"O mal do consumismo não está no consumo, mas no vazio que ele procura preencher. Um vazio de humanidade, de boa cultura e de melhores referências."
José Rafael Nascimento, inCitador
"O enfrentamento do consumismo, caracterizado como doença na sua forma compulsiva, deve ser visto como um desafio educacional importante para a limitação do excesso de endividamento vivenciado atualmente por um número crescente de pessoas na nossa sociedade". Muller, Karina de Oliveira
1. Distingue consumo de consumismo lendo este texto.
1. Destaque dois aspectos da apresentação Uma breve história da Economia Global desde 1800.
2. Destaque dois aspectos da apresentação Aspectos-chave do Desenvolvimento Global.
3. Destaque dois aspectos do texto Crescimento Económico e Desenvolvimento.
4. Lendo o último Relatório do PNUD, identifique:
a) as pessoas mais vulneráveis, a quê e porquê (p. 19);
b) os choques e ameaças ao desenvolvimento humano (p. 21);
c) as políticas para a redução da vulnerabilidade e o reforço da resiliência (p. 26);
d) outros dois aspectos que entenda interessantes.
5. “Um estudo da cadeia de valor do iPod da Apple conclui que a maioria dos postos de trabalho necessários se situavam na Ásia, enquanto o maior volume salarial é pago nos Estados Unidos.” (p. 115) Comenta.
Os últimos 200 anos mudaram o Mundo. Em 1803 o Reino Unido era o país com maior rendimento per capita – 2.744 dólares - e nenhum outro tinha esperança de vida superior a 40 anos.
A industrialização teve um maior impacto nos países europeus e nos Estados Unidos, que cresceram mais rapidamente e ficaram cada vez mais ricos.
Após o final da II GGM o crescimento é mais acelerado, destacando-se a recuperação Japão, seguido pouco mais tarde pela China e pela Índia.
Hoje todos os países têm esperança de vida acima dos 45 anos, ultrapassando os 80 em alguns. Como este é um número médio, uma esperança de vida baixa significa uma mortalidade infantil elevada nos países menos desenvolvidos.
E a diferença entre o rendimento per capita dos países mais pobres relativamente aos mais ricos é enorme... Actualmente o rendimento per capita no Qatar é 223 vezes superior ao registado na República Democrática do Congo, havendo uma grande diversidade de situações intermédias.
Portugal é geralmente apresentado como um um país em desenvolvimento, porque os seus indicadores económicos se encontram acima dos valores observados nos países do Sul, mas ainda estamos muito afastados dos países do Norte.
Vamos estudar esta diversidade de situações, tirando partido da organização da turma em grupos/blogues, cuja imagem conjunta, no final evidenciará a heterogeneidade de situações de desenvolvimento verificadas nos países desenvolvidos (DC - Developed Countries), países em (vias de) desenvolvimento (PED/PVD) e nos países menos desenvolvidos (LDC - Least Developed Countries).
Cada grupo de alunos/blogue, irá comparar um conjunto diferente de 8 países contrastantes, 4 países desenvolvidos e 4 países incluídos noutra categoria:
Alexandre & Ana
Países Desenvolvidos (Noruega, França, Finlândia e Japão) NPI de 1ª Geração / Tigres Asiáticos (Hong – Kong, Coreia do Sul, Singapura e Taiwan) – NPI significa Novos Países Industrializados
Bruno & Emanuel
Países Desenvolvidos (Suécia, Holanda, Noruega e Estados Unidos) NIC (México, Brasil, Malásia e Turquia) – NIC também significa novos países industrializados, a sigla vem do inglês Newly Industrialized Countries, mas refere-se a um conjunto diferente de países, noutro contexto histórico
Daniel & Tiago
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países Exportadores de Petróleo (Arábia Saudita, Irão, Emiratos Árabes Unidos e Kuwait) - PEP
Jorge & Onofre
Países Desenvolvidos (Suíça, Alemanha, Suécia e Austrália)
Países pejorativamente referidos na imprensa desde a Crise Financeira de 2008 (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Spain) - PIGS
Márcio, Rafael R & Miguel
Países Desenvolvidos (Islândia, Holanda, Reino Unido e Nova Zelândia)
PALOP (Cabo Verde, Guiné, Angola e Moçambique) - PALOP
Rafael L & Ifeanyi Ashala
Países Desenvolvidos (Bélgica, Reino Unido, Dinamarca e Canadá) Países em Vias de Desenvolvimento (Argentina, Chile, Portugal e Grécia) - PVD
Nelson
Países Desenvolvidos (Luxemburgo, Áustria, França e Estados Unidos)
IDH Médio (Filipinas, Botsuana, Mongólia, e Egipto)
Pedro Pais & André Santos
Países Desenvolvidos (Holanda, Irlanda, Alemanha e Japão)
BRIICS (África do Sul, Rússia, Índia e China) - BRIICS (Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul) http://www.oecd.org/dataoecd/35/34/42324460.pdf
1. ... construindo no mínimo 3 Gráficos com o Google Public Data Explorer, tendo o cuidado de seleccionar indicadores económicos, demográficos e sócio-culturais. Cada gráfico deverá ser incorporado no blogue e acompanhado de um comentário breve.
2. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o Gapminder World. Indicar no blogue o respectivo link e realizar um comentário breve a cada gráfico.
3. ... utilizando a funcionalidade DATA do Gapminder, importar ficheiros do Excel para produzir neste software, no mínimo 3 outros Gráficos. Gravar as imagens no Paint. Produzir um comentário breve a cada gráfico.
4. ... criando no mínimo mais 3 Gráficos com o UNdata. Publicar no blogue a respectiva imagem e realizar um comentário breve a cada gráfico. Exemplo (login Gmail)
6. ... tendo em consideração o conjunto dos dados reunidos nos pontos anteriores, e os comentários parcelares. Sintetize num comentário global as conclusões a que chegou. Enriqueça o seu comentário referindo características dos países que trabalhou (utilizando os links neste post e/ou pesquisa).
EXEMPLO: Em todos os países a Taxa de Fertilidade tem caído nos últimos 50 anos. Nos Estados Unidos o indicador encontra-se em 2,1, número que constitui referência na análise do mesmo. Significa que mantendo-se os níveis de fecundidade, a sociedade se encontra exactamente a substituir a população que vai morrendo. Uma Taxa de Fertilidade superior (inferior) a 2,1 significa crescimento (redução) da população. Dos países seleccionados no gráfico abaixo quase todos apresentam uma taxa de fertilidade inferior ao nível de renovação das gerações, constituindo a Índia a única excepção. Note-se que em 1960 o Brasil, a Índia e a China observavam taxas de fertilidade muito superiores às registadas nos países desenvolvidos.
Portugal, Itália, Grécia e Espanha encontram-se neste indicador muito próximos da Alemanha. Se nos PIGS se pode a associar a reduzida fertilidade a factores estruturais que persistem em reduzir as suas expectativas de crescimento e desenvolvimento, já relativamente à Alemanha se poderá observar que a sua pujança económica não se traduz no crescimento da população.
Dois conceitos que frequentemente se confundem: Taxa de Fertilidade e Taxa de Fecundidade
A Taxa de Fertilidade (nascidos/mulher) representa o número de crianças que nasceriam às mulheres se elas viverem até ao fim de seus anos férteis tendo filhos de acordo com as actuais taxas específicas de fecundidade por idade.
A Taxa de Fecundidade Geral representa o número de nados-vivos observado durante um determinado período de tempo, normalmente um ano civil, referido ao efectivo médio de mulheres em idade fértil (entre os 15 e os 49 anos) desse período (habitualmente expressa em número de nados-vivos por 1000 mulheres em idade fértil), (metainformação – INE).
Somos hoje atraídos por uma comida agradável à vista, de fácil acesso e fácil deglutição face à qual os indivíduos despendem de menor esforço: estendemos a mão e a comida aparece. Esta comida hipercalórica é sedutora mas provoca o terror de engordar. Daí as promessas de saúde que remetem para alguma alimentação especial que custa muito mais dinheiro e que, regra geral, é apoiada pelos mesmas empresas que promovem a alimentação indesejável.
