Taxa de desemprego estimada em 10,8% - 2.º Trimestre de 2016

  • A taxa de desemprego no 2.º trimestre de 2016 foi 10,8%. Este valor é inferior em 1,6 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 1,1 p.p. ao do trimestre homólogo de 2015; é o valor mais baixo desde o 1.º trimestre de 2011.
    A população desempregada, estimada em 559,3 mil pessoas, registou uma diminuição trimestral de 12,6% (menos 80,9 mil pessoas) e uma diminuição homóloga de 9,8% (menos 61,1 mil pessoas).
    A população empregada, estimada em 4 602,5 mil pessoas, verificou um acréscimo trimestral de 2,0% (mais 89,2 mil pessoas) e um acréscimo homólogo de 0,5% (mais 21,7 mil pessoas).
    A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 58,3%, valor superior ao observado no trimestre anterior em 0,2 p.p. e inferior ao do trimestre homólogo em 0,3 p.p..
    Nestas estimativas trimestrais foi considerada a população com 15 e mais anos, não sendo os valores ajustados de sazonalidade.
    Estatísticas do Emprego, Destaque do INE, 2º trimestre de 2016
A Taxa de Desemprego é a percentagem de desempregados entre a População Activa.

Distingue-se a Taxa de Desemprego em sentido lato da Taxa de Desemprego em sentido restrito em função do conceito de desempregado:

Considera-se desempregado em sentido lato, o individuo com idade mínima de 15 anos, que não se encontra a frequentar o ensino obrigatório, e que reúne simultaneamente nas seguintes situações:
- está sem trabalho;
- está disponível para trabalhar.

Considera-se desempregado em sentido restrito, o individuo com idade mínima de 15 anos, que não se encontra a frequentar o ensino obrigatório, e que reúne simultaneamente nas seguintes situações:
- está sem trabalho;
- está disponível para trabalhar;
- procura trabalho, isto é, tenha realizado diligências para encontrar um emprego, nos últimos 30 dias.

A Taxa de Actividade é a percentagem da População Activa relativamente à População Total (menor que residente).
A População Activa inclui os maiores de 15 anos que, no período de referência, constituem a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico, quer os que estejam empregados, quer os que estejam desempregados à procura de emprego.
Os desencorajados já não procuram emprego, incluindo-se na população inactiva, bem como os que se encontram a cumprir o serviço militar obrigatório, crianças, reformados e inválidos.

O Gráfico abaixo apresenta os valores destas variáveis para 2015.



1. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Actividade, indicando as operações.

2. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Desemprego, indicando as operações.

3. Interpreta a Taxa de Actividade calculada em 1..

4. Interpreta a Taxa de Desemprego calculada em 2..

5. Utilizando as taxas de variação homólogas e trimestrais, referentes ao 2º trimestre de 2016, no Quadro 3 (p.11) do destaque acima referido, justifica:
- o género em que o desemprego caiu mais;
- o grupo etário em que o desemprego caiu mais;
- o nível de escolaridade em que o desemprego caiu mais.

6. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie as diferenças na Taxa de Actividade entre os géneros (F/M) e entre Portugal e a União Europeia. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

7. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada os diversos grupos etários. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

8. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada em função do nível de escolaridade concluída. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

9. Constrói a partir da população desempregada por nível de escolaridade completo - Masculino e Feminino um gráfico que evidencie como a Taxa de Desemprego varia com o género (M/F) e com a o nível de escolaridade. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

Carga fiscal manteve tendência crescente, fixando-se em 34,5% do PIB

Recurso

O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.

Tarefa

I Parte

Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (2 gráficos e 5 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.

II Parte

1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?

2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.

Uma resposta

Índices de Preços em Exames Nacionais

Publique as imagens abaixo, após a sua edição no Paint, de modo a apresentar não apenas a resposta correcta, mas também os cálculos efectuados para lá chegar.

















Correcção

Cálculo do PIB em Exames Nacionais

Publique as imagens abaixo, após a sua edição no Paint, de modo a apresentar não apenas a resposta correcta, mas também os cálculos efectuados para lá chegar.







II

1. Utilizando este sistema de contas (tês), determina o valor do PIB pelos dois métodos estudados na economia composta pelas operações abaixo indicadas:
  • A Empresa Piscatória pescou peixe que vendeu à Empresa de Conservas pelo valor de 3.000 €
  • A Empresa de Conservas transformou o peixe anteriormente adquirido em conservas que vendeu ao Restaurante por 5.000 €; No processo de fabrico gastou energia que adquiriu à EDP por 500 €
  • O Restaurante vendeu o peixe ao público por 8.000 €; o Restaurante também consumiu energia da EDP no valor de 200 €
2. Constrói um quadro de entradas e saídas representando as mesmas operações, no mesmo ficheiro.

