Módulo 8 - Trabalhos entregues

Cada aluno tem acesso apenas ao seu trabalho, com os respectivos comentários utilizando o login do Gmail.

Todos os alunos conhecerão a sugestão final sobre trabalho dos colegas.


Notem que para ler as sugestões de correcção é necessário transferir o documento e abrir o mesmo no Word.


2º PTIG
Alexandre17 ou 18
AnaIndicar só os valores ou se sobe ou desce, não revela qualquer conhecimento de Economia. 10.
Bruno10.
DanielSem comentários. 10.
EmanuelSugestão: Módulo 8 concluído com 12.
    
JorgeVolta a reincidir em erros apontados na versão anterior. Dificilmente faria melhor, portanto fica com um 12.
MárcioAguardo nova versão do trabalho, ou ficará com 13!
OnofrePelo esforço já merece 12, mas tem umas notas para corrigir. Como não corrigiu as notas, fica o 12.
Rafael L12.
Rafael RMantém erros assinalados na versão anterior, como os termos “econômicos” e “renda”. 11.
    
TiagoO trabalho apresenta muitas lacunas que poderás corrigir... Senão ficas com 12
IfeanyiNão tem 900 palavras. Não têm 4 quadros. Não justifica a escolha dos países seleccionados.
MiguelSugiro que melhore o trabalho substituindo os quadros e gráficos copiados por quadros e gráficos que você poderá construir. Senão fica com 12.


2º PTM
AndréEspero que tenha ficado a gostar da Mariana! 11. Mariana Mortágua
DavidSugestão: A fazer Trabalho indicado na 1ª opção
FilipaObrigado pelo trabalho. 11. Episódio 1 do Sharktank
Joana11. Episódio 2 do Sharktank
LilianaEpisódio 7 do Sharktank - Terminado com 11.
    
MaraA fazer Greve da TAP. Tarefa concluída. 10.
MárcioJosé Gomes Ferreira. Terminado com 11.
MarianaSugestão: A fazer Episódio 8 do Sharktank. O trabalho não tem o link do vídeo, pelo que não permite conferir as escassas indicações de tempo, que deveriam ser mais frequentes, portanto o Módulo 8 não está feito.
TiagoParabéns! Terminou o Módulo 8: Episódio 3 do Sharktank
DiogoParabéns! Terminou o Módulo 8: A Crise do BES (não utilizar Mariana Mortágua)

Login do Gmail

Alguns links deste blogue apontam para ficheiros reservados que se encontram no Google Drive, ou para links no Blogue de Apoio, exigindo ao utilizador a sua autenticação com o login do Gmail.

  • Todos os alunos têm acesso ao Blogue de Apoio e aos documentos reservados, depois de leccionada a matéria.


  • Atendendo a solicitações de vários colegas, poderão obter acesso ao conjunto dos documentos reservados, bem como ao Blogue de Apoio, com a resolução de algumas tarefas, mediante subscrição. Esta inclui ainda ficheiros de ajuda entregues aos alunos em papel, desenhados para impressão, que não se encontram no blogue.


  • As próximas publicações do blogue, bem como as actualizações das actuais, terão a parte teórica inicial sob a forma de apresentações reservadas aos subscritores, ficando apenas publicamente disponíveis as perguntas. Igualmente, os PREVIEWS das tarefas acessíveis no PICASA serão progressivamente transferidos para o Blogue de Apoio.

Poupança e Investimento

Leia a apresentação. (login do Gmail)

1. Justifique porque o conteúdo poupança foi abordado conjuntamente com o investimento.

2. Refira o efeito da facilitação do crédito nos anos 90, sobre a taxa de poupança da sociedade portuguesa.

3. Identifique uma opção de poupança perigosa e sem qualquer rendimento.

4. Identifique o destino de poupança mais comum.

5. Identifique a aplicação da poupança que contribui para o aumento da capacidade produtiva.

6. Explique porque a taxa de lucro deverá ser superior à taxa de juro.

7. “A taxa de juro é o preço de equilíbrio que se estabelece entre quem procura e quem oferece liquidez”. Comente.

