Desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE

Leia a apresentação.



Mas há mais vida para além dos números frios do PIB e das estatísticas económicas. O Índice Better Life permite comparar o bem-estar entre os países, com base em 11 dimensões que a OCDE identificou como essenciais, nas áreas de condições materiais de vida e qualidade de vida: Habitação, Rendimento, Emprego, Comunidade, Educação, Ambiente, Participação Cívica, Saúde, Satisfação com a Vida, Segurança e Equilíbrio Trabalho-Vida.

Atribuindo ponderações diferentes às várias dimensões, Portugal poderá surgir no topo dos gráficos ou na cauda dos rankings.

Muitas discussões calorosas são inconclusivas, apenas porque partem de perspectivas diferentes...
A distribuição do poder de compra em Portugal, apresenta grandes disparidades entre as diferentes regiões. Sintra estará abaixo ou acima da média?


1. Distingue pobreza de privação material. Recorrendo à imagem no início deste post calcula quantas pessoas são afectadas pela (a) pobreza; (b) pela privação material; (c) por ambas as situações.

2. Refere o subemprego como factor explicativo da pobreza.

3. Identifica os grupos sociais que correm maior risco de pobreza e exclusão social.

4. Indica os cinco países da UE com (a) mais e (b) menos população em risco de pobreza, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+em+risco+de+pobreza+total+e+por+grupo+etario+(percentagem)-2331-180821

5. Indica os cinco países da UE com (a) mais e (b) menos população em risco de privação material severa, analisando o grupo etário mais jovem (0-17).
http://www.pordata.pt/Europa/Taxa+de+privacao+material+severa+total+e+por+grupo+etario-2333-181087

6. Entre o Telefone, a Televisão a cores e a Máquina de lavar roupa, verifica de qual destes bens se encontram privadas mais pessoas. Indica os cinco países com mais população privada da sua aquisição. http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+sem+capacidade+de+aquisicao+de+alguns+equipamentos+domesticos+(percentagem)-1526-63402

7. Verifica qual o género onde o problema do subemprego atinge mais pessoas. Indica os cinco países onde esse género é mais afectado.
http://www.pordata.pt/Europa/Populacao+com+menos+de+60+anos+a+residir+em+agregados+domesticos+com+intensidade+laboral+muito+reduzida+total+e+por+sexo+(percentagem)-2334-181238

8. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo rácio S80/S20. Interpreta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Desigualdade+na+distribuicao+do+rendimento+(S80+S20)-1540

9. Indica os cinco países com maior desigualdade na repartição do rendimento, medida pelo Coeficiente/Índice de Gini. Comenta o valor deste indicador para Portugal.
http://www.pordata.pt/Europa/Indice+de+Gini-1541

10. Recorrendo ao Índice Better Life refere três dimensões como pontos fracos de Portugal, e outras três dimensões como pontos fortes (ou menos maus que noutros países).

11. Consultando o PORDATA, refere a evolução do poder de compra, de 1993 para 2015, em cinco concelhos à tua escolha.

II
Como exercício de revisão da matéria leccionada no Ponto 6. Rendimentos e repartição dos rendimentos‎, sugere-se uma apresentação com 10 slides. Destes:
  • 5 apresentando conceitos fundamentais
  • 5 indicadores da desigualdade na repartição de rendimentos, comparando Portugal com outros países da UE

Sugestões de conceitos e de indicadores

Estatísticas 2012/13 - 2º Período

No 10º e no 11º ano o professor é mesmo, mas os resultados são muito diferentes!

No 10º ano quase não há negativas a Economia...

... mas no 11º ano, a severidade em Economia segue-se à da Geometria e da Matemática.

Observando as turmas, o 10º SE1 é melhor que a média...

... mas o 11º tem falta de bases... A Matemática a diferença ainda é maior, passando de uma turma melhor que a média, para 10/16 de negativas!

Como foi em Sociologia?

A redistribuição dos rendimentos

Da actividade do Estado decorre uma nova distribuição do rendimento que se pretende mais justa que a repartição primária, denominada política de redistribuição dos rendimentos.

O Orçamento da Estado prevê as receitas e as despesas públicas para cada ano. O Estado pode realizar receitas desprovido do poder de soberania. Agindo como os particulares, também pode pedir dinheiro emprestado ou vender bens. As receitas creditícias resultam da contracção de empréstimos. As contas correntes não devem depender destas, porque aumentam o valor da dívida pública.

