Faz o download desta grelha. Preenche-a com as respostas às questões abaixo e envia-a para o mail do professor.
1. Tu vais com um grupo de amigos ao café tomar o lanche. Depois de servidos, qual das seguintes alíneas NÃO explica porque vocês preferem pagar a conta?
a) O dono do café não os voltaria a servir, e espalharia pelas redondezas que eram um grupo de caloteiros no MERCADO, se não os “desmontasse” antes…
b) O dono do café chamaria a polícia para exercer a AUTORIDADE do Estado.
c) O grupo sabe que a melhor forma de evitar chatices é proceder de acordo com a TRADIÇÃO, pagando a conta.
d) O grupo cultiva a AMIZADE com os donos dos cafés, porque são os responsáveis pelos “espaços culturais” mais próximos.
2. O mercado estudado em Economia é:
a) Uma feira.
b) Um ponto onde interagem compradores e vendedores de um produto, determinando o seu preço e a quantidade transaccionada.
c) O cruzamento da curva da oferta com a curva da procura.
d) A relação da função oferta com a função procura.
3. Se os consumidores querem mais de um determinado bem, lutam por ele, oferecendo mais dinheiro pelo mesmo bem, subindo o preço. Deste modo:
a) A subida dos preços não terá qualquer efeito porque aumenta o custo de vida.
b) Os empresários sentirão um incentivo no sentido de produzir maior quantidade do bem cujo preço aumentou, porque pretendem maximizar os lucros.
c) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta pedir subsídios ao Estado.
d) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta dizer aos empresários.
4. “Não é da benevolência do padeiro, do talhante ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas do empenho deles em promover seu próprio auto-interesse”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) César das Neves.
5. “Mais de 95 % de nós dão gorjeta aos empregados dos restaurantes, portanto deve haver mais do que pura Economia em jogo”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) Thomas Gilovich.
6. Quando cada um produz aquilo que melhor sabe fazer e troca por aquilo que mais gosta, em dadas circunstâncias, o mercado conduz-nos a uma situação mais racional e a maior bem-estar. Chamamos a este resultado:
a) Desenvolvimento.
b) Crescimento.
c) Eficiência.
d) Eficácia.
7. O valor da produção avaliado a preços de mercado é idêntico à despesa, porque:
a) Corresponde aos bens disponíveis para as famílias, avaliados aos preços a que estas os compram.
b) Os economistas definiram que a despesa seria igual à produção.
c) Esta identidade decorre das regras contabilísticas.
d) Outra razão.
8. Os factores produtivos são:
a) As rendas, os juros e os lucros.
b) Os salários, as rendas, os juros e os lucros.
c) O trabalho e o capital.
d) A natureza, as instalações fabris e o dinheiro.
9. Indica a alínea que NÃO corresponde a falha do mercado livre:
a) Uma empresa ser monopolista.
b) Uma empresa beneficiar da atenção do ministro.
c) Uma empresa produzir melhor e mais barato, obtendo a preferência dos consumidores.
d) Pagar demasiado por ignorar outro ponto de venda onde o produto se encontra mais barato.
10. O mercado pode perpetuar situações de pobreza e opulência, se estas já se verificarem devido a dados políticos, culturais, sociais, etc.
Esta afirmação é:
a) Verdadeira.
b) Falsa.
c) Duvidosa.
d) Outra. ______________________________________________________
11. O volume da procura é:
a) A quantidade que os consumidores compram.
b) A quantidade que os consumidores desejam comprar.
c) A quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
d) A quantidade que os produtores desejam vender.
12. O volume da procura é um fluxo:
a) Porque nunca compramos tudo de uma vez.
b) Porque as compras de uma semana são sensivelmente semelhantes às da semana seguinte.
c) Não corresponde a uma compra isolada, mas a um contínuo de compras que exprimimos em função do tempo, por exemplo, por semana, por mês ou por ano.
d) Qualquer das respostas acima.
13. O volume da procura varia em função:
a) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens e dos gostos dos consumidores.
b) Da oferta e da procura.
c) Da escassez e da utilidade dos bens.
d) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens, dos gostos dos consumidores e do nível de desenvolvimento da tecnologia.
14. Qual das seguintes afirmações é falsa?
a) A curva da procura estabelece a relação entre o preço do bem e o respectivo volume da procura. Obteve-se a partir função procura, supondo todas as variáveis explicativas constantes, à excepção do preço do respectivo bem.
b) A curva da procura tem inclinação decrescente porque o volume da procura aumenta (diminui) quando os preços baixam (sobem).
c) Uma variação do preço do bem provoca uma deslocação ao longo da curva, que designamos por variação da procura. Se houver alguma alteração do rendimento familiar, dos preços dos outros bens ou dos gostos dos consumidores, estaremos perante a deslocação da própria curva: aumento da procura ou redução da procura.
d) O litro de água comprado num restaurante é mais caro que o litro da gasolina num posto de abastecimento porque a água é um bem escasso.
15. O volume da oferta depende:
a) Do volume da procura.
b) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico e dos objectivos das empresas.
c) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico, dos objectivos das empresas, do rendimento e dos gostos dos consumidores.
d) Da interacção com a procura em cada mercado, que irá determinar o volume da oferta.