8. Explicita as funções do investimento.

9. Explicita o conceito de amortizações.

10. Distingue investimento de reposição de investimento de expansão.

11. Define investimento líquido.

12. Justifica a variação de existências como componente do investimento.

13. Justifica uma elevada taxa de poupança e um elevado volume de investimento como elementos do mesmo “ciclo virtuoso”.

14. Entre os vários tipos de investimento, identifica o que mais contribui para:
a) o crescimento da economia;
b) a inovação;
c) a especulação.

Desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE

Leia a apresentação.



Mas há mais vida para além dos números frios do PIB e das estatísticas económicas. O Índice Better Life permite comparar o bem-estar entre os países, com base em 11 dimensões que a OCDE identificou como essenciais, nas áreas de condições materiais de vida e qualidade de vida: Habitação, Rendimento, Emprego, Comunidade, Educação, Ambiente, Participação Cívica, Saúde, Satisfação com a Vida, Segurança e Equilíbrio Trabalho-Vida.

Atribuindo ponderações diferentes às várias dimensões, Portugal poderá surgir no topo dos gráficos ou na cauda dos rankings.

Muitas discussões calorosas são inconclusivas, apenas porque partem de perspectivas diferentes...
A distribuição do poder de compra em Portugal, apresenta grandes disparidades entre as diferentes regiões. Sintra estará abaixo ou acima da média?


1. Distingue pobreza de privação material. Recorrendo à imagem no início deste post calcula quantas pessoas são afectadas pela (a) pobreza; (b) pela privação material; (c) por ambas as situações.

2. Refere o subemprego como factor explicativo da pobreza.

3. Identifica os grupos sociais que correm maior risco de pobreza e exclusão social.

4. Indica os cinco países da UE com (a) mais e (b) menos população em risco de pobreza, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+em+risco+de+pobreza+total+e+por+grupo+etario+(percentagem)-2331-180821

5. Indica os cinco países da UE com (a) mais e (b) menos população em risco de privação material severa, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Taxa+de+privacao+material+severa+total+e+por+grupo+etario-2333-181087

6. Entre o Telefone, a Televisão a cores e a Máquina de lavar roupa, verifica de qual destes bens se encontram privadas mais pessoas. Indica os cinco países com mais população privada da sua aquisição. http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+sem+capacidade+de+aquisicao+de+alguns+equipamentos+domesticos+(percentagem)-1526-63402

7. Verifica qual o género onde o problema do subemprego atinge mais pessoas. Indica os cinco países onde esse género é mais afectado.
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+com+menos+de+60+anos+a+residir+em+agregados+domesticos+com+intensidade+laboral+muito+reduzida+total+e+por+sexo+(percentagem)-2334-181238

8. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo rácio S80/S20. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Desigualdade+na+distribuicao+do+rendimento+(S80+S20)-1540

9. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo Coeficiente/Índice de Gini. Comenta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Indice+de+Gini-1541

10. Recorrendo ao Índice Better Life refere três dimensões como pontos fracos de Portugal, e outras três dimensões como pontos fortes (ou menos maus que noutros países).

11. Consultando o PORDATA, refere a evolução do poder de compra, de 1993 para 2015, em cinco concelhos à tua escolha.

II
Como exercício de revisão da matéria leccionada no Ponto 6. Rendimentos e repartição dos rendimentos‎, sugere-se uma apresentação com 10 slides. Destes:
  • 5 apresentando conceitos fundamentais
  • 5 indicadores da desigualdade na repartição de rendimentos, comparando Portugal com outros países da UE

Sugestões de conceitos e de indicadores

Estatísticas 2012/13 - 2º Período

No 10º e no 11º ano o professor é mesmo, mas os resultados são muito diferentes!

No 10º ano quase não há negativas a Economia...

... mas no 11º ano, a severidade em Economia segue-se à da Geometria e da Matemática.

Observando as turmas, o 10º SE1 é melhor que a média...

... mas o 11º tem falta de bases... A Matemática a diferença ainda é maior, passando de uma turma melhor que a média, para 10/16 de negativas!

Como foi em Sociologia?

