Nesta tarefa apresentam-se as questões de Relações económicas com o RM que saíram em provas do Exame de Economia. Algumas perguntas pressupõem conhecimentos de Contabilidade Nacional e/ou tópicos leccionados no 10º ano. Encontram-se outras provas de exame em www.gave.pt
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
Balança de Pagamentos com 100 linhas
Para ficares com a noção de que apenas vimos as rubricas principais deste documento, apresenta-se a Balança de Pagamentos com 100 linhas, ficheiro que os mais interessados ainda poderão expandir em BPstat.
Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014
I
Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula a Taxa de Inflação em Portugal e na Área Euro de 2011 a 2014.
1. Completa as tabelas acima utilizando 2 casas decimais e personalizando as imagens.
2. Indica em que ano, (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) Os preços estavam mais baixos;
b) Os preços estavam mais altos;
c) Os preços subiram mais;
d) Os preços subiram menos.
3. Explicita o conceito de taxa de inflação implícito neste exercício.
4. Interpreta para 2012 (A) em Portugal e (B) na Área Euro:
a) O Valor do Cabaz;
b) O Índice de Preços no Consumidor com 2010=100;
c) O Índice de Preços no Consumidor em cadeia;
d) A Taxa de Inflação.
5. Supõe que o sr. Silva, residente em Portugal, recebia 800 € em 2011 e foi aumentado para 820 € em 2012. Indica o ano em que teve maior poder de compra. Justifica apresentando os cálculos efectuados.
II
Considera o gráfico abaixo.Fonte: Destaque do INE, 13/Jan/2013.
01 Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas
02 Bebidas alcoólicas e tabaco
03 Vestuário e calçado
04 Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis
05 Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação
06 Saúde
07 Transportes
08 Comunicações
09 Lazer, recreação e cultura
10 Educação
11 Restaurantes e hotéis
12 Bens e serviços diversos
1. Partindo do Gráfico 2 calcula as taxas de inflação em 2011 e 2012.
2. Identifica as três categorias em cada um dos anos, em que o contributo para a taxa de inflação foi:
a) Maior;
b) Menor.
3. Identifica a categoria com em contributo negativo.
III
Assinala com X a resposta correcta às seguintes questões dos exames de 2016.Taxa de câmbio
Adoptando taxas de câmbio flexíveis, o banco central não intervém no mercado cambial.
A taxa de câmbio irá ajustar-se para equilibrar o mercado, fazendo com que a procura e a oferta de moeda estrangeira se equilibrem.
Com taxas de câmbio flexíveis, a ausência de intervenção implica uma balança de pagamentos equilibrada. Qualquer défice na Balança Corrente se traduzirá em escassez de divisas, que aumentará a taxa de juro. Então, o défice corrente deverá ser financiado por entrada privada de capital, e qualquer superavite corrente originará saídas de capital. Os ajustamentos na taxa de câmbio asseguram que a soma das contas corrente e de capital sejam iguais a zero.
Qual seria o efeito de um aumento de impostos sobre a balança de pagamentos, supondo taxas de câmbio flexíveis e perfeita mobilidade do capital?
Portugal encontra-se integrado na Zona Euro, tendo relativamente a estes países uma taxa de câmbio fixa. Como as taxas de câmbio não oferecem margem de variação, quando os preços e os rendimentos internos ficam desajustados entre os países, qualquer desequilíbrio no produto ou no emprego dos europeus tem tendência a ser corrigido através da variação dos níveis de preços internos. Isto é, adoptada uma taxa de câmbio fixa, os países enfrentam um facto incontornável: o produto e o emprego reais têm de se ajustar para assegurar que os preços relativos continuem alinhados com os dos parceiros comerciais.
Para compreender o efeito do défice da Balança de Pagamentos portuguesa relativamente à Alemanha, leia o nome destes países no esquema seguinte, em vez dos EUA e Inglaterra.
1. Construa o mecanismo de ajustamento de Hume para representar o que estará a suceder na actualidade entre Portugal e a Alemanha.
2. Utilizando os argumentos expostos neste post, e os recursos abaixo problematize a participação de Portugal da Zona Euro num texto com 300 palavras.
Recursos
TEXTO SÍNTESE (*)
ESQUEMA
CGD - a solução para a crise financeira portuguesa?
Eurocrise: uma outra perspectiva, Vítor Bento
A máquina de criar dívida
A máquina de criar dívida - Texto parcialmente reciclado (*)
Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos
Estrutura da Balança de Pagamentos, Excel/Drive.
Lê atentamente a apresentação da Balança de Pagamentos, e responde às questões abaixo.
A necessidade de destacar os recebimentos para investimento atribuídos através dos fundos comunitários, levaram o FMI a propor a alteração da estrutura da Balança de Pagamentos, criando uma nova Balança de Capital para destaque dos mesmos. A anterior Balança de Operações Não Monetárias - antes ainda referida como BOC passou a integrar a Balança de Financiamento, como se pode observar no Quadro Comparativo.
1. Indica se o impacto dos fenómenos abaixo descritos são favoráveis (+), desfavoráveis (-) ou inexistentes (0) sobre o saldo da Balança Comercial (BC), da Balança de Serviços (BS), da Balança de Bens e Serviços (BB&S), da Balança de Rendimentos (BR), da Balança de Serviços e Rendimentos (BSR), da Balança de Transferências unilaterais(BTu), da Balança Corrente (BCor) e na Balança de Capital (BK).
Utiliza o ficheiro de ajuda.
2. Indica relativamente a 2008, o saldo:
a) da Balança Comercial
b) da Balança de Serviços
c) da Balança de Rendimentos
d) das Transferências Unilaterais
e) da Balança Corrente
f) da Balança de Capital
3. Calcula relativamente a 2008:
a) a soma Balança Corrente + Balança de Capital
b) em que percentagem os Serviços permitiram financiar o défice da Balança Comercial
c) em que percentagem as Transferências Unilaterais permitiram financiar o défice da Balança Comercial
4. Interpreta os valores a que chegaste em:
a) 3. a)
b) 3. b)
c) 3. c)
5. Observa que de 2006 a 2008 a Balança de Rendimentos apresenta um saldo negativo.
Explica porque é que isso se verifica.
6. Observa que de 2006 a 2008 a Balança Comercial apresenta um saldo negativo.
Justifica esta observação, explicando porque o défice é de natureza estrutural.
7. Estudaste os indicadores mais comuns do comércio externo. Admite uma discussão sobre o valor da Taxa de Cobertura em 2007. O sr. Alberto argumenta que a TC é de 120%, o sr. Bruno argumenta que a TC é de 80%.
7.1. Demonstra que um dos dois srs. está necessariamente errado, relacionando a Taxa de Cobertura com o défice da Balança Comercial.
7.2. Interpreta o significado económico do valor da Taxa de Cobertura que não consideraste incorrecta.
8. O PORDATA apresenta os saldos das principais componentes da Balança de Pagamentos em percentagem do PIB.
8.1. Indica a importância relativamente ao PIB, em 2020 (Consulte o PORDATA), da:
a) Balança Corrente;
b) Balança de Capital; e
c) Balança Financeira.
8.2. Verifica que valor obténs determinando x = +Balança corrente + Balança de capital - Balança financeira. Justifica.
8.3 Em 2020 a economia portuguesa tinha capacidade ou necessidade de financiamento. Justifica.
9. Paul KRUGMAN critica no The New York Times as políticas austeritárias, recordando: "Minha despesa é o vosso rendimento. O meu rendimento é a vossa despesa".
Que fundamento merecem as criticas mercantilistas que argumentam que o aumento da despesa do Estado não teria qualquer efeito económico, porque em resultado da abertura da economia ao exterior, os indivíduos iriam transferir os rendimentos para o exterior?
NOTA: Tenha em atenção os valores indicados na questão 8.
A divisão internacional do trabalho
“Qual é o objectivo de toda a impressionante azáfama deste Mundo? Qual a finalidade da avareza e da ambição, da busca da riqueza, do poder e da notoriedade?” Quem fez esta pergunta foi Adam Smith (1723-1790) que lhe respondeu na obra A Riqueza das Nações (1776) propondo uma explicação dos mecanismos económicos com recurso à milagrosa metáfora da Mão Invisível.
Nos primórdios da Revolução Industrial, apontou os enormes ganhos de produtividade derivados da especialização e divisão do trabalho. Ficou célebre o exemplo onde descreveu o fabrico especializado numa fábrica de alfinetes, em que “um homem tira o aço, outro estica-o, outro corta-o” etc. Em resultado da divisão do trabalho descrita, 10 pessoas produziam 48.000 alfinetes por dia, enquanto se “todos trabalhassem separadamente, nenhum poderia fazer vinte, talvez mesmo nem um alfinete por dia”. O aumento do nível de produção resultante da especialização permite um aumento do bem-estar dos consumidores pelo simples incremento do comércio interno, isto é, entre os agentes económicos de um determinado país. No entanto, se comércio de alargar a outros países – comércio externo – as vantagens ainda serão maiores.
