LEI DE ENGEL
Quanto menor for o rendimento de uma família, maior tenderá a ser a proporção dos seus rendimentos gasta em alimentação e menor será a proporção dos rendimentos gasta em cultura, lazer, e gastos diversos.
Uma família que viva com o salário mínimo gastará a maior parte do rendimento em alimentação, e pouco restará depois de pagar a habitação, provavelmente para vestuário ou calçado barato. Bens de luxo serão inexistentes.
Quando o rendimento sobe, as famílias naturalmente gastarão mais dinheiro em todas as rubricas, mas observando a estrutura do consumo – a importância percentual de cada rubrica – verifica-se que a alimentação perde importância, enquanto os gastos diversos ganham maior expressão. Por exemplo, ganhando mais poderão sair mais vezes, ir ao cinema e jantar fora. A refeição no restaurante não é alimentação, porque também se paga o serviço, e portanto seria incluída em gastos diversos.
O Gráfico abaixo mostra a proporção das despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços, de 1995 a 2018. Indicando maior poder de compra o coeficiente das despesas em alimentação, bebidas e tabaco caiu 1,2 pp de 1995 a 2000 (19,6%-18,4%=1,2pp). A crise financeira de 2007/08 explicará parte do empobrecimento dos portugueses, que se traduz na subida deste coeficiente em 2,5 pp de 2009 a 2014 (20,4% -17,9%=2,5pp).
Considera as despesas de consumo de quatro famílias, os Alves, os Brito, os Cunha e os Damásio:
1. Calcula o orçamento de cada uma das famílias.
NOTA: Utiliza o ficheiro do Excel, e no final posta no blogue o link de partilha do ficheiro.
2. Determina os coeficientes orçamentais das quatro famílias para cada classe de despesa. (No ficheiro)
3. Representa graficamente as despesas percentuais das famílias nas diversas rubricas de despesa. (No ficheiro)
4. Verifica como a interpretação do quadro te conduz à Lei de Engel.
5. Partindo das Despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços (Ficheiro de ajuda), constrói um gráfico semelhante ao acima apresentado, mas apenas com o período posterior a 2000. * PREVIEW2000-2020
6. Analisa o gráfico que construíste no ponto anterior.
7. Refere como o consumo varia com os seguintes factores extra-económicos:
a) Estrutura etária dos agregados familiares;
b) Estilos de vida (v.g. fast-food, consumos lights, desportos radicais, consumos com consciência ambiental);
c) Moda;
d) Publicidade;
e) Cultura.
Sabe bem pagar tão pouco de impostos
No último post provavelmente estranhaste a ideia de Jean-Claude Trichet, de um Ministério das Finanças Europeu. Felizmente já ouviste falar do caso "Pingo Doce" para compreender que a os países da União Monetária não poderão ter políticas fiscais muito diferenciadas, sob o risco de todas as empresas estudarem engenharia financeira para verificarem onde podem pagar menos.
Este "planeamento fiscal" é particularmente injusto porque o factor trabalho não dispõe da mesma opção. Acresce que caiu a pintura a Soares dos Santos que para promover o Pingo Doce andava a fazer publicidade dando ao país lições de patriotismo. Por isso o assunto espalhou-se pelas redes sociais.
A imprensa económica não lhe critica a racionalidade das decisões, porque grande parte das empresas que estão cotadas no principal índice da Euronext Lisboa fazem o mesmo.
1. Em entrevista ao EXPRESSO, Soares dos Santos justificou por que motivos se sentiu injustamente atacado.
Apresenta dois.
2. Apesar de a decisão de Soares dos Santos ser economicamente racional, ser legal, e corresponder rigorosamente ao comportamento de outros grupos grupos económicos, observa que continua ser moralmente criticável.
3. "O erro do Brasil só foi estudado em 2010 porque o trauma foi muito grande. Por isso recorri a um professor português do MIT e do INSEAD..."
Justifica a propensão comum à generalidade dos empresários de recorrem a economistas depois de terem passado por algum "susto".
4. Extrai da entrevista três motivos que poderão levar os empresários portugueses a preferir pagar impostos na Holanda.
5. Verifica que Soares dos Santos procura abstrair-se de questões emocionais, justificando a sua responsabilidade "profissional".
