Já se viu que só por si, as séries do PIB a preços correntes não permitem determinar as taxas de crescimento em volume nem dos preços, porque o seu valor combina ambas as variações. Este problema pode ser resolvido com as séries a preços constantes. Porém, com o tempo, os preços no ano base deixam de ser representativos, porque vão sendo produzidos bens anteriormente inexistentes, cuja valorização é problemática.
Uma solução prática, consiste em calcular o PIB a preços do anterior, o que equivale à mudança de ano base em cada ano.
Então poderá calcular-se o Índice de Preços implícitos no PIB dividindo a série a preços correntes pela série a preços do ano anterior. Multiplica-se por 100 para obter um valor de interpretação mais comum.
Neste caso, para calcular a tcp t/t-1 basta subtrair 100 ao Índice de Preços.
Note que as duas séries do PIB combinadas, oferecem a quantidade do PIB de dois anos sucessivos, t e t-1, calculada a preços do ano t-1. Portanto, basta combinar o PIB do ano t, a preços do ano anterior (t-1), com o PIB do ano t-1, calculado a preços correntes (t-1). Como ambos os valores estão calculados a preços do ano t-1, mas a quantidade varia de t-1 para t, o resultado será a tcv t/t-1.
A tabela abaixo sintetiza o que se escreveu acima.
A título de exemplo, a partir do PORDATA, recolheu-se a série do PIB a preços correntes e a série do PIB a preços do ano anterior. Para o período 1996-2014 calcularam-se o IP, a tcp e tcp.
Na representação gráfica das série do PIB, quando os preços subiram (tcp>0) a série a preços correntes surge acima da série a preços do ano anterior.
A representação gráfica das tcv e das tcp permite observar rapidamente em que momentos o PIB cresceu (caiu) mais (menos), tal como quando os preços subiram (desceram) mais (menos).
1. Recolhendo os dados do PIB a preços correntes e a preços do ano anterior no PORDATA, constrói uma tabela semelhante à acima apresentada.
Ficheiro de ajuda
2. Representa graficamente o PIB a preços correntes e a preços do ano anterior.
3. Representa graficamente a tcv e a tcp.
4. Indica em que ano:
A – O PIB
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
- caiu mais lentamente
B – os preços
- subiram mais rapidamente
- subiram mais lentamente
- desceram mais rapidamente
- desceram mais lentamente
Rendimento e Condições de Vida PT-UE
Segundo dados do EuroStat, Statistics on Income and Living Conditions (EU-SILC), 27,5% da população portuguesa vive em risco de pobreza ou de exclusão social, situação que na República Checa se aplica apenas a 14,8% da população. Em ambos os países as mulheres correm um risco superior ao dos homens, tal como os jovens relativamente aos idosos, as famílias com mais filhos e as pessoas com um nível de educação mais baixo.
Define-se a população em risco de pobreza ou exclusão social como os indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa.
As famílias consideram-se em risco de pobreza quando o rendimento por adulto se encontra abaixo de 60% da mediana de rendimento por adulto do país.
A intensidade laboral per capita muito reduzida, de famílias que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível, contribui para colocar as famílias em situação de privação material.
Define-se Taxa de privação material como a proporção da população em que se verificam pelo menos três das seguintes nove dificuldades: a) Sem capacidade para assegurar o pagamento imediato de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (sem recorrer a empréstimo); b) Sem capacidade para pagar uma semana de férias, por ano, fora de casa, suportando a despesa de alojamento e viagem para todos os membros do agregado; c) Atraso, motivado por dificuldades económicas, em algum dos pagamentos regulares relativos a rendas, prestações de crédito ou despesas correntes da residência principal, ou outras despesas não relacionadas com a residência principal; d) Sem capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 em 2 dias; e) Sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida; f) Sem disponibilidade de máquina de lavar roupa por dificuldades económicas; g) Sem disponibilidade de televisão a cores por dificuldades económicas; h) Sem disponibilidade de telefone fixo ou telemóvel, por dificuldades económicas; i) Sem disponibilidade de automóvel (ligeiro de passageiros ou misto) por dificuldades económicas.
A Taxa de privação material severa corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos quatro das nove dificuldades descritas na Taxa de privação material.
1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.