A divisão internacional do trabalho, isto é a especialização das nações na produção dos bens que produzem mais eficientemente, exportando-os, e assim obtendo divisas para importar os bens que outros países produzem com menores custos. Os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos, culturais, etc.) encontram-se distribuídos diferentemente entre os países, sendo mais competitivos em determinados produtos.
http://www.infopedia.pt/$divisao-internacional-do-trabalho
Contrariando o bom senso, mesmo que um país tenha menores custos que outro em todos os produtos, ambos continuarão a ter vantagem no comércio internacional, desde que cada um se especialize na produção em que tem maiores vantagens comparativas, isto é, menores custos quando comparados os diversos bens. Como a Teoria das Vantagens Comparativas não é tão fácil de compreender quando o resto, será desenvolvida num post autónomo.
- movimentos internacionais de bens e serviços (comércio externo);
- movimentos internacionais de factores de produção (investimento directo estrangeiro, migrações internacionais);
- transferências internacionais de rendimento (remessas de emigrantes, repatriamento de lucros, ajuda externa);
- movimentos de activos financeiros que suportam os movimentos de bens, serviços e factores de produção (balança financeira).
http://wps.fep.up.pt/wps/wp146.pdf
Desde o final da II GGM até à crise financeira de 2007-2008 o comércio externo cresceu a um ritmo superior ao da produção, e foi fonte de prosperidade económica no Mundo, particularmente nas economias mais avançadas como os EUA, a Europa Ocidental e o Japão. Estas economias são caracterizadas por uma rede intrincada de comércio entre os indivíduos e os países, que depende de uma ampla especialização e da divisão do trabalho.
A União Económica e Monetária é uma das grandes experiências económicas da história. Nunca antes um grupo tão alargado de países tão poderosos colocou a sua sorte económica num corpo multinacional como o Banco Central Europeu. Nunca antes um banco central tinha sido encarregado de destino macroeconómico de um grande grupo de países com 300 milhões de habitantes que produzem 7 mil milhões de dólares de bens e serviços (Samuelson). Embora os optimistas apontem para os benefícios microeconómicos de um mercado alargado com menores custos de transacção, os pessimistas temem ameaças de estagnação e de desemprego da união monetária devido à falta de flexibilidade dos preços e dos salários e de uma insuficiente mobilidade de trabalhadores entre os países. De 2002 a 2007 o Euro e o BCE funcionaram satisfatoriamente, constituindo a actual crise financeira como o maior teste à sua validade.
1. Distinga comércio externo de comércio interno.
2. Explicite como a especialização e a divisão do trabalho contribuem para as empresas e os países obterem ganhos de produtividade.
3. Explique como o comércio externo contribui para a divisão internacional do trabalho (DIT).
4. Indique os quatro grandes tipos de transacções entre agentes económicos de países diferentes.
5. Refira alguns motivos que expliquem por que razão o comércio externo poderá ser mais vantajoso para as economias mais avançadas.
6. Problematize o futuro da União Económica e Monetária, apresentando pelo menos um argumento optimista e outro pessimista.
7. Identifique os cinco bens (5 de exportações e 5 de importações) e os cinco mercados (5 clientes e 5 fornecedores) mais importantes no comércio externo português, consultando as estatísticas do Comércio Internacional (PORDATA) para 2019. Justifique as ordenações que obteve com os valores observados.
Nos primórdios da Revolução Industrial, apontou os enormes ganhos de produtividade derivados da especialização e divisão do trabalho. Ficou célebre o exemplo onde descreveu o fabrico especializado numa fábrica de alfinetes, em que “um homem tira o aço, outro estica-o, outro corta-o” etc. Em resultado da divisão do trabalho descrita, 10 pessoas produziam 48.000 alfinetes por dia, enquanto se “todos trabalhassem separadamente, nenhum poderia fazer vinte, talvez mesmo nem um alfinete por dia”. O aumento do nível de produção resultante da especialização permite um aumento do bem-estar dos consumidores pelo simples incremento do comércio interno, isto é, entre os agentes económicos de um determinado país. No entanto, se comércio de alargar a outros países – comércio externo – as vantagens ainda serão maiores.
A divisão internacional do trabalho, isto é a especialização das nações na produção dos bens que produzem mais eficientemente, exportando-os, e assim obtendo divisas para importar os bens que outros países produzem com menores custos. Os recursos (naturais, humanos, financeiros, tecnológicos, culturais, etc.) encontram-se distribuídos diferentemente entre os países, sendo mais competitivos em determinados produtos.
http://www.infopedia.pt/$divisao-internacional-do-trabalho
Contrariando o bom senso, mesmo que um país tenha menores custos que outro em todos os produtos, ambos continuarão a ter vantagem no comércio internacional, desde que cada um se especialize na produção em que tem maiores vantagens comparativas, isto é, menores custos quando comparados os diversos bens. Como a Teoria das Vantagens Comparativas não é tão fácil de compreender quando o resto, será desenvolvida num post autónomo.
- A nível mundial o século XX divide-se em dois períodos distintos. O período 1914-45 foi caracterizado por uma força destruidora, redução do comércio mundial, isolamento crescente, guerras militares e comerciais frias e quentes, despotismo e depressão. Após a II Grande Guerra Mundial, o mundo tem usufruído de crescente cooperação económica, da ampliação dos laços comerciais e da integração crescente dos mercados financeiros, da expansão da democracia e de um crescimento económico rápido.
O contraste nítido entre a primeira e a segunda metade do século XX é um aviso dos elevados objectivos de uma gestão esclarecida das nossas economias, nacional e global. Economicamente, nenhum país é uma ilha em si mesmo. Quando o sino anuncia depressão, ou crise financeira, o som ecoa por todo o mundo.
Paul Samuelson
- movimentos internacionais de bens e serviços (comércio externo);
- movimentos internacionais de factores de produção (investimento directo estrangeiro, migrações internacionais);
- transferências internacionais de rendimento (remessas de emigrantes, repatriamento de lucros, ajuda externa);
- movimentos de activos financeiros que suportam os movimentos de bens, serviços e factores de produção (balança financeira).
http://wps.fep.up.pt/wps/wp146.pdf
Desde o final da II GGM até à crise financeira de 2007-2008 o comércio externo cresceu a um ritmo superior ao da produção, e foi fonte de prosperidade económica no Mundo, particularmente nas economias mais avançadas como os EUA, a Europa Ocidental e o Japão. Estas economias são caracterizadas por uma rede intrincada de comércio entre os indivíduos e os países, que depende de uma ampla especialização e da divisão do trabalho.
A União Económica e Monetária é uma das grandes experiências económicas da história. Nunca antes um grupo tão alargado de países tão poderosos colocou a sua sorte económica num corpo multinacional como o Banco Central Europeu. Nunca antes um banco central tinha sido encarregado de destino macroeconómico de um grande grupo de países com 300 milhões de habitantes que produzem 7 mil milhões de dólares de bens e serviços (Samuelson). Embora os optimistas apontem para os benefícios microeconómicos de um mercado alargado com menores custos de transacção, os pessimistas temem ameaças de estagnação e de desemprego da união monetária devido à falta de flexibilidade dos preços e dos salários e de uma insuficiente mobilidade de trabalhadores entre os países. De 2002 a 2007 o Euro e o BCE funcionaram satisfatoriamente, constituindo a actual crise financeira como o maior teste à sua validade.
1. Distinga comércio externo de comércio interno.
2. Explicite como a especialização e a divisão do trabalho contribuem para as empresas e os países obterem ganhos de produtividade.
3. Explique como o comércio externo contribui para a divisão internacional do trabalho (DIT).
4. Indique os quatro grandes tipos de transacções entre agentes económicos de países diferentes.
5. Refira alguns motivos que expliquem por que razão o comércio externo poderá ser mais vantajoso para as economias mais avançadas.
6. Problematize o futuro da União Económica e Monetária, apresentando pelo menos um argumento optimista e outro pessimista.
7. Identifique os cinco bens (5 de exportações e 5 de importações) e os cinco mercados (5 clientes e 5 fornecedores) mais importantes no comércio externo português, consultando as estatísticas do Comércio Internacional (PORDATA) para 2019. Justifique as ordenações que obteve com os valores observados.
Preço de um bem - noção e componentes
Diz-se preço o custo unitário de um bem, serviço ou activo, expresso em unidades monetárias.