Fonte: 5 e 6 daqui.

Correcção

Help - Efeito substituição e efeito rendimento

DICA PARA A QUESTÃO 3
1. Supondo X um bem inferior, certamente que a posição final - 2 - terá que ser diferente daquela a que chegámos quando X foi considerado um bem normal.
2. A nova posição final 2 terá que se situar sobre a mesma restrição orçamental ac que ilustra todas as novas combinações possíveis do consumo de X e Y.
3. Observe que a projecção do ponto 1 na recta orçamental ac, cria nesta 3 áreas diferentes:
- pontos na área a cinzento reflectem um aumento do consumo de ambos os bens: +X e +Y;
- pontos na área a castanho reflectem um aumento do consumo de Y e uma redução de X: -X e +Y;
- pontos na área a vermelho reflectem um aumento do consumo de X e uma redução de Y: +X e -Y.
Portanto, agora bastará observar em que área ficará o NOVO PONTO 2 na nova situação. Para distinguir o efeito rendimento do efeito substituição, tal como na situação anterior, desenha-se uma recta paralela a ac, que reflicta os novos preços (ie, com a mesma inclinação de ac); esta recta deverá passar pelo ponto 1, mostrando todos os pontos que seriam acessíveis antes do aumento do rendimento (a redução do rendimento expressa-se na distância entre as duas curvas).

Pontos base (pb)

O termo pontos base (pb), ou basis point (bp ou bps) é frequentemente utilizado quando os economistas se referem a variações das taxas de juro. Esta convenção foi criada porque estas variações são normalmente muito pequenas, e então definiu-se que 1% corresponde a 100 pontos base. Mais, as variações de pontos base são sempre aditivas, evitando-se assim a confusão entre variação absoluta (ie. Δx=xf-xi) ou variação relativa (ie. Δx/xi).
Exemplo: Uma subida de 2% numa taxa de juro que se encontra em 10% significa que esta vai para 12% ou para 10,2%? — 10%+2% ou 10%*1,02 — Uma subida de 200 pontos base corresponde inequivocamente à passagem de 10% para 12%.
Subindo 10/25/50/100... pontos base passaria de 10% a 10,1%/10,25%/10,5%/11%...

Novo exemplo: “Naquela que foi a primeira reunião de Mario Draghi à frente do BCE, foi deliberada uma descida dos juros na Zona Euro em 25 pontos base. A taxa de referência passou a ser de 1,25%”. (Notícia da TVI) Obviamente que a taxa de referência antes desta decisão se encontrava em 1,5%.

Quando nos referimos à economia real, utilizamos termos que frequentemente se confundem com este: variação em percentagem (%) ou pontos percentuais (pp), conceitos explicados noutro post.

Poder de Compra

O Poder de compra em termos per capita é um número índice com o valor 100 na média do país, que compara o poder de compra manifestado quotidianamente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões (Metainformação).

A imagem abaixo mostra uma distribuição muito desigual pelas regiões.



Em 1993 a Área Metropolitana de Lisboa (AML) e o Algarve são as duas regiões que se encontram acima da média, evidenciando a AML um poder de compra 1,63 vezes superior ao do país. Em 2013 esta disparidade atenua-se, passando o poder de compra na AML a representar 1,25 vezes o país, após ter perdido 37,55 pontos no índice. O Algarve perdeu 12,63 pontos, conservando-se ainda como a segunda região com maior poder de compra, mas já abaixo da média do país. Nas restantes regiões observa-se a sua aproximação relativamente à média, com destaque para a Região Autónoma da Madeira (RAM), que ganhando 19,01 pontos foi a que mais progrediu, em contraste com o Norte que apenas subiu 10,31 pontos, mas mesmo assim se mantém como a terceira região do país com maior poder de compra.

1. Estuda a evolução do poder de compra nos municípios da AML. (Sugestão: Compara 8 municípios contrastantes, ie, 4 com elevado poder de compra vs. 4 com reduzido poder de compra)

2. Estuda a possibilidade de o poder de compra se encontrar correlacionado com o nível de escolaridade nos mesmos municípios. NOTA: Coeficiente de Correlação de Pearson - r, função CORREL no Excel.)

Sugestão: Evolução do poder de compra na AMP e estudo da sua correlação com a escolaridade

Carga fiscal fixou-se em 34,4% do PIB em 2014

Recurso

O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.

