Cálculo do Índice de Preços no Consumidor (IPC):
1. Considera-se um conjunto de bens e serviços, o mais alargado possível, de modo que seja representativo do consumo da generalidade da população;
2. Calcula-se a quantidade desses produtos que cada família consome desses produtos, por ano;
3. Determina-se quanto custa o Valor do Cabaz no ano base, VC0;
4. Determina-se quanto custa o Valor do Cabaz no ano que estamos a considerar, VCt;
5. Estabelece-se a relação entre os dois valores do cabaz acima determinados, em termos percentuais:
IPC t/0 = VCt / VC0 * 100
Imagine-se que em 2010 determinado conjunto de bens custava 5.000 euros. E que em 2011 era possível adquirir o mesmo conjunto de bens por 5.150 euros.
Então o IPC de 2011, tomando 2010 como ano base é:
IPC11/10=5.150/5.000 * 100 = 103
Isto é, com 103 euros em 2011 adquirimos o mesmo conjunto de bens que em 2010 com 100 euros.
Portanto, a taxa de inflação, crescimento médio dos preços em 2011 foi de 3,0%.
TI11/10 = (IPC11 - IPC10)/IPC10*100
= (103,0 - 100)/100*100
= 3,0%
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) é utilizado para calcular a Taxa de Inflação.
Ilustração do cálculo da inflação - BCE (EXPOSIÇÃO)
Conteúdos prioritários do Módulo 4
Tendo em consideração o Plano Nacional de Formação Financeira, refira fundamentadamente os conteúdos do Módulo 4 a que deverá ser dada mais atenção.
Módulo 4 - Recursos
Links com interesse para o Módulo 4:
O capitalismo popular morreu - Afirma o Editor de Empresas do Jornal de Negócios
São lendárias já as histórias das primeiras privatizações. Basta uma consulta aos jornais do início da década de 90 para perceber que os portugueses adoravam brincar ao Gordon Gekko. Portugal estava, nessa época, no sítio certo, à hora certa. O capitalismo popular estava glorificado em países desenvolvidos e a acelerada abertura da economia portuguesa era terreno fértil para emoções (e lucros) fortes. (...)
DEPOIS DE REFERIR MUITOS ATROPELOS AOS PEQUENOS INVESTIDORES
Depois desta verdadeira "carga policial" nos pequenos accionistas, o Governo terá grandes dificuldades em promover o mercado de capitais como uma solução para a poupança das famílias. Ou como uma ferramenta de desenvolvimento económico, de maior transparência na gestão, de maior democratização da produção de riqueza. Mas este Governo também não parece muito interessado nisso.
http://www.b-a-bes.com/
http://clientebancario.bportugal.pt/
http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Guia/Pages/indice_guia.aspx
http://www.jornaldenegocios. pt/home.php?template=INVESTIDOR_PRIVADO_V2
http://www.activobank.pt/pt/public/investir/pages/investir.aspx
http://www.netbolsa.com/index.php?option=com_glossary&Itemid=167&lang=pt
http://www.thinkfn.com/wikibolsa/P%C3%A1gina_principal
O capitalismo popular morreu - Afirma o Editor de Empresas do Jornal de Negócios
São lendárias já as histórias das primeiras privatizações. Basta uma consulta aos jornais do início da década de 90 para perceber que os portugueses adoravam brincar ao Gordon Gekko. Portugal estava, nessa época, no sítio certo, à hora certa. O capitalismo popular estava glorificado em países desenvolvidos e a acelerada abertura da economia portuguesa era terreno fértil para emoções (e lucros) fortes. (...)
DEPOIS DE REFERIR MUITOS ATROPELOS AOS PEQUENOS INVESTIDORES
Depois desta verdadeira "carga policial" nos pequenos accionistas, o Governo terá grandes dificuldades em promover o mercado de capitais como uma solução para a poupança das famílias. Ou como uma ferramenta de desenvolvimento económico, de maior transparência na gestão, de maior democratização da produção de riqueza. Mas este Governo também não parece muito interessado nisso.
http://www.b-a-bes.com/
http://clientebancario.bportugal.pt/
http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Guia/Pages/indice_guia.aspx
http://www.jornaldenegocios.
http://www.activobank.pt/pt/public/investir/pages/investir.aspx
http://www.netbolsa.com/index.php?option=com_glossary&Itemid=167&lang=pt
http://www.thinkfn.com/wikibolsa/P%C3%A1gina_principal
Resumo do Módulo X
Propõe-se que ao longo dos Módulos os alunos façam uma mensagem com o título RESUMO-Mx, em que x representa o número do respectivo Módulo, com o limite de 1.000 palavras. O objectvo é reduzir a distância entre o conjunto de posts dispersos pelo blogue, e o teste em papel, obrigatório no final do Módulo. Supõe-se que o esforço se síntese dos conteúdos em 1.000 palavras se traduzirá por uma sistematização das aprendizagens e pela selecção dos conteúdos com maior relevância.