Quando o Estado vende bens ou património, essas operações não são impostas, mas antes negociadas com os particulares, designando-se receitas patrimoniais ou voluntárias.

O Estado é o único agente com poder para cobrar impostos, pois os restantes reconhecem-lhe o direito de lhes subtrair recursos para que realize os objectivos com os quais se comprometeu. As políticas fiscais fixam na lei os critérios de cobrança das receitas coactivas.



O IRS, o IRC e o IVA constituem cerca de 80% das receitas fiscais. A taxa do IVA pode variar com os produtos, mas é igual para todos os contribuintes. Reconhece-se ao IRS maior eficácia na promoção da equidade na distribuição do rendimento, porque é possível estabelecer para os indivíduos com maiores rendimentos, taxas de IRS mais elevadas, por isso ditas taxas progressivas. Outras variáveis, como o estado civil, o número de filhos, as despesas com a habitação, a educação e a saúde, entre outras, permitirão contextualizar melhor a situação dos contribuintes, permitindo distribuir a carga fiscal com maior justiça.

A retenção na fonte aos trabalhadores dependentes para pagamento do IRS, varia em função do rendimento, do estado civil, do número de dependentes e da deficiência, contextualizando o imposto a pagar em função da capacidade contributiva dos agregados familiares (TABELAS DE RETENÇÃO NA FONTE PARA O CONTINENTE – 2021, AT).
Realmente basta que a taxa de imposto seja progressiva para que a política fiscal promova a equidade, como se ilustra abaixo:

As receitas públicas visam a realização de despesas que procuram atenuar a inequidade na distribuição do rendimento. As políticas sociais definem como o Estado realiza as despesas, afectando recursos maioritariamente às rubricas Segurança e acção sociais, Saúde e Educação.


A Protecção social engloba um conjunto de despesas que não se encontram dependentes dos impostos, porque se realizam com o orçamento da Segurança Social. Patrões e trabalhadores efectuam contribuições sociais para este sistema, precisamente com objectivo de receberem prestações sociais quando mais necessitarem. Exactamente por este motivo, as contribuições sociais são uma espécie de seguro obrigatório, pagas em função das capacidades (ie., do rendimento) e recebidas em situações de maior carência, como em caso de doença, maternidade, desemprego ou velhice.



1. Entre as receitas públicas, identifica e justifica:
a) A que agrava o volume da dívida;
b) A que pode significar redução da actividade do Estado na economia;
c) A que deverá ser utilizada para financiar despesas correntes.

2. Distingue políticas fiscais de políticas sociais.

3. Explica em que consiste a redistribuição dos rendimentos.

4. Indica o montante das cinco principais rubricas da Despesa prevista para 2021 (classificação económica). Identifica, entre estas, a categoria que ganhou mais peso relativamente ao ano anterior. (Dados da DGO)

5. Indica o montante das cinco categorias com maior peso nas Receitas em 2021 (classificação económica, dados da DGO, no link anterior). Identifica, entre estas, a categoria que ganhou mais peso relativamente ao ano anterior.

6. Refere como o valor dos impostos varia com:
a) o nível de rendimento;
b) o estado civil;
c) o número de filhos.

7. Justifica a independência da afectação das despesas às receitas. (Regra da não-consignação orçamental)

PT-UE

Lê a apresentação. (login do Gmail)

by Gemini

I
1. Apresente o conceito de Integração Económica.

2. Refira duas desvantagens de Integração Económica.

3. Refira quatro vantagens económicas da integração.

4. Distingue integração formal de integração informal.

5. Distingue as diferentes formas de integração e refere exemplos históricos.

6. Indica dois exemplos de blocos económicos regionais na (a) América, (b) Ásia e (c) África.

7. Considerando o processo de integração europeu, aponte um aspecto que evidencie a sua ancoragem ao sistema das economias de mercado.

8. Justifique o início da integração europeia pelo controlo do carvão, do aço e da energia nuclear.

9. Observe que desde cedo – pelo menos 1960 - alguns países manifestaram o desejo de maior aprofundamento das políticas económicas e sociais comuns, enquanto outros manifestaram a preferência por formas de integração mais limitadas.