Tarefa

I Parte
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as seis imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.

II Parte
1. Comenta o gráfico 2 no período 2011-2014.

2. Comenta o gráfico 4.

3. Comenta o gráfico 5.

4. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?

5. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.

Calculando as tcv e tcp a partir das séries a preços correntes e a preços do ano anterior

Já se viu que só por si, as séries do PIB a preços correntes não permitem determinar as taxas de crescimento em volume nem dos preços, porque o seu valor combina ambas as variações. Este problema pode ser resolvido com as séries a preços constantes. Porém, com o tempo, os preços no ano base deixam de ser representativos, porque vão sendo produzidos bens anteriormente inexistentes, cuja valorização é problemática.

Uma solução prática, consiste em calcular o PIB a preços do anterior, o que equivale à mudança de ano base em cada ano.

Então poderá calcular-se o Índice de Preços implícitos no PIB dividindo a série a preços correntes pela série a preços do ano anterior. Multiplica-se por 100 para obter um valor de interpretação mais comum.
Neste caso, para calcular a tcp t/t-1 basta subtrair 100 ao Índice de Preços.

Note que as duas séries do PIB combinadas, oferecem a quantidade do PIB de dois anos sucessivos, t e t-1, calculada a preços do ano t-1. Portanto, basta combinar o PIB do ano t, a preços do ano anterior (t-1), com o PIB do ano t-1, calculado a preços correntes (t-1). Como ambos os valores estão calculados a preços do ano t-1, mas a quantidade varia de t-1 para t, o resultado será a tcv t/t-1.

A tabela abaixo sintetiza o que se escreveu acima.

A título de exemplo, a partir do PORDATA, recolheu-se a série do PIB a preços correntes e a série do PIB a preços do ano anterior. Para o período 1996-2014 calcularam-se o IP, a tcp e tcp.

Na representação gráfica das série do PIB, quando os preços subiram (tcp>0) a série a preços correntes surge acima da série a preços do ano anterior.

A representação gráfica das tcv e das tcp permite observar rapidamente em que momentos o PIB cresceu (caiu) mais (menos), tal como quando os preços subiram (desceram) mais (menos).

1. Recolhendo os dados do PIB a preços correntes e a preços do ano anterior no PORDATA, constrói uma tabela semelhante à acima apresentada.
Ficheiro de ajuda

2. Representa graficamente o PIB a preços correntes e a preços do ano anterior.

3. Representa graficamente a tcv e a tcp.

4. Indica em que ano:
A – O PIB
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
- caiu mais lentamente
B – os preços
- subiram mais rapidamente
- subiram mais lentamente
- desceram mais rapidamente
- desceram mais lentamente

Rendimento e Condições de Vida PT-UE

Segundo dados do EuroStat, Statistics on Income and Living Conditions (EU-SILC), 27,5% da população portuguesa vive em risco de pobreza ou de exclusão social, situação que na República Checa se aplica apenas a 14,8% da população. Em ambos os países as mulheres correm um risco superior ao dos homens, tal como os jovens relativamente aos idosos, as famílias com mais filhos e as pessoas com um nível de educação mais baixo.



Define-se a população em risco de pobreza ou exclusão social como os indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa.

As famílias consideram-se em risco de pobreza quando o rendimento por adulto se encontra abaixo de 60% da mediana de rendimento por adulto do país.

A intensidade laboral per capita muito reduzida, de famílias que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível, contribui para colocar as famílias em situação de privação material.

Define-se Taxa de privação material como a proporção da população em que se verificam pelo menos três das seguintes nove dificuldades: a) Sem capacidade para assegurar o pagamento imediato de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (sem recorrer a empréstimo); b) Sem capacidade para pagar uma semana de férias, por ano, fora de casa, suportando a despesa de alojamento e viagem para todos os membros do agregado; c) Atraso, motivado por dificuldades económicas, em algum dos pagamentos regulares relativos a rendas, prestações de crédito ou despesas correntes da residência principal, ou outras despesas não relacionadas com a residência principal; d) Sem capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 em 2 dias; e) Sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida; f) Sem disponibilidade de máquina de lavar roupa por dificuldades económicas; g) Sem disponibilidade de televisão a cores por dificuldades económicas; h) Sem disponibilidade de telefone fixo ou telemóvel, por dificuldades económicas; i) Sem disponibilidade de automóvel (ligeiro de passageiros ou misto) por dificuldades económicas.

A Taxa de privação material severa corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos quatro das nove dificuldades descritas na Taxa de privação material.



1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.

