Análise Económica II (2018-2022)

Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) (help) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2018/22.

1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente

2. Recordando a estrutura da despesa em 2017-22, completa os pesos e calcula os contributos no ficheiro help.

3. Recordando a estrutura da despesa em 2017-22, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2019.

4. Em 2019, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações

5. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.

6. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.

7. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2018 a 2019. Justifica.

8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.

9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).

10. Constrói e interpreta um gráfico que apresente a taxa de variação real do PIB e os contributos das componentes da Procura Global.

11. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?

II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.

PREVIEW 2017-2021

Lei de Engel (2023)

LEI DE ENGEL
Quanto maior for o rendimento de uma família, menor tenderá a ser a proporção dos seus rendimentos gasta em alimentação e maior será a proporção dos rendimentos gasta em cultura, lazer, e gastos diversos.

Uma família que viva com o salário mínimo gastará a maior parte do rendimento em alimentação, e pouco restará depois de pagar a habitação, provavelmente para vestuário ou calçado barato. Bens de luxo serão inexistentes.

Quando o rendimento sobe, as famílias naturalmente gastarão mais dinheiro em todas as rubricas, mas observando a estrutura do consumo – a importância percentual de cada rubrica – verifica-se que a alimentação perde importância, enquanto os gastos diversos ganham maior expressão. Por exemplo, ganhando mais poderão sair mais vezes, ir ao cinema e jantar fora. A refeição no restaurante não é alimentação, porque também se paga o serviço, e portanto seria incluída em gastos diversos.

O Gráfico abaixo mostra a proporção das despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços. De 1995 a 2019, indicando maior poder de compra o coeficiente orçamental das despesas em alimentação, bebidas e tabaco caiu 2,9pp (pontos percentuais) (19,1%-22,0%=-2,9pp). De 1995 a 2007 o coeficiente orçamental da alimentação assinala maior prosperidade caindo -3,2pp (18,8%-21,0%=-3,2pp). A crise financeira de 2007/08 e programa austeritário PAEF, 2011-2014, explicarão parte do empobrecimento dos portugueses, que se traduz na subida deste coeficiente em 2,3pp de 2007 a 2013 (21,1%-18,8%=2,3pp). Libertos da Troika, os portugueses terão assistido a uma recuperação de rendimentos, de 2013 a 2019, observando a queda em 2,0pp (19,1%-21,1%=2,0pp) do coeficiente orçamental das despesas em alimentação.

Ficheiro

Considera as despesas de consumo de quatro famílias, os Alves, os Brito, os Cunha e os Damásio:
1. Calcula o orçamento de cada uma das famílias.
NOTA: Utiliza o ficheiro no Google Drive, e no final posta no blogue o link de partilha do ficheiro.

2. Determina os coeficientes orçamentais das quatro famílias para cada classe de despesa. (No ficheiro)

3. Representa graficamente as despesas percentuais das famílias nas diversas rubricas de despesa. (No ficheiro)

4. Verifica como a interpretação do quadro te conduz à Lei de Engel.

5. Partindo das Despesas de consumo final das famílias por tipo de bens e serviços (Ficheiro de ajuda), constrói um gráfico semelhante ao acima apresentado, para o período 1995-2022.

6. Analisa o gráfico que construíste no ponto anterior.

7. Refere como o consumo varia com os seguintes factores extra-económicos:
a) Estrutura etária dos agregados familiares;
b) Estilos de vida (v.g. fast-food, consumos lights, desportos radicais, consumos com consciência ambiental);
c) Moda;
d) Publicidade;
e) Cultura.

Rendimento e Condições de Vida PT-UE (2023)

Segundo dados do EuroStat, Statistics on Income and Living Conditions (EU-SILC), 20,1% da população portuguesa vive em risco de pobreza ou de exclusão social, situação que na República Checa se aplica apenas a 11,8% da população. Em ambos os países as mulheres correm um risco superior ao dos homens, tal como os desempregados. Os jovens relativamente aos idosos correm menor risco na República Checa, maior risco em Portugal. As famílias com filhos correm um risco superior às que não têm crianças em Portugal, mas não na República Checa.

Fonte: EUROSTAT.

Define-se a população em risco de pobreza ou exclusão social como os indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa.

As famílias consideram-se em risco de pobreza quando o rendimento por adulto se encontra abaixo de 60% da mediana de rendimento por adulto do país.

A intensidade laboral per capita muito reduzida, de famílias que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível, contribui para colocar as famílias em situação de privação material.