Pretende-se também passar a fazer uma avaliação qualitativa dos blogues, não apenas observar a quantidade dos posts feitos. O Resumo, como post livre permitirá que os alunos revelem maior criatividade e diferenças de desempenho.
Para premiar este esforço, no momento do teste escrito, os alunos poderão dispensar-se de responder a duas questões, escrevendo somente a expressão “Ver Resumo”. Se o Resumo contiver a resposta às questões assinaladas ser-lhes-á atribuída a cotação total. Excluem-se desta possibilidade quaisquer questões que envolvam a necessidade de proceder a cálculos, bem como à interpretação dos mesmos ou de dados ou gráficos fornecidos, porque esse tipo de questões não se conseguem prever num Resumo ;) No entanto, temos em Economia muitas definições, características, variáveis explicativas, dimensões, etc. que se enunciam quase sempre da mesma maneira, e portanto com muita probabilidade ficarão no Resumo muitas respostas solicitadas no Teste do Módulo ;)
Pretende-se também passar a fazer uma avaliação qualitativa dos blogues, não apenas observar a quantidade dos posts feitos. O Resumo, como post livre permitirá que os alunos revelem maior criatividade e diferenças de desempenho.
Para premiar este esforço, no momento do teste escrito, os alunos poderão dispensar-se de responder a duas questões, escrevendo somente a expressão “Ver Resumo”. Se o Resumo contiver a resposta às questões assinaladas ser-lhes-á atribuída a cotação total. Excluem-se desta possibilidade quaisquer questões que envolvam a necessidade de proceder a cálculos, bem como à interpretação dos mesmos ou de dados ou gráficos fornecidos, porque esse tipo de questões não se conseguem prever num Resumo ;) No entanto, temos em Economia muitas definições, características, variáveis explicativas, dimensões, etc. que se enunciam quase sempre da mesma maneira, e portanto com muita probabilidade ficarão no Resumo muitas respostas solicitadas no Teste do Módulo ;)
Política, com P grande
O BE e o PCP disseram hoje aos líderes da missão da troika que o programa não está a resultar, mas os chefes da missão consideraram que o programa "está no bom caminho" e que não será renegociado.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/be-e-pcp-programa-nao-resulta=f706068#ixzz1nXG72qZt
1. Justifica o título escolhido por Daniel Bessa para a sua crónica semanal "Política, com P grande".
2. Utiliza o texto para explicar a diferença entre as perspectivas do BE/PCP e da troika.
3. Justifica o tom optimista com que Daniel Bessa termina o artigo.
4. Indica o sector de actividade que Daniel Bessa está a privilegiar quando se refere à esperança "que Portugal possa voltar a recorrer ao mercado financeiro, criar emprego e fazer crescer a economia". Comenta a defesa do programa de ajustamento como necessidade deste sector de actividade.
5. Comenta a exequibilidade da sua "receita", que passa pelo "aumento do horário de trabalho nas empresas exportadoras, mas este não seria acompanhado de um aumento de salário".
(...)
a troika apontou como grande exemplo de sucesso as reformas estruturais, que o partido considera estarem a ilustrar precisamente o contrário: "No entendimento da troika este é o caminho a seguir. Mesmo perante a situação a que o país está a chegar, entendem estes técnicos e este Governo - também ficou clara a posição do PSD e CDS - que Portugal está no bom caminho e nós vemos diariamente o contrário".Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/be-e-pcp-programa-nao-resulta=f706068#ixzz1nXG72qZt
1. Justifica o título escolhido por Daniel Bessa para a sua crónica semanal "Política, com P grande".
2. Utiliza o texto para explicar a diferença entre as perspectivas do BE/PCP e da troika.
3. Justifica o tom optimista com que Daniel Bessa termina o artigo.
4. Indica o sector de actividade que Daniel Bessa está a privilegiar quando se refere à esperança "que Portugal possa voltar a recorrer ao mercado financeiro, criar emprego e fazer crescer a economia". Comenta a defesa do programa de ajustamento como necessidade deste sector de actividade.
