Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM)

Em Setembro de 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU), reuniu em Nova Iorque 189 países, incluindo Portugal, que assumiram o compromisso de executar uma agenda global para promoção da paz, dos direitos humanos e do desenvolvimento. Daqui resulta a Declaração do Milénio, actualmente adoptada pelos 192 Estados-membros. Foram definidas metas para 2015 tendo em vista a concretização dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM):
1- Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome
2- Alcançar o ensino primário universal
3- Promover a igualdade entre os sexos
4- Reduzir em dois terços a mortalidade infantil
5- Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna
6- Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves
7- Garantir a sustentabilidade ambiental
8- Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento

Utilizando os links abaixo, constrói uma apresentação no Google Drive com a seguinte estrutura:

- O que se fez?
- O que falta fazer?
- Como posso contribuir?


Recursos

Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental

Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2010

Relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, 2014

Questionário sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM's)

Guia ODM - o que são * Backup

Millennium Development Goals

Aplicações da Teoria dos Preços


Apresentação *** Apresentação aberta


Faz uma apresentação no Google Drive explicando o seguinte:
  1. Efeito da criação/aumento de um imposto sobre a produção, comparando dois casos (procura rígida versus procura elástica)
  2. Efeito do estabelecimento de preços mínimos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
  3. Efeito do estabelecimento de preços máximos, comparando dois casos (acima e abaixo do preço de equilíbrio)
  4. Efeito da abertura ao exterior do mercado nacional de um bem, quando o preço internacional é inferior ao preço interno.
  5. Definição de desemprego clássico


Sugestões de correcção

Efeito substituição e efeito rendimento

O efeito global de uma subida (descida) de preço do bem X pode ser decomposto em dois efeitos: (1) o efeito substituição que indica a redução (o aumento) na quantidade procurada de X, resultante da subida (descida) de preço de X, que torna os bens substitutos mais (menos) atrativos; e (2) o efeito rendimento que indica a redução (o aumento) da quantidade procurada de X resultante da redução (do aumento) do poder de compra causada(o) pela subida (descida) de preço do bem X.

Apresentação

Considere uma família, que apenas consome dois bens: X e Y. Dado o seu rendimento e os preços dos produtos, a recta ab define a sua restrição orçamental, isto é, o conjunto de combinações de X e Y que poderá adquirir. Tendo em consideração as suas preferências, suponha-se que a família escolhe inicialmente o ponto 1 ( Ov de Y e Os de X). Admita-se agora que o preço do bem X baixa, ceteris paribus (ie., permanecendo os restantes factores constantes). A recta de orçamento ac indica o novo conjunto de possibilidades abertas à família. Se escolher a combinação 2 (0t de Y e 0u de X), de entre todas as que se lhe apresentam, consumirá mais de X e de Y.

Imagine-se uma redução do rendimento que permitiria à família comprar o mesmo cabaz de bens que adquiria na situação 1. Isso corresponderia a uma nova restrição orçamental, passando por 1, a’c’. A família pode deslocar-se de 1 para qualquer ponto situado em a’c’, por exemplo, para o ponto 3. A variação da quantidade adquirida de X (de 0s para 0w) sw define-se como o efeito de substituição, que é o efeito apenas resultante de uma variação dos preços relativos. De modo geral, espera-se que a família compre mais do produto relativamente mais barato, X, e menos do relativamente mais caro, Y.

Graficamente, a restrição orçamental afastou-se paralelamente a si própria, até regressar à posição inicial. Neste movimento mantêm-se constantes os preços relativos dos bens, representando unicamente alterações do rendimento. Define-se como efeito de rendimento o movimento da posição intermédia, 3, para a posição final, 2; como os preços relativos se mantêm constantes e o rendimento familiar aumenta, comprando-se mais wu de X.

É claro que na prática a família desloca-se directamente do ponto 1 para o ponto 2. Contudo, a teoria afirma que a procura é função dos preços relativos e do rendimento real. A redução do preço monetário de um produto, reduz o seu preço relativo e aumenta o rendimento real. O que se fez aqui foi discriminar os efeitos de ambas as variações.

1. Relacione o efeito substituição com o declive da curva da procura.
2. Na análise gráfica acima supõe-se que os bens são normais ou inferiores? (*) Justifique.
3. Desenhe uma imagem que represente o efeito de substituição e o efeito rendimento supondo que X é um bem inferior.

3 por etapas (RESOLVIDO)

II
Faça uma apresentação no Google Drive, incluindo 6 slides com os seguintes títulos:
1. Definições: O volume da procura como quantidade desejada e como fluxo
2. Da Função procura à Curva da procura
3. Variação da procura. Definição
4. Aumento e redução da procura. Definição
5. Variação da procura e efeito substituição. O declive da Curva
6. Aumento e redução da procura e efeito rendimento. Duas Curvas paralelas

Sugestão para os 6 slides

(*) Nos bens normais a sua procura varia directamente com o rendimento. Isto é, quando o seu preço aumenta, o efeito substituição leva os consumidores a desejarem menos o produto, optando por sucedâneos, coerentemente com a lei da procura.
No caso dos bens inferiores – ou bens de Giffen - a sua procura varia inversamente com o rendimento, violando a lei da procura.
O economista vitoriano Sir Francis Giffen supõe ter observado o exemplo real mais citado. Durante a fome irlandesa de batata no século XIX, como o preço da batata aumentou, os consumidores empobrecidos tinham pouco dinheiro para alimentos mais nutritivos, mais caros, como a carne (efeito rendimento). Assim, mesmo que eles preferissem comprar mais carne e menos batatas (efeito de substituição), a falta de dinheiro levou-os a comprar mais batatas e menos carne.

