Por razões práticas este post foi repartido em duas partes que se completam (II Parte). Lê a apresentação. (login do Gmail)
1. O papel do Estado não se encontra definido cientificamente, mas os economistas distinguem duas correntes de opinião. Explicite-as.
2. O que é o Orçamento de Estado? (OGE)
3. Utiliza a classificação funcional das despesas públicas para distinguir as doutrinas liberais das intervencionistas.
4. Refere inconvenientes da utilização das receitas patrimoniais e das receitas creditícias no financiamento das despesas públicas.
5. Distingue:
a) Taxas de Impostos;
b) Impostos de Contribuições para a Segurança Social;
c) Despesas Correntes de Despesas de Capital.
6. Define os seguintes conceitos de Saldo Orçamental:
a) Saldo Corrente;
b) Saldo de Capital;
c) Saldo Global ou Efectivo;
d) Saldo Primário;
e) Saldo Estrutural.
7. Refere o significado do Saldo Efectivo (ou Saldo Global).
8. Refere o significado do Saldo Primário.
9. Refere o significado do Saldo Estrutural.
10. Utilizando os dados do PORDATA, represente (PREVIEW) despesas, receitas e défice/excedente em % do PIB. Identifique o saldo orçamental representado.
11. Na newsrelease de 27/FEV/2020, o EuroStat apresenta a despesa pública por funções, em percentagem do PIB * (Backup), nos vários países da UE27/2020.
Verifique se a economia portuguesa é mais ou menos intervencionista que a Área Euro, calculando a diferença em pp para o total e as quatro funções mais importantes. Comente. (Imagem de ajuda)
Relação entre os principais agregados das Contas Nacionais e da Balança de Pagamentos
Apresentação da Balança de Pagamentos
Em Portugal, as estatísticas externas e as contas nacionais financeiras são compiladas pelo Banco de Portugal, e as contas nacionais não financeiras são compiladas pelo INE.
Quer as Contas Nacionais, quer a Balança de Pagamentos determinam os saldos (1) capacidade / necessidade de financiamento da economia e (2) riqueza financeira. A compilação dos agregados de contas nacionais utiliza resultados apurados ao nível das estatísticas externas. Existem resultados do lado das estatísticas externas que são muito relevantes para o apuramento de alguns agregados das contas nacionais, como por exemplo:
- o saldo da Balança Comercial/BB&S (operações com o exterior sobre bens e serviços), equivale à procura externa líquida (X-M). Esta, adiccionada à procura interna (C+G+I), calcula o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB), na perspectiva das contas nacionais;
- o saldo da Balança de Rendimento Primário, equivale ao Saldo dos Rendimentos com o Resto do Mundo (SRRM), permitindo apurar o Rendimento Nacional Bruto (dado que RNB=PNB, e PNB=PIB+SRRM);
- saldo da Balança de Rendimento Secundário, saldo das transferências correntes com o exterior. A partir do RNB, permite apurar o Rendimento Nacional Disponível Bruto (RDB = RNB + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo). Subtraindo o consumo calcula-se a Poupança Nacional (Poupança = RDB – DCF).
Apesar da integração metodológica, quando utilizamos dados estatísticos, podemos observar algumas discrepâncias, que começam logo pelas dúvidas na classificação das categorias. Por exemplo, os dados do INE e do BdP diferem logo no cálculo das exportações e das importações, mas essas pequenas rugosidades não colocam em causa a robutez das conclusões a que chegamos com os diversos agregados.
Referências: ESTATÍSTICAS DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL- Notas metodológicas * Backup
1. Indique três equivalências entre os agregados das Contas Nacionais e os da Balança de Pagamentos.
2. Verifique as relações acima, publicando uma imagem semelhante às apresentadas, utilizando os dados constantes do PORDATA, referentes a 2016. (Ficheiro de ajuda)
3. Justifique a discrepância observada no cálculo da capacidade/necessidade de financiamento da economia.
4. Partindo da imagem, indica as expressões de cálculo dos seguintes agregados:
a) PIB;
b) RNB;
c) Poupança nacional;
d) Capacidade/necessidade de financiamento nas ópticas da (d1) CN e da (d2) BP.
Em Portugal, as estatísticas externas e as contas nacionais financeiras são compiladas pelo Banco de Portugal, e as contas nacionais não financeiras são compiladas pelo INE.
Quer as Contas Nacionais, quer a Balança de Pagamentos determinam os saldos (1) capacidade / necessidade de financiamento da economia e (2) riqueza financeira. A compilação dos agregados de contas nacionais utiliza resultados apurados ao nível das estatísticas externas. Existem resultados do lado das estatísticas externas que são muito relevantes para o apuramento de alguns agregados das contas nacionais, como por exemplo:
- o saldo da Balança Comercial/BB&S (operações com o exterior sobre bens e serviços), equivale à procura externa líquida (X-M). Esta, adiccionada à procura interna (C+G+I), calcula o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB), na perspectiva das contas nacionais;
- o saldo da Balança de Rendimento Primário, equivale ao Saldo dos Rendimentos com o Resto do Mundo (SRRM), permitindo apurar o Rendimento Nacional Bruto (dado que RNB=PNB, e PNB=PIB+SRRM);
- saldo da Balança de Rendimento Secundário, saldo das transferências correntes com o exterior. A partir do RNB, permite apurar o Rendimento Nacional Disponível Bruto (RDB = RNB + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo). Subtraindo o consumo calcula-se a Poupança Nacional (Poupança = RDB – DCF).
