessoas, o que representa uma diminuição trimestral de 5,5% e uma diminuição homóloga de 16,0% (menos 40,0 mil pessoas e menos 131,0 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 565,1 mil pessoas, o que corresponde a um aumento trimestral de 1,1% (mais 50,5 mil pessoas) e homólogo de 2,1% (mais 95,7 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 59,2%, mais 0,2 p.p. do que no trimestre anterior e menos 0,2 p.p. do que no trimestre homólogo.
Estatísticas do Emprego, Destaque do INE, 3º trimestre de 2014
Distingue-se a Taxa de Desemprego em sentido lato da Taxa de Desemprego em sentido restrito em função do conceito de desempregado:
Considera-se desempregado em sentido lato, o individuo com idade mínima de 15 anos, que não se encontra a frequentar o ensino obrigatório, e que reúne simultaneamente nas seguintes situações:
- está sem trabalho;
- está disponível para trabalhar.
Considera-se desempregado em sentido restrito, o individuo com idade mínima de 15 anos, que não se encontra a frequentar o ensino obrigatório, e que reúne simultaneamente nas seguintes situações:
- está sem trabalho;
- está disponível para trabalhar;
- procura trabalho, isto é, tenha realizado diligências para encontrar um emprego, nos últimos 30 dias.
A Taxa de Actividade é a percentagem da População Activa relativamente à População Total (menor que residente).
A População Activa inclui os maiores de 15 anos que, no período de referência, constituem a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico, quer os que estejam empregados, quer os que estejam desempregados à procura de emprego.
Os desencorajados já não procuram emprego, incluindo-se na população inactiva, bem como os que se encontram a cumprir o serviço militar obrigatório, crianças, reformados e inválidos.
O Gráfico abaixo apresenta os valores destas variáveis para 2010.
1. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Actividade.
2. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Desemprego.
3. Interpreta a Taxa de Actividade calculada em 1..
4. Interpreta a Taxa de Desemprego calculada em 2..
5. Compara a Taxa de Desemprego que calculaste para o 4º Trimestre de de 2010 com a referida no "Destaque do INE" para 0 3º Trimestre de 2014.
Utiliza o "Destaque do INE" para:
a) Indicar as duas regiões do país com maiores Taxas de Desemprego;
b) Comente - observando a imagem na p. 6 do "Destaque" - a tendência dos empregados para continuarem empregados, dos desempregados para continuarem desempregados, e dos inactivos para continuarem inactivos.
6. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie as diferenças na Taxa de Actividade entre os géneros (F/M) e entre Portugal e a União Europeia. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview
7. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada os diversos grupos etários. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview
8. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada em função do nível de escolaridade concluída. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview
9. Constrói a partir da população desempregada por nível de escolaridade completo - Masculino e Feminino um gráfico que evidencie como a Taxa de Desemprego varia com o género (M/F) e com a o nível de escolaridade. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview
Lei de Engel
LEI DE ENGEL
Quanto menor for o rendimento de uma família, maior tenderá a ser a proporção dos seus rendimentos gasta em alimentação e menor será a proporção dos rendimentos gasta em cultura, lazer, e gastos diversos.
Uma família que viva com o salário mínimo gastará a maior parte do rendimento em alimentação, e pouco restará depois de pagar a habitação, provavelmente para vestuário ou calçado barato. Bens de luxo serão inexistentes.
Quando o rendimento sobe, as famílias naturalmente gastarão mais dinheiro em todas as rubricas, mas observando a estrutura do consumo – a importância percentual de cada rubrica – verifica-se que a alimentação perde importância, enquanto os gastos diversos ganham maior expressão. Por exemplo, ganhando mais poderão sair mais vezes, ir ao cinema e jantar fora. A refeição no restaurante não é alimentação, porque também se paga o serviço, e portanto seria incluída em gastos diversos.