10. Identifique os actuais membros da EFTA.

II
11. Identifique os países que aderiram à UE nos alargamentos de:

http://europa.eu/about-eu/countries/index_pt.htm

a) 1973;
b) 1981;
c) 1986;
d) 1995;
e) 2004;
f) 2007; e
g) 2013.
12. Identifique as quatro liberdades associadas ao Mercado Único.

13. Situe temporalmente o Plano Werner como percursor da UEM.

14. Refira o Euro como um “aperfeiçoamento”/aprofundamento do Mercado Único.

15. Refira três vantagens da moeda única.

16. Explicite o conceito de convergência nominal.

17. Explicite os critérios de convergência nominal estabelecidos para a adesão ao Euro.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html

18. Indique três funções do Banco Central Europeu.

19. Indique as funções dos seguintes órgãos da União Europeia.
a) Conselho Europeu;
b) Comissão Europeia;
c) Parlamento Europeu;
d) Tribunal de Justiça;
e) Tribunal de Contas;
f) BCE;
g) BEI.

20. No processo comunitário de tomada de decisões, indica os órgãos que: a) poderão ser consultados; b) elaboram as propostas; c) promulgam as propostas.

III
21. Distingue os regulamentos das directivas quanto ao momento de entrada em vigor da ordem normativa interna dos Estados-Membros.

22. Os pareceres e as recomendações da Comissão e do Conselho não têm carácter vinculativo.
Explica o que isto significa.

23. Os sucessivos alargamentos têm implicado revisões ao Tratado de Roma para agilizar o processo de tomada de decisões.
Indica três alterações decorrentes do Tratado de Nice.

24. Indica a política comunitária e seus objectivos associados aos seguintes fundos estruturais:
a) FEDER;
b) FSE;
c) FC;
d) FEADER;
e) FEAMP.

25. Identifique os principais países beneficiados pelos fundos de coesão antes e depois de 2004.

26. Princípio da subsidiariedade: a União só deve actuar quando a sua acção seja mais eficaz do que uma acção desenvolvida a nível nacional, regional ou local, excepto quando se trate de domínios da sua competência exclusiva. Este princípio está intimamente relacionado com o princípio da proporcionalidade, que supõe que a acção da União não deve exceder aquilo que seja necessário para alcançar os objectivos dos Tratados.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/subsidiarity_pt.htm
Ilustração dos princípios da subsidiariedade e proporcionalidade (rios)
Relacione os princípios acima referidos com o respeito pela soberania dos Estados-Membros.

27. Indique as cinco fontes de receita comunitárias.

28. O grande desafio está em conseguir alcançar a convergência real dos países mais desfavorecidos sem prejudicar o desenvolvimento e o bem-estar dos mais ricos. Ver PIB per capita
Relacione este desafio com a manutenção da paz na Europa.

29. O alargamento da União, o aprofundamento das políticas comuns, o novo contexto político posterior à queda do muro de Berlim e os novos problemas ambientais, colocam novos às principais políticas europeias.
Refira os novos desafios da:
a) PAC;
b) PCP;
c) Política Regional;
d) PEFP:
e) PESC.

30. A cidadania europeia foi institucionalizada pelo Tratado de Maastricht.
Indica os direitos decorrentes desta cidadania.

31. O período de crescimento económico que Portugal viveu com a adesão à CEE foi interrompido após a adesão ao Euro, verificando-se desde então a divergência real de Portugal relativamente à UE. Na lógica popular o Euro é por essa razão frequentemente apontado como causa da crise na economia portuguesa, esquecendo os nossos problemas estruturais.
Refere três problemas estruturais da economia portuguesa.

32. Qualquer país que apresente a sua candidatura para aderir à União Europeia (UE) deve respeitar os critérios de Copenhaga.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/accession_criteria_copenhague_pt.htm
Explicite-os.

A União Europeia em diapositivos e estatísticas

Esta apresentação reúne os slides que se encontram no site oficial 2022.

Entre os indicadores mais importantes do EUROSTAT encontra-se o Anuário das Contas Nacionais 2013.

Anuário das Contas Nacionais 2017

Comenta 5 slides da Apresentação e 10 Gráficos do Anuário 2017.


Comenta 5 slides da Apresentação e 10 sheets do Anuário.