2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida (Backup), comente a taxa de risco de pobreza:
a) por grupo etário de 2003 a 2013 (pp. 2);
b) segundo a composição do agregado familiar (pp. 2);
c) referindo a importância das transferências sociais (pp. 3).

3. No mesmo documento (pp. 4) observe a tabela Indicadores de privação material. Justifique a relação entre a Taxa de privação material e a Taxa de privação material severa.

4. Utilizando a Taxa de privação material severa (no PORDATA) para 2007 e 2017, constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados.

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM)

Em Setembro de 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU), reuniu em Nova Iorque 189 países, incluindo Portugal, que assumiram o compromisso de executar uma agenda global para promoção da paz, dos direitos humanos e do desenvolvimento. Daqui resulta a Declaração do Milénio, actualmente adoptada pelos 192 Estados-membros. Foram definidas metas para 2015 tendo em vista a concretização dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM):
1- Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome
2- Alcançar o ensino primário universal
3- Promover a igualdade entre os sexos
4- Reduzir em dois terços a mortalidade infantil
5- Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
6- Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves
7- Garantir a sustentabilidade ambiental
8- Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento

Utilizando os links abaixo, constrói uma apresentação no Google Drive com a seguinte estrutura:

- O que se fez?
- O que falta fazer?
- Como posso contribuir?


Recursos

Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental

Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2010

Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2014

Questionário sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM's)

Guia ODM - o que são * Backup

Millennium Development Goals

Aplicações da Teoria dos Preços


Apresentação *** Apresentação aberta


Faz uma apresentação no Google Drive explicando o seguinte:
  1. Efeito da criação/aumento de um imposto sobre a produção, comparando dois casos (procura rígida versus procura elástica)
  2. Efeito do estabelecimento de preços mínimos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
  3. Efeito do estabelecimento de preços máximos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
  4. Efeito da abertura ao exterior do mercado nacional de um bem, quando o preço internacional é inferior ao preço interno.
  5. Definição de desemprego clássico


Sugestões de correcção

Efeito substituição e efeito rendimento

O efeito global de uma subida (descida) de preço do bem X pode ser decomposto em dois efeitos: (1) o efeito substituição que indica a redução (o aumento) na quantidade procurada de X, resultante da subida (descida) de preço de X, que torna os bens substitutos mais (menos) atrativos; e (2) o efeito rendimento que indica a redução (o aumento) da quantidade procurada de X resultante da redução (do aumento) do poder de compra causada(o) pela subida (descida) de preço do bem X.

Apresentação

Considere uma família, que apenas consome dois bens: X e Y. Dado o seu rendimento e os preços dos produtos, a recta ab define a sua restrição orçamental, isto é, o conjunto de combinações de X e Y que poderá adquirir. Tendo em consideração as suas preferências, suponha-se que a família escolhe inicialmente o ponto 1 ( Ov de Y e Os de X). Admita-se agora que o preço do bem X baixa, ceteris paribus (ie., permanecendo os restantes factores constantes). A recta de orçamento ac indica o novo conjunto de possibilidades abertas à família. Se escolher a combinação 2 (0t de Y e 0u de X), de entre todas as que se lhe apresentam, consumirá mais de X e de Y.

Imagine-se uma redução do rendimento que permitiria à família comprar o mesmo cabaz de bens que adquiria na situação 1. Isso corresponderia a uma nova restrição orçamental, passando por 1, a’c’. A família pode deslocar-se de 1 para qualquer ponto situado em a’c’, por exemplo, para o ponto 3. A variação da quantidade adquirida de X (de 0s para 0w) sw define-se como o efeito de substituição, que é o efeito apenas resultante de uma variação dos preços relativos. De modo geral, espera-se que a família compre mais do produto relativamente mais barato, X, e menos do relativamente mais caro, Y.

Graficamente, a restrição orçamental afastou-se paralelamente a si própria, até regressar à posição inicial. Neste movimento mantêm-se constantes os preços relativos dos bens, representando unicamente alterações do rendimento. Define-se como efeito de rendimento o movimento da posição intermédia, 3, para a posição final, 2; como os preços relativos se mantêm constantes e o rendimento familiar aumenta, comprando-se mais wu de X.

É claro que na prática a família desloca-se directamente do ponto 1 para o ponto 2. Contudo, a teoria afirma que a procura é função dos preços relativos e do rendimento real. A redução do preço monetário de um produto, reduz o seu preço relativo e aumenta o rendimento real. O que se fez aqui foi discriminar os efeitos de ambas as variações.