2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida (Backup), comente a taxa de risco de pobreza:
a) por grupo etário de 2003 a 2013 (pp. 2);
b) segundo a composição do agregado familiar (pp. 2);
c) referindo a importância das transferências sociais (pp. 3).
3. No mesmo documento (pp. 4) observe a tabela Indicadores de privação material. Justifique a relação entre a Taxa de privação material e a Taxa de privação material severa.
4. Utilizando a Taxa de privação material severa (no PORDATA) para 2007 e 2017, constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados.
Define-se a população em risco de pobreza ou exclusão social como os indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa.
As famílias consideram-se em risco de pobreza quando o rendimento por adulto se encontra abaixo de 60% da mediana de rendimento por adulto do país.
A intensidade laboral per capita muito reduzida, de famílias que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível, contribui para colocar as famílias em situação de privação material.
Define-se Taxa de privação material como a proporção da população em que se verificam pelo menos três das seguintes nove dificuldades: a) Sem capacidade para assegurar o pagamento imediato de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (sem recorrer a empréstimo); b) Sem capacidade para pagar uma semana de férias, por ano, fora de casa, suportando a despesa de alojamento e viagem para todos os membros do agregado; c) Atraso, motivado por dificuldades económicas, em algum dos pagamentos regulares relativos a rendas, prestações de crédito ou despesas correntes da residência principal, ou outras despesas não relacionadas com a residência principal; d) Sem capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 em 2 dias; e) Sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida; f) Sem disponibilidade de máquina de lavar roupa por dificuldades económicas; g) Sem disponibilidade de televisão a cores por dificuldades económicas; h) Sem disponibilidade de telefone fixo ou telemóvel, por dificuldades económicas; i) Sem disponibilidade de automóvel (ligeiro de passageiros ou misto) por dificuldades económicas.
A Taxa de privação material severa corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos quatro das nove dificuldades descritas na Taxa de privação material.
1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.
2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida (Backup), comente a taxa de risco de pobreza:
a) por grupo etário de 2003 a 2013 (pp. 2);
b) segundo a composição do agregado familiar (pp. 2);
c) referindo a importância das transferências sociais (pp. 3).
3. No mesmo documento (pp. 4) observe a tabela Indicadores de privação material. Justifique a relação entre a Taxa de privação material e a Taxa de privação material severa.
4. Utilizando a Taxa de privação material severa (no PORDATA) para 2007 e 2017, constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados.
Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM)
Em Setembro de 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU), reuniu em Nova Iorque 189 países, incluindo Portugal, que assumiram o compromisso de executar uma agenda global para promoção da paz, dos direitos humanos e do desenvolvimento. Daqui resulta a Declaração do Milénio, actualmente adoptada pelos 192 Estados-membros. Foram definidas metas para 2015 tendo em vista a concretização dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM):
1- Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome
2- Alcançar o ensino primário universal
3- Promover a igualdade entre os sexos
4- Reduzir em dois terços a mortalidade infantil
5- Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
6- Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves
7- Garantir a sustentabilidade ambiental
8- Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento
Utilizando os links abaixo, constrói uma apresentação no Google Drive com a seguinte estrutura:
- O que se fez?
- O que falta fazer?
- Como posso contribuir?
Recursos
Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental
Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2010
Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2014
Questionário sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM's)
Guia ODM - o que são * Backup
Millennium Development Goals
1- Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome
2- Alcançar o ensino primário universal
3- Promover a igualdade entre os sexos
4- Reduzir em dois terços a mortalidade infantil
5- Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
6- Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves
7- Garantir a sustentabilidade ambiental
8- Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento
Utilizando os links abaixo, constrói uma apresentação no Google Drive com a seguinte estrutura:
- O que se fez?
- O que falta fazer?
- Como posso contribuir?
Recursos
Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental
Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2010
Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2014
Questionário sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM's)
Guia ODM - o que são * Backup
Millennium Development Goals
Aplicações da Teoria dos Preços
Apresentação *** Apresentação aberta
Faz uma apresentação no Google Drive explicando o seguinte:
- Efeito da criação/aumento de um imposto sobre a produção, comparando dois casos (procura rígida versus procura elástica)
- Efeito do estabelecimento de preços mínimos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
- Efeito do estabelecimento de preços máximos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
- Efeito da abertura ao exterior do mercado nacional de um bem, quando o preço internacional é inferior ao preço interno.