Pistas para exploração da informação estatística:

1. Justifique a União Europeia como membro da tríade mundial, comparando-a com os restantes membros, utilizando o PIB (Figura 1).

2. Comente a convergência/divergência real da economia portuguesa, utilizando a Tabela 1/Figura 2.

3. Comenta o dinamismo económica dos membros da tríade (Figura 3) e a posição de Portugal no contexto europeu (Tabela 2).

4. Justifica uma debilidade da economia portuguesa, partindo da Tabela 3.

5. Observa os sectores de actividade que maior importância adquiriram na UE (Figuras 4a e 4b).

6. Relaciona os valores observados na alínea anterior com a produtividade do trabalho (Figura 5 e Tabela 4).

7. Comenta a evolução das componentes da despesa no PIB da UE (Figuras 6, 7 e 8).

8. Relaciona o crescimento das economias com o investimento (Tabela 5 e Figura 9).

Rendimento disponível dos particulares

O rendimento pessoal engloba o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo (normalmente um ano). As principais componentes do rendimento são receitas provenientes do trabalho (salários), da propriedade (rendas, juros e dividendos), as transferências internas (subsídios atribuídos pelo Estado) e as transferências do exterior (como as remessas de emigrantes).

Os impostos directos são aqueles que atingem imediatamente o sujeito com capacidade contributiva, pressupondo a existência de uma pessoa, de um património ou de um rendimento (IRC; IRS; IMI). Os impostos indirectos tributam a despesa (como o IVA e o ISP).

As quotizações sociais ou contribuições sociais distinguem-se dos impostos porque têm uma finalidade específica, não sendo por isso incluídas no Orçamento de Estado, mas geridas pela Segurança Social, "um sistema que pretende assegurar direitos básicos dos cidadãos e a igualdade de oportunidades, bem como, promover o bem-estar e a coesão social para todos os cidadãos portugueses ou estrangeiros que exerçam actividade profissional ou residam no território".

Os Estados cobram impostos e atribuem subsídios (abonos de família, subsídio de desemprego, rendimento social de reinserção, pensões, reformas) em situações específicas que ocasionam particular carência de recursos. O objectivo desta redistribuição do rendimento é atingir uma repartição de rendimentos mais justa que a repartição primária.

Se ao rendimento pessoal tirarmos os impostos directos e as contribuições sociais, ficamos com o rendimento pessoal disponível, que é o que as famílias têm para gastar. É este conceito de rendimento que é importante para as decisões económicas dos consumidores, determinando o montante que podem consumir ou poupar. A taxa de poupança indica a percentagem do rendimento disponível que não foi canalizada para o consumo.

Observa-se uma maior estabilidade do consumo em bens não duradouros, que correspondem a cerca de 90% do consumo privado. Os bens de consumo duradouros são aqueles cuja despesa é mais facilmente adiada em momentos de crise.

1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.

2. Distingue impostos directos de impostos indirectos.

3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.

4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.

5. Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula:
a) O Rendimento disponível dos particulares;
b) O Consumo privado;
c) A Poupança;
d) A Taxa de Poupança;
e) As Taxas de crescimento das diversas rúbricas.

6. Interpreta os cálculos acima efectuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais;
b) Nesse ano, qual a rubrica cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP;
c) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais contribuiu para a redução do RDP;
d) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
e) Paradoxalmente, apesar dos efeitos que referiste nas alíneas anteriores, a taxa de poupança mantem-se sensivelmente ao mesmo nível. Como se explica isto?

7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW)
Comenta.

Revisão de conceitos, Exame de 2012, Época Especial - I

Com base nas questões de escolha múltipla do Exame de 2012, Época Especial, (Backup) faz-se uma primeira revisão de conceitos fundamentais, recorrendo ao blogue, sempre que possível. O número de cada grupo corresponde à pergunta de escolha múltipla inspiradora.

I

1. Como, vivendo em sociedade e dependendo uns dos outros, os indivíduos conseguem gerar e dividir entre si os bens e serviços necessários ao seu bem-estar social?
http://economiax.blogspot.pt/2012/09/a-economia-como-ciencia-social.html
1.1. Distinga o objecto científico do objecto real em Economia.
1.2. Explicite o papel da escassez da definição do objecto da Economia.

2. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. A doença do consumismo tem nome, chama-se oniomania, ou consumo compulsivo. As pessoas compram compulsivamente coisas que não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
http://economiax.blogspot.pt/2012/10/consumismo-e-consumerismo.html
http://economiax.blogspot.pt/2012/10/oniomania-doenca-que-atinge-1-da.html
2.1. Distingue consumismo de consumerismo.
2.2. Refira consequências do consumismo.

3. O volume da oferta varia em função do preço do respectivo bem, dos preços de todos os outros produtos, do preço dos factores de produção, da tecnologia e dos objectivos/estratégias dos produtores.
http://economiax.blogspot.pt/2009/02/teoria-elementar-da-oferta.html
3.1. Explicita o impacto do progresso tecnológico sobre o volume da oferta, referindo o seu efeito sobre os custos de produção.
3.2. Enuncia a lei da oferta.

4. As Taxas de Desemprego e as Taxas de Actividade são dois indicadores comuns.
http://economiax.blogspot.pt/2012/01/taxa-de-desemprego-foi-de-121-no-2.html
4.1. Calcula a Taxa de Desemprego e a Taxa de Actividade com os valores do 4º trimestre de 2010.
4.2. Interpreta a Taxa de Desemprego e a Taxa de Actividade.

5. Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos crescentes à escala, também designados economias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento mais do que proporcional no nível de produção.
Diz-se que uma empresa apresenta rendimentos decrescentes à escala, também designados deseconomias de escala, quando um aumento dos factores produtivos provoca um aumento menos do que proporcional no nível de produção.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/combinacao-dos-factores-de-producao.html
5.1. Indica a combinação óptima de factores correspondente aos salários w=5 e ao custo da capital r=5,5 na tabela que ficou incompleta, na segunda imagem do referido post.
5.2. Relaciona as economias de escala com a concentração que se verifica em muitos ramos da actividade económica: banca, automóvel, distribuição de combustíveis, distribuição a retalho, etc.

6. “Não há nada de mais útil que a água, mas ela não pode quase nada comprar; dificilmente teria bens com os quais trocá-la. Um diamante, pelo contrário, quase não tem nenhum valor quanto ao seu uso, mas se encontrará frequentemente uma grande quantidade de outros bens com o qual trocá-lo.” (Wikipédia)
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/preco-de-um-bem-nocao-e-componentes.html
6.1. Explica o paradoxo da água e do diamante utilizando os conceitos de utilidade total e utilidade marginal.
6.2. Refere três factores que influenciam a formação dos preços.

7. O volume da procura varia em função do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens e dos gostos dos consumidores.
http://economiax.blogspot.pt/2009/02/teoria-elementar-da-procura.html
7.1. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
7.2. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.

8. Os economistas tendem a observar o salário real médio que representa o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salários monetários divididos pelo índice de preços que representa a evolução do custo de vida.
http://economiax.blogspot.pt/2013/04/salario-nominal-vs-salario-real.html
http://economiax.blogspot.pt/2009/03/fundamentos-da-determinacao-dos.html
8.1. Distingue salário nominal de salário real.
8.2. Explicita três factores determinantes do valor dos salários.

9. O cálculo do PIB pela óptica da despesa será certamente o mais popular no jornalismo e na análise económica.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/componentes-da-despesa.html
9.1. Indica como se calcula o PIB pela óptica da despesa.
9.2. Indica as componentes do investimento Bruto.

10. Quando os particulares emprestam o dinheiro aos bancos, através dos depósitos, a operação diz-se passiva, porque nem precisam de pensar se devem receber o dinheiro ou não. Já quando os particulares contraem um empréstimo junto de um banco, este terá de analisar o perfil do devedor... portanto esta é uma operação activa, dependendo o valor do spread de vários factores, designadamente do risco de crédito do cliente, da finalidade do crédito, das características do empréstimo, das garantias dadas pelo cliente e da eventual aquisição de outros produtos e/ou serviços pelo cliente.
http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/TaxasdeJuro/Perguntasfrequentes/Paginas/default.aspx
10.1. Relaciona a taxa de juro das operações activas com a taxa de juro das operações passivas.
10.2. Os mais necessitados beneficiarão de um spread mais baixo? Justifica.