O consumidor nunca dispõe de recursos para adquirir todos os bens que desejaria. Assume-se em Economia que os consumidores pretendem maximizar o seu bem-estar, traduzido por uma função utilidade.
Utilidade é a propriedade de anulação das necessidades que se atribui aos bens económicos. A utilidade marginal de um bem é o acréscimo da satisfação resultante do consumo de uma unidade adicional desse bem.
Para decidir a melhor aplicação do seu rendimento, o consumidor irá gastando cada Euro no bem que lhe acrescentar maior satisfação. De acordo com o princípio da igualdade marginal, a maximização da utilidade do consumidor pressupõe a escolha de um cabaz de bens tal que a utilidade marginal por unidade monetária gasta seja igual para todos os bens. Para compreender rapidamente este princípio, imagine que adquirindo o bem X a utilidade do último Euro seria três vezes superior à utilidade do último Euro gasto no bem Y; neste caso, a utilidade total poderia ser aumentada, transferindo o Euro gasto no bem Y para o bem X.
Associando o preço dos bens à sua utilidade marginal, facilmente perceberá porque é que a água é mais barata que os diamantes. Observe que apesar do elevado valor de uso (utilidade total) da água, esta tem um valor de troca (utilidade marginal) muito inferior ao dos diamantes (paradoxo da água e do diamante).
Este princípio será retomado adiante, para justificar a relação inversa entre a quantidade desejada pelos consumidores e os preços: o aumento de preço de um bem reduz o consumo desejado pelo consumidor em relação a esse bem, explicando por que razão as curvas da procura têm inclinação decrescente, tema que será estudado no ponto 5. Preços e mercados.
Pensando nos produtores, um factor importante na determinação dos preços são custos de produção. Admite-se que o seu objectivo é a maximização do lucro, pelo que apenas poderão produzir e vender os produtos por um preço superior ao seu custo unitário (já calculado aqui), definindo-se o lucro unitário pela diferença, preço menos custo unitário. Se os custos de produção subirem, porque aumentaram os custos das matérias-primas, da energia, dos salários, aumentaram os impostos, etc., então o empresário só conseguirá manter o seu lucro se aumentar os preços, transferindo o aumento dos custos para os consumidores.
Provavelmente, se aumentarem os custos, os produtores não conseguirão repercuti-lo na sua totalidade sobre os consumidores, mas isso dependerá da estrutura do mercado, pois como veremos, em Monopólio o produtor terá maior poder na determinação dos preços que em Concorrência.
1. Comenta o paradoxo da água e do diamante, partindo dos conceitos de valor de uso e valor de troca.
2. Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
3. Refere três factores que influenciam a formação dos preços.
4. Comenta a importância da estrutura do mercado na formação dos preços, referindo dois exemplos de mercado concorrencial e dois exemplos de monopólio.
Posição C: Somos um dos países europeus onde a percentagem de estudantes que abandonam a universidade por razões financeiras é mais alta. – CONTRA AS PROPINAS NA FACULDADE
5. Apresenta dois factores a favor e dois factores contra a cobrança de propinas na faculdade, que se aproximem do custo real do bem.
6. Justifica a insuficiência dos aspectos estudados nesta tarefa para explicar a formação dos preços.
O consumidor nunca dispõe de recursos para adquirir todos os bens que desejaria. Assume-se em Economia que os consumidores pretendem maximizar o seu bem-estar, traduzido por uma função utilidade.
Utilidade é a propriedade de anulação das necessidades que se atribui aos bens económicos. A utilidade marginal de um bem é o acréscimo da satisfação resultante do consumo de uma unidade adicional desse bem.
Para decidir a melhor aplicação do seu rendimento, o consumidor irá gastando cada Euro no bem que lhe acrescentar maior satisfação. De acordo com o princípio da igualdade marginal, a maximização da utilidade do consumidor pressupõe a escolha de um cabaz de bens tal que a utilidade marginal por unidade monetária gasta seja igual para todos os bens. Para compreender rapidamente este princípio, imagine que adquirindo o bem X a utilidade do último Euro seria três vezes superior à utilidade do último Euro gasto no bem Y; neste caso, a utilidade total poderia ser aumentada, transferindo o Euro gasto no bem Y para o bem X.
Associando o preço dos bens à sua utilidade marginal, facilmente perceberá porque é que a água é mais barata que os diamantes. Observe que apesar do elevado valor de uso (utilidade total) da água, esta tem um valor de troca (utilidade marginal) muito inferior ao dos diamantes (paradoxo da água e do diamante).
Este princípio será retomado adiante, para justificar a relação inversa entre a quantidade desejada pelos consumidores e os preços: o aumento de preço de um bem reduz o consumo desejado pelo consumidor em relação a esse bem, explicando por que razão as curvas da procura têm inclinação decrescente, tema que será estudado no ponto 5. Preços e mercados.
Pensando nos produtores, um factor importante na determinação dos preços são custos de produção. Admite-se que o seu objectivo é a maximização do lucro, pelo que apenas poderão produzir e vender os produtos por um preço superior ao seu custo unitário (já calculado aqui), definindo-se o lucro unitário pela diferença, preço menos custo unitário. Se os custos de produção subirem, porque aumentaram os custos das matérias-primas, da energia, dos salários, aumentaram os impostos, etc., então o empresário só conseguirá manter o seu lucro se aumentar os preços, transferindo o aumento dos custos para os consumidores.
Provavelmente, se aumentarem os custos, os produtores não conseguirão repercuti-lo na sua totalidade sobre os consumidores, mas isso dependerá da estrutura do mercado, pois como veremos, em Monopólio o produtor terá maior poder na determinação dos preços que em Concorrência.
1. Comenta o paradoxo da água e do diamante, partindo dos conceitos de valor de uso e valor de troca.
2. Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
3. Refere três factores que influenciam a formação dos preços.
4. Comenta a importância da estrutura do mercado na formação dos preços, referindo dois exemplos de mercado concorrencial e dois exemplos de monopólio.
II
Posição F: Como portugueses, como pais e avós, queremos viver num país onde é mais caro ter um bebé na creche do que ter um jovem adulto na faculdade? – A FAVOR DAS PROPINAS NA FACULDADEPosição C: Somos um dos países europeus onde a percentagem de estudantes que abandonam a universidade por razões financeiras é mais alta. – CONTRA AS PROPINAS NA FACULDADE
5. Apresenta dois factores a favor e dois factores contra a cobrança de propinas na faculdade, que se aproximem do custo real do bem.
6. Justifica a insuficiência dos aspectos estudados nesta tarefa para explicar a formação dos preços.
2012 – 10º Aniversário do Euro
Em 2012 o BCE produziu um vídeo comemorativo do 10º aniversário do Euro.
Note que o Euro constitui parte do Pacote UE, não sendo uma opção dos Estados-Membros, excepto se negociada na adesão.
Para adoptarem o Euro, os Estados-Membros têm de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual é avaliado com base no cumprimento dos critérios de convergência nominal:
Recorrendo aos valores do PIB per capita (UE27=100), observamos que desde 2000, quando este indicador correspondia a 85 pontos, passámos para 77 pontos em 2022, indicando uma divergência real relativamente à UE, exactamente o oposto do desejável.
Abrir parêntesis, para observar a diferença entre salário nominal e salário real...
Em Portugal, o salário mínimo em 2017, valia menos que em 1975 * Fechar parêntesis
O Euro foi fixado irrevogavelmente em 200,482 escudos.
Tabuada dos Euros vs. Contos de réis
Actualmente, o Sistema Europeu de Bancos Centrais é formado pelo BCE e pelos bancos centrais nacionais dos 27 Estados-Membros da União Europeia. Os Estados-Membros participantes na área do euro são 20: Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Letónia, Lituânia e Croácia, pelo que os respectivos bancos centrais e o BCE fazem parte do Eurosistema.
A principal desvantagem da adopção do Euro resulta da perda de autonomia, por parte dos governos, na condução das políticas monetária e cambial, pois as decisões a este nível são tomadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
Antes da adopção do Euro, Portugal e outros países, recorriam à desvalorização da moeda como estratégia para baixar artificialmente o preço das exportações, tornando-as mais competitivas. Simultaneamente, as importações ficavam mais caras, contribuindo para a redução destas. Este mecanismo permitia a promoção do equilíbrio da balança de pagamentos sem que as empresas ficassem mais competitivas, e sem que os indivíduos sentissem imediatamente a redução do poder de compra que efectivamente perdiam.
Pretende-se alargar o Euro a outros Estados-Membros porque elimina os riscos de taxa de câmbio entre os países que o adoptam, baixando, por conseguinte, das taxas de juro. Permite a esses países beneficiarem das vantagens da estabilidade de preços – o objectivo primordial do BCE. Abre também o caminho para um mercado de capitais integrado, líquido e profundo. Nas suas viagens na área do euro, as pessoas já não precisam de trocar dinheiro e de pagar os correspondentes custos de transacção.