DICA PARA A QUESTÃO 3

1º de Dezembro: O problema não são os feriados, mas a baixa produtividade

Quando pensamos nos feriados, não deveremos esquecer as férias pagas, porque em termos práticos se traduzem igualmente em dias de lazer ganhos, observando-se grande diversidade na sua distribuição. No entanto, quando Portugal esteve sujeito ao Programa de Assistência Económica e Financeira 2011-2014, a comparação fazia-se directamente com a Alemanha, eliminando quatro feriados.

Outro factor a considerar será o peso do horário semanal. Recorrendo às estatísticas do EuroStat facilmente concluímos que Portugal é dos países da União Europeia onde os empregados a tempo inteiro trabalham mais horas, aspecto que facilmente anulará qualquer feriado “a mais”. O problema com que Portugal se defronta, e que tem justificado o seu afastamento dos países do centro da Europa, é a sua reduzida produtividade, medida por por hora de trabalho. Estes indicadores já enviesam a questão, porque a produtividade não depende somente do trabalho, mas também do capital, da tecnologia, de factores organizacionais, culturais e institucionais.

A actual emigração de jovens quadros técnicos e científicos que optam cada vez mais por fazer carreira no estrangeiro, devido às melhores oportunidades e salários (Jornal de Notícias), indica um mercado de trabalho com escassas oportunidades em Portugal, e no qual já estamos a formar recursos humanos para proveito de outros países. Mesmo assim, o país continua entre aqueles onde menos indivíduos terminam o ensino secundário e pós-secundário, e onde os particulares menos despesa realizam em educação.

Fonte: http://www.internetworldstats.com/stats4.htm#europe
A (1) Penetração da Internet na População mede-se calculando a percentagem de utilizadores da Internet relativamente à população total. Adicionalmente definiu-se a (2) Penetração do Facebook na Internet calculando a percentagem de users do Facebook relativamente aos users da Internet. Definido como viciados no Facebook os países em que (2)>(1). Além da Grécia, Turquia e Portugal, só alguns países com reduzida dimensão se enquadram nesta categoria, que provavelmente indicará uma utilização deficiente de outras ferramentas, a sugerir-nos uma elevada taxa de desemprego a longo prazo.

Tarefa Final do Módulo 5

Constrói uma apresentação no Google Drive e partilha-a através do blogue.

Tenta apresentar todos os conceitos e objectivos definidos para o módulo, utilizando preferencialmente os recursos abaixo indicados, ou outros sites institucionais a apresentar na Webgrafia.

A apresentação deverá ter no mínimo 10 slides, mas não se indica número máximo, deixando que este varie com a aplicação dos grupos. Os slides não serão considerados se tiverem poucas palavras ou resultarem de mero copy/paste. No entanto o copy/paste de textos, gráficos ou quadros é permitido, desde que o grupo escreva umas linhas com a interpretação/justificação para a sua referência.

Recursos

Apresentações neste blogue

Orçamento de Estado - Conceitos Fundamentais

Orçamento de Estado 2015

As políticas económicas e sociais do Estado português

Sites Oficiais

Portal do Governo / Orçamento de Estado para 2015

Orçamento Cidadão, versão do OE fácil de ler, dirigida à população em geral

Direcção Geral do Orçamento / Orçamento de Estado

Conselho das Finanças Públicas analisa a proposta de OE 2015

Contas do Estado – Estatísticas no PORDATA

Jornais / Consultoras

Jornal de Negócios

Dinheiro Vivo

Expresso

Público

Consultoras / Deloitte

Consultoras / pwc

Ilustração de Conceitos referentes a Necessidades e Consumo

Construindo imagens ou utilizando o imagens disponíveis na Internet, disponibiliza uma apresentação no Google Drive que ilustre os seguintes conceitos:
  • Necessidades:
    - individuais e colectivas
    - primárias, secundárias e terciárias
  • Consumos:
    - final e intermédio
    - público e privado
    - individual e colectivo
  • Factores determinantes do Consumo:
    - Factores económicos: Lei de Engel
    - Factores extra-económicos: Moda, Publicidade, Tradição, Modos de vida, Nível etário, Género
  • A Sociedade de Consumo:
    - Consumismo: a Sociedade de Massas
    - Consumerismo: Direitos e Deveres do consumidor
NOTA: As imagens deverão ter uma pequena descrição que evidencie o domínio do conceito ilustrado.

Orçamento de Estado de 2015 – II Parte

O Orçamento de Estado de 2015 tem sido recentemente discutido pela opinião pública. Responda às questões seguintes, consultando a apresentação.

10. Indique o peso das quatro principais rubricas da Despesa Pública. Relacione-as as principais áreas em que o Governo tem efectuado cortes na despesa.

11. Verifique, utilizando os dados de dois anos á sua escolha, que:
SALDO PRIMÁRIO = SALDO GLOBAL - JUROS
Comente a evolução dos valores destas rubricas de 2010 a 2014.

12. Refira duas condições, aplicadas à Alemanha em 1953, que se fossem transpostas para Portugal em muito nos teriam libertado do sufoco da dívida.

13. Verifique, utilizando os dados de dois anos á sua escolha, que:
VARIAÇÃO DA DÍVIDA EM PERCENTAGEM DO PIB = EFEITO SALDO PRIMÁRIO + EFEITO DINÂMICO + OUTROS; e
EFEITO DINÂMICO = EFEITO JUROS + EFEITO PIB
Interprete os valores referentes a um ano à sua escolha.

14. Refira duas medidas propostas no OE2015 que possam associar-se ao calendário eleitoral.

15. Estime o novo défice orçamental de 2015, no caso de perda total do capital injectado no NovoBanco (utilize os indicados dados no último slide).

16. Comente o efeito da austeridade sobre a redistribuição do rendimento.