A redistribuição dos rendimentos

Da actividade do Estado decorre uma nova distribuição do rendimento que se pretende mais justa que a repartição primária, denominada política de redistribuição dos rendimentos.

O Orçamento da Estado prevê as receitas e as despesas públicas para cada ano. O Estado pode realizar receitas desprovido do poder de soberania. Agindo como os particulares, também pode pedir dinheiro emprestado ou vender bens. As receitas creditícias resultam da contracção de empréstimos. As contas correntes não devem depender destas, porque aumentam o valor da dívida pública.

Quando o Estado vende bens ou património, essas operações não são impostas, mas antes negociadas com os particulares, designando-se receitas patrimoniais ou voluntárias.

O Estado é o único agente com poder para cobrar impostos, pois os restantes reconhecem-lhe o direito de lhes subtrair recursos para que realize os objectivos com os quais se comprometeu. As políticas fiscais fixam na lei os critérios de cobrança das receitas coactivas.



O IRS, o IRC e o IVA constituem cerca de 80% das receitas fiscais. A taxa do IVA pode variar com os produtos, mas é igual para todos os contribuintes. Reconhece-se ao IRS maior eficácia na promoção da equidade na distribuição do rendimento, porque é possível estabelecer para os indivíduos com maiores rendimentos, taxas de IRS mais elevadas, por isso ditas taxas progressivas. Outras variáveis, como o estado civil, o número de filhos, as despesas com a habitação, a educação e a saúde, entre outras, permitirão contextualizar melhor a situação dos contribuintes, permitindo distribuir a carga fiscal com maior justiça.

A retenção na fonte aos trabalhadores dependentes para pagamento do IRS, varia em função do rendimento, do estado civil, do número de dependentes e da deficiência, contextualizando o imposto a pagar em função da capacidade contributiva dos agregados familiares (TABELAS DE RETENÇÃO NA FONTE PARA O CONTINENTE – 2021, AT).
Realmente basta que a taxa de imposto seja progressiva para que a política fiscal promova a equidade, como se ilustra abaixo:

As receitas públicas visam a realização de despesas que procuram atenuar a inequidade na distribuição do rendimento. As políticas sociais definem como o Estado realiza as despesas, afectando recursos maioritariamente às rubricas Segurança e acção sociais, Saúde e Educação.


A Protecção social engloba um conjunto de despesas que não se encontram dependentes dos impostos, porque se realizam com o orçamento da Segurança Social. Patrões e trabalhadores efectuam contribuições sociais para este sistema, precisamente com objectivo de receberem prestações sociais quando mais necessitarem. Exactamente por este motivo, as contribuições sociais são uma espécie de seguro obrigatório, pagas em função das capacidades (ie., do rendimento) e recebidas em situações de maior carência, como em caso de doença, maternidade, desemprego ou velhice.



1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida;
b) A que pode significar redução da actividade do Estado na economia;
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes.

2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.

3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.

4. Indica o montante das cinco principais rubricas da Despesa prevista para 2021 (classificação económica). Identifica, entre estas, a categoria que ganhou mais peso relativamente ao ano anterior. (Dados da DGO)

5. Indica o montante das cinco categorias com maior peso nas Receitas em 2021 (classificação económica, dados da DGO, no link anterior). Identifica, entre estas, a categoria que ganhou mais peso relativamente ao ano anterior.

6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento;
b) o estado civil;
c) o número de filhos.

7. Justifica a independência da afectação das despesas às receitas. (Regra da não-consignação orçamental)

PT-UE

Lê a apresentação. (login do Gmail)

by Gemini

I
1. Apresente o conceito de Integração Económica.

2. Refira duas desvantagens de Integração Económica.

3. Refira quatro vantagens económicas da integração.

4. Distingue integração formal de integração informal.

5. Distingue as diferentes formas de integração e refere exemplos históricos.

6. Indica dois exemplos de blocos económicos regionais na (a) América, (b) Ásia e (c) África.

7. Considerando o processo de integração europeu, aponte um aspecto que evidencie a sua ancoragem ao sistema das economias de mercado.