Podes aprender mais sobre o Euro, até com jogos e apresentações interactivas na Escola do Euro/BCE... Para fazer a tarefa é mais prático consultar as publicações. Será útil prestar atenção aos elementos de segurança das notas de Euro, até porque estes vão mudando, mas o SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA” existe para nos manter actualizados.
Constrói uma apresentação de 10 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Recursos
Sugestões
Vantagens do EURO e Desvantagens do EURO
Veja apresentação de um ex-aluno (slides 10 e 11)
Como verificar se uma nota é verdadeira?
https://www.bportugal.pt/notas-contrafacao
O que é a moeda?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/what_is_money.pt.html
Que importância tem a área Euro na economia mundial?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/euro_area_in_comparison.pt.html
O que faz o BCE? / O que é um banco central?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me/html/what-is-a-central-bank.pt.html
Os novos Estados-Membros adotam automaticamente o euro após a adesão à UE?
É possível os novos Estados-Membros começarem a utilizar o euro como moeda paralela (a chamada “euroização”) antes de fazerem parte do Eurosistema?
https://www.ecb.europa.eu/ecb/history/enlargement/html/faqenlarge.pt.html
É legal afixar cartazes com avisos do tipo: “Não se aceitam pagamentos com notas de 100 euros ou superiores”?
Se fizer pagamentos com notas de 100, 200 ou 500 euros podem exigir-me identificação?
Posso fazer um pagamento de 1000 euros com moedas de 2 euros?
https://www.bportugal.pt/perguntas-frequentes/267
Critérios de convergência nominal e convergência real (acima)
- uma taxa média de inflação que não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais, no máximo, a verificada nos três Estados-Membros com melhores resultados em termos de estabilidade de preços;
- o rácio do défice público programado ou verificado em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 3%;
- o rácio da dívida pública em relação ao PIB a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 60%;
- as taxas de câmbio, durante pelo menos dois anos, deverão respeitar as margens normais de flutuação previstas no mecanismo de taxas de câmbio do Sistema Monetário Europeu, sem ter procedido a uma desvalorização em relação à moeda de qualquer outro Estado-Membro. Isto é, o Estado-Membro deve ter participado no mecanismo da taxa de câmbio do Sistema Monetário Europeu ininterruptamente durante os dois anos anteriores ao exame da sua situação sem ter conhecido tensões graves. Além disso, durante o mesmo período, não deve ter desvalorizado por sua própria iniciativa a sua moeda;
- as taxas de juro a longo prazo não devem exceder mais de 2 pontos percentuais, no máximo, a média dos três Estados-Membros que apresentam os melhores resultados relativamente à estabilidade dos preços.
Fonte: Introdução do euro: critérios de convergência * Endereço curto: http://bit.ly/convnominal
Recorrendo aos valores do PIB per capita (UE27=100), observamos que desde 2000, quando este indicador correspondia a 85 pontos, passámos para 77 pontos em 2022, indicando uma divergência real relativamente à UE, exactamente o oposto do desejável.
Abrir parêntesis, para observar a diferença entre salário nominal e salário real...
Em Portugal, o salário mínimo em 2017, valia menos que em 1975 * Fechar parêntesis
- No final da sua primeira década, o euro é uma história de sucesso e representa o resultado mais tangível da integração europeia. O nível baixo e a estabilidade da inflação e das taxas de juro nos últimos dez anos contribuíram para o aumento do investimento na área do euro. A consolidação fiscal prosseguiu e a criação de emprego atingiu os níveis mais elevados de sempre. Contudo, o crescimento da produtividade tem sido inferior ao de outras economias desenvolvidas, e as preocupações sobre a distribuição dos rendimentos aumentaram.
Fonte: EMU@10: sucessos e desafios após 10 anos de União Económica e Monetária
O Euro foi fixado irrevogavelmente em 200,482 escudos.
Tabuada dos Euros vs. Contos de réis
Actualmente, o Sistema Europeu de Bancos Centrais é formado pelo BCE e pelos bancos centrais nacionais dos 27 Estados-Membros da União Europeia. Os Estados-Membros participantes na área do euro são 20: Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Letónia, Lituânia e Croácia, pelo que os respectivos bancos centrais e o BCE fazem parte do Eurosistema.
A principal desvantagem da adopção do Euro resulta da perda de autonomia, por parte dos governos, na condução das políticas monetária e cambial, pois as decisões a este nível são tomadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
Antes da adopção do Euro, Portugal e outros países, recorriam à desvalorização da moeda como estratégia para baixar artificialmente o preço das exportações, tornando-as mais competitivas. Simultaneamente, as importações ficavam mais caras, contribuindo para a redução destas. Este mecanismo permitia a promoção do equilíbrio da balança de pagamentos sem que as empresas ficassem mais competitivas, e sem que os indivíduos sentissem imediatamente a redução do poder de compra que efectivamente perdiam.
Pretende-se alargar o Euro a outros Estados-Membros porque elimina os riscos de taxa de câmbio entre os países que o adoptam, baixando, por conseguinte, das taxas de juro. Permite a esses países beneficiarem das vantagens da estabilidade de preços – o objectivo primordial do BCE. Abre também o caminho para um mercado de capitais integrado, líquido e profundo. Nas suas viagens na área do euro, as pessoas já não precisam de trocar dinheiro e de pagar os correspondentes custos de transacção.
Podes aprender mais sobre o Euro, até com jogos e apresentações interactivas na Escola do Euro/BCE... Para fazer a tarefa é mais prático consultar as publicações. Será útil prestar atenção aos elementos de segurança das notas de Euro, até porque estes vão mudando, mas o SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA” existe para nos manter actualizados.
Constrói uma apresentação de 10 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Recursos
- SÍTIO WEB OFICIAL “O EURO: A NOSSA MOEDA”
- Perguntas mais frequentes sobre o alargamento da União Europeia e a União Económica e Monetária, BCE.
- http://www.ecb.europa.eu/euro/html/index.pt.html
- Perguntas Frequentes > Notas e moedas, BdP
Sugestões
Vantagens do EURO e Desvantagens do EURO
Veja apresentação de um ex-aluno (slides 10 e 11)
Como verificar se uma nota é verdadeira?
https://www.bportugal.pt/notas-contrafacao
O que é a moeda?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/what_is_money.pt.html
Que importância tem a área Euro na economia mundial?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me-more/html/euro_area_in_comparison.pt.html
O que faz o BCE? / O que é um banco central?
http://www.ecb.europa.eu/explainers/tell-me/html/what-is-a-central-bank.pt.html
Os novos Estados-Membros adotam automaticamente o euro após a adesão à UE?
É possível os novos Estados-Membros começarem a utilizar o euro como moeda paralela (a chamada “euroização”) antes de fazerem parte do Eurosistema?
https://www.ecb.europa.eu/ecb/history/enlargement/html/faqenlarge.pt.html
É legal afixar cartazes com avisos do tipo: “Não se aceitam pagamentos com notas de 100 euros ou superiores”?
Se fizer pagamentos com notas de 100, 200 ou 500 euros podem exigir-me identificação?
Posso fazer um pagamento de 1000 euros com moedas de 2 euros?
https://www.bportugal.pt/perguntas-frequentes/267
Critérios de convergência nominal e convergência real (acima)
Comércio – noção e tipos
A indústria refere-se ao conjunto de tarefas através das quais se processa a transformação das matérias-primas em produtos acabados, envolvendo as ciências da engenharia e dos materiais, economia dos recursos humanos, energéticos, financeiros, etc. produzindo bens para repor os stocks em armazém.
As missões “pouco nobres” de contactar possíveis compradores cabiam aos comerciantes: lojistas do retalho, caixeiros-viajantes, vendedores ambulantes, feirantes e outros.
Entretanto hoje reconhece-se a importância específica da actividade comercial e do transporte dos produtos, agrupadas sob o conceito de distribuição, que estabelece a ligação entre os produtores e os consumidores. O seu estudo engloba a distinção de diversos circuitos de distribuição e de tipos de comércio.
Em resultado da intensificação da globalização o comércio tem crescido a um ritmo superior ao da produção. As impressoras 3D ainda se encontram numa fase em que nos parecem ficção científica, mas o seu desenvolvimento redesenhará as redes de distribuição e as sociedades (Vídeo do cenário 3 do estudo Delivering Tomorrow, da DHL - Site Delivering Tomorrow).