O Gráfico abaixo mostra a proporção das despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços, de 1995 a 2018. Indicando maior poder de compra o coeficiente das despesas em alimentação, bebidas e tabaco caiu 1,2 pp de 1995 a 2000 (19,6%-18,4%=1,2pp). A crise financeira de 2007/08 explicará parte do empobrecimento dos portugueses, que se traduz na subida deste coeficiente em 2,5 pp de 2009 a 2014 (20,4% -17,9%=2,5pp).
Considera as despesas de consumo de quatro famílias, os Alves, os Brito, os Cunha e os Damásio: 1. Calcula o orçamento de cada uma das famílias.
NOTA: Utiliza o ficheiro do Excel, e no final posta no blogue o link de partilha do ficheiro.
2. Determina os coeficientes orçamentais das quatro famílias para cada classe de despesa. (No ficheiro)
3. Representa graficamente as despesas percentuais das famílias nas diversas rubricas de despesa. (No ficheiro)
4. Verifica como a interpretação do quadro te conduz à Lei de Engel.
5. Partindo das Despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços (Ficheiro de ajuda), constrói um gráfico semelhante ao acima apresentado, mas apenas com o período posterior a 2000. * PREVIEW2000-2020
6. Analisa o gráfico que construíste no ponto anterior.
7. Refere como o consumo varia com os seguintes factores extra-económicos:
a) Estrutura etária dos agregados familiares;
b) Estilos de vida (v.g. fast-food, consumos lights, desportos radicais, consumos com consciência ambiental);
c) Moda;
d) Publicidade;
e) Cultura.
Quanto menor for o rendimento de uma família, maior tenderá a ser a proporção dos seus rendimentos gasta em alimentação e menor será a proporção dos rendimentos gasta em cultura, lazer, e gastos diversos.
Uma família que viva com o salário mínimo gastará a maior parte do rendimento em alimentação, e pouco restará depois de pagar a habitação, provavelmente para vestuário ou calçado barato. Bens de luxo serão inexistentes.
Quando o rendimento sobe, as famílias naturalmente gastarão mais dinheiro em todas as rubricas, mas observando a estrutura do consumo – a importância percentual de cada rubrica – verifica-se que a alimentação perde importância, enquanto os gastos diversos ganham maior expressão. Por exemplo, ganhando mais poderão sair mais vezes, ir ao cinema e jantar fora. A refeição no restaurante não é alimentação, porque também se paga o serviço, e portanto seria incluída em gastos diversos.
O Gráfico abaixo mostra a proporção das despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços, de 1995 a 2018. Indicando maior poder de compra o coeficiente das despesas em alimentação, bebidas e tabaco caiu 1,2 pp de 1995 a 2000 (19,6%-18,4%=1,2pp). A crise financeira de 2007/08 explicará parte do empobrecimento dos portugueses, que se traduz na subida deste coeficiente em 2,5 pp de 2009 a 2014 (20,4% -17,9%=2,5pp).
Considera as despesas de consumo de quatro famílias, os Alves, os Brito, os Cunha e os Damásio: 1. Calcula o orçamento de cada uma das famílias.
NOTA: Utiliza o ficheiro do Excel, e no final posta no blogue o link de partilha do ficheiro.
2. Determina os coeficientes orçamentais das quatro famílias para cada classe de despesa. (No ficheiro)
3. Representa graficamente as despesas percentuais das famílias nas diversas rubricas de despesa. (No ficheiro)
4. Verifica como a interpretação do quadro te conduz à Lei de Engel.
5. Partindo das Despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços (Ficheiro de ajuda), constrói um gráfico semelhante ao acima apresentado, mas apenas com o período posterior a 2000. * PREVIEW2000-2020
6. Analisa o gráfico que construíste no ponto anterior.
7. Refere como o consumo varia com os seguintes factores extra-económicos:
a) Estrutura etária dos agregados familiares;
b) Estilos de vida (v.g. fast-food, consumos lights, desportos radicais, consumos com consciência ambiental);
c) Moda;
d) Publicidade;
e) Cultura.