1. Mostre com base na autobiografia acima que a alimentação nas sociedades ocidentais deixou de ser um problema económico para se tornar um problema de saúde pública.
2. Verifique no mapa interactivo que o consumo de gordura é muito diferenciado no Mundo. Compare duas zonas contrastantes à sua escolha.
A Europa está lutando para encontrar uma saída para a crise da Zona do Euro entre enormes dívidas, paragens do crescimento e o nervosismo generalizado dos mercados. Depois da Grécia, Irlanda e Portugal, a Itália será o próximo país forçado a procurar um bail-out.
Mas, com sistemas financeiros globais tão interligados, este não é apenas um problema da Zona do Euro e as repercussões estendem-se além das suas fronteiras.
Embora os empréstimos entre as nações apresentem poucos problema durante os anos de boom, quando um país não consegue solver as suas dívidas, os bancos estrangeiros e instituições financeiras que emprestaram dinheiro ficam expostos a perdas. Isso não só poderia desestabilizar o país de origem dos bancos, mas poderia, por sua vez, espalhar problemas por todo o mundo.
Assim, no emaranhado de empréstimos inter-país, que deve a quem? clique num país no círculo para descobrir o que devem aos bancos em outros países, bem como para descobrir a sua dívida externa total, o seu PIB, a dívida externa por pessoa, a dívida externa em percentagem do PIB e a dívida pública em percentagem do PIB.
2. Comparando o valor com PIB indicado para Portugal com o disponível no PORDATA, conclui quanto valem os triliões referidos neste exercício. Isto é, foi adoptada a norma americana ou a norma europeia. Justifica.
3. Comenta os dados verificando a possibilidade de algum preconceito contra os países latinos.
4. Apresenta uma noção de interdependência.
NOTA:
Poderá obter uma grande diversidade de indicadores procurando em WolframAlfa.
O franchising é um sistema de negócios que consiste na estreita colaboração entre uma empresa bem sucedida no mercado, detentora de um nome, marca, bem ou serviço, e que concede a um ou mais empresários individuais a exploração do seu produto, a utilização do seu know-how e da sua imagem, recebendo por isso uma contraprestação financeira, normalmente em função da facturação, designada por royalties.
1. Faz uma apresentação deste tema no GoogleDrive, utilizando O ABC do Franchising. e as FAQ's do site
PTfranchising.com (Mínimo de 15 slides).
NOTAS: (1) Identifica o Grupo de Trabalho no primeiro slide e indica a Bibliografia/Webgrafia no último; (2) Coloca no teu blogue o link para a apresentação.
2. Aponta três características do franchising, partindo das Caraterísticas ideais do Franchisado, apontadas pela Flexi Solutions (Mais 3 slides).
Tipologia dos circuitos de distribuição (ultra-curto, curto e longo)
Algumas formas de distribuição / Métodos de vendas (venda directa, cibervenda, venda automática, venda por catálogo,..)
Tipos de distribuidores (grossistas, retalhistas,..)
Tipos de comércio: independente, associado e integrado (sucursais, franchising, grandes superfícies e grandes superfícies especializadas)
Quando se fala em Distribuição, a primeira tendência é pensar em distribuição física, isto é, transporte de mercadorias.
Quando falamos em Distribuição, podemos estar a referir-nos:
à distribuição física de produtos (um entre vários intervenientes num circuito de
distribuição);
um sector de actividade (tradicionalmente designado por comércio);
uma componente da política de marketing de uma empresa produtora (que, a par de
decisões como o tipo de produto, preço e comunicação, tem também que ponderar que
circuitos de distribuição vai utilizar para chegar aos consumidores finais);
1. Utiliza o documento acima (só as pp. 13-28) e faz um PowerPoint sobre a Distribuição (mínimo de 15 slides).
2. Produz um segundo PowerPoint desenvolvendo As Características de um Bom Vendedor (mínimo de 5 slides, pp. 47-49).
3. Publica os links dos PowerPoints no teu blogue.
NOTAS:
1 - As apresentações devem ser escritas e arquivadas no Google Drive, sendo fácil fazer o link para o blogue com a função Partilhar.