6. Se a generalidade dos empresários portugueses não acreditasse na hipótese de Portugal no Euro, e deslocalizasse as suas actividades, que consequências imediatas teria essa atitude sobre a economia portuguesa?
Em que medida a nova política do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de "fazer tudo para salvar o euro" alterou o comportamento dos investidores para atitudes mais favoráveis à economia portuguesa?
Este "planeamento fiscal" é particularmente injusto porque o factor trabalho não dispõe da mesma opção. Acresce que caiu a pintura a Soares dos Santos que para promover o Pingo Doce andava a fazer publicidade dando ao país lições de patriotismo. Por isso o assunto espalhou-se pelas redes sociais.
A imprensa económica não lhe critica a racionalidade das decisões, porque grande parte das empresas que estão cotadas no principal índice da Euronext Lisboa fazem o mesmo.
1. Em entrevista ao EXPRESSO, Soares dos Santos justificou por que motivos se sentiu injustamente atacado.
Apresenta dois.
2. Apesar de a decisão de Soares dos Santos ser economicamente racional, ser legal, e corresponder rigorosamente ao comportamento de outros grupos grupos económicos, observa que continua ser moralmente criticável.
3. "O erro do Brasil só foi estudado em 2010 porque o trauma foi muito grande. Por isso recorri a um professor português do MIT e do INSEAD..."
Justifica a propensão comum à generalidade dos empresários de recorrem a economistas depois de terem passado por algum "susto".
4. Extrai da entrevista três motivos que poderão levar os empresários portugueses a preferir pagar impostos na Holanda.
5. Verifica que Soares dos Santos procura abstrair-se de questões emocionais, justificando a sua responsabilidade "profissional".
6. Se a generalidade dos empresários portugueses não acreditasse na hipótese de Portugal no Euro, e deslocalizasse as suas actividades, que consequências imediatas teria essa atitude sobre a economia portuguesa?
Em que medida a nova política do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de "fazer tudo para salvar o euro" alterou o comportamento dos investidores para atitudes mais favoráveis à economia portuguesa?
Consumerismo
- Se a população mundial tivesse a produtividade dos suíços, os hábitos de consumo dos chineses, os instintos igualitários dos suecos, e a disciplina social dos japoneses, o planeta poderia sustentar muitas vezes a população mundial, sem que ninguém tivesse que se privar de nada”.
Lester Thurow, in Para além dos limites ou Backup
- Se o resto do mundo vivesse - e consumisse - como os europeus, seriam necessários os recursos de mais três planetas Terra! Ler mais
- DIREITO À PROTECÇÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA - Responsabilidade directa do produtor perante o consumidor, pela reparação ou substituição de coisa defeituosa
- DIREITO À QUALIDADE DOS BENS E SERVIÇOS - Os bens e serviços destinados ao consumo devem ser aptos a satisfazer os fins a que se destinam e a produzir os efeitos que se lhes atribuem, segundo as normas legalmente estabelecidas
- DIREITO À PREVENÇÃO E À REPARAÇÃO DE DANOS - O consumidor tem direito à indemnização dos danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do fornecimento de bens ou prestações de serviços defeituosos
- DIREITO À FORMAÇÃO E À EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO
- DIREITO À INFORMAÇÃO PARA O CONSUMO
- DIREITO À REPRESENTAÇÃO E CONSULTA
- DIREITO À PROTECÇÃO JURÍDICA E A UMA JUSTIÇA ACESSÍVEL E PRONTA
- DEVER DE CONSCIÊNCIA CRÍTICA - Questionar, emitir opiniões, tomar atitudes
- DEVER DE AGIR - Combater a passividade, ser capaz de intervenção
- DEVER DE PREOCUPAÇÃO SOCIAL - Ter consciência das consequências das nossas opções de consumo, reconhecer grupos desfavorecidos
- DEVER DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL - Compreender as consequências ambientais do consumo e a responsabilidade pessoal e colectiva na conservação dos recursos existentes
- DEVER DE SOLIDARIEDADE -
Ser solidário com os outros, compreender o mundo numa perspectiva global e interligada
Decreto-Lei nº 67/2003 de 6 de Abril.