Define-se Taxa de privação material e social como a proporção da população em que se verificam pelo menos cinco das seguintes treze dificuldades:
i) pagar a renda ou as contas da casa;
ii) aquecer a habitação de forma adequada;
iii) fazer face a despesas inesperadas;
iv) consumir carne, peixe ou um equivalente proteico de dois em dois dias;
v) tirar uma semana de férias fora de casa;
vi) ter acesso a uma viatura/carrinha para uso pessoal;
vii) substituir móveis usados;
viii) substituir roupa usada por roupa nova;
ix) ter dois pares de sapatos que sirvam;
x) gastar uma pequena quantia de dinheiro por semana consigo mesmas (-dinheiro de bolso-);
xi) ter atividades de lazer regulares;
xii) reunir-se com amigos/família para uma bebida/refeição pelo menos uma vez por mês;
xiii) e dispor de uma ligação à Internet. (metainformação - Eurostat)


A Taxa de privação material e social severa corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos sete das treze dificuldades descritas.





Persons at risk of poverty or social exclusion by age and sex Explorar no EUROSTAT

1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.

2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida, de Janeiro de 2023: *** Backup
a) indica o grupo etário em que a pobreza mais se reduziu. Justifica. (Fig. 3)
b) indica os dois grupos que segundo a condição perante o trabalho, correm maior risco de pobreza. (Fig. 5)
c) refere a relação entre o nível de escolaridade e o risco de pobreza (Fig. 6)
d) observando a taxa de risco de pobreza segundo a composição do agregado familiar, identifica a categoria em que o risco aumentou. Justifica. (Fig. 7)
e) comenta a importância das transferências sociais na redução do risco de pobreza. Justifica. (Fig. 10)


3. No mesmo documento (Fig. 18) observe a tabela Indicadores de privação material e social. Comente a sua evolução e justifique a relação entre a Taxa de privação material e social e a Taxa de privação material e social severa.

4. Utilizando a Taxa de privação material e social severa (no PORDATA) para 2015 e 2022 (Ficheiro de ajuda), constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados, Portugal e 4 países contrastantes (2 mais pobres e 2 mais ricos).

Como fazer um Gráfico no Excel com o PORDATA?

Alargamentos 1957-2020

Exames de Economia A (código 712) – 2023 - Informações da Prova

De acordo com Guia Geral de Exames 2023, como nos anos pós-pandemia, devem inscrever-se no exame, os estudantes que:
  • Pretendam obter aprovação na disciplina;
  • Elejam a disciplina como prova de ingresso;
  • Realizem exames para melhoria da classificação final da disciplina, relevando o seu resultado apenas para efeitos de acesso ao ensino superior.
De acordo com calendário de exames de 2023, Sexta-feira, 23 de Junho, às 09:30, inicia-se a prova da 1ª Fase.

Já sabem que a ausência de indicação inequívoca da versão da prova implica a classificação com zero pontos das respostas aos itens de seleção, apenas podem escrever a azul ou preto, e não podem utilizar corrector.

Não é permitido o uso de calculadoras alfanuméricas ou programáveis, isto é, basta que não tenham o teclado QWERTY.

Para mais detalhes leiam as Informações da Prova 712 no IAVE.



Há três anos apenas eram admitidas calculadoras científicas, pelo que não foram permitidas as calculadoras gráficas. (Conferir Ofício 2020).

Análise da Balança de Pagamentos, 1996-2022

A nomenclatura actualmente adoptada, desde 2014, foi actualizada pela BPM6.

Apresentação da Balança de Pagamentos

1. A Balança Corrente constitui a primeira componente da Balança de Pagamentos. PREVIEW
1.1. Representa os seus saldos (Total, Bens, Serviços, Rendimento primário e Rendimento secundário). Publica e comenta o respectivo gráfico.
1.2. Constrói e comenta um gráfico com a Balança de Rendimentos (Rendimentos primários recebidos, Rendimentos primários pagos e Saldo, distinguindo Rendimentos de trabalho, Rendimentos de investimento e Outros rendimentos).
1.3. Constrói e comenta um gráfico com a Balança de Transferências (Rendimentos secundários recebidos, Rendimentos secundários pagos e Saldo, distinguindo Público de Privado).

2. Na Balança de Capital regista-se a diferença entre o que se recebe e paga ao estrangeiro, por via de transferências de capital e activos não financeiros não produzidos. PREVIEW
2.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Transferências de Capital
- Activos Não Produzidos Não Financeiros
2.2. Representa graficamente as rubricas da Balança de Capital. Comenta.