1. Relacione o efeito substituição com o declive da curva da procura.
2. Na análise gráfica acima supõe-se que os bens são normais ou inferiores? (*) Justifique.
3. Desenhe uma imagem que represente o efeito de substituição e o efeito rendimento supondo que X é um bem inferior.

3 por etapas (RESOLVIDO)

II
Faça uma apresentação no Google Drive, incluindo 6 slides com os seguintes títulos:
1. Definições: O volume da procura como quantidade desejada e como fluxo
2. Da Função procura à Curva da procura
3. Variação da procura. Definição
4. Aumento e redução da procura. Definição
5. Variação da procura e efeito substituição. O declive da Curva
6. Aumento e redução da procura e efeito rendimento. Duas Curvas paralelas

Sugestão para os 6 slides

(*) Nos bens normais a sua procura varia directamente com o rendimento. Isto é, quando o seu preço aumenta, o efeito substituição leva os consumidores a desejarem menos o produto, optando por sucedâneos, coerentemente com a lei da procura.
No caso dos bens inferiores – ou bens de Giffen - a sua procura varia inversamente com o rendimento, violando a lei da procura.
O economista vitoriano Sir Francis Giffen supõe ter observado o exemplo real mais citado. Durante a fome irlandesa de batata no século XIX, como o preço da batata aumentou, os consumidores empobrecidos tinham pouco dinheiro para alimentos mais nutritivos, mais caros, como a carne (efeito rendimento). Assim, mesmo que eles preferissem comprar mais carne e menos batatas (efeito de substituição), a falta de dinheiro levou-os a comprar mais batatas e menos carne.

DICA PARA A QUESTÃO 3

1º de Dezembro: O problema não são os feriados, mas a baixa produtividade

Quando pensamos nos feriados, não deveremos esquecer as férias pagas, porque em termos práticos se traduzem igualmente em dias de lazer ganhos, observando-se grande diversidade na sua distribuição. No entanto, quando Portugal esteve sujeito ao Programa de Assistência Económica e Financeira 2011-2014, a comparação fazia-se directamente com a Alemanha, eliminando quatro feriados.

Outro factor a considerar será o peso do horário semanal. Recorrendo às estatísticas do EuroStat facilmente concluímos que Portugal é dos países da União Europeia onde os empregados a tempo inteiro trabalham mais horas, aspecto que facilmente anulará qualquer feriado “a mais”. O problema com que Portugal se defronta, e que tem justificado o seu afastamento dos países do centro da Europa, é a sua reduzida produtividade, medida por por hora de trabalho. Estes indicadores já enviesam a questão, porque a produtividade não depende somente do trabalho, mas também do capital, da tecnologia, de factores organizacionais, culturais e institucionais.

A actual emigração de jovens quadros técnicos e científicos que optam cada vez mais por fazer carreira no estrangeiro, devido às melhores oportunidades e salários (Jornal de Notícias), indica um mercado de trabalho com escassas oportunidades em Portugal, e no qual já estamos a formar recursos humanos para proveito de outros países. Mesmo assim, o país continua entre aqueles onde menos indivíduos terminam o ensino secundário e pós-secundário, e onde os particulares menos despesa realizam em educação.

Fonte: http://www.internetworldstats.com/stats4.htm#europe
A (1) Penetração da Internet na População mede-se calculando a percentagem de utilizadores da Internet relativamente à população total. Adicionalmente definiu-se a (2) Penetração do Facebook na Internet calculando a percentagem de users do Facebook relativamente aos users da Internet. Definido como viciados no Facebook os países em que (2)>(1). Além da Grécia, Turquia e Portugal, só alguns países com reduzida dimensão se enquadram nesta categoria, que provavelmente indicará uma utilização deficiente de outras ferramentas, a sugerir-nos uma elevada taxa de desemprego a longo prazo.

Tarefa Final do Módulo 5

Constrói uma apresentação no Google Drive e partilha-a através do blogue.

Tenta apresentar todos os conceitos e objectivos definidos para o módulo, utilizando preferencialmente os recursos abaixo indicados, ou outros sites institucionais a apresentar na Webgrafia.

A apresentação deverá ter no mínimo 10 slides, mas não se indica número máximo, deixando que este varie com a aplicação dos grupos. Os slides não serão considerados se tiverem poucas palavras ou resultarem de mero copy/paste. No entanto o copy/paste de textos, gráficos ou quadros é permitido, desde que o grupo escreva umas linhas com a interpretação/justificação para a sua referência.