Recursos
http://www.infopedia.pt/$canal-de-distribuicao
Manual de Vendas e Distribuição (pp. 13-28), Fundação Calouste Gulbenkian, Millennium BCP (BACKUP)
Canais de Distribuição no Sector Têxtil
Apresentação desta matéria no slideshare
Apresentação no Google Drive (só os primeiros 10 slides são sobre este tema)
Apresentação O Comportamento do Consumidor - Condicionantes do processo de compra
Franchising
Manual, pp. 140-150.
Distribuição - Aspectos do contexto local
As missões “pouco nobres” de contactar possíveis compradores cabiam aos comerciantes: lojistas do retalho, caixeiros-viajantes, vendedores ambulantes, feirantes e outros.
Entretanto hoje reconhece-se a importância específica da actividade comercial e do transporte dos produtos, agrupadas sob o conceito de distribuição, que estabelece a ligação entre os produtores e os consumidores. O seu estudo engloba a distinção de diversos circuitos de distribuição e de tipos de comércio.
Em resultado da intensificação da globalização o comércio tem crescido a um ritmo superior ao da produção. As impressoras 3D ainda se encontram numa fase em que nos parecem ficção científica, mas o seu desenvolvimento redesenhará as redes de distribuição e as sociedades (Vídeo do cenário 3 do estudo Delivering Tomorrow, da DHL - Site Delivering Tomorrow).
Recursos
http://www.infopedia.pt/$canal-de-distribuicao
Manual de Vendas e Distribuição (pp. 13-28), Fundação Calouste Gulbenkian, Millennium BCP (BACKUP)
Canais de Distribuição no Sector Têxtil
Apresentação desta matéria no slideshare
Apresentação no Google Drive (só os primeiros 10 slides são sobre este tema)
Apresentação O Comportamento do Consumidor - Condicionantes do processo de compra
Franchising
Manual, pp. 140-150.
Distribuição - Aspectos do contexto local
Comércio – noção e tipos (2020)
Poderá encontrar muitas teses de Mestrado utilizando as palavras-chave adequadas (sugestões: canais de distribuição, cadeia logística) no Repositório Científico de Acesso Aberto ou Livros no Google.
IMPORTANTE: A apresentação deve corresponder aos objectivos deste tema e listar no final todos os recursos utilizados.
Constrói um PowerPoint de 20 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Sugestão: Para uma apresentação mais profissional insira um diapositivo com o índice, e links internos, como se exemplifica no recurso Franchising.
Poderá encontrar muitas teses de Mestrado utilizando as palavras-chave adequadas (sugestões: canais de distribuição, cadeia logística) no Repositório Científico de Acesso Aberto ou Livros no Google.
IMPORTANTE: A apresentação deve corresponder aos objectivos deste tema e listar no final todos os recursos utilizados.
Constrói um PowerPoint de 20 slides no Google Drive e partilha o respectivo link no teu blogue, utilizando os recursos indicados.
Sugestão: Para uma apresentação mais profissional insira um diapositivo com o índice, e links internos, como se exemplifica no recurso Franchising.
Análise Económica da Conjuntura II
A partir do site Conhecer a Crise.
1. Comente a evolução de cada um dos seguintes indicadores (e suas componentes, quando apresentadas):
- PIB
- Valor Acrescentado Bruto
- Utilização da Capacidade da Indústria Transformadora
- Financiamento da Economia
- Taxa de Desemprego
- Despesas das Famílias
- Finanças Públicas (Défice e Dívida)
- Outros dois indicadores à sua escolha
2. Faça um comentário global à conjuntura económica.
Help
1. Comente a evolução de cada um dos seguintes indicadores (e suas componentes, quando apresentadas):
- PIB
- Valor Acrescentado Bruto
- Utilização da Capacidade da Indústria Transformadora
- Financiamento da Economia
- Taxa de Desemprego
- Despesas das Famílias
- Finanças Públicas (Défice e Dívida)
- Outros dois indicadores à sua escolha
2. Faça um comentário global à conjuntura económica.
Help
Análise Económica da Conjuntura
Extraiu-se dos INDICADORES DE CONJUNTURA, 11/2012, publicados pelo BdP o seguinte quadro:
1. O PIB em 2011, relativamente a 2010 cresceu 1,5%, mas o ritmo foi caindo, porque no III trimestre de 2011 (relativamente ao III trimestre de 2010) cresceu apenas 1,3%, e no IV trimestre de 2011 ainda cresceu a um ritmo inferior, 0,6%. Em 2012 continuou a agravar-se a recessão, começando o I trimestre com crescimento nulo, que passou a -0,4% no II e -0,6% no III.
Analisa a evolução das diferentes componentes da procura global.
2. O Índice de Produção Industrial até registou no III trimestre de 2011 (3,6%) um crescimento superior ao anual (3,4%), mas no IV trimestre de 2011 a produção industrial começou a cair (-0,2%) a um ritmo que tem continuado a agravar-se: -1,6% no I trimestre de 2012, -2,3% no II e -2,6 no III. Considerando os valores acumulados de 2012 até Setembro, este indicador caiu -2,1% relativamente a 2010.
Analisa as diversas componentes dos indicadores de actividade.
3. Analisa os indicadores de confiança.
1. O PIB em 2011, relativamente a 2010 cresceu 1,5%, mas o ritmo foi caindo, porque no III trimestre de 2011 (relativamente ao III trimestre de 2010) cresceu apenas 1,3%, e no IV trimestre de 2011 ainda cresceu a um ritmo inferior, 0,6%. Em 2012 continuou a agravar-se a recessão, começando o I trimestre com crescimento nulo, que passou a -0,4% no II e -0,6% no III.
Analisa a evolução das diferentes componentes da procura global.
2. O Índice de Produção Industrial até registou no III trimestre de 2011 (3,6%) um crescimento superior ao anual (3,4%), mas no IV trimestre de 2011 a produção industrial começou a cair (-0,2%) a um ritmo que tem continuado a agravar-se: -1,6% no I trimestre de 2012, -2,3% no II e -2,6 no III. Considerando os valores acumulados de 2012 até Setembro, este indicador caiu -2,1% relativamente a 2010.
Analisa as diversas componentes dos indicadores de actividade.
3. Analisa os indicadores de confiança.
Exames Nacionais de 2012 e 2013 - A produção de bens e de serviços
Nesta tarefa apresentam-se algumas questões referentes ao capítulo "A produção de bens e de serviços" que saíram nas provas do Exame de Economia em 2012 e em 2013. Encontram-se outras provas de exame em www.gave.pt
Edita as imagens no Paint, resolve as questões e publica-as mostrando os cálculos e as justificações.
Sugestões
Edita as imagens no Paint, resolve as questões e publica-as mostrando os cálculos e as justificações.
Sugestões
Exames Nacionais de 2012 – CN
Nesta tarefa apresentam-se as questões de Contabilidade Nacional que saíram nas 3 provas do Exame de Economia em 2012. Numa primeira fase propõe-se a justificação apenas das 11 questões (10 imagens) de escolha múltipla.
Sugestões
Sugestões
Combinação dos factores de produção
A longo prazo todos os factores da função de produção – Y=f(A,K,L) – são variáveis. Como as empresas procuram minimizar os custos, será escolhida a combinação de factores que permita obter a mesma produção com o menor custo.
A imagem abaixo é uma isoquanta, onde se representaram quatro combinações de factores – A, B, C e D – que permitem produzir a mesma quantidade do produto.
w e r representam respectivamente, o custo do trabalho (w de wages) e custo do capital. Se os salários forem de 2 um e o custo do capital for de 3 um, C representa a melhor combinação de factores. Se o custo do capital baixar para 1 será preferível uma combinação de factores mais intensiva em capital, B. Se os salários forem de 5 um e o custo do capital e 5,5 um... fica como exercício.
Definem-se como custos fixos a parcela monetária que é suportada mesmo que não haja qualquer produção; dentro de determinados limites, os custos fixos não são afectados por qualquer variação na quantidade produzida, como por exemplo, o ordenado dos administradores, a renda do edifício ou o custo de uma campanha publicitária.
Os custos variáveis representam a despesa que varia com o nível de produção, como as matérias-primas, salários e combustíveis.
Por definição os custos totais resultam da soma:
CT = CF + CV
O custo fixo médio obtém-se dividindo os custos fixos pela quantidade produzida, ie, CFM=CF/Q. Como CF é constante, o CVM apresentará uma curva decrescente com o nível de produção. Naturalmente, à medida que a empresa vende uma maior quantidade do produto, pode distribuir os custos fixos por mais unidades, reduzindo o CFM.
O custo variável médio é igual aos custos variáveis a dividir pela produção, ie, CVM=CV/Q. O CVM primeiro diminui e depois aumenta.
O custo marginal define-se como o custo adicional decorrente da produção de 1 unidade adicional. O CMg desce na fase inicial, atinge um ponto mínimo e depois sobe. Importa observar que o CMg cruza com o CVM e o CTM quando estes atingem o seu ponto mínimo.