16. Se aumentar o preço dos outros produtos, o que sucede à oferta do bem n?
a) A oferta do bem n baixa porque a produção dos outros bens se tornou mais atractiva.
b) A oferta do bem n aumenta porque aumentou o preço dos outros produtos.
c) A oferta do bem n pode não varia com o preço dos outros produtos.
d) A oferta do bem n vai aumentar, porque os consumidores deixam de comprar outros produtos, cujo preço aumentou.
17. O aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento.
Exemplo disso é:
a) O aumento do IVA provoca um aumento generalizado dos preços.
b) Curiosamente, quando o IVA desce verifica-se um certo atrito, e os preços não descem como era suposto.
c) Aumentando o preço do petróleo, começam por aumentar os custos dos transportes, públicos ou privados, mais dependentes deste input. Só mais tarde este aumento se repercute sobre a generalidade dos sectores da actividade económica, pois todos os bens necessitam da actividade transportadora.
d) Todas as alíneas acima.
18. O progresso tecnológico traduz-se:
a) Num aumento da procura provocado pela maior acessibilidade dos bens.
b) Num aumento da oferta, visto que o progresso tecnológico resultou numa redução dos custos de produção, que tornou o produto mais lucrativo, incentivando os produtores a aumentarem a sua oferta.
c) Redução da oferta porque em resultado do progresso tecnológico não é preciso produzir tantos bens.
d) Aumento da procura porque a própria oferta a custos mais baixos cria maior procura.
19. Variação da oferta é:
a) Um aumento ou redução da oferta.
b) Uma deslocação ao longo da curva da oferta, para um novo volume da oferta em resposta a uma alteração do preço do bem.
c) O mesmo que aumento ou redução da oferta, mas pensando apenas no curto prazo.
d) O mesmo que aumento ou redução da oferta, excluindo os factores monetários.
20. Qual das seguintes leis da oferta e da procura está errada:
a) Um aumento da procura de um produto (isto é, uma deslocação da curva da procura para a direita) origina a elevação tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
b) A diminuição da procura de um produto (isto é, a deslocação da curva da procura para a esquerda) origina um abaixamento tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
c) Um aumento da oferta de um produto (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a direita) origina a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
d) A diminuição da oferta (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a esquerda) causa a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
21. Acima do preço de equilíbrio verifica-se:
a) Um excesso da oferta.
b) Um excesso da procura.
c) Que o volume da procura é maior que o volume da oferta.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
22. Os preços baixam quando há excesso da oferta, porque:
a) Os produtores para se desfazerem de produtos que têm dificuldade em vender, baixam os preços.
b) Os consumidores sabem que mesmo oferecendo preços mais baixos conseguem adquirir o produto.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
23. Os preços sobem quando há excesso da procura, porque:
a) Os consumidores para tentarem adquirir a escassa quantidade disponível no mercado sentem-se forçados a oferecer preços mais elevados.
b) Os produtores sabem que enquanto a oferta for insuficiente para satisfazer a procura, poderão continuar a pedir preços mais elevados.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
24. O preço de equilíbrio é o único onde:
a) A oferta e a procura conseguem manter-se estáveis.
b) Se verifica um compromisso legitimamente aceite no mercado entre compradores e vendedores.
c) Ambas as alíneas acima.
d) O volume da oferta é igual ao volume da procura.
25. A elasticidade procura-preço mede a sensibilidade do volume da procura a:
a) Variações dos preços.
b) Variações do rendimento.
c) Variações dos gostos consumidores.
d) Variações da oferta.
26. A procura pode variar muito (ser elástica) em resposta a variações de preços. Nesse caso encontram-se os bens:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.
27. Relacionando a variação percentual da procura de um bem com a variação percentual do preço de outro calcula-se a elasticidade cruzada. Se esta for negativa os bens são:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.
28. Relacionando a variação percentual da procura com a variação percentual do rendimento, calcula-se a elasticidade procura-rendimento. O seu valor é positivo no caso dos bens:
a) Normais.
b) Inferiores.
c) Independentes.
d) De luxo.
29. Em concorrência perfeita, qual das seguintes hipóteses NÃO é admitida:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado).
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo.
d) As empresas e os consumidores não têm informação perfeita.
30. A concorrência perfeita distingue-se da concorrência monopolística:
a) Pelo número de compradores.
b) Pelo número de vendedores.
c) Pela diferenciação do produto.
d) Pela transparência da informação.
31. Em concorrência monopolística se a empresa subir o preço, diminuirá os negócios em benefício dos seus concorrentes; não perderá, porém, todos os seus clientes só porque o seu preço é mais elevado que deles.
Esta afirmação é verdadeira porque:
a) Intervêm factores psicológicos associados às marcas, que fidelizam os consumidores.
b) Como os produtos são diferenciados, isso significa que serão vendidos a preços diferentes.