Sites de Defesa do Consumidor e de Reclamações online
- Portal do Consumidor - Site governamental
- DECO PROTESTE - Associação de Defesa dos Consumidores
- Entidade Reguladora do Sector Eléctrico - Conflitos emergentes do relacionamento comercial e contratual das entidades do sistema eléctrico de serviço público
- Autoridade da Concorrência - Tem a responsabilidade de assessorar o Governo, tendo em vista o funcionamento eficiente dos mercados, propondo medidas de natureza política ou legislativa que visem a livre concorrência
- Portal da Queixa - O consumidor pode relatar e demonstrar o desagrado relativamente a empresas e serviços
- res - Reclamações, Elogios e Sugestões - Site governamental
2. A DECO concebeu a apresentação que tens estado a ler para promover a Educação do Consumidor e práticas consumeristas.
Refere dois objectivos da Educação do Consumidor. (p. 15)
3. “Até à data, e no geral, o homem actuou no seu ambiente como um parasita, tomando o que deseja com pouca atenção pela saúde do seu hospedeiro, isto é, do sistema de sustentação da sua vida.” Hutchison (2000), citado em Consumo e Ambiente
Distingue o caminho Tecnozóico do Ecozóico, e refere a importância das tecnologias limpas para salvar o Planeta da degradação do ambiente e das alterações climáticas.
4. Verifica que o consumo insustentável referido na questão anterior é explicado não só pela Economia, mas também pela Psicologia ou pela Sociologia entre outras.
5. Refere como o consumismo é responsável pela exclusão do acesso de grande parte da população aos bens de consumo.
6. Comenta dois direitos do consumidor que te pareçam frequentemente obstruídos.
7. Será que frequentemente os jovens transmitem às suas famílias comportamentos de consumo mais consistentes com os seus deveres enquanto consumidores? Justifica.
8. Indica os quatro erres do Rap do Eco Consumidor. * Backup
9. Do teu ponto de vista o que é mais importante para consumir responsavelmente?
A - Conhecer a Lei do Consumidor
B - Ter valores compatíveis com um consumo responsável
Justifica.
Sociedade de Consumo
- "O mal do consumismo não está no consumo, mas no vazio que ele procura preencher. Um vazio de humanidade, de boa cultura e de melhores referências."
José Rafael Nascimento, in Citador
- "O enfrentamento do consumismo, caracterizado como doença na sua forma compulsiva, deve ser visto como um desafio educacional importante para a limitação do excesso de endividamento vivenciado atualmente por um número crescente de pessoas na nossa sociedade".
Muller, Karina de Oliveira
2. Faz o exercício Produtos de “Ontem” e Produtos de “Hoje”.
Justifica duas das respostas.
3. Faz o exercício Caracterização da Sociedade de Consumo.
Justifica duas das respostas.
4. No Gráfico abaixo observam-se três conjuntos seleccionados de países pela penetração da Internet de Banda Larga:
- 30% a 38% na Suiça, Dinamarca, França, Alemanha, Suécia, Bélgica e Reino Unido;
- 19% a 23% na Espanha, Irlanda, Itália, Grécia e Portugal;
- 3% em Cabo Verde, 1% na Índia, 0% na Indonésia, Irão, Angola e Moçambique.
Utilizando o gráfico,justifica a Internet de Banda Larga como bem de consumo indispensável ao desenvolvimento dos países.
5. Comenta uma das citações apresentadas no início deste post.
A heterogeneidade de situações de desenvolvimento
História de 200 países em 200 anos, vista em 4 minutos
Recursos em vídeo
2. Destaque dois aspectos da apresentação Aspectos-chave do Desenvolvimento Global.
3. Destaque dois aspectos do texto Crescimento Económico e Desenvolvimento.
4. Lendo o último Relatório do PNUD, identifique:
a) as pessoas mais vulneráveis, a quê e porquê (p. 19);
b) os choques e ameaças ao desenvolvimento humano (p. 21);
c) as políticas para a redução da vulnerabilidade e o reforço da resiliência (p. 26);
d) outros dois aspectos que entenda interessantes.
5. “Um estudo da cadeia de valor do iPod da Apple conclui que a maioria dos postos de trabalho necessários se situavam na Ásia, enquanto o maior volume salarial é pago nos Estados Unidos.” (p. 115) Comenta.
Os últimos 200 anos mudaram o Mundo. Em 1803 o Reino Unido era o país com maior rendimento per capita – 2.744 dólares - e nenhum outro tinha esperança de vida superior a 40 anos.
A industrialização teve um maior impacto nos países europeus e nos Estados Unidos, que cresceram mais rapidamente e ficaram cada vez mais ricos.