- Definição de desemprego clássico
Sugestões de correcção
Efeito substituição e efeito rendimento
O efeito global de uma subida (descida) de preço do bem X pode ser decomposto em dois efeitos: (1) o efeito substituição que indica a redução (o aumento) na quantidade procurada de X, resultante da subida (descida) de preço de X, que torna os bens substitutos mais (menos) atrativos; e (2) o efeito rendimento que indica a redução (o aumento) da quantidade procurada de X resultante da redução (do aumento) do poder de compra causada(o) pela subida (descida) de preço do bem X.
Apresentação
Considere uma família, que apenas consome dois bens: X e Y. Dado o seu rendimento e os preços dos produtos, a recta ab define a sua restrição orçamental, isto é, o conjunto de combinações de X e Y que poderá adquirir. Tendo em consideração as suas preferências, suponha-se que a família escolhe inicialmente o ponto 1 ( Ov de Y e Os de X). Admita-se agora que o preço do bem X baixa, ceteris paribus (ie., permanecendo os restantes factores constantes). A recta de orçamento ac indica o novo conjunto de possibilidades abertas à família. Se escolher a combinação 2 (0t de Y e 0u de X), de entre todas as que se lhe apresentam, consumirá mais de X e de Y.
Imagine-se uma redução do rendimento que permitiria à família comprar o mesmo cabaz de bens que adquiria na situação 1. Isso corresponderia a uma nova restrição orçamental, passando por 1, a’c’. A família pode deslocar-se de 1 para qualquer ponto situado em a’c’, por exemplo, para o ponto 3. A variação da quantidade adquirida de X (de 0s para 0w) sw define-se como o efeito de substituição, que é o efeito apenas resultante de uma variação dos preços relativos. De modo geral, espera-se que a família compre mais do produto relativamente mais barato, X, e menos do relativamente mais caro, Y.
Graficamente, a restrição orçamental afastou-se paralelamente a si própria, até regressar à posição inicial. Neste movimento mantêm-se constantes os preços relativos dos bens, representando unicamente alterações do rendimento. Define-se como efeito de rendimento o movimento da posição intermédia, 3, para a posição final, 2; como os preços relativos se mantêm constantes e o rendimento familiar aumenta, comprando-se mais wu de X.
É claro que na prática a família desloca-se directamente do ponto 1 para o ponto 2. Contudo, a teoria afirma que a procura é função dos preços relativos e do rendimento real. A redução do preço monetário de um produto, reduz o seu preço relativo e aumenta o rendimento real. O que se fez aqui foi discriminar os efeitos de ambas as variações.
1. Relacione o efeito substituição com o declive da curva da procura.
2. Na análise gráfica acima supõe-se que os bens são normais ou inferiores? (*) Justifique.
3. Desenhe uma imagem que represente o efeito de substituição e o efeito rendimento supondo que X é um bem inferior.
3 por etapas (RESOLVIDO)
1. Definições: O volume da procura como quantidade desejada e como fluxo
2. Da Função procura à Curva da procura
3. Variação da procura. Definição
4. Aumento e redução da procura. Definição
5. Variação da procura e efeito substituição. O declive da Curva
6. Aumento e redução da procura e efeito rendimento. Duas Curvas paralelas
Sugestão para os 6 slides
(*) Nos bens normais a sua procura varia directamente com o rendimento. Isto é, quando o seu preço aumenta, o efeito substituição leva os consumidores a desejarem menos o produto, optando por sucedâneos, coerentemente com a lei da procura.
No caso dos bens inferiores – ou bens de Giffen - a sua procura varia inversamente com o rendimento, violando a lei da procura.
O economista vitoriano Sir Francis Giffen supõe ter observado o exemplo real mais citado. Durante a fome irlandesa de batata no século XIX, como o preço da batata aumentou, os consumidores empobrecidos tinham pouco dinheiro para alimentos mais nutritivos, mais caros, como a carne (efeito rendimento). Assim, mesmo que eles preferissem comprar mais carne e menos batatas (efeito de substituição), a falta de dinheiro levou-os a comprar mais batatas e menos carne.