5. Comenta a exequibilidade da sua "receita", que passa pelo "aumento do horário de trabalho nas empresas exportadoras, mas este não seria acompanhado de um aumento de salário".
Preços correntes versus preços constantes
Exemplo de cálculo 2020/21
2014-2021-IP-TCV-TCP
Deflator do PIB – Exemplo 2017/16
Diz-se que o PIB está calculado a preços correntes, quando a produção de cada ano está avaliada aos preços desse mesmo ano, por exemplo, a produção de 2009 a preços de 2009, a produção de 2010 a preços de 2010, etc.
Calcular a taxa de variação a partir da série do PIB nominal não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2011 = 100 significa que o ano base é 2011, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB. Os índices de preços multiplicam-se por 100 para facilitar a sua interpretação. Ignorando esta multiplicação obtemos o deflator do PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
0. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes, ou, se preferir, utilize o ficheiro de ajuda.
1. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
2. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule o deflator do PIB. Interprete o seu valor para 2014, 2016 e 2018.
5. Interprete para 2022:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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2014-2021-IP-TCV-TCP
Deflator do PIB – Exemplo 2017/16
Diz-se que o PIB está calculado a preços correntes, quando a produção de cada ano está avaliada aos preços desse mesmo ano, por exemplo, a produção de 2009 a preços de 2009, a produção de 2010 a preços de 2010, etc.
Calcular a taxa de variação a partir da série do PIB nominal não tem interesse, porque nunca saberemos em que medida a variação se deve a um aumento real do PIB (crescimento em volume, isto é da quantidade de bens efectivamente ao nosso dispor) ou a um simples crescimento dos preços.
Diz-se que o PIB está calculado a preços constantes, quando a produção de cada ano é avaliada aos preços de um determinado ano, seleccionado como ano base.
2011 = 100 significa que o ano base é 2011, porque no ano base o Índice de Preços é igual a 100. Dividindo a série a preços correntes pela série a preços constantes obtêm-se a o Índice de Preços implícitos no PIB. Os índices de preços multiplicam-se por 100 para facilitar a sua interpretação. Ignorando esta multiplicação obtemos o deflator do PIB.
Calculando a taxa de variação do Índice de Preços implícitos no PIB obtém-se a tcp, taxa de crescimento dos preços implícita no PIB. Os seus valores não são iguais à taxa de inflação porque esta é calculada a partir de um cabaz de bens que reflecte as preferências do “consumidor médio”, enquanto no caso da tcp o nosso cabaz foi a produção.
Calcula-se a taxa de variação do PIB real – a partir da série do PIB a preços constantes – obtendo a tcv ou taxa de crescimento da economia.
0. Obtenha no PORDATA valores para as séries do PIB a preços correntes e a preços constantes, ou, se preferir, utilize o ficheiro de ajuda.
1. Calcule o Índice de Preços implícitos no PIB, para o período em que dispõe de dados.
2. Calcule a tcp, para o período em que dispõe de dados.
3. Calcule a tcv (taxa de crescimento da economia), para o período em que dispõe de dados.
4. Calcule o deflator do PIB. Interprete o seu valor para 2014, 2016 e 2018.
5. Interprete para 2022:
- o valor do índice de preços;
- o valor da tcp;
- o valor da tcv.
6. Represente graficamente o PIB a preços correntes e a preços constantes, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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7. Represente graficamente a tcp e a tcv, para o período em que dispõe de dados. Preview 1960-2020
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Ciclos de crescimento económico
- Os ciclos económicos são flutuações do produto, do rendimento e do emprego nacionais totais, com uma duração habitual de 2 a 10 anos, caracterizada pela expansão ou contracção generalizadas na maioria dos sectores da economia.
Samuelson & Nordhaus
A imagem seguinte - criada para os EUA - mostra que as tecnologias demoram cada vez menos tempo até serem objecto de consumo por uma larga percentagem das famílias.
Na imagem abaixo representam-se os ciclos de Kondratieff, estimados para os Estados Unidos (a azul) e a evolução do PIB (a vermelho).
Fonte da imagem: http://pt.scribd.com/doc/20345280/CICLOS-DE-KONDRATIEFF
Provavelmente a economia não apresenta a regularidade sugerida pelos teóricos dos ciclos económicos, mas a observação dos ciclos económicos é uma ferramenta fundamental da análise económica. Abaixo sintetiza-se a evolução da economia americana de 1920 a 2005.