Após o final da II GGM o crescimento é mais acelerado, destacando-se a recuperação Japão, seguido pouco mais tarde pela China e pela Índia.
Hoje todos os países têm esperança de vida acima dos 45 anos, ultrapassando os 80 em alguns. Como este é um número médio, uma esperança de vida baixa significa uma mortalidade infantil elevada nos países menos desenvolvidos.
E a diferença entre o rendimento per capita dos países mais pobres relativamente aos mais ricos é enorme... Actualmente o rendimento per capita no Qatar é 223 vezes superior ao registado na República Democrática do Congo, havendo uma grande diversidade de situações intermédias.
Portugal é geralmente apresentado como um um país em desenvolvimento, porque os seus indicadores económicos se encontram acima dos valores observados nos países do Sul, mas ainda estamos muito afastados dos países do Norte.
Vamos estudar esta diversidade de situações, tirando partido da organização da turma em grupos/blogues, cuja imagem conjunta, no final evidenciará a heterogeneidade de situações de desenvolvimento verificadas nos países desenvolvidos (DC - Developed Countries), países em (vias de) desenvolvimento (PED/PVD) e nos países menos desenvolvidos (LDC - Least Developed Countries).
Cada grupo de alunos/blogue, irá comparar um conjunto diferente de 8 países contrastantes, 4 países desenvolvidos e 4 países incluídos noutra categoria:
Alexandre & Ana
Países Desenvolvidos (Noruega, França, Finlândia e Japão)
NPI de 1ª Geração / Tigres Asiáticos (Hong – Kong, Coreia do Sul, Singapura e Taiwan) – NPI significa Novos Países Industrializados
Bruno & Emanuel
Países Desenvolvidos (Suécia, Holanda, Noruega e Estados Unidos)
NIC (México, Brasil, Malásia e Turquia) – NIC também significa novos países industrializados, a sigla vem do inglês Newly Industrialized Countries, mas refere-se a um conjunto diferente de países, noutro contexto histórico
Daniel & Tiago
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países Exportadores de Petróleo (Arábia Saudita, Irão, Emiratos Árabes Unidos e Kuwait) - PEP
Jorge & Onofre
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países pejorativamente referidos na imprensa desde a Crise Financeira de 2008 (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Spain) - PIGS
Márcio, Rafael R & Miguel
Países Desenvolvidos (Islândia, Holanda, Reino Unido e Nova Zelândia)
PALOP (Cabo Verde, Guiné, Angola e Moçambique) - PALOP
Rafael L & Ifeanyi Ashala
Países Desenvolvidos (Bélgica, Reino Unido, Dinamarca e Canadá)
Países em Vias de Desenvolvimento (Argentina, Chile, Portugal e Grécia) - PVD
Nelson
Países Desenvolvidos (Luxemburgo, Áustria, França e Estados Unidos)
IDH Médio (Filipinas, Botsuana, Mongólia, e Egipto)
Pedro Pais & André Santos
Países Desenvolvidos (Holanda, Irlanda, Alemanha e Japão)
BRIICS (África do Sul, Rússia, Índia e China) - BRIICS (Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul) http://www.oecd.org/dataoecd/35/34/42324460.pdf
Serão utilizados preferencialmente nesta tarefa os dois primeiros recursos:
- Google Public Data Explorer;
- Gapminder;
- Recomenda-se que visite os Indicadores Online caso sinta necessidade de recursos adicionais.
1. ... construindo no mínimo 3 Gráficos com o Google Public Data Explorer, tendo o cuidado de seleccionar indicadores económicos, demográficos e sócio-culturais. Cada gráfico deverá ser incorporado no blogue e acompanhado de um comentário breve.
2. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o Gapminder World. Indicar no blogue o respectivo link e realizar um comentário breve a cada gráfico.
3. ... utilizando a funcionalidade DATA do Gapminder, importar ficheiros do Excel para produzir neste software, no mínimo 3 outros Gráficos. Gravar as imagens no Paint. Produzir um comentário breve a cada gráfico.
4. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o UNdata. Publicar no blogue a respectiva imagem e realizar um comentário breve a cada gráfico.