2 - Também é possível fazer os PowerPoints no programa que já conheces, e importá-los posteriormente para o Google Drive, de modo que fiquem acessíveis na Internet.
3 - Como és estudante de Marketing, podes enriquecer as apresentações com outros tópicos relacionados, devendo indicar a Bibliografia/Webgrafia no final das mesmas.
4 - Outros recursos que valorizam a apresentação encontram-se no postComércio – noção e tipos.
"A produtividade não é tudo, mas, a longo prazo é quase tudo", Paul Krugman, 1990.
Aqui temos um bom exemplo de como frequentemente os jornais e a opinião pública se mobilizam por questões com interesse marginal - mais ou menos feriados - esquecendo a questão central.
6. Constrói e comenta um gráfico representando o valor da Produtividade do Trabalho por pessoa empregue (Índice 2015=100) (EuroStat help) na economia portuguesa comparativamente aos mesmos países da União Europeia.
Apesar dos valores da produtividade por pessoa empregada serem diferentes dos da produtividade por hora de trabalho, as conclusões são as mesmas?
7. Explicita a relação que se deve observar entre o salário e a produtividade marginal, quando um empresário decide contratar mais um trabalhador.
Uma forma de compreendemos o que se passa em Portugal consiste em estabelecer analogias com os processos de desenvolvimento verificados noutros países. O vídeo abaixo, apesar da sua linguagem demasiado popular, sugere alguns paralelismos entre a crise em Portugal e em Espanha. Visione o vídeo e reflicta sobre o funcionamento dos mecanismos de mercado (síntese abaixo).
- a liberalização do mercado do solo, que então passou a ser transaccionado sem entraves;
- a argumentação liberal no mercado da habitação: mais terrenos urbanizáveis / um negócio rentável / os investimentos multiplicam-se / constroem-se mais casas / ...e aumentando a oferta de casas baixarão os seus preços, ficando acessíveis aos jovens;
- a argumentação liberal no mercado de trabalho: reduzindo os direitos dos trabalhadores, os empresários contratarão mais funcionários, e assim reduz-se o desemprego;
- lei de Say: a oferta provoca a sua própria procura, e os preços das habitações disparam, mas os salários ficaram congelados;
- o papel da banca no financiamento da economia: os bancos baixaram as exigências para conceder crédito / os salários poderiam ser baixos que casas ficavam hipotecadas, e como se esperava que o seu valor subisse, pagar-se-iam a si mesmas;
- o negócio da banca é o financiamento: para aumentar os seus lucros os bancos alargam o financiamento à generalidade dos bens de consumo (electrodomésticos, automóveis, férias) / com um salário baixo a população vive a ilusão de que é rica à custa do endividamento;
Resumindo:
Não houve criação de riqueza que gerasse crescimento económico.
Simulou-se crescimento para este gerar riquezas, e este desenvolvimento só existia por causa das dívidas.
Este modelo não tinha futuro, porque os preços das moradias tinham subido tanto, que já muitas pessoas tinham sido obrigadas a regressar a cubículos aceitando hipotecas a 40 anos.
Quando em 2008 a banca internacional deixou de comprar a dívida espanhola, mais ninguém poderia emprestar dinheiro. O consumo caiu, as empresas despediram trabalhadores para reduzir os custos, e as famílias sem trabalho foram expulsas das suas casas por falta de cumprimento do contrato (inadimplência).
Descobriram que eram pobres porque nunca tinham efectivamente criado riqueza, mas vivido à sombra de uma dívida.
1. Reflicta sobre o funcionamento dos mecanismos de mercado e transponha para um breve comentário à economia portuguesa os factores explicativos que considerar adequados.
2. Baseando-se no vídeo acima, critique a metáfora da "Mão Invisível".
O valor da produção de um determinado território económico – geralmente um país – durante determinado período de tempo – geralmente um ano - diz-se o respectivo produto interno. Se não for descontado o valor referente a amortizações constitui o produto interno bruto (PIB).