DICA PARA A QUESTÃO 3
Apresentação
Graficamente, a restrição orçamental afastou-se paralelamente a si própria, até regressar à posição inicial. Neste movimento mantêm-se constantes os preços relativos dos bens, representando unicamente alterações do rendimento. Define-se como efeito de rendimento o movimento da posição intermédia, 3, para a posição final, 2; como os preços relativos se mantêm constantes e o rendimento familiar aumenta, comprando-se mais wu de X.
É claro que na prática a família desloca-se directamente do ponto 1 para o ponto 2. Contudo, a teoria afirma que a procura é função dos preços relativos e do rendimento real. A redução do preço monetário de um produto, reduz o seu preço relativo e aumenta o rendimento real. O que se fez aqui foi discriminar os efeitos de ambas as variações.
1. Relacione o efeito substituição com o declive da curva da procura.
2. Na análise gráfica acima supõe-se que os bens são normais ou inferiores? (*) Justifique.
3. Desenhe uma imagem que represente o efeito de substituição e o efeito rendimento supondo que X é um bem inferior.
3 por etapas (RESOLVIDO)
II
Faça uma apresentação no Google Drive, incluindo 6 slides com os seguintes títulos:1. Definições: O volume da procura como quantidade desejada e como fluxo
2. Da Função procura à Curva da procura
3. Variação da procura. Definição
4. Aumento e redução da procura. Definição
5. Variação da procura e efeito substituição. O declive da Curva
6. Aumento e redução da procura e efeito rendimento. Duas Curvas paralelas
Sugestão para os 6 slides
(*) Nos bens normais a sua procura varia directamente com o rendimento. Isto é, quando o seu preço aumenta, o efeito substituição leva os consumidores a desejarem menos o produto, optando por sucedâneos, coerentemente com a lei da procura.
No caso dos bens inferiores – ou bens de Giffen - a sua procura varia inversamente com o rendimento, violando a lei da procura.
O economista vitoriano Sir Francis Giffen supõe ter observado o exemplo real mais citado. Durante a fome irlandesa de batata no século XIX, como o preço da batata aumentou, os consumidores empobrecidos tinham pouco dinheiro para alimentos mais nutritivos, mais caros, como a carne (efeito rendimento). Assim, mesmo que eles preferissem comprar mais carne e menos batatas (efeito de substituição), a falta de dinheiro levou-os a comprar mais batatas e menos carne.
DICA PARA A QUESTÃO 3
1º de Dezembro: O problema não são os feriados, mas a baixa produtividade
Quando pensamos nos feriados, não deveremos esquecer as férias pagas, porque em termos práticos se traduzem igualmente em dias de lazer ganhos, observando-se grande diversidade
na sua distribuição. No entanto, quando Portugal esteve sujeito ao Programa de Assistência Económica e Financeira 2011-2014, a comparação fazia-se directamente com a Alemanha, eliminando quatro feriados.
Outro factor a considerar será o peso do horário semanal. Recorrendo às estatísticas do EuroStat facilmente concluímos que Portugal é dos países da União Europeia onde os empregados a tempo inteiro trabalham mais horas, aspecto que facilmente anulará qualquer feriado “a mais”. O problema com que Portugal se defronta, e que tem justificado o seu afastamento dos países do centro da Europa, é a sua reduzida produtividade, medida por por hora de trabalho. Estes indicadores já enviesam a questão, porque a produtividade não depende somente do trabalho, mas também do capital, da tecnologia, de factores organizacionais, culturais e institucionais.
A actual emigração de jovens quadros técnicos e científicos que optam cada vez mais por fazer carreira no estrangeiro, devido às melhores oportunidades e salários (Jornal de Notícias), indica um mercado de trabalho com escassas oportunidades em Portugal, e no qual já estamos a formar recursos humanos para proveito de outros países. Mesmo assim, o país continua entre aqueles onde menos indivíduos terminam o ensino secundário e pós-secundário, e onde os particulares menos despesa realizam em educação.