Recursos

Apresentações neste blogue

Orçamento de Estado - Conceitos Fundamentais

Orçamento de Estado 2015

As políticas económicas e sociais do Estado português

Sites Oficiais

Portal do Governo / Orçamento de Estado para 2015

Orçamento Cidadão, versão do OE fácil de ler, dirigida à população em geral

Direcção Geral do Orçamento / Orçamento de Estado

Conselho das Finanças Públicas analisa a proposta de OE 2015

Contas do Estado – Estatísticas no PORDATA

Jornais / Consultoras

Jornal de Negócios

Dinheiro Vivo

Expresso

Público

Consultoras / Deloitte

Consultoras / pwc

Ilustração de Conceitos referentes a Necessidades e Consumo

Construindo imagens ou utilizando o imagens disponíveis na Internet, disponibiliza uma apresentação no Google Drive que ilustre os seguintes conceitos:
  • Necessidades:
    - individuais e colectivas
    - primárias, secundárias e terciárias
  • Consumos:
    - final e intermédio
    - público e privado
    - individual e colectivo
  • Factores determinantes do Consumo:
    - Factores económicos: Lei de Engel
    - Factores extra-económicos: Moda, Publicidade, Tradição, Modos de vida, Nível etário, Género
  • A Sociedade de Consumo:
    - Consumismo: a Sociedade de Massas
    - Consumerismo: Direitos e Deveres do consumidor
NOTA: As imagens deverão ter uma pequena descrição que evidencie o domínio do conceito ilustrado.

Orçamento de Estado de 2015 – II Parte

O Orçamento de Estado de 2015 tem sido recentemente discutido pela opinião pública. Responda às questões seguintes, consultando a apresentação.

10. Indique o peso das quatro principais rubricas da Despesa Pública. Relacione-as as principais áreas em que o Governo tem efectuado cortes na despesa.

11. Verifique, utilizando os dados de dois anos á sua escolha, que:
SALDO PRIMÁRIO = SALDO GLOBAL - JUROS
Comente a evolução dos valores destas rubricas de 2010 a 2014.

12. Refira duas condições, aplicadas à Alemanha em 1953, que se fossem transpostas para Portugal em muito nos teriam libertado do sufoco da dívida.

13. Verifique, utilizando os dados de dois anos á sua escolha, que:
VARIAÇÃO DA DÍVIDA EM PERCENTAGEM DO PIB = EFEITO SALDO PRIMÁRIO + EFEITO DINÂMICO + OUTROS; e
EFEITO DINÂMICO = EFEITO JUROS + EFEITO PIB
Interprete os valores referentes a um ano à sua escolha.

14. Refira duas medidas propostas no OE2015 que possam associar-se ao calendário eleitoral.

15. Estime o novo défice orçamental de 2015, no caso de perda total do capital injectado no NovoBanco (utilize os indicados dados no último slide).

16. Comente o efeito da austeridade sobre a redistribuição do rendimento.

Orçamento de Estado de 2015 – I Parte

O Orçamento de Estado de 2015 tem sido recentemente discutido pela opinião pública. Responda às questões seguintes, consultando a apresentação.

1. Explique porque é importante a aprovação do Orçamento de Estado pela Assembleia da República?

2. Indica três organismos cujas contas estejam integradas no Orçamento de Estado.

3. Indica a rubrica que mais contribuiu para o crescimento do PIB em 2014. Justifica.

4. Indica a rubrica que contribuiu mais negativamente para o crescimento do PIB em 2014. Justifica.

5. Partindo das projecções macroeconómicas do Governo para 2015:
a) Identifica dois países a crescer mais que a economia mundial;
b) Identifica dois países a crescer menos que a economia mundial;
c) Compara o crescimento da economia portuguesa com o da UE e da Área Euro;
d) Identifica a componente do PIB que mais contribuirá para o crescimento económico.

6. Se a projecção para o crescimento do PIB for demasiado optimista, facilmente as projecções do Consumo, do Investimento e do Emprego também serão. Justifique.

7. Indique o peso das principais rubricas na Receita Pública.

8. Identifique os quatro impostos mais importantes.

9. Observe que o contributo dos cidadãos para o IRS é muito diferente, comparando o escalão abaixo de 10.000 € com o escalão acima de 250.000 €.