Apesar da integração metodológica, quando utilizamos dados estatísticos, podemos observar algumas discrepâncias, que começam logo pelas dúvidas na classificação das categorias. Por exemplo, os dados do INE e do BdP diferem logo no cálculo das exportações e das importações, mas essas pequenas rugosidades não colocam em causa a robutez das conclusões a que chegamos com os diversos agregados.
Referências: ESTATÍSTICAS DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL- Notas metodológicas * Backup
1. Indique três equivalências entre os agregados das Contas Nacionais e os da Balança de Pagamentos.
2. Verifique as relações acima, publicando uma imagem semelhante às apresentadas, utilizando os dados constantes do PORDATA, referentes a 2016. (Ficheiro de ajuda)
3. Justifique a discrepância observada no cálculo da capacidade/necessidade de financiamento da economia.
4. Partindo da imagem, indica as expressões de cálculo dos seguintes agregados:
a) PIB;
b) RNB;
c) Poupança nacional;
d) Capacidade/necessidade de financiamento nas ópticas da (d1) CN e da (d2) BP.
Portugal é uma pequena economia aberta ao exterior, particularmente dependente da Área Euro (2019)
O peso de Portugal na União Europeia é reduzido, mas o clima que se vive na UE determina em larga medida o que sucederá na nossa economia. Geralmente quando a Europa cresce, Portugal também tem oportunidades de crescimento. Portugal caiu menos que a generalidade dos seus parceiros com a crise financeira, devido ao menor peso do sector financeiro na economia. A Alemanha caiu em 2009 mais 2,6pp que Portugal, mas regressou às taxas de crescimento positivas logo em 2010. Em resultado das suas crises de dívida soberana, Portugal e Espanha apenas retomaram tcv’s continuadamente positivas a partir de 2014. As baixas expectativas para a economia portuguesa na actualidade, justificam-se em larga medida pelo crescimento anémico dos parceiros.
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da criação do Euro, afastando-se destas após a sua entrada em circulação.
O indicador de confiança nos serviços apresenta geralmente valores inferiores aos da área Euro. A distância foi mais acentuada durante o resgate.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países do alargamento de 2004. Fonte: EUROSTAT.
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os valores sazonalmente ajustados com as Médias Móveis de 3 Meses, para suavizar as variações (S.A. - 3MMA). Fonte: Consumer confidence and economic climate indicators decrease - October 2019
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
d) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
- Os indicadores de confiança do consumidor, de confiança na indústria e de confiança na construção resultam da resposta a inquéritos aos agregados familiares, aos empresários da indústria transformadora e aos empresários da construção e obras públicas.
O valor do índice resulta da diferença entre a % de "respostas positivas" (aumentou, melhorou, bom, etc) e a % de "respostas negativas" (diminuiu, piorou, mau", etc). Não se consideram neste cálculo a % de "respostas neutras" (talvez, manteve, etc) e as respostas "não sabe".
O valor deste indicador varia entre -100 e 100, sendo que quanto mais negativo fôr, maior o peso das "respostas negativas".
Conhecer a Crise
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da criação do Euro, afastando-se destas após a sua entrada em circulação.
O indicador de confiança nos serviços apresenta geralmente valores inferiores aos da área Euro. A distância foi mais acentuada durante o resgate.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países do alargamento de 2004. Fonte: EUROSTAT.
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os valores sazonalmente ajustados com as Médias Móveis de 3 Meses, para suavizar as variações (S.A. - 3MMA). Fonte: Consumer confidence and economic climate indicators decrease - October 2019
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
d) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
Análise Económica II (2019)
Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2014/18.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2015, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2016.
3. Em 2016, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2018. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2015, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2016.
3. Em 2016, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2018. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.
Carga fiscal atingiu 35,4% do PIB - 2018
Recurso
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção *** PREVIEW 2017
1.000 DDT&NPI
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
I Parte
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
II Parte
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção *** PREVIEW 2017
1.000 DDT&NPI
Interpretar os cálculos do PORDATA
O PORDATA apresenta um conjunto de ferramentas que realiza muitos dos cálculos comuns em Economia. Designadamente, calcula números índice, variações absolutas, taxas de variação, percentagens, e até calcula as variáveis a preços constantes, utilizando o índice de preços implícitos no PIB ou o IPC harmonizado, considerando as diferentes taxas de inflação de cada país.
1. Partindo do Valor Acrescentado Bruto na UE27(2020), constrói um ficheiro semelhante ao que aqui se apresenta, embora com outros países, tendo o cuidado de escolher a UE277, Portugal, 2 países fundadores da CEE e 2 países do alargamento de 2004. *** Países da UE de 1957 a 2020
2. Interpreta os valores do último ano de cada tabela para dois países contrastantes.
1. Partindo do Valor Acrescentado Bruto na UE27(2020), constrói um ficheiro semelhante ao que aqui se apresenta, embora com outros países, tendo o cuidado de escolher a UE277, Portugal, 2 países fundadores da CEE e 2 países do alargamento de 2004. *** Países da UE de 1957 a 2020
2. Interpreta os valores do último ano de cada tabela para dois países contrastantes.
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