Exemplo (login Gmail)
5. ... mencionando para os dois grupos de países a evolução do IDH assinalada no Trends http://hdr.undp.org/en/data/trends/
6. ... tendo em consideração o conjunto dos dados reunidos nos pontos anteriores, e os comentários parcelares. Sintetize num comentário global as conclusões a que chegou. Enriqueça o seu comentário referindo características dos países que trabalhou (utilizando os links neste post e/ou pesquisa).
EXEMPLO: Em todos os países a Taxa de Fertilidade tem caído nos últimos 50 anos. Nos Estados Unidos o indicador encontra-se em 2,1, número que constitui referência na análise do mesmo. Significa que mantendo-se os níveis de fecundidade, a sociedade se encontra exactamente a substituir a população que vai morrendo. Uma Taxa de Fertilidade superior (inferior) a 2,1 significa crescimento (redução) da população. Dos países seleccionados no gráfico abaixo quase todos apresentam uma taxa de fertilidade inferior ao nível de renovação das gerações, constituindo a Índia a única excepção. Note-se que em 1960 o Brasil, a Índia e a China observavam taxas de fertilidade muito superiores às registadas nos países desenvolvidos.
Portugal, Itália, Grécia e Espanha encontram-se neste indicador muito próximos da Alemanha. Se nos PIGS se pode a associar a reduzida fertilidade a factores estruturais que persistem em reduzir as suas expectativas de crescimento e desenvolvimento, já relativamente à Alemanha se poderá observar que a sua pujança económica não se traduz no crescimento da população.
Dois conceitos que frequentemente se confundem: Taxa de Fertilidade e Taxa de Fecundidade
A Taxa de Fertilidade (nascidos/mulher) representa o número de crianças que nasceriam às mulheres se elas viverem até ao fim de seus anos férteis tendo filhos de acordo com as actuais taxas específicas de fecundidade por idade.
A Taxa de Fecundidade Geral representa o número de nados-vivos observado durante um determinado período de tempo, normalmente um ano civil, referido ao efectivo médio de mulheres em idade fértil (entre os 15 e os 49 anos) desse período (habitualmente expressa em número de nados-vivos por 1000 mulheres em idade fértil), (metainformação – INE).
Recursos em vídeo
- Aula de História sobre a Revolução Industrial no Youtube (Opcional)
- A Revolução Industrial em Inglaterra (Produzido pela Enciclopédia Britãnica)
- Uma breve história da Economia Global desde 1800 *** TEXTO
- Aspectos-chave do Desenvolvimento Global (Ignorance Project)
- Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 - Leitura
I Parte
1. Destaque dois aspectos da apresentação Uma breve história da Economia Global desde 1800.2. Destaque dois aspectos da apresentação Aspectos-chave do Desenvolvimento Global.
3. Destaque dois aspectos do texto Crescimento Económico e Desenvolvimento.
4. Lendo o último Relatório do PNUD, identifique:
a) as pessoas mais vulneráveis, a quê e porquê (p. 19);
b) os choques e ameaças ao desenvolvimento humano (p. 21);
c) as políticas para a redução da vulnerabilidade e o reforço da resiliência (p. 26);
d) outros dois aspectos que entenda interessantes.
5. “Um estudo da cadeia de valor do iPod da Apple conclui que a maioria dos postos de trabalho necessários se situavam na Ásia, enquanto o maior volume salarial é pago nos Estados Unidos.” (p. 115) Comenta.
Os últimos 200 anos mudaram o Mundo. Em 1803 o Reino Unido era o país com maior rendimento per capita – 2.744 dólares - e nenhum outro tinha esperança de vida superior a 40 anos.
A industrialização teve um maior impacto nos países europeus e nos Estados Unidos, que cresceram mais rapidamente e ficaram cada vez mais ricos.
Após o final da II GGM o crescimento é mais acelerado, destacando-se a recuperação Japão, seguido pouco mais tarde pela China e pela Índia.
Hoje todos os países têm esperança de vida acima dos 45 anos, ultrapassando os 80 em alguns. Como este é um número médio, uma esperança de vida baixa significa uma mortalidade infantil elevada nos países menos desenvolvidos.
E a diferença entre o rendimento per capita dos países mais pobres relativamente aos mais ricos é enorme... Actualmente o rendimento per capita no Qatar é 223 vezes superior ao registado na República Democrática do Congo, havendo uma grande diversidade de situações intermédias.