8. Justifique o início da integração europeia pelo controlo do carvão, do aço e da energia nuclear.

9. Observe que desde cedo – pelo menos 1960 - alguns países manifestaram o desejo de maior aprofundamento das políticas económicas e sociais comuns, enquanto outros manifestaram a preferência por formas de integração mais limitadas.

10. Identifique os actuais membros da EFTA.

II
11. Identifique os países que aderiram à UE nos alargamentos de:

http://europa.eu/about-eu/countries/index_pt.htm

a) 1973;
b) 1981;
c) 1986;
d) 1995;
e) 2004;
f) 2007; e
g) 2013.
12. Identifique as quatro liberdades associadas ao Mercado Único.

13. Situe temporalmente o Plano Werner como percursor da UEM.

14. Refira o Euro como um “aperfeiçoamento”/aprofundamento do Mercado Único.

15. Refira três vantagens da moeda única.

16. Explicite o conceito de convergência nominal.

17. Explicite os critérios de convergência nominal estabelecidos para a adesão ao Euro.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html

18. Indique três funções do Banco Central Europeu.

19. Indique as funções dos seguintes órgãos da União Europeia.
a) Conselho Europeu;
b) Comissão Europeia;
c) Parlamento Europeu;
d) Tribunal de Justiça;
e) Tribunal de Contas;
f) BCE;
g) BEI.

20. No processo comunitário de tomada de decisões, indica os órgãos que: a) poderão ser consultados; b) elaboram as propostas; c) promulgam as propostas.

III
21. Distingue os regulamentos das directivas quanto ao momento de entrada em vigor da ordem normativa interna dos Estados-Membros.

22. Os pareceres e as recomendações da Comissão e do Conselho não têm carácter vinculativo.
Explica o que isto significa.

23. Os sucessivos alargamentos têm implicado revisões ao Tratado de Roma para agilizar o processo de tomada de decisões.
Indica três alterações decorrentes do Tratado de Nice.

24. Indica a política comunitária e seus objectivos associados aos seguintes fundos estruturais:
a) FEDER;
b) FSE;
c) FC;
d) FEADER;
e) FEAMP.

25. Identifique os principais países beneficiados pelos fundos de coesão antes e depois de 2004.

26. Princípio da subsidiariedade: a União só deve actuar quando a sua acção seja mais eficaz do que uma acção desenvolvida a nível nacional, regional ou local, excepto quando se trate de domínios da sua competência exclusiva. Este princípio está intimamente relacionado com o princípio da proporcionalidade, que supõe que a acção da União não deve exceder aquilo que seja necessário para alcançar os objectivos dos Tratados.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/subsidiarity_pt.htm
Ilustração dos princípios da subsidiariedade e proporcionalidade (rios)
Relacione os princípios acima referidos com o respeito pela soberania dos Estados-Membros.

27. Indique as cinco fontes de receita comunitárias.

28. O grande desafio está em conseguir alcançar a convergência real dos países mais desfavorecidos sem prejudicar o desenvolvimento e o bem-estar dos mais ricos. Ver PIB per capita
Relacione este desafio com a manutenção da paz na Europa.

29. O alargamento da União, o aprofundamento das políticas comuns, o novo contexto político posterior à queda do muro de Berlim e os novos problemas ambientais, colocam novos às principais políticas europeias.
Refira os novos desafios da:
a) PAC;
b) PCP;
c) Política Regional;
d) PEFP:
e) PESC.

30. A cidadania europeia foi institucionalizada pelo Tratado de Maastricht.
Indica os direitos decorrentes desta cidadania.

31. O período de crescimento económico que Portugal viveu com a adesão à CEE foi interrompido após a adesão ao Euro, verificando-se desde então a divergência real de Portugal relativamente à UE. Na lógica popular o Euro é por essa razão frequentemente apontado como causa da crise na economia portuguesa, esquecendo os nossos problemas estruturais.
Refere três problemas estruturais da economia portuguesa.

32. Qualquer país que apresente a sua candidatura para aderir à União Europeia (UE) deve respeitar os critérios de Copenhaga.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/accession_criteria_copenhague_pt.htm
Explicite-os.