Distinguem-se num ciclo económico:
- Recessão é um período contínuo de declínio do produto (Contracção), do rendimento e emprego totais, normalmente perdurando 6 meses a 1 ano e caracterizado pelas contracções alargadas a muitos sectores da economia;
- Depressão ou Contracção é uma recessão importante, tanto na intensidade como na duração;
- Expansão é a fase ascendente da Baixa até ao Pico. Ocorre quando o crescimento ultrapassa a tendência;
- Recuperação ou Retoma ocorre igualmente na fase ascendente (Expansão), mas o crescimento fica abaixo da tendência;
- Pico ou Boom, ponto máximo do ciclo, marca o final da expansão e o início da recessão;
- Baixa ou Trough, ponto mínimo do ciclo, marca o final da recessão e o início da expansão;
- Ciclo económico completo é o período entre dois pontos de viragem superiores ou inferiores (Boom ou Trough) consecutivos.
Algumas das características habituais de uma recessão podem apontar-se aos seguintes níveis:
Consumo e produção
As compras dos consumidores reduzem-se acentuadamente, enquanto que as existências em armazém aumentam inesperadamente. As empresas reagem cortando a produção, e o PIB real cai. Pouco depois o investimento das empresas em edifícios fabris e equipamentos também se reduz acentuadamente.
Emprego
A procura de trabalhadores cai: redução de horários, seguida de dispensas temporárias e de maior desemprego.
Inflação
Com a redução do consumo a inflação abranda. É pouco provável a redução de salários e do preço dos serviços mas tendem a aumentar menos rapidamente nos períodos de retracção económica.
Lucros
Os lucros das empresas reduzem-se acentuadamente. Numa antecipação, as cotações das acções normalmente entram em queda quando os investidores sentem o cheiro de uma retracção económica. Contudo, devido à redução da procura de crédito, as taxas de juro geralmente também diminuem durante as recessões.
As expansões são as imagens simétricas das recessões, em que cada um dos factores acima descritos funciona no sentido inverso.
Crise, recessão e depressão são conceitos que importa distinguir.
Crise é o momento em que o ciclo de crescimento se inverte, podendo iniciar-se uma fase de recessão.
Recessão é um período contínuo de declínio do produto real.
Recessão técnica é um período contínuo (de dois trimestres) de declínio do produto real.
Depressão é uma recessão grave (profunda e prolongada).
Com imaginação é possível traçar uns ciclos dentro de outros, mas ficaremos apenas com as suas designações e durações aproximadas.
Utilizando dados do Gapminder - GDP/capita (US$, inflation-adjusted) -, o Gráfico abaixo ilustra bem que o PIB per capita português, embora vá crescendo, vai permitindo que muitos dos seus parceiros comunitários se distanciem cada vez mais:
Continuando a utilizar os mesmos dados, abaixo se evidencia o comportamento da economia portuguesa a longo prazo, utilizando uma recta de tendência.
A recta de tendência do Excel mostra-nos uma recta de regressão do tipo y = a + bx
Utilizando essa recta de regressão podemos calcular os valores estimados do PIB per capita.
Calculando a diferença percentual entre os valores observados e os estimados poderemos concluir se os ciclos das economias se apresentam sincronizadas, como no exemplo entre Portugal e Espanha...
... ou dessincronizadas, como no exemplo entre a Alemanha e o Reino Unido:
Estes resultados podem ser conferidos no estudo de Alexandra Ferreira Lopes.
1. Descreve a as características habituais da fase de expansão do ciclo económico, nos seguinte aspectos:
a) Consumo e produção;
b) Emprego;
c) Inflação;
d) Lucros.
2. Identifica a designação e duração dos ciclo económicos mais comummente referidos.
3. Representa num gráfico a evolução do PIB per capita português e assinale no mesmo alguns acontecimentos da história económica. Backup
4. Escreve cerca de 50 palavras sobre a história de uma tecnologia à tua escolha.
Daqui para baixo utilize os dados do indicadot GDP/capita (US$, inflation-adjusted), em http://www.gapminder.org/data/
5. Confere a sincronização cíclica entre Portugal e Espanha. (FICHEIRO DE AJUDA)
6. Confere a dessincronização entre a Alemanha e o Reino Unido, realizando os cálculos descritos na questão anterior.
7. Investiga a sincronização entre as seguintes economias:
a) as atribuídas ao seu blogue; e
b) as atribuídas ao blogue seguinte (linha abaixo).
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