c) É que a diferenciação do produto em relação aos concorrentes fará com que algumas pessoas o prefiram aos outros, apesar do seu preço um pouco mais alto.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.
32. Em concorrência perfeita as empresas enfrentam uma curva da procura que corresponde graficamente a uma linha horizontal. Isto sucede porque:
a) O preço praticado por todas as empresas é igual.
b) Dada a sua reduzida dimensão conseguem vender toda a produção ao preço estabelecido no mercado, mas se aumentarem o preço um cêntimo deixam vender, porque os consumidores irão optar por outros vendedores.
c) Porque o preço estabelecido no mercado é que é justo.
d) Qualquer das alíneas acima.
33. Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo, porque:
a) A Economia explica o comportamento das pessoas.
b) A Economia procura explicar o comportamento dos agentes económicos. Para uma empresa decidir se deve empregar mais pessoas, será crucial a comparação do salário adicional a pagar com a melhoria dos seus resultados financeiros.
c) As pessoas têm como objectivo aumentar o seu bem-estar, oferecendo-se para trabalhar. A Economia estuda o comportamento dos consumidores e dos trabalhadores em simultâneo.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.
34. Uma máquina parada tem muito menos consequências que uma pessoa desocupada, porque:
a) As pessoas podem ser mal-educadas.
b) Há pessoas que não sabem enfrentar dificuldades.
c) O desemprego não se pode reduzir a uma análise economicista, porque tem efeitos psicológicos, sociais, culturais, etc.
e) Nenhumas das alíneas acima são verdadeiras.
35. As determinantes da oferta potencial de trabalho são:
a) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório e o serviço militar.
b) O nível de desemprego e o horário de trabalho.
c) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório, o serviço militar, o nível de desemprego e o horário de trabalho.
d) Outras variáveis: ___________________________________________________
36. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente, porque:
a) O agente estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho permite-lhe alcançar um maior bem-estar.
b) O agente não estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho não lhe permite alcançar um maior bem-estar.
c) Quanto mais se trabalha, mais se recebe.
d) Quanto mais se trabalha, menos tempo se tem.
37. A níveis de salários elevados, se o salário aumenta o agente consegue o mesmo rendimento - já mais que suficiente para o que consegue gastar em lazer - com menor esforço, e por isso decide trabalhar menos. Portanto a curva da oferta de trabalho será:
a) Crescente.
b) Decrescente.
c) Uma recta horizontal.
d) Uma recta vertical.
38. Se todos os empregos e todas as pessoas fossem iguais num mercado concorrencial puro, então os salários também seriam iguais. Perante as nítidas diferenças salariais entre sectores de actividade e indivíduos Samuelson viu-se forçado a analisar:
a) A concorrência imperfeita nos mercados de trabalho.
b) A origem da diferenciação dos rendimentos.
c) Os níveis de salários em diversos países.
d) A história da repartição do rendimento nos Estados Unidos.
39. Os mineiros têm de ser melhor remunerados devido ao risco de descer ao subsolo. Para a generalidade dos indivíduos, capazes de explorar uma mina e ser seguranças da mina, mesmo que na primeira profissão pudessem ganhar mais, preferiram exercer a segunda. Esta escolha não é irracional, apenas evidencia:
a) Que os indivíduos escolhem as profissões cujo trabalho exige menos esforço.
b) Um diferencial de compensação que reflecte as diferenças não monetárias entre as profissões. Evidentemente que é muito mais cómodo ser segurança ;)
c) Ser mineiro oferece um estatuto superior a ser segurança.
d) Ser mineiro oferece um estatuto inferior a ser segurança.
40. Um factor importante na justificação das diferenças salariais é:
a) A idade dos indivíduos.
b) O género (masculino/feminino).
c) A qualificação do trabalho.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
41. Entende-se por capital humano:
a) O nível das habilitações académicas.
b) A experiência acumulada ao longo da vida.
c) O conjunto de capacidades e de conhecimentos úteis e com valor acumulado adquiridos pelas pessoas ao longo da sua vida, embora classicamente se destaquem o processo educativo e a formação profissional.
d) Qualquer das alíneas anteriores.
42. Geralmente o nível de rendimento sobe com:
a) O nível das habilitações académicas.
b) Os anos de experiência.
c) Ambas as alíneas anteriores.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
43. A principal razão para uma grande disparidade nos níveis salariais é que os mercados de trabalho são segmentados em grupos não concorrentes.
Esta frase é particularmente verdadeira quando nos referimos ao grupo de pessoal:
a) Indiferenciado.
b) Intermédio.
c) Qualificado.
d) Acontece o mesmo para qualquer dos grupos.
44. A educação é um factor de mobilidade do trabalho, porque:
a) Proporciona o reconhecimento das pessoas através de graus académicos.
b) Desenvolve o espírito crítico e a segurança de cada um nas suas competências.
c) Prepara os indivíduos, proporcionando-lhes novas oportunidades.
d) É mais difícil encontrar emprego quando se tem formação superior.
45. Acima do nível salarial de equilíbrio, a oferta de emprego é maior que a procura. Esse excesso de pessoas que pretende emprego mas não encontra (desempregados) apenas porque o nível de salários está acima do nível de equilíbrio, designa-se:
a) Excesso da oferta de trabalho.
b) Excesso da procura de trabalho.
c) Desempregados.
d) Desemprego clássico.
46. Segundo Samuelson, a acção dos sindicatos para a generalidade dos trabalhares acaba por traduzir-se:
a) No aumento dos salários reais.
b) Na redução dos salários reais.
c) Na manutenção dos salários reais.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.
47. O salário real designa:
a) O salário recebido após o pagamento de impostos, contribuições e descontos.
b) O conjunto de bens que é possível adquirir com o salário nominal.
c) O valor do salário expresso em dólares, para oferecer uma noção mais realista de quanto vale.
d) Outra: ___________________________________________________________
48. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre os salários conduz:
a) À sua redução na sequência de uma espiral inflacionista.
b) A elevados ganhos do poder de compra da população em resultado da sua força reivindicativa.
c) A uma subida dos salários no sector sindicalizado comparativamente com o sector não sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.
49. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre o nível de emprego é:
a) O aumento do número de postos de trabalho em resultado da sua força reivindicativa.
b) A redução do nível de emprego no conjunto da economia.
c) Aceitando salários mais baixos, aumentará o nível de emprego no sector não sindicalizado para compensar a redução do nível de emprego no sector sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.
50. A “sorte favorece a mente preparada”.
Esta expressão refere-se a um contexto onde:
a) Os Matemáticos estão melhor preparados para jogos de sorte e azar.
b) Mudando as tecnologias cada vez mais rapidamente, a educação prepara as pessoas para compreender e ganhar com as novas circunstâncias.
c) O trabalhador com sorte está mentalizado para mudar frequentemente de emprego.
d) Empresários com sorte encontram-se preparados para correr maiores riscos.
Conteúdos do Módulo 4 - Moeda e Financiamento da Actividade Económica
- Moeda
- Evolução: da troca directa à troca indirecta
- Tipos (moeda-mercadoria, moeda metálica, moeda-papel, papel-moeda e moeda escritural)
- Funções (meio de pagamento, medida de valor e reserva de valor)
- As novas formas de pagamento – desmaterialização da moeda
- Evolução: da troca directa à troca indirecta
- Preço
- Noção
- Factores que influenciam a sua formação
- Noção
- Inflação
- Noção
- Formas de cálculo (homóloga e média)
- Consequências da inflação no valor da moeda e no poder de compra
- Noção
- Poupança
- Noção
- Destinos (entesouramento, depósitos e investimento)
- Noção
- Investimento:
- Noção
- Funções (substituição, inovação e aumento da capacidade produtiva)
- Tipos (material, imaterial e financeiro)
- Importância do investimento em inovação tecnológica e I&D na actividade económica
- Noção
- O financiamento da actividade económica
- Formas: auto-financiamento (capacidade de financiamento) e financiamento externo (necessidade de financiamento).
- Financiamento externo – directo e indirecto
- Formas: auto-financiamento (capacidade de financiamento) e financiamento externo (necessidade de financiamento).
Objectivos
- Caracterizar os diferentes tipos de moeda.
- Explicitar as funções da moeda.
- Relacionar as novas formas de pagamento com a evolução tecnológica.
- Explicitar factores que influenciam a formação dos preços (custo de produção, mecanismo de mercado).
- Relacionar Índice de Preços no Consumidor (IPC) e taxa de inflação.
- Distinguir formas de cálculo da inflação.
- Explicar consequências da inflação.
- Integrar a variável tempo nas decisões sobre utilização dos rendimentos.
- Referir os destinos da poupança.
- Explicar as funções do investimento na actividade económica.
- Distinguir os diversos tipos de investimento.
- Justificar a importância económica do investimento em I&D na actividade económica.
- Distinguir financiamento interno (auto-financiamento) de financiamento externo.
- Distinguir as diferentes formas de financiamento externo.
- Relacionar o crédito bancário com o financiamento externo indirecto.
- Reconhecer o mercado de títulos como uma fonte de financiamento externo directo.
Apresentação
Com este módulo, pretende-se que os alunos caracterizem as funções da moeda e os suportes que esta tem assumido ao longo do tempo. Sendo a moeda utilizada na compra de bens e de serviços, também se pretende que os alunos conheçam factores que condicionam a formação dos preços dos bens e dos serviços, bem como o fenómeno da inflação.
Seguidamente, e no sentido de continuar a ilustrar as diversas actividades económicas, propõe-se o estudo da utilização dos rendimentos na sua vertente da poupança, relacionando-a com o financiamento da actividade económica. Neste contexto, privilegiar-se-á o estudo do investimento, dada a sua grande importância para a economia.
Mapa do Módulo 4
Fundamentos da determinação dos salários
Os economistas tendem a observar o salário real médio que representa o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salários monetários divididos pelo índice de preços que representa a evolução do custo de vida.
A imagem seguinte mostra que os salários reais têm crescido a longo prazo nos Estados Unidos, tendência que podemos extrapolar para a generalidade das economias desenvolvidas.