Ver apresentação dos últimos 200 anos por Hans Rosling no GAPMINDER (Em inglês) * Legendado no topo do post
Portugal é geralmente apresentado como um um país em desenvolvimento, porque os seus indicadores económicos se encontram acima dos valores observados nos países do Sul, mas ainda estamos muito afastados dos países do Norte.
Cada grupo de alunos/blogue, irá comparar um conjunto diferente de 8 países contrastantes, 4 países desenvolvidos e 4 países incluídos noutra categoria:
Alexandre & Ana
Países Desenvolvidos (Noruega, França, Finlândia e Japão)
NPI de 1ª Geração / Tigres Asiáticos (Hong – Kong, Coreia do Sul, Singapura e Taiwan) – NPI significa Novos Países Industrializados
Bruno & Emanuel
Países Desenvolvidos (Suécia, Holanda, Noruega e Estados Unidos)
NIC (México, Brasil, Malásia e Turquia) – NIC também significa novos países industrializados, a sigla vem do inglês Newly Industrialized Countries, mas refere-se a um conjunto diferente de países, noutro contexto histórico
Daniel & Tiago
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países Exportadores de Petróleo (Arábia Saudita, Irão, Emiratos Árabes Unidos e Kuwait) - PEP
Jorge & Onofre
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países pejorativamente referidos na imprensa desde a Crise Financeira de 2008 (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Spain) - PIGS
Márcio, Rafael R & Miguel
Países Desenvolvidos (Islândia, Holanda, Reino Unido e Nova Zelândia)
PALOP (Cabo Verde, Guiné, Angola e Moçambique) - PALOP
Rafael L & Ifeanyi Ashala
Países Desenvolvidos (Bélgica, Reino Unido, Dinamarca e Canadá)
Países em Vias de Desenvolvimento (Argentina, Chile, Portugal e Grécia) - PVD
Nelson
Países Desenvolvidos (Luxemburgo, Áustria, França e Estados Unidos)
IDH Médio (Filipinas, Botsuana, Mongólia, e Egipto)
Pedro Pais & André Santos
Países Desenvolvidos (Holanda, Irlanda, Alemanha e Japão)
BRIICS (África do Sul, Rússia, Índia e China) - BRIICS (Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul) http://www.oecd.org/dataoecd/35/34/42324460.pdf
Serão utilizados preferencialmente nesta tarefa os dois primeiros recursos:
- Google Public Data Explorer;
- Gapminder;
- Recomenda-se que visite os Indicadores Online caso sinta necessidade de recursos adicionais.
II Parte
Tarefa: Comparar os países indicados...1. ... construindo no mínimo 3 Gráficos com o Google Public Data Explorer, tendo o cuidado de seleccionar indicadores económicos, demográficos e sócio-culturais. Cada gráfico deverá ser incorporado no blogue e acompanhado de um comentário breve.
2. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o Gapminder World. Indicar no blogue o respectivo link e realizar um comentário breve a cada gráfico.
3. ... utilizando a funcionalidade DATA do Gapminder, importar ficheiros do Excel para produzir neste software, no mínimo 3 outros Gráficos. Gravar as imagens no Paint. Produzir um comentário breve a cada gráfico.
4. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o UNdata. Publicar no blogue a respectiva imagem e realizar um comentário breve a cada gráfico.
Exemplo (login Gmail)
5. ... mencionando para os dois grupos de países a evolução do IDH assinalada no Trends http://hdr.undp.org/en/data/trends/
6. ... tendo em consideração o conjunto dos dados reunidos nos pontos anteriores, e os comentários parcelares. Sintetize num comentário global as conclusões a que chegou. Enriqueça o seu comentário referindo características dos países que trabalhou (utilizando os links neste post e/ou pesquisa).
EXEMPLO: Em todos os países a Taxa de Fertilidade tem caído nos últimos 50 anos. Nos Estados Unidos o indicador encontra-se em 2,1, número que constitui referência na análise do mesmo. Significa que mantendo-se os níveis de fecundidade, a sociedade se encontra exactamente a substituir a população que vai morrendo. Uma Taxa de Fertilidade superior (inferior) a 2,1 significa crescimento (redução) da população. Dos países seleccionados no gráfico abaixo quase todos apresentam uma taxa de fertilidade inferior ao nível de renovação das gerações, constituindo a Índia a única excepção. Note-se que em 1960 o Brasil, a Índia e a China observavam taxas de fertilidade muito superiores às registadas nos países desenvolvidos.