Sabe bem pagar tão pouco de impostos
No último post provavelmente estranhaste a ideia de Jean-Claude Trichet, de um Ministério das Finanças Europeu. Felizmente já ouviste falar do caso "Pingo Doce" para compreender que a os países da União Monetária não poderão ter políticas fiscais muito diferenciadas, sob o risco de todas as empresas estudarem engenharia financeira para verificarem onde podem pagar menos.
Este "planeamento fiscal" é particularmente injusto porque o factor trabalho não dispõe da mesma opção. Acresce que caiu a pintura a Soares dos Santos que para promover o Pingo Doce andava a fazer publicidade dando ao país lições de patriotismo. Por isso o assunto espalhou-se pelas redes sociais.
A imprensa económica não lhe critica a racionalidade das decisões, porque grande parte das empresas que estão cotadas no principal índice da Euronext Lisboa fazem o mesmo.
1. Em entrevista ao EXPRESSO, Soares dos Santos justificou por que motivos se sentiu injustamente atacado.
Apresenta dois.
2. Apesar de a decisão de Soares dos Santos ser economicamente racional, ser legal, e corresponder rigorosamente ao comportamento de outros grupos grupos económicos, observa que continua ser moralmente criticável.
3. "O erro do Brasil só foi estudado em 2010 porque o trauma foi muito grande. Por isso recorri a um professor português do MIT e do INSEAD..."
Justifica a propensão comum à generalidade dos empresários de recorrem a economistas depois de terem passado por algum "susto".
4. Extrai da entrevista três motivos que poderão levar os empresários portugueses a preferir pagar impostos na Holanda.
5. Verifica que Soares dos Santos procura abstrair-se de questões emocionais, justificando a sua responsabilidade "profissional".
6. Se a generalidade dos empresários portugueses não acreditasse na hipótese de Portugal no Euro, e deslocalizasse as suas actividades, que consequências imediatas teria essa atitude sobre a economia portuguesa?
Em que medida a nova política do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de "fazer tudo para salvar o euro" alterou o comportamento dos investidores para atitudes mais favoráveis à economia portuguesa?
Este "planeamento fiscal" é particularmente injusto porque o factor trabalho não dispõe da mesma opção. Acresce que caiu a pintura a Soares dos Santos que para promover o Pingo Doce andava a fazer publicidade dando ao país lições de patriotismo. Por isso o assunto espalhou-se pelas redes sociais.
A imprensa económica não lhe critica a racionalidade das decisões, porque grande parte das empresas que estão cotadas no principal índice da Euronext Lisboa fazem o mesmo.
1. Em entrevista ao EXPRESSO, Soares dos Santos justificou por que motivos se sentiu injustamente atacado.
Apresenta dois.
2. Apesar de a decisão de Soares dos Santos ser economicamente racional, ser legal, e corresponder rigorosamente ao comportamento de outros grupos grupos económicos, observa que continua ser moralmente criticável.
3. "O erro do Brasil só foi estudado em 2010 porque o trauma foi muito grande. Por isso recorri a um professor português do MIT e do INSEAD..."
Justifica a propensão comum à generalidade dos empresários de recorrem a economistas depois de terem passado por algum "susto".
4. Extrai da entrevista três motivos que poderão levar os empresários portugueses a preferir pagar impostos na Holanda.
5. Verifica que Soares dos Santos procura abstrair-se de questões emocionais, justificando a sua responsabilidade "profissional".
6. Se a generalidade dos empresários portugueses não acreditasse na hipótese de Portugal no Euro, e deslocalizasse as suas actividades, que consequências imediatas teria essa atitude sobre a economia portuguesa?
Em que medida a nova política do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de "fazer tudo para salvar o euro" alterou o comportamento dos investidores para atitudes mais favoráveis à economia portuguesa?
Consumerismo
- Se a população mundial tivesse a produtividade dos suíços, os hábitos de consumo dos chineses, os instintos igualitários dos suecos, e a disciplina social dos japoneses, o planeta poderia sustentar muitas vezes a população mundial, sem que ninguém tivesse que se privar de nada”.