Recuperações e Aprofundamento do 1º PTM

Recuperações do Módulo 4


Joana Estrela
- Módulo 4 9/16   Corrigir o Módulo 4 aqui
- Módulo 3 Por iniciar

Ricardo Carvalho
- Módulo 2 CONCLUÍDO se fizer o Módulo 1 sem copy/paste
Corrigir o Módulo 1 aqui

Filipa Rocha
- Módulo 4 9/16  Corrigir o Módulo 4 aqui
- Módulo 3 Por iniciar

Mariana Lourenço
- Módulo 4 Por corrigir aqui
- Módulo 3 Por fazer aqui

Aprofundamento do Módulo 4


David Silva
APROFUNDAMENTO DO MÓDULO 4
- Conceitos básicos 30 slides

16 de Maio - 6ª-feira

O Centro de Informação Europeia Jaques Delors, não nos poderá receber dia 9 de Maio, Dia da Europa, porque irá promover actividades noutros locais. Poderemos agendar para 6ª seguinte, 16 de Maio, pelas 11:00 horas, uma apresentação genérica sobre a União Europeia e a Cidadania. O CIEJD fica na Infante Santo, perto do Hospital da CUF.
Sugestão: Comboio até Alcântra-Terra + 10 minutos a pé.

Á tarde poderemos visitar a sua Biblioteca, que constitui o maior centro de recursos sobre a UE em Portugal. Esta fica na Cidade Universitária.

Vimos a apresentação:
- Cidadania, Eleições e Integração Económica

Outras apresentações do Centro:
- Dia da Europa – 9 de Maio
- Juventude em Movimento

Outras fontes sugeridas:
- Canal da Comissão Europeia no Youtube
- Serviço Audiovisual da Comissão Europeia
- Parlamento dos Jovens
- Livraria em linha das publicações das Instituições Europeias

Percentagem (%) vs. Pontos percentuais (pp)

Este post explica a diferença entre “valores em percentagem” (%) e “pontos percentuais” (pp). Como exemplo, tomamos o destaque do INE referente às Estatísticas do Emprego, para o 4º trimestre de 2013:
  • A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2013 foi de 15,3%. Este valor é inferior em 1,6 pontos percentuais ao estimado para o trimestre homólogo de 2012 e em 0,3 pontos percentuais ao estimado para o trimestre anterior.
    Fonte: INE.


Obviamente que as taxas de desemprego se encontram expressas em valores percentuais, que resultam da operação (Desempregados/População Activa)*100.

Comparando o 4º trimestre de 2013 (TD=15,3%) com o 4º trimestre de 2012 (TD= 16,9%) o INE observa que a taxa de desemprego desceu 1,6 pontos percentuais (ie. 16,9% - 15,3% = 1,6 pp). Comparando o 4º trimestre de 2013 (TD=15,3%) com o 3º trimestre de 2013 (TD= 15,6%), observa que a taxa de desemprego desceu 0,3 pontos percentuais (ie. 15,6% - 15,3% = 0,3 pp).

Não se poderá trocar a expressão “pp” por “%” porque 1,6 pp corresponde a uma queda de -9,5%, valor que se obteria calculando a respectiva taxa de variação:
(15,3-16,9)/16,9*100 = -9,5%. Pela mesma lógica, 0,3 pp corresponderia a -1,9%, isto é:
(15,3-15,6)/15,6*100 = -1,9%. A vantagem de utilizar estas duas nomenclaturas, consoante o contexto, é que por vezes é bastante mais simples calcular apenas diferenças entre percentagens (pp) que taxas de variação percentual (%).

Quando nos referimos a taxas de juro, utilizamos um termo frequentemente confundido com estes: pontos base (pb), explicado noutro post.

O Poder do Mercado

De acordo com Milton Friedman as pessoas prosperam quando têm liberdade para fazer as próprias escolhas, estabelecendo-se a afectação dos recursos unicamente pelo “Poder do Mercado”.

1. Explique o que é o “poder do mercado”.

2. Apresente uma vantagem do livre funcionamento do mecanismo dos preços.

3. Apresente uma desvantagem do livre funcionamento do mecanismo dos preços.

Síntese da Matéria para o 1º Teste

Para o primeiro teste vêm apenas a parte leccionada no Ponto 8. Os agentes económicos e o circuito económico e até ao cálculo do valor do PIB pela óptica da produção, do ponto 9.

Até 6 de Novembro terás tempo para corrigir as tarefas realizadas até agora e publicar uma Apresentação no Google Drive, sem limite de slides, que sintetize toda a matéria leccionada até ao momento.

A Apresentação mais completa equivalerá a quatro posts completos, e as restantes serão avaliadas em proporção, isto é, imaginando que contém somente metade da informação da tarefa melhor classificada, corresponderá apenas a metade dos posts completos.

Além da revisão teórica, é suposto que o aluno comparará Portugal com outros países da União Europeia utilizando o PIB calculado pela óptica da produção. Um recurso simples de utilizar é o Country Profiles (Economy and Finance).

Observe este Resumo da Unidade 9 (utilize o seu login)

Contributo dos setores de actividade para o PIB

A óptica da produção permite analisar o contributo de cada ramo de actividade para o PIB.