Os países mais desenvolvidos remuneram melhor os seus trabalhadores, porque na estrutura destas economias o trabalho é mais produtivo. O gráfico construído pelo EuroStat mostra que nos países mais desenvolvidos uma parte importante dos custos do trabalho, além dos salários, são as contribuições sociais.
As pessoas não podem migrar livremente, estando a actual crise a reerguer políticas proteccionistas de controlo da emigração. Além disso encontram-se condicionadas pelos obstáculos culturais que resultam da vida familiar. Os economistas predizem que quanto maior for a liberdade de circulação, tanto menos acentuada será a disparidade ao nível dos salários reais, porque as pessoas se deslocariam dos locais onde são menos produtivas, e pior remuneradas, para onde possam ser mais produtivas, e melhor remuneradas, atenuando as disparidades salariais.
Centrando a análise a nível interno podemos observar as diferenças salariais como o resultado de (1) diferenciais de compensação, da (2) qualificação do trabalho e da (3) segmentação de mercados em grupos não concorrentes, como explica Samuelson.





A acção sindical procura monopolizar a oferta de trabalho com o objectivo de obter ganhos salariais acrescidos para os trabalhadores sindicalizados. Como fica o nível de salários e de emprego para o conjunto da economia? Samuelson explica.


1. Comenta a relação que se verifica entre o PIB per capita e os custos do trabalho, no Gráfico acima.
2. Observando o Quadro 13.3 indica os dois sectores de actividade com:
a) menor salário médio;
b) maior salário médio.
3. Explicita o ponto de vista de Samuelson, que para “explicar as nítidas diferenças salariais entre sectores de actividade e indivíduos”, conclui pela necessidade de analisar as situações de “concorrência imperfeita no mercado de trabalho”.
4. Entre “lavadores de janelas” e “porteiros” qual é a actividade melhor remunerada? Justifica explicitando o conceito de diferenciais de compensação.
5. Um factor importante na justificação das diferenças salariais é a qualificação do trabalho. Define capital humano.
6. Observa a Figura 13.5. Refere-te à importância do (1) nível de escolaridade e dos (2) anos de experiência na determinação do nível de rendimento.
7. Na Figura 13.6 a curva Licenciados/secundário incompleto apresenta quocientes que se aproximam do dobro relativamente à curva Licenciados/secundário completo. Interpreta esta discrepância.
8. “Cada dia na universidade é um investimento em capital humano”. Justifica.
9. Mostra como o desenvolvimento das tecnologias da comunicação permite a alguns privilegiados auferirem de rendimentos astronómicos. Define o conceito de renda económica pura.
10. “A principal razão para uma grande disparidade nos níveis salariais é que os mercados de trabalho são segmentados em grupos não concorrentes”.
Esta segmentação é maior ao nível do pessoal qualificado ou do pessoal indiferenciado? Justifica.
11. Mostra como a educação é um factor de mobilidade do trabalho, proporcionando novas oportunidades às pessoas, designadamente no caso dos imigrantes.
12. Explica em que consiste o desemprego clássico, representado na Figura 13.7.
13. Indica o efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre o nível de:
a) salários no sector sindicalizado;
b) salários no sector não sindicalizado;
c) emprego no sector sindicalizado;
d) emprego no sector não sindicalizado.
Respostas no Blogue de Apoio ao Economia X
Tarefa
Pontos III e IV da Teoria elementar dos preços
A imagem seguinte mostra que os salários reais têm crescido a longo prazo nos Estados Unidos, tendência que podemos extrapolar para a generalidade das economias desenvolvidas.