11. Constituem recursos dos agentes os fluxos de monetários correspondentes a entradas, que quando empregues representam saídas.
http://economiax.blogspot.pt/2011/10/os-agentes-economicos-e-o-circuito.html
11.1. Identifica os empregos e recursos das Famílias indicados no circuito económico.
11.2. Distingue fluxos monetários de fluxos reais.

12. Somar o valor da produção de todas as empresas do território levaria a um PIB sobreavaliado (demasiado alto), porque como a produção de umas empresas entra como input no processo produtivo de outras, os designados consumos intermédios estariam a ser contabilizados várias vezes. Nisto consiste o problema da múltipla contagem, que poderá ser evitado adoptando um de dois métodos:
- Método dos produtos finais
- Método dos valores acrescentados.
http://economiax.blogspot.pt/2011/11/calculo-do-valor-da-producao-pib.html
http://economiax.blogspot.pt/2012/10/formulario-de-contabilidade-nacional.html
12.1. Distingue os dois métodos de cálculo do PIB.
12.2. Identifica a óptica de cálculo do PIB pressuposta quando se utilizam aos métodos acima referidos.

13. O sistema central não presta muita atenção aos stocks e fluxos que não são facilmente observáveis em termos monetários (ou sem contrapartida monetária explícita). (...)
Na actividade produtiva, o SEC inclui alguns casos limite, como:
a) Produção de serviços individuais e colectivos pelas administrações públicas;
b) Produção por conta própria de serviços de habitação ocupada pelo proprietário;
c) Produção de bens para consumo final próprio, por exemplo, produtos agrícolas;
d) Construção por conta própria, incluindo a das famílias;
e) A produção de serviços por empregados domésticos remunerados;
f) Piscicultura;
g) Produção ilegal, por exemplo, proxenetismo e produção de drogas;
h) Produção cujos rendimentos não são declarados na totalidade às autoridades fiscais, por exemplo, produção clandestina de têxteis.
Ficam fora dos limites da actividade produtiva:
a) Os serviços domésticos e pessoais produzidos e consumidos na mesma família, por exemplo, a limpeza, a preparação de refeições ou a assistência a pessoas doentes ou idosas;
b) As actividades voluntárias que não levam à produção de bens, como a vigilância e a limpeza não remuneradas;
c) O crescimento natural de peixes no alto mar.
SEC, Sistema Europeu de Contas Nacionais, 1995.
13.1. A despesa de construção para habitação por parte das famílias corresponde a um fluxo ou a um stock? Justifique.
13.2. Quando se calcula o PIB, pela óptica da despesa, em que componente se integra a rubrica indicada na questão anterior?

14. Os indicadores do comércio externo apresentaram-se no post Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/recordando-estrutura-da-balanca-de.html
14.1. Defina Taxa de Cobertura e Peso do Comércio Externo.
14.2. Relacione a Taxa de Cobertura com o saldo da Balança Comercial.

15. Com taxas de câmbio flexíveis, a ausência de intervenção implica uma balança de pagamentos equilibrada.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/taxa-de-cambio.html
15.1. Explique como a desvalorização da moeda contribui para o equilíbrio da Balança de Pagamentos.
15.2. Refira se em que medida a saída do Euro contribuiria para resolver os problemas da economia portuguesa.

16. O corte de florestas insubstituíveis, a degradação ambiental, a poluição, as chuvas ácidas ou o aquecimento global, constituem exemplos de externalidades.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/limites-da-contabilidade-nacional-ii.html
16.1. Defina externalidades.
16.2. Distinga externalidades positivas de externalidades negativas.

17. Referimos o planeamento indicativo e o planeamento imperativo, no contexto das Economias de Mercado vs. Economias de Direcção Central.
http://economiax.blogspot.pt/2008/09/economias-de-mercado-versus-economias.html
17.1. Distinga planeamento indicativo de planeamento imperativo atendendo à propriedade dos meios de produção.
17.2. Na economia portuguesa o planeamento imperativo apenas poderá ser aplicado no sector público. Justifique.

18. Para adoptarem o Euro, os Estados-Membros tiveram de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual foi avaliado com base no cumprimento dos critérios de convergência nominal.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html
18.1. Indique os critérios de convergência (nominal).
18.2. Distinga convergência nominal de convergência real



II

Num post novo, com o título Revisão de conceitos, Exame de 2012, Época Especial – II, responde à prova inspiradora. (Backup)

Critérios de Correcção