Lester Thurow, in Para além dos limites ou Backup
- Se o resto do mundo vivesse - e consumisse - como os europeus, seriam necessários os recursos de mais três planetas Terra! Ler mais
- DIREITO À PROTECÇÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA - Responsabilidade directa do produtor perante o consumidor, pela reparação ou substituição de coisa defeituosa
- DIREITO À QUALIDADE DOS BENS E SERVIÇOS - Os bens e serviços destinados ao consumo devem ser aptos a satisfazer os fins a que se destinam e a produzir os efeitos que se lhes atribuem, segundo as normas legalmente estabelecidas
- DIREITO À PREVENÇÃO E À REPARAÇÃO DE DANOS - O consumidor tem direito à indemnização dos danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do fornecimento de bens ou prestações de serviços defeituosos
- DIREITO À FORMAÇÃO E À EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO
- DIREITO À INFORMAÇÃO PARA O CONSUMO
- DIREITO À REPRESENTAÇÃO E CONSULTA
- DIREITO À PROTECÇÃO JURÍDICA E A UMA JUSTIÇA ACESSÍVEL E PRONTA
- DEVER DE CONSCIÊNCIA CRÍTICA - Questionar, emitir opiniões, tomar atitudes
- DEVER DE AGIR - Combater a passividade, ser capaz de intervenção
- DEVER DE PREOCUPAÇÃO SOCIAL - Ter consciência das consequências das nossas opções de consumo, reconhecer grupos desfavorecidos
- DEVER DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL - Compreender as consequências ambientais do consumo e a responsabilidade pessoal e colectiva na conservação dos recursos existentes
- DEVER DE SOLIDARIEDADE -
Ser solidário com os outros, compreender o mundo numa perspectiva global e interligada
Decreto-Lei nº 67/2003 de 6 de Abril.
Sites de Defesa do Consumidor e de Reclamações online
- Portal do Consumidor - Site governamental
- DECO PROTESTE - Associação de Defesa dos Consumidores
- Entidade Reguladora do Sector Eléctrico - Conflitos emergentes do relacionamento comercial e contratual das entidades do sistema eléctrico de serviço público
- Autoridade da Concorrência - Tem a responsabilidade de assessorar o Governo, tendo em vista o funcionamento eficiente dos mercados, propondo medidas de natureza política ou legislativa que visem a livre concorrência
- Portal da Queixa - O consumidor pode relatar e demonstrar o desagrado relativamente a empresas e serviços
- res - Reclamações, Elogios e Sugestões - Site governamental
2. A DECO concebeu a apresentação que tens estado a ler para promover a Educação do Consumidor e práticas consumeristas.
Refere dois objectivos da Educação do Consumidor. (p. 15)
3. “Até à data, e no geral, o homem actuou no seu ambiente como um parasita, tomando o que deseja com pouca atenção pela saúde do seu hospedeiro, isto é, do sistema de sustentação da sua vida.” Hutchison (2000), citado em Consumo e Ambiente
Distingue o caminho Tecnozóico do Ecozóico, e refere a importância das tecnologias limpas para salvar o Planeta da degradação do ambiente e das alterações climáticas.
4. Verifica que o consumo insustentável referido na questão anterior é explicado não só pela Economia, mas também pela Psicologia ou pela Sociologia entre outras.
5. Refere como o consumismo é responsável pela exclusão do acesso de grande parte da população aos bens de consumo.
6. Comenta dois direitos do consumidor que te pareçam frequentemente obstruídos.
7. Será que frequentemente os jovens transmitem às suas famílias comportamentos de consumo mais consistentes com os seus deveres enquanto consumidores? Justifica.
8. Indica os quatro erres do Rap do Eco Consumidor. * Backup
9. Do teu ponto de vista o que é mais importante para consumir responsavelmente?
A - Conhecer a Lei do Consumidor
B - Ter valores compatíveis com um consumo responsável
Justifica.
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