Os países mais desenvolvidos remuneram melhor os seus trabalhadores, porque na estrutura destas economias o trabalho é mais produtivo. O gráfico construído pelo EuroStat mostra que nos países mais desenvolvidos uma parte importante dos custos do trabalho, além dos salários, são as contribuições sociais.
As pessoas não podem migrar livremente, estando a actual crise a reerguer políticas proteccionistas de controlo da emigração. Além disso encontram-se condicionadas pelos obstáculos culturais que resultam da vida familiar. Os economistas predizem que quanto maior for a liberdade de circulação, tanto menos acentuada será a disparidade ao nível dos salários reais, porque as pessoas se deslocariam dos locais onde são menos produtivas, e pior remuneradas, para onde possam ser mais produtivas, e melhor remuneradas, atenuando as disparidades salariais.
Centrando a análise a nível interno podemos observar as diferenças salariais como o resultado de (1) diferenciais de compensação, da (2) qualificação do trabalho e da (3) segmentação de mercados em grupos não concorrentes, como explica Samuelson.





A acção sindical procura monopolizar a oferta de trabalho com o objectivo de obter ganhos salariais acrescidos para os trabalhadores sindicalizados. Como fica o nível de salários e de emprego para o conjunto da economia? Samuelson explica.


1. Comenta a relação que se verifica entre o PIB per capita e os custos do trabalho, no Gráfico acima.
2. Observando o Quadro 13.3 indica os dois sectores de actividade com:
a) menor salário médio;
b) maior salário médio.
3. Explicita o ponto de vista de Samuelson, que para “explicar as nítidas diferenças salariais entre sectores de actividade e indivíduos”, conclui pela necessidade de analisar as situações de “concorrência imperfeita no mercado de trabalho”.
4. Entre “lavadores de janelas” e “porteiros” qual é a actividade melhor remunerada? Justifica explicitando o conceito de diferenciais de compensação.
5. Um factor importante na justificação das diferenças salariais é a qualificação do trabalho. Define capital humano.
6. Observa a Figura 13.5. Refere-te à importância do (1) nível de escolaridade e dos (2) anos de experiência na determinação do nível de rendimento.
7. Na Figura 13.6 a curva Licenciados/secundário incompleto apresenta quocientes que se aproximam do dobro relativamente à curva Licenciados/secundário completo. Interpreta esta discrepância.
8. “Cada dia na universidade é um investimento em capital humano”. Justifica.
9. Mostra como o desenvolvimento das tecnologias da comunicação permite a alguns privilegiados auferirem de rendimentos astronómicos. Define o conceito de renda económica pura.
10. “A principal razão para uma grande disparidade nos níveis salariais é que os mercados de trabalho são segmentados em grupos não concorrentes”.
Esta segmentação é maior ao nível do pessoal qualificado ou do pessoal indiferenciado? Justifica.
11. Mostra como a educação é um factor de mobilidade do trabalho, proporcionando novas oportunidades às pessoas, designadamente no caso dos imigrantes.
12. Explica em que consiste o desemprego clássico, representado na Figura 13.7.
13. Indica o efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre o nível de:
a) salários no sector sindicalizado;
b) salários no sector não sindicalizado;
c) emprego no sector sindicalizado;
d) emprego no sector não sindicalizado.
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Tarefa
Pontos III e IV da Teoria elementar dos preços
Oferta de Trabalho
O mercado de trabalho tem um carácter muito específico, porque devemos continuar a aplicar as leis universais da Economia ao factor produtivo, sem esquecer que as motivações das pessoas não são meramente económicas, mas também de ordem sociocultural e até de afirmação individual. Lê o texto de João César das Neves.