Como se calcula o PIB?
Somar o valor da produção de todas as empresas do território levaria ao VBP, Valor Bruto da Produção, um PIB sobreavaliado (demasiado alto), porque como a produção de umas empresas entra como input no processo produtivo de outras, os designados consumos intermédios estariam a ser contabilizados várias vezes. Nisto consiste o problema da múltipla contagem, que poderá ser evitado adoptando um de dois métodos:
- Método dos produtos finais
- Método dos valores acrescentados
No Método dos produtos finais o PIB é igual à soma da produção vendida aos consumidores finais. Note que cada bem só poderá ser vendido para consumo final uma vez!
Pelo Método dos valores acrescentados calcula-se o valor acrescentado de cada unidade produtiva subtraindo os Consumos Intermédios ao Valor das Vendas, isto é:
Valor Acrescentado = Valor das Vendas – Consumos Intermédios
O valor do PIB será então igual ao somatório dos VA’s da economia. Nota que a dedução dos consumos intermédios também resolve o problema da múltipla contagem, porque a produção só é contabilizada na fase do ciclo produtivo que a originou, isto é:
PIB = Valor bruto da produção – Consumo intermédio
Evidentemente que os dois métodos têm que dar o mesmo resultado, senão te enganares nas contas.
Exemplo:
Supõe uma economia extremamente simplificada com apenas três empresas:
- Produtor de milho, que a partir do nada produz e vende 100 unidades monetárias de milho ao Produtor de farinha;
- Produtor de farinha, que comprou as 100 um de milho e vendeu 150 um de farinha ao Produtor de broa de milho;
- Produtor de broa de milho, que comprou 150 um de farinha e vendeu 400 um de broas de milho ao consumidor final.
Seguem-se os tês deste exemplo, bem como o cálculo do PIB pelos dois métodos indicados.
O Quadro de Entradas e Saídas é um modo mais elegante de representação.
1. Define PIB.
2. Explicita o problema da múltipla contagem.
3. Explica como se calcula o PIB pelo método dos produtos finais.
4. Explica como se calcula o PIB pelo método dos valores acrescentados.
5. Utilizando estes tês,determina o valor do PIB pelos dois métodos estudados na economia composta pelas operações abaixo indicadas:
A Empresa Piscatória pescou peixe que vendeu à Empresa de Conservas pelo valor de 3.000 €
A Empresa de Conservas transformou o peixe anteriormente adquirido em conservas que vendeu ao Restaurante por 5.000 €; No processo de fabrico gastou energia que adquiriu à EDP por 500 €
O Restaurante vendeu o peixe ao público por 8.000 €; o Restaurante também consumiu energia da EDP no valor de 200 €
6. Constrói um quadro de entradas e saídas representando as mesmas operações, no mesmo ficheiro. (Alguns exemplos de QES encontram-se aqui)
1. A função de produção relaciona o volume da produção com as quantidades dos factores produtivos utilizados.
a) Identifica os factores produtivos referidos no vídeo;
b) Interpreta o ponto máximo atingido na produção quando apenas um dos factores produtivos varia.
2. Compara a combinação técnica dos factores produtivos nos EUA e na China, referindo a plantação de arroz. (NOTA: Utiliza os termos tecnologia “capital intensiva” e “trabalho intensiva”).
3. Seguindo o critério de Colin Clark, indica os ramos integrados no:
a) Sector Primário (extractivas);
b) Sector Secundário (transformadoras);
c) Sector Terciário (serviços).
4. Distingue trabalho especializado de trabalho não especializado.
5. Partindo das imagens do vídeo e/ou pesquisa na Internetexplicita os seguintes conceitos de Capital:
a) Capital Financeiro;
b) Capital Técnico;
c) Capital Natural;
d) Capital Humano.
Não é da benevolência do padeiro, do talhante ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas do empenho deles em promover seu próprio “auto-interesse”. Adam Smith
Mais de 95 % de nós dão gorjeta aos empregados dos restaurantes, portanto deve haver mais do que pura Economia em jogo. Thomas Gilovich