Os estudantes conhecem bem uma aplicação prática deste mecanismo. Quando obtêm classificações inferiores à sua média, a média desce. Quando obtém classificações superiores à sua média, esta sobe.
A representação dos custos totais, fixos e variáveis, reflectindo as observações acima, apresenta a seguinte configuração.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos crescentes à escala, também designados economias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento mais do que proporcional no nível de produção.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos decrescentes à escala, também designados deseconomias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento menos do que proporcional no nível de produção.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos constantes à escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento proporcional no nível de produção.
A longo prazo, o nível de produção óptimo corresponde ao mínimo do custo unitário (a partir do qual haverá deseconomias de escala).
O mais comum é verificarem-se economias de escala, uma redução dos custos com o nível de produção que explica a concentração da actividade económica num número reduzido de empresas. Quando o volume de produção aumenta, podem existir economias em edifícios,
equipamentos, administração, vendas, publicidade, etc. Uma vez que os custos fixos passaram a ser distribuídos por maior volume de produção, os custos unitários baixaram. No limite, para volumes elevados da produção, quando os custos fixos unitários (CF/Q) tendem para zero, o custo unitário aproxima-se do custo variável unitário (CV/Q). Por outras palavras, o custo unitário aproxima-se do valor dos inputs necessários à sua produção: matérias-primas, mão-de-obra directa, energia, etc.
As empresas de menor dimensão têm maior flexibilidade para se adaptarem mais rapidamente a novas exigências dos mercados, adoptando mais facilmente novas tecnologias e empoderando as pessoas. Assim, fornecem produtos e serviços com preço competitivo e a qualidade desejada por determinados nichos de mercado, personalizando a sua oferta mais eficientemente que as grandes empresas, porque são mais ágeis para ultrapassar a burocracia e são valorizadas pela sua flexibilidade e iniciativa. As deseconomias de escala ilustram o paradigma Small Is Beautiful.
1. Completa a tabela e interpreta a linha correspondente a Q=4.
2. Representa graficamente CT=CF+CV. Justifica a configuração das curvas.
3. Representa graficamente a relação entre o Custo Marginal e os Custos Médios (CFM, CVM e CTM). Justifica a configuração das curvas.
4. Indica a combinação óptima de factores correspondente aos salários de 5 e ao custo da capital de 5,5 completando a segunda imagem deste post.
5. Relaciona as economias de escala com a concentração que se verifica em muitos ramos da actividade económica: banca, automóvel, distribuição de combustíveis, distribuição a retalho, etc.
6. Demonstra que a concentração das empresas ocorre nos sectores com mais elevados custos fixos, recorrendo à lei das economias de escala.
7. Relaciona as (des)economias de escala com a curva do custo médio.
Partindo de uma leitura de Alfred Marshall, (Backup) apresenta três argumentos que justifiquem a concentração empresarial partindo das economias de escala.
SUGESTÕES DE LEITURA: Economias de escala e tendência para a fusão, Larga escala e rentabilização de maquinaria, Larga escala e economia de competências, Larga escala e atracção de trabalhadores excepcionais, Larga escala e homens de confiança.
Trabalho de casa pelo ChatGPT
A imagem abaixo é uma isoquanta, onde se representaram quatro combinações de factores – A, B, C e D – que permitem produzir a mesma quantidade do produto.
w e r representam respectivamente, o custo do trabalho (w de wages) e custo do capital. Se os salários forem de 2 um e o custo do capital for de 3 um, C representa a melhor combinação de factores. Se o custo do capital baixar para 1 será preferível uma combinação de factores mais intensiva em capital, B. Se os salários forem de 5 um e o custo do capital e 5,5 um... fica como exercício.
Definem-se como custos fixos a parcela monetária que é suportada mesmo que não haja qualquer produção; dentro de determinados limites, os custos fixos não são afectados por qualquer variação na quantidade produzida, como por exemplo, o ordenado dos administradores, a renda do edifício ou o custo de uma campanha publicitária.
Os custos variáveis representam a despesa que varia com o nível de produção, como as matérias-primas, salários e combustíveis.
Por definição os custos totais resultam da soma:
CT = CF + CV
O custo fixo médio obtém-se dividindo os custos fixos pela quantidade produzida, ie, CFM=CF/Q. Como CF é constante, o CVM apresentará uma curva decrescente com o nível de produção. Naturalmente, à medida que a empresa vende uma maior quantidade do produto, pode distribuir os custos fixos por mais unidades, reduzindo o CFM.
O custo variável médio é igual aos custos variáveis a dividir pela produção, ie, CVM=CV/Q. O CVM primeiro diminui e depois aumenta.
O custo marginal define-se como o custo adicional decorrente da produção de 1 unidade adicional. O CMg desce na fase inicial, atinge um ponto mínimo e depois sobe. Importa observar que o CMg cruza com o CVM e o CTM quando estes atingem o seu ponto mínimo.
Os estudantes conhecem bem uma aplicação prática deste mecanismo. Quando obtêm classificações inferiores à sua média, a média desce. Quando obtém classificações superiores à sua média, esta sobe.
A representação dos custos totais, fixos e variáveis, reflectindo as observações acima, apresenta a seguinte configuração.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos crescentes à escala, também designados economias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento mais do que proporcional no nível de produção.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos decrescentes à escala, também designados deseconomias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento menos do que proporcional no nível de produção.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos constantes à escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento proporcional no nível de produção.
A longo prazo, o nível de produção óptimo corresponde ao mínimo do custo unitário (a partir do qual haverá deseconomias de escala).
O mais comum é verificarem-se economias de escala, uma redução dos custos com o nível de produção que explica a concentração da actividade económica num número reduzido de empresas. Quando o volume de produção aumenta, podem existir economias em edifícios,
equipamentos, administração, vendas, publicidade, etc. Uma vez que os custos fixos passaram a ser distribuídos por maior volume de produção, os custos unitários baixaram. No limite, para volumes elevados da produção, quando os custos fixos unitários (CF/Q) tendem para zero, o custo unitário aproxima-se do custo variável unitário (CV/Q). Por outras palavras, o custo unitário aproxima-se do valor dos inputs necessários à sua produção: matérias-primas, mão-de-obra directa, energia, etc.
As empresas de menor dimensão têm maior flexibilidade para se adaptarem mais rapidamente a novas exigências dos mercados, adoptando mais facilmente novas tecnologias e empoderando as pessoas. Assim, fornecem produtos e serviços com preço competitivo e a qualidade desejada por determinados nichos de mercado, personalizando a sua oferta mais eficientemente que as grandes empresas, porque são mais ágeis para ultrapassar a burocracia e são valorizadas pela sua flexibilidade e iniciativa. As deseconomias de escala ilustram o paradigma Small Is Beautiful.
1. Completa a tabela e interpreta a linha correspondente a Q=4.
2. Representa graficamente CT=CF+CV. Justifica a configuração das curvas.
3. Representa graficamente a relação entre o Custo Marginal e os Custos Médios (CFM, CVM e CTM). Justifica a configuração das curvas.
4. Indica a combinação óptima de factores correspondente aos salários de 5 e ao custo da capital de 5,5 completando a segunda imagem deste post.
5. Relaciona as economias de escala com a concentração que se verifica em muitos ramos da actividade económica: banca, automóvel, distribuição de combustíveis, distribuição a retalho, etc.
6. Demonstra que a concentração das empresas ocorre nos sectores com mais elevados custos fixos, recorrendo à lei das economias de escala.
7. Relaciona as (des)economias de escala com a curva do custo médio.
II
Partindo de uma leitura de Alfred Marshall, (Backup) apresenta três argumentos que justifiquem a concentração empresarial partindo das economias de escala.
SUGESTÕES DE LEITURA: Economias de escala e tendência para a fusão, Larga escala e rentabilização de maquinaria, Larga escala e economia de competências, Larga escala e atracção de trabalhadores excepcionais, Larga escala e homens de confiança.
Trabalho de casa pelo ChatGPT
Portugal é uma pequena economia aberta ao exterior, particularmente dependente da Área Euro
O peso de Portugal na União Europeia é reduzido, mas o clima que se vive na UE determina em larga medida o que sucederá na nossa economia. Geralmente quando a Europa cresce, Portugal também tem oportunidades de crescimento. Portugal cresceu a uma velocidade superior à da área Euro até 2000, aspecto que a Espanha manteve até 2008. A Zona Euro desacelerou em 2000, vivendo Portugal e Alemanha um período de depressão após a criação do Euro (2002), mas a Alemanha recuperou rapidamente a partir de 2005, desempenhando o papel de locomotiva da Zona Euro, que Portugal não acompanharia com a mesma velocidade.