3. A Balança Financeira indica a diferença entre os investimentos realizados no RM (activos) e os captados do RM (passivos).
3.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Investimento directo
- Investimento de carteira
- Outro investimento
3.2. Constrói um gráfico representando o Investimento directo (Investimento de Portugal no exterior, Investimento do exterior em Portugal e Saldo). PREVIEW 1996-2020 * PREVIEW 1996-2022

3.3. Constrói um gráfico evidenciando que a soma dos saldos Balança Corrente + Balança de Capital - Balança Financeira é nula. Comenta a capacidade ou necessidade de financiamento da economia portuguesa. PREVIEW

4. Posição de Investimento Internacional e Dívida externa líquida medem a diferença entre activos e passivos financeiros de residentes relativamente a não residentes. PREVIEW
4.1. Representa no mesmo Gráfico a Posição de Investimento Internacional e a Dívida externa líquida em % do PIB.

A máquina de criar dívida - Alexandre Abreu


4.2. Observando o gráfico acima, frequentemente alguns autores concluem que o endividamento da economia portuguesa resultou da adesão ao Euro. Mostre que esta visão é simplista, referindo outras causas estruturais na origem de “o país viver acima das suas possibilidades”, na perspectiva de Ricardo Cabral.
Recorrendo à metainformação das respectivas séries, justifica a sua quase simetria.
4.3. A Posição de Investimento Internacional separa os países da Norte dos países do Sul. Constrói um gráfico com este indicador e comenta-o. PREVIEW

Deflator do PIB – Exemplo 2017/16

A diferença entre o crescimento do PIB nominal e o PIB real é o crescimento do preço do PIB, por vezes designado deflator do PIB.

Observemos por exemplo o PIB português em 2016 e 2017, consultando o PORDATA. Em 2016 a produção foi 186.489,8 milhões de euros a preços de 2016 e de 195.947,2 milhões de euros a preços de 2017. Portanto, o PIB nominal (p*q) cresceu 5,1% em 2017 face a 2016.

Mas o montante efectivo de crescimento do produto não aumentou tão rapidamente. Para encontrar o produto real, temos de considerar o que aconteceu aos preços. Usamos 2016 como ano base, ou ano em que medimos os preços. Portanto o índice de preços, deflator do PIB, é igual a 1 em 2016. Como em 2017 o deflator do PIB é 1,015119, significa que os preços (p) subiram 1,5% em 2017/16.

O PIB real é igual ao PIB nominal divido pelo deflator do PIB, 186.489,8 e 193.028,8 milhões de euros a preços de 2016, em 2016 e em 2017, respectivamente. Portanto, corrigido pela variação dos preços, o crescimento real (q) do PIB foi de 3,5% em 2017 relativamente a 2016.




1. Reescreva o texto acima utilizando os valores de 2020/21.

2. Comente o valor do crescimento real do PIB em 2021 face a 2020, considerando a conjuntura económica.

3. Adicione ao ficheiro as folhas 2018/17 e 2019/18.

Em agosto, a taxa de desemprego situou-se em 6,0% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,5%

    Agosto de 2022: 

  • A população ativa (5 196,9 mil) aumentou 0,1% em relação a julho, 0,3% relativamente a maio e 0,7% por comparação com agosto de 2021. 
  • A população empregada (4 884,4 mil) observou também acréscimos em relação aos três períodos de comparação: 0,1%, 0,3% e 1,0%, respetivamente. 
  • A população desempregada (312,5 mil) aumentou em relação ao mês anterior (0,8%) e a três meses antes (0,4%), tendo diminuído 4,3% relativamente a agosto de 2021. 
  • A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor idêntico ao de julho e maio de 2022 e inferior ao do mês homólogo de 2021 (0,3 p.p.). 
  • A população inativa (2 461,8 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,4%, 0,7% e 2,2%. 
  • A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,4%, menos 0,1 p.p. do que no mês anterior e do que três meses antes e menos 0,7 p.p. do que no mesmo mês do ano anterior.

  • Nas estimativas divulgadas neste Destaque, é considerada a população dos 16 aos 74 anos e os valores são ajustados de sazonalidade.
    Estatísticas do Emprego, Destaque do INE, Setembro de 2022
A Taxa de Desemprego é a percentagem de desempregados entre a População Activa.