Portugal, Itália, Grécia e Espanha encontram-se neste indicador muito próximos da Alemanha. Se nos PIGS se pode a associar a reduzida fertilidade a factores estruturais que persistem em reduzir as suas expectativas de crescimento e desenvolvimento, já relativamente à Alemanha se poderá observar que a sua pujança económica não se traduz no crescimento da população.
Dois conceitos que frequentemente se confundem: Taxa de Fertilidade e Taxa de Fecundidade
A Taxa de Fertilidade (nascidos/mulher) representa o número de crianças que nasceriam às mulheres se elas viverem até ao fim de seus anos férteis tendo filhos de acordo com as actuais taxas específicas de fecundidade por idade.
A Taxa de Fecundidade Geral representa o número de nados-vivos observado durante um determinado período de tempo, normalmente um ano civil, referido ao efectivo médio de mulheres em idade fértil (entre os 15 e os 49 anos) desse período (habitualmente expressa em número de nados-vivos por 1000 mulheres em idade fértil), (metainformação – INE).
A relatividade dos padrões de consumo
Somos hoje atraídos por uma comida agradável à vista, de fácil acesso e fácil deglutição face à qual os indivíduos despendem de menor esforço: estendemos a mão e a comida aparece. Esta comida hipercalórica é sedutora mas provoca o terror de engordar. Daí as promessas de saúde que remetem para alguma alimentação especial que custa muito mais dinheiro e que, regra geral, é apoiada pelos mesmas empresas que promovem a alimentação indesejável.
Autobiografia de uma rapariga gorda
1. Mostre com base na autobiografia acima que a alimentação nas sociedades ocidentais deixou de ser um problema económico para se tornar um problema de saúde pública.
2. Verifique no mapa interactivo que o consumo de gordura é muito diferenciado no Mundo. Compare duas zonas contrastantes à sua escolha.
3. Verifique que Portugal é habitualmente associado à dieta mais saudável do Mundo a dieta mediterrânica. Apresente três características desta dieta.
4. Caracterize o fast food (ou junk food).
Autobiografia de uma rapariga gorda
1. Mostre com base na autobiografia acima que a alimentação nas sociedades ocidentais deixou de ser um problema económico para se tornar um problema de saúde pública.
2. Verifique no mapa interactivo que o consumo de gordura é muito diferenciado no Mundo. Compare duas zonas contrastantes à sua escolha.
3. Verifique que Portugal é habitualmente associado à dieta mais saudável do Mundo a dieta mediterrânica. Apresente três características desta dieta.
4. Caracterize o fast food (ou junk food).
Poupar Energia
Um aspecto ao qual estamos particularmente desatentos na Sociedade de Consumo é o excessivo gasto de energia.
1. Calcule a sua pegada carbónica na Calculadora Carbono. No final faça download do "plano de redução" e comente as sugestões indicadas.
2. Indique outras coisas que poderá fazer para poupar energia, consultando os sites abaixo indicados.
3. Mostre que grande parte do consumo energético excessivo é cultural.
4. Comente o efeito sobre o consumo de energia, provocado pelo desconhecimento na utilização dos equipamentos.
5. Testa os teus conhecimentos sobre o como a poupança de energia pode minimizar as alterações climáticas. Selecciona do site deste quiz três dicas de poupança que já façam parte dos teus hábitos.
Calculadora Carbono
Portal do Consumidor
Economia de Combustível nos Veículos Ligeiros (Clique em Consulte as Dicas)
Como poupar energia desligando os equipamentos (Ver também Eficiência Energética)
1. Calcule a sua pegada carbónica na Calculadora Carbono. No final faça download do "plano de redução" e comente as sugestões indicadas.
2. Indique outras coisas que poderá fazer para poupar energia, consultando os sites abaixo indicados.
3. Mostre que grande parte do consumo energético excessivo é cultural.
4. Comente o efeito sobre o consumo de energia, provocado pelo desconhecimento na utilização dos equipamentos.
5. Testa os teus conhecimentos sobre o como a poupança de energia pode minimizar as alterações climáticas. Selecciona do site deste quiz três dicas de poupança que já façam parte dos teus hábitos.
Calculadora Carbono
Portal do Consumidor
Economia de Combustível nos Veículos Ligeiros (Clique em Consulte as Dicas)
Como poupar energia desligando os equipamentos (Ver também Eficiência Energética)
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