Fonte: PORDATA
A crise financeira de 2007/08 arrasou toda a Europa, e Portugal só não terá registado uma queda tão profunda quanto os restantes países porque a bolha de crescimento do sector financeiro e imobiliário terá tido menor expressão entre nós. A partir de 2010, quando a Europa parece iniciar um novo ciclo, as vulnerabilidades estruturais de Portugal e de Espanha eternizam a recessão na península ibérica, que apenas registam tcv's positivas a partir de em 2014. 2020 evidencia dramaticamente a dependência relativamente ao exterior, com uma queda mais expressiva dos países periféricos.
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria só teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
O comércio a retalho manteve expectativas de crescimento acima da área Euro até à criação do Euro.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da unificação alemã, afastando-se destas após 2002.
O indicador de confiança nos serviços apresenta valores inferiores aos da área Euro, apenas tendo registado valores positivos antes da criação do Euro, durante o Euro-2004 (futebol) e com a política despesista de José Sócrates.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países resgatados. Fonte: PORDATA
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os dados do INE Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam - Agosto de 2021 * GDRIVE
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança do comércio a retalho; Folha ICC - 1.
d) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
e) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
PREVIEW2021
3. Comenta a evolução da economia portuguesa, comparando com as tcv's do PIB de quatro potências mundiais, EUA , Japão e outras duas.
NOTA: Deverá utilizar GDP per capita growth (annual %) no Banco Mundial
Fonte: PORDATA
A crise financeira de 2007/08 arrasou toda a Europa, e Portugal só não terá registado uma queda tão profunda quanto os restantes países porque a bolha de crescimento do sector financeiro e imobiliário terá tido menor expressão entre nós. A partir de 2010, quando a Europa parece iniciar um novo ciclo, as vulnerabilidades estruturais de Portugal e de Espanha eternizam a recessão na península ibérica, que apenas registam tcv's positivas a partir de em 2014. 2020 evidencia dramaticamente a dependência relativamente ao exterior, com uma queda mais expressiva dos países periféricos.
- Os indicadores de confiança do consumidor, de confiança na indústria e de confiança na construção resultam da resposta a inquéritos aos agregados familiares, aos empresários da indústria transformadora e aos empresários da construção e obras públicas.
O valor do índice resulta da diferença entre a % de "respostas positivas" (aumentou, melhorou, bom, etc) e a % de "respostas negativas" (diminuiu, piorou, mau", etc). Não se consideram neste cálculo a % de "respostas neutras" (talvez, manteve, etc) e as respostas "não sabe".
O valor deste indicador varia entre -100 e 100, sendo que quanto mais negativo fôr, maior o peso das "respostas negativas".
Conhecer a Crise
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria só teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
O comércio a retalho manteve expectativas de crescimento acima da área Euro até à criação do Euro.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da unificação alemã, afastando-se destas após 2002.
O indicador de confiança nos serviços apresenta valores inferiores aos da área Euro, apenas tendo registado valores positivos antes da criação do Euro, durante o Euro-2004 (futebol) e com a política despesista de José Sócrates.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países resgatados. Fonte: PORDATA
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os dados do INE Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam - Agosto de 2021 * GDRIVE
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança do comércio a retalho; Folha ICC - 1.
d) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
e) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
PREVIEW2021
3. Comenta a evolução da economia portuguesa, comparando com as tcv's do PIB de quatro potências mundiais, EUA , Japão e outras duas.
NOTA: Deverá utilizar GDP per capita growth (annual %) no Banco Mundial
Lei dos Rendimentos Decrescentes
A produção (Y) resulta da combinação dos factores produtivos capital (K) e trabalho (L, da expressão inglesa Labour) utilizando uma dada tecnologia A (a letra t e utilizada em Economia para representar o tempo). Portanto, a expressão abaixo representa a função de produção, que já terás observado no blogue:
O curto prazo é o período de tempo suficiente para o ajustamento dos factores produtivos variáveis, tais como as matérias-primas e o trabalho, mas demasiado curto para permitir que se alterem os factores fixos como o capital – edifícios e equipamentos – e a tecnologia.
Por exemplo, no curto prazo uma companhia aérea pode começar a fazer mais rotas, contratando mais pilotos, ou pedindo horas extras aos que já se encontram ao serviço. Igualmente, facilmente adquirirá mais gasolina ou contratará mais hospedeiras para os novos vôos, mas a aquisição de mais aviões, ou a sua substituição por aparelhos mais modernos só será possível a longo prazo.
No curto prazo, geralmente consideramos uma dada tecnologia, tomamos o capital como um custo fixo, e o trabalho como um custo variável. Isto nem sempre é verdade, por exemplo é relativamente difícil despedir funcionários públicos, mas o trabalho pode, em geral, ser mais facilmente ajustado do que o capital.
Segundo a lei dos rendimentos decrescentes, obtemos cada vez menor produção adicional à medida que acrescentarmos doses adicionais de um factor, mantendo fixos os restantes. Ou seja, mantendo constantes os restantes factores produtivos, o produto marginal de cada unidade do factor de produção reduzir-se-á com o aumento da quantidade utilizada desse factor.
Um exemplo anedótico, é o caso de empregarem mais secretárias nos escritórios sem cuidar de instalar novos equipamentos.
Imagine que na produção do bem X são utilizadas 10 unidades de Capital, variando o Trabalho de 1 a 5 unidades. A tabela abaixo mostra a Produção Total, O Produto Marginal e o Produto Médio.
O Produto Marginal - ou produtividade marginal - de um factor de produção é o produto adicional gerado por 1 unidade adicional desse factor, mantendo os restantes factores constantes.
O Produto Médio - ou produtividade média - é igual à produção total dividida pela totalidade de unidades do factor de produção.
Segue-se a imagem que ilustra a tabela acima.
Em casos extremos o produto marginal pode ser negativo. Voltando ao exemplo das secretárias, seria o caso de a funcionária não ter material para trabalhar, e começar a perturbar uma amiga!
1. Explica os seguintes conceitos:
- combinação dos factores produtivos
- função de produção
- factores de produção
- complementaridade dos factores
- substituibilidade dos factores
- o número óptimo de trabalhadores
2. Distingue o curto prazo do longo prazo tendo em vista a produção.
3. Enuncia a lei dos rendimentos decrescentes.
4. Define:
- Produto Marginal/Produtividade Marginal
- Produto Médio/Produtividade Média
5. Preenche a tabela que se encontra aqui, e constrói um gráfico que ilustre a relação entre a Produção Total, o Produto Marginal e o Produto Médio. Publica imagens da tabela e do gráfico.
6. Observando a tabela construída no ponto anterior.
a) Interpreta a linha correspondente ao trabalho = 3;
b) "Quando o produto marginal é decrescente, o produto médio também decresce". Justifica.
c) Identifica a coluna que expressa a lei dos rendimentos decrescentes.
Y = f(A,K,L)
A longo prazo, todos os factores podem ser ajustados, incluindo o trabalho, as matérias-primas, o capital e a tecnologia. Isto é, dentro de determinados limites os factores são substituíveis. Estudaremos esta situação em próximos posts. Outra característica dos factores é a complementaridade, visto que ambos os factores são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo.O curto prazo é o período de tempo suficiente para o ajustamento dos factores produtivos variáveis, tais como as matérias-primas e o trabalho, mas demasiado curto para permitir que se alterem os factores fixos como o capital – edifícios e equipamentos – e a tecnologia.
Por exemplo, no curto prazo uma companhia aérea pode começar a fazer mais rotas, contratando mais pilotos, ou pedindo horas extras aos que já se encontram ao serviço. Igualmente, facilmente adquirirá mais gasolina ou contratará mais hospedeiras para os novos vôos, mas a aquisição de mais aviões, ou a sua substituição por aparelhos mais modernos só será possível a longo prazo.
No curto prazo, geralmente consideramos uma dada tecnologia, tomamos o capital como um custo fixo, e o trabalho como um custo variável. Isto nem sempre é verdade, por exemplo é relativamente difícil despedir funcionários públicos, mas o trabalho pode, em geral, ser mais facilmente ajustado do que o capital.
Segundo a lei dos rendimentos decrescentes, obtemos cada vez menor produção adicional à medida que acrescentarmos doses adicionais de um factor, mantendo fixos os restantes. Ou seja, mantendo constantes os restantes factores produtivos, o produto marginal de cada unidade do factor de produção reduzir-se-á com o aumento da quantidade utilizada desse factor.
Um exemplo anedótico, é o caso de empregarem mais secretárias nos escritórios sem cuidar de instalar novos equipamentos.
Imagine que na produção do bem X são utilizadas 10 unidades de Capital, variando o Trabalho de 1 a 5 unidades. A tabela abaixo mostra a Produção Total, O Produto Marginal e o Produto Médio.