1. “Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo.”
Explica se no estudo da oferta de trabalho, João César das Neves, evidencia maior preocupação com as (1) pessoas ou com (2) o resultado do seu trabalho? Justifica.
2. Indica exemplos de factores extra-económicos que deveriam ser considerados numa abordagem completa da oferta de trabalho.
3. Indica as determinantes:
a) potenciais da oferta de trabalho;
b) circunstanciais da oferta de trabalho.
4. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente. Justifica.
5. A níveis relativamente elevados dos salários a curva da oferta de trabalho é decrescente. Justifica.
6. Como explica João César das Neves que os mais jovens se sintam menos atraídos pelo trabalho que os seus pais? Justifica.
7. Como explica João César das Neves que os habitantes dos países subdesenvolvidos se sintam menos atraídos pelo trabalho que os europeus? Justifica.
8. Enumera outras questões que afectem a oferta de trabalho, além das já referidas.
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1. “Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo.”
Explica se no estudo da oferta de trabalho, João César das Neves, evidencia maior preocupação com as (1) pessoas ou com (2) o resultado do seu trabalho? Justifica.
2. Indica exemplos de factores extra-económicos que deveriam ser considerados numa abordagem completa da oferta de trabalho.
3. Indica as determinantes:
a) potenciais da oferta de trabalho;
b) circunstanciais da oferta de trabalho.
4. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente. Justifica.
5. A níveis relativamente elevados dos salários a curva da oferta de trabalho é decrescente. Justifica.
6. Como explica João César das Neves que os mais jovens se sintam menos atraídos pelo trabalho que os seus pais? Justifica.
7. Como explica João César das Neves que os habitantes dos países subdesenvolvidos se sintam menos atraídos pelo trabalho que os europeus? Justifica.
8. Enumera outras questões que afectem a oferta de trabalho, além das já referidas.
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Estruturas de Mercado
Os economistas distinguem quatro modelos teóricos de mercado, que se indicam por ordem decrescente de competição: concorrência perfeita/pura, concorrência monopolística, oligopólio e monopólio. A imagem seguinte conjuga uma apresentação de McConnell e Brue com uma tabela de Francisco Pereira de Moura sintetizando as quatro situações de mercado:

Apresentação
Robert Frank explicita as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado);
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar. Designa-se por atomicidade o facto de qualquer delas ser muito pequena relativamente ao conjunto;
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo;
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita (transparência).


Retomamos Lipsey para comparar a concorrência monopolística, em que se admite a diferenciação nos produtos, com a concorrência perfeita:



A concorrência entre poucas empresas designa-se oligopólio. O caso particular de existirem apenas dois produtores designa-se de duopólio. Monopólio se existir um único produtor.
1. Observando a tabela, distingue concorrência pura de monopólio.
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.
3. Critica desenvolvidamente cada uma das quatro hipóteses acima.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolística associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B, acima. Justifica a resposta.
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Apresentação
Robert Frank explicita as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado);
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar. Designa-se por atomicidade o facto de qualquer delas ser muito pequena relativamente ao conjunto;
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo;
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita (transparência).