A Taxa de Actividade é a percentagem da População Activa relativamente à População Total (menor que residente).
A População Activa inclui os maiores de 15 anos que, no período de referência, constituem a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico, quer os que estejam empregados, quer os que estejam desempregados à procura de emprego.


O Gráfico abaixo apresenta os valores destas variáveis para Agosto de 2022.


As estatísticas do emprego vão-se redefinindo, para representarem da melhor forma a realidade. A última novidade foi a criação do indicador Taxa de subutilização do trabalho, que se define pela relação entre a subutilização do trabalho e a população ativa alargada, dando visibilidade ao subemprego de trabalhadores a tempo parcial e a inativos à procura de emprego: T.S. (%) = (Subutilização do trabalho / População ativa alargada) x 100.
Estimativas Mensais Emprego e Desemprego - Alguns conceitos.


1. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Actividade, indicando as operações.

2. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Desemprego, indicando as operações.

3. Interpreta a Taxa de Actividade calculada em 1..

4. Interpreta a Taxa de Desemprego calculada em 2..

5. Utilizando as taxas de desemprego, referentes a Agosto de 2022, nos Quadros da p. 10 do destaque acima referido, justifica:
- o género mais penalizado pelo desemprego;
- o grupo etário mais penalizado pelo desemprego.

6. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie as diferenças na Taxa de Actividade entre os géneros (F/M) e entre Portugal e a União Europeia. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

7. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada os diversos grupos etários. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

8. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada em função do nível de escolaridade concluída. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

9. Constrói a partir da população desempregada à procura de novo emprego: total e por profissão anterior (PORDATA) um gráfico que evidencie como a percentagem de desempregados à procura de novo emprego varia com a profissão anterior. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

Rendimento e Condições de Vida PT-UE (2022)

Segundo dados do EuroStat, Statistics on Income and Living Conditions (EU-SILC), 22,4% da população portuguesa vive em risco de pobreza ou de exclusão social, situação que na República Checa se aplica apenas a 10,7% da população. Em ambos os países as mulheres correm um risco superior ao dos homens, tal como os desempregados. Os jovens relativamente aos idosos correm menor risco. As famílias sem filhos já correm um risco superior às que têm crianças.

Fonte: EUROSTAT.

Define-se a população em risco de pobreza ou exclusão social como os indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa.

As famílias consideram-se em risco de pobreza quando o rendimento por adulto se encontra abaixo de 60% da mediana de rendimento por adulto do país.

A intensidade laboral per capita muito reduzida, de famílias que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível, contribui para colocar as famílias em situação de privação material.

Define-se Taxa de privação material como a proporção da população em que se verificam pelo menos três das seguintes nove dificuldades:
a) Sem capacidade para assegurar o pagamento imediato de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (sem recorrer a empréstimo);
b) Sem capacidade para pagar uma semana de férias, por ano, fora de casa, suportando a despesa de alojamento e viagem para todos os membros do agregado;
c) Atraso, motivado por dificuldades económicas, em algum dos pagamentos regulares relativos a rendas, prestações de crédito ou despesas correntes da residência principal, ou outras despesas não relacionadas com a residência principal;
d) Sem capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 em 2 dias;
e) Sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida;
f) Sem disponibilidade de máquina de lavar roupa por dificuldades económicas;
g) Sem disponibilidade de televisão a cores por dificuldades económicas;
h) Sem disponibilidade de telefone fixo ou telemóvel, por dificuldades económicas;
i) Sem disponibilidade de automóvel (ligeiro de passageiros ou misto) por dificuldades económicas.

A Taxa de privação material severa corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos quatro das nove dificuldades descritas na Taxa de privação material.





1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.

2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida, de Fevereiro de 2021: *** Backup
a) indica os três itens de privação material que afectam mais pessoas (Fig. 2, pp. 2);
b) refere como o nível de ensino e a situação perante o emprego se relacionam com a auto-apreciação do estado de saúde (Fig. 4, pp. 3);
c) comenta a importância das transferências sociais (Fig. 20, pp. 10).

3. No mesmo documento (Fig. 1, pp. 1) observe a tabela Indicadores de privação material. Comente a sua evolução e justifique a relação entre a Taxa de privação material e a Taxa de privação material severa.

4. Utilizando a Taxa de privação material severa (no PORDATA) para 2015 e 2020, constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados, Portugal e 4 países contrastantes (2 mais pobres e 2 mais ricos).

Como fazer um Gráfico no Excel com o PORDATA?

Alargamentos 1957-2020