O Produto Marginal - ou produtividade marginal - de um factor de produção é o produto adicional gerado por 1 unidade adicional desse factor, mantendo os restantes factores constantes.
O Produto Médio - ou produtividade média - é igual à produção total dividida pela totalidade de unidades do factor de produção.
Segue-se a imagem que ilustra a tabela acima.
Em casos extremos o produto marginal pode ser negativo. Voltando ao exemplo das secretárias, seria o caso de a funcionária não ter material para trabalhar, e começar a perturbar uma amiga!
1. Explica os seguintes conceitos:
- combinação dos factores produtivos
- função de produção
- factores de produção
- complementaridade dos factores
- substituibilidade dos factores
- o número óptimo de trabalhadores
2. Distingue o curto prazo do longo prazo tendo em vista a produção.
3. Enuncia a lei dos rendimentos decrescentes.
4. Define:
- Produto Marginal/Produtividade Marginal
- Produto Médio/Produtividade Média
5. Preenche a tabela que se encontra aqui, e constrói um gráfico que ilustre a relação entre a Produção Total, o Produto Marginal e o Produto Médio. Publica imagens da tabela e do gráfico.
6. Observando a tabela construída no ponto anterior.
a) Interpreta a linha correspondente ao trabalho = 3;
b) "Quando o produto marginal é decrescente, o produto médio também decresce". Justifica.
c) Identifica a coluna que expressa a lei dos rendimentos decrescentes.
Análise Económica II
Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2011/15.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2010, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, do Consumo Privado e do Consumo Público em 2011.
3. Em 2011, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB em 2014 e em 2015. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
Gráficos
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2010, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, do Consumo Privado e do Consumo Público em 2011.
3. Em 2011, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB em 2014 e em 2015. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
Gráficos
Limitações da Contabilidade Nacional II
O PIB inclui muitas variáveis questionáveis e omite muitas actividades económicas com valor. Por exemplo, o PIB inclui a produção de bombas e mísseis, bem como os salários pagos aos guardas das prisões. O aumento das actividades criminosas faz disparar as vendas de alarmes e sistemas de segurança, que se somam ao PIB. Por outro lado, o corte de florestas insubstituíveis, a degradação ambiental, a poluição, as chuvas ácidas ou o aquecimento global, constituem externalidades (*) que não têm qualquer impacto sobre o valor da produção.
A Contabilidade Nacional tem sido muito criticada pelas actividades extra-mercado que omite, procedendo-se então ao cálculo da importância da Economia Não-Registada - ENR, vulgo economia paralela - relativamente ao PIB. “Sendo clandestina e incluindo muitos procedimentos ilegais discute-se frequentemente a questão da sua medida. Aos que tendem a desvalorizar medições efectuadas há que recordar que o próprio produto interno bruto oficial é obtido por estimativas unanimemente aceites” (Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012).
A ENR inclui (1) a economia subterrânea, (2) a ilegal, a (3) economia informal e o auto-consumo e (4) produto não contabilizado por deficiências da estatística.
Os valores calculados para a economia portuguesa desde 1970 apresentam valores sempre crescentes, que em 2011 já terão ultrapassado 25% do PIB.
Fonte: Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012. * Backup
(*) Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado. Se os sujeitos económicos ignoram os custos/benefícios das externalidades, obviamente que estas enviesarão a afectação óptima de recursos.
A poluição é obviamente uma externalidade negativa. As descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população dizem-se externalidades positivas.
Continuando a utilizar o documento acima indicado:
1. Explicite o significado das diversas componentes da ENR: (1) a economia subterrânea, (2) a economia ilegal, (3) a economia informal e o auto-consumo e (4) discrepâncias estatísticas.
2. "Segundo alguns economistas, sobretudo em tempos de crise, a ENR funciona como uma almofada social e evita maior sofrimento à população. Será, por isso, desejável. Outros economistas dizem que representa um retrocesso civilizacional". Justifique estas duas perspectivas antagónicas, referindo algumas componentes da ENR.
3. Por que motivos aumentou a importância da ENR no PIB, de 1970 a 2011.
4. Comente a distribuição sectorial da ENR (Tabela 5, na p. 9).
5. Justifique a sobrevivência das populações em países com produto interno bruto oficial per capita abaixo do limiar de subsistência.
6. Problematize o conceito de "externalidades" no âmbito da ENR.
7. Indica uma estimativa mais actualizada da ENR, procurando no site https://www.obegef.pt/. Comenta a evolução observada desde 2011 indica o link que utilizaste.
8. Esta actividade é complementada com o TPC indicado aqui.
Sugestões * Respostas do Gemini
Apresentação Offshores * Qual a sua função económica?
A partir do momento em que os Offshores passaram a ser comentados pela opinião pública, os indicadores da ENR deixaram de ser actualizados, porque esta “falha” é muito maior. Neste vídeo, Pedro Santos Guerreiro explica como participam na lavagem de dinheiro.
A Contabilidade Nacional tem sido muito criticada pelas actividades extra-mercado que omite, procedendo-se então ao cálculo da importância da Economia Não-Registada - ENR, vulgo economia paralela - relativamente ao PIB. “Sendo clandestina e incluindo muitos procedimentos ilegais discute-se frequentemente a questão da sua medida. Aos que tendem a desvalorizar medições efectuadas há que recordar que o próprio produto interno bruto oficial é obtido por estimativas unanimemente aceites” (Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012).
A ENR inclui (1) a economia subterrânea, (2) a ilegal, a (3) economia informal e o auto-consumo e (4) produto não contabilizado por deficiências da estatística.
Os valores calculados para a economia portuguesa desde 1970 apresentam valores sempre crescentes, que em 2011 já terão ultrapassado 25% do PIB.
Fonte: Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012. * Backup
(*) Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado. Se os sujeitos económicos ignoram os custos/benefícios das externalidades, obviamente que estas enviesarão a afectação óptima de recursos.
A poluição é obviamente uma externalidade negativa. As descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população dizem-se externalidades positivas.
Continuando a utilizar o documento acima indicado:
1. Explicite o significado das diversas componentes da ENR: (1) a economia subterrânea, (2) a economia ilegal, (3) a economia informal e o auto-consumo e (4) discrepâncias estatísticas.
2. "Segundo alguns economistas, sobretudo em tempos de crise, a ENR funciona como uma almofada social e evita maior sofrimento à população. Será, por isso, desejável. Outros economistas dizem que representa um retrocesso civilizacional". Justifique estas duas perspectivas antagónicas, referindo algumas componentes da ENR.
3. Por que motivos aumentou a importância da ENR no PIB, de 1970 a 2011.
4. Comente a distribuição sectorial da ENR (Tabela 5, na p. 9).
5. Justifique a sobrevivência das populações em países com produto interno bruto oficial per capita abaixo do limiar de subsistência.
6. Problematize o conceito de "externalidades" no âmbito da ENR.
7. Indica uma estimativa mais actualizada da ENR, procurando no site https://www.obegef.pt/. Comenta a evolução observada desde 2011 indica o link que utilizaste.
8. Esta actividade é complementada com o TPC indicado aqui.
Sugestões * Respostas do Gemini
Apresentação Offshores * Qual a sua função económica?
A partir do momento em que os Offshores passaram a ser comentados pela opinião pública, os indicadores da ENR deixaram de ser actualizados, porque esta “falha” é muito maior. Neste vídeo, Pedro Santos Guerreiro explica como participam na lavagem de dinheiro.
Limitações da Contabilidade Nacional - I
Tarefa proposta como TPC
A maior limitação da Contabilidade Nacional decorre do desenvolvimento da economia paralela - economia não registada -, que já representa 1/4 do PIB. Se não fosse este flagelo, as contas públicas não apresentariam défice.
I
Visualiza a parte inicial do vídeo (novo link) (08:30-28:00) - primeiras intervenções, após as notícias - e responde às seguintes questões: 1. Explicita o conceito de Economia Paralela e suas componentes, expostas por Nuno Gonçalves.
2. Porque é que a população acha melhor não pagar os impostos?
Refere a argumentação de Sofia Santos.
3. Identifica a elite corrupta indicada por João Pedro Martins.
4. Como explica Helena Garrido o regresso da pergunta “com ou sem factura?”
5. Refere como a teoria da felicidade explica a fuga ao fisco? (Helena Garrido)
(Correcção)
II
Procura na Web/Youtube um ou mais vídeos referentes a Economia paralela, indica os links e faz um comentário com o mínimo de 200 palavras.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






































