1. Analisa o contributo dos ramos 1 a 10, de 1995 a 2011, partindo Quadro C.1.2.1 deste ficheiro.

2. Analisa os mesmos dados, utilizando as categorias de Colin Clark (Sector I, II e III).

Produto Interno Bruto diminuiu 2,0% em volume no 2º trimestre de 2013

Em Agosto de 2013, o INE publicou a estimativa rápida Produto Interno Bruto diminuiu 2,0% em volume no 2º trimestre de 2013.



  • O Produto Interno Bruto (PIB) registou, em termos homólogos, uma diminuição de 2,0% em volume no 2º trimestre de 2013, face à variação de -4,1% observada no 1º trimestre, de acordo com a estimativa rápida das Contas Nacionais Trimestrais. Comparativamente com o trimestre anterior, o PIB aumentou 1,1% em volume.
    INE, Destaque de 14 de Agosto de 2013
1. Relativamente ao 2º trimestre de 2013, indique o valor e explicite os seguintes conceitos:

a) taxa de variação homóloga do PIB;

b) taxa de variação trimestral do PIB.

2. Já se conhece a taxa de variação média do PIB em 2013? Justifique.

3. Afinal o PIB cresceu ou caiu no 2º trimestre de 2013? Justifique.

4. Calcula as taxas de variação (a) trimestrais e (b) homólogas do PIB de 1995 a 2013, a partir do Quadro 1 - PIB a preços de mercado na ótica da despesa - dados encadeados em volume (ano de referência=2006) - do primeiro ficheiro de Excel. *** (Backup)

5. Representa graficamente as taxas de variação trimestrais e homólogas para o período em que dispões de dados. Comenta a relação que o gráfico te sugere. PREVIEW DO GRÁFICO

6. No período em que dispões de dados, identifica,
A - Utilizando as tv trimestrais:
a1) quando a economia cresceu mais;
a2) quando a economia cresceu menos;
a3) quando a economia caiu mais;
a4) quando a economia caiu menos.
B - Utilizando as tv homólogas:
b1) quando a economia cresceu mais;
b2) quando a economia cresceu menos;
b3) quando a economia caiu mais;
b4) quando a economia caiu menos.

Formulário de Contabilidade Nacional II

A representação gráfica é uma ferramenta frequentemente utilizada em Economia, porque a visualização da evolução das componentes da Contabilidade Nacional, facilita a interpretação da actividade económica. As taxas de variação nominal, em volume e do preço fornecem informação mais detalhada.

1. Constrói um gráficos com a informação no ficheiro de ajuda para o PIB pela óptica da produção.

2. Comente o gráfico.

3. Para os três principais ramos de actividade integre no seu comentário, o impacto da crise financeira (2008), do programa da Troika (2011) e do confinamento (2020), interpretando as taxas de variação do VAB:
- em valor

- em volume

- do preço

II Parte
RESOLVIDO1995-2021

III Parte
Consultando as Séries Longas para a Economia Portuguesa – 2020, do INE, analise a evolução do VAB, do emprego e da produtividade por sectores de actividade (I, II e III). PREVIEW

Pobreza e Direitos Humanos

Há 65 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamou um amplo espectro de direitos, para cada ser humano, sem qualquer discriminação. Eles incluem não apenas os direitos à liberdade de expressão e garantias contra a tortura e os maus-tratos, mas também os direitos à educação, à saúde e à habitação adequada entre outros direitos económicos, sociais e culturais.

1. Dos 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (versão simplificada e ilustrada) selecciona cinco que pareçam mais importantes na perspectiva do teu grupo.

2. Justifica a escolha de três dos artigos acima indicados (se o grupo for de dois, bastará justificar dois artigos).

3. Só se toda a comunidade escolar (professores, alunos, pais, vizinhança) aprender, ensinar, praticar, respeitar, proteger e promover os Direitos Humanos, a Escola será um lugar aprazível para a realização das aprendizagens e desenvolvimento das relações interpessoais. Comenta.

4. “Posso não concordar com nenhuma das palavras que dizes, mas defenderei até a morte o direito de tens de dizê-las”. Lendo as FAQs da AI, justifica como esta afirmação sintetiza as suas actividades.

5. Relaciona a pobreza com os Direitos Humanos (sugestão).

6. A pobreza é um fenómeno social total? Justifica.

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Lê a apresentação e o texto que se encontram no post acima.

A pobreza é uma fatalidade das sociedades ou um dos resultados da sua organização e funcionamento. Justifica.