Fonte: http://www.internetworldstats.com/stats4.htm#europe
A (1) Penetração da Internet na População mede-se calculando a percentagem de utilizadores da Internet relativamente à população total. Adicionalmente definiu-se a (2) Penetração do Facebook na Internet calculando a percentagem de users do Facebook relativamente aos users da Internet. Definido como viciados no Facebook os países em que (2)>(1). Além da Grécia, Turquia e Portugal, só alguns países com reduzida dimensão se enquadram nesta categoria, que provavelmente indicará uma utilização deficiente de outras ferramentas, a sugerir-nos uma elevada taxa de desemprego a longo prazo.
Outro factor a considerar será o peso do horário semanal. Recorrendo às estatísticas do EuroStat facilmente concluímos que Portugal é dos países da União Europeia onde os empregados a tempo inteiro trabalham mais horas, aspecto que facilmente anulará qualquer feriado “a mais”. O problema com que Portugal se defronta, e que tem justificado o seu afastamento dos países do centro da Europa, é a sua reduzida produtividade, medida por por hora de trabalho. Estes indicadores já enviesam a questão, porque a produtividade não depende somente do trabalho, mas também do capital, da tecnologia, de factores organizacionais, culturais e institucionais.
A actual emigração de jovens quadros técnicos e científicos que optam cada vez mais por fazer carreira no estrangeiro, devido às melhores oportunidades e salários (Jornal de Notícias), indica um mercado de trabalho com escassas oportunidades em Portugal, e no qual já estamos a formar recursos humanos para proveito de outros países. Mesmo assim, o país continua entre aqueles onde menos indivíduos terminam o ensino secundário e pós-secundário, e onde os particulares menos despesa realizam em educação.
Fonte: http://www.internetworldstats.com/stats4.htm#europe
A (1) Penetração da Internet na População mede-se calculando a percentagem de utilizadores da Internet relativamente à população total. Adicionalmente definiu-se a (2) Penetração do Facebook na Internet calculando a percentagem de users do Facebook relativamente aos users da Internet. Definido como viciados no Facebook os países em que (2)>(1). Além da Grécia, Turquia e Portugal, só alguns países com reduzida dimensão se enquadram nesta categoria, que provavelmente indicará uma utilização deficiente de outras ferramentas, a sugerir-nos uma elevada taxa de desemprego a longo prazo.
Tarefa Final do Módulo 5
Constrói uma apresentação no Google Drive e partilha-a através do blogue.
Tenta apresentar todos os conceitos e objectivos definidos para o módulo, utilizando preferencialmente os recursos abaixo indicados, ou outros sites institucionais a apresentar na Webgrafia.
A apresentação deverá ter no mínimo 10 slides, mas não se indica número máximo, deixando que este varie com a aplicação dos grupos. Os slides não serão considerados se tiverem poucas palavras ou resultarem de mero copy/paste. No entanto o copy/paste de textos, gráficos ou quadros é permitido, desde que o grupo escreva umas linhas com a interpretação/justificação para a sua referência.
Recursos
Apresentações neste blogue
Orçamento de Estado - Conceitos Fundamentais
Orçamento de Estado 2015
As políticas económicas e sociais do Estado português
Sites Oficiais
Portal do Governo / Orçamento de Estado para 2015
Orçamento Cidadão, versão do OE fácil de ler, dirigida à população em geral
Direcção Geral do Orçamento / Orçamento de Estado
Conselho das Finanças Públicas analisa a proposta de OE 2015
Contas do Estado – Estatísticas no PORDATA
Jornais / Consultoras
Jornal de Negócios
Dinheiro Vivo
Expresso
Público
Consultoras / Deloitte
Consultoras / pwc
Tenta apresentar todos os conceitos e objectivos definidos para o módulo, utilizando preferencialmente os recursos abaixo indicados, ou outros sites institucionais a apresentar na Webgrafia.
A apresentação deverá ter no mínimo 10 slides, mas não se indica número máximo, deixando que este varie com a aplicação dos grupos. Os slides não serão considerados se tiverem poucas palavras ou resultarem de mero copy/paste. No entanto o copy/paste de textos, gráficos ou quadros é permitido, desde que o grupo escreva umas linhas com a interpretação/justificação para a sua referência.
Recursos
Apresentações neste blogue
Orçamento de Estado - Conceitos Fundamentais
Orçamento de Estado 2015
As políticas económicas e sociais do Estado português
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