Retomamos Lipsey para comparar a concorrência monopolística, em que se admite a diferenciação nos produtos, com a concorrência perfeita:



A concorrência entre poucas empresas designa-se oligopólio. O caso particular de existirem apenas dois produtores designa-se de duopólio. Monopólio se existir um único produtor.
1. Observando a tabela, distingue concorrência pura de monopólio.
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.
3. Critica desenvolvidamente cada uma das quatro hipóteses acima.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolística associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B, acima. Justifica a resposta.
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Elasticidade da procura
A elasticidade da procura - Síntese
A elasticidade mede a sensibilidade do volume da procura a variações dos preços.
O mais comum é considerar-se apenas um bem, relacionando-se a variação percentual da procura com a respectiva variação percentual de preços: a elasticidade procura-preço. A procura pode variar muito (ser elástica) ou variar pouco (ser rígida) em resposta a variações de preços. Por exemplo, podem distinguir-se os bens de luxo dos bens de primeira necessidade.
Relacionando a variação percentual da procura com a variação percentual do rendimento, calcula-se a elasticidade procura-rendimento, podendo concluir se os bens são normais ou inferiores.
Relacionando a variação percentual da procura de um bem com a variação percentual do preço de outro calcula-se a elasticidade cruzada. Esta permite concluir se os bens são sucedâneos, complementares ou independentes.











1. “Qualquer variação da curva da oferta tem efeitos muito diversos que dependem da inclinação da curva da procura.”
Observando as Figuras 10.1 I e II, a primeira com uma procura elástica, a segunda com uma procura rígida, verifica em qual das situações os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta. Justifica.
2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
b) Rígida (0 < e < 1);
c) Unitária (e=1);
d) Elástica (1 < e < infinito);
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
b) recta horizontal;
c) hipérbole.
8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
10. Define elasticidade procura-rendimento.
11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.
12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.
13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.
14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
b) bens complementares;
c) bens independentes.
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A elasticidade mede a sensibilidade do volume da procura a variações dos preços.
O mais comum é considerar-se apenas um bem, relacionando-se a variação percentual da procura com a respectiva variação percentual de preços: a elasticidade procura-preço. A procura pode variar muito (ser elástica) ou variar pouco (ser rígida) em resposta a variações de preços. Por exemplo, podem distinguir-se os bens de luxo dos bens de primeira necessidade.
Relacionando a variação percentual da procura com a variação percentual do rendimento, calcula-se a elasticidade procura-rendimento, podendo concluir se os bens são normais ou inferiores.
Relacionando a variação percentual da procura de um bem com a variação percentual do preço de outro calcula-se a elasticidade cruzada. Esta permite concluir se os bens são sucedâneos, complementares ou independentes.











1. “Qualquer variação da curva da oferta tem efeitos muito diversos que dependem da inclinação da curva da procura.”
Observando as Figuras 10.1 I e II, a primeira com uma procura elástica, a segunda com uma procura rígida, verifica em qual das situações os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta. Justifica.
2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
b) Rígida (0 < e < 1);
c) Unitária (e=1);
d) Elástica (1 < e < infinito);
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
b) recta horizontal;
c) hipérbole.
8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
10. Define elasticidade procura-rendimento.
11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.
12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.
13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.
14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
b) bens complementares;
c) bens independentes.
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Teoria elementar dos preços
Apresentação
Combinando as teorias da procura e da oferta, determinaremos os preços de mercado, utilizando a cruz marshalliana, assim designada em homenagem a Alfred Marshall.
Texto Teoria elementar dos preços






A imagem acima ilustra a primeira (aumento da procura) das quatro "leis" da oferta e da procura.
I - Um aumento da procura de um produto (isto é, uma deslocação da curva da procura para a direita) origina a elevação tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
II – A diminuição da procura de um produto (isto é, a deslocação da curva da procura para a esquerda) origina um abaixamento tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
III – Um aumento da oferta de um produto (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a direita) origina a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
IV – A diminuição da oferta (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a esquerda) causa a subida do preço de equilíbrio e a diminuição da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
1. Define preço de equilíbrio.
2. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
3. Define excesso da oferta.
4. Define excesso da procura.
5. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
b) compradores
6. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
b) compradores
7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
b) uma redução da procura
8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
b) uma redução da oferta
9. Ilustra no Paint a "lei" da oferta e da procura correspondente aos seguintes casos:
II - Diminuição da procura;
III - Aumento da oferta;
IV - Diminuição da oferta.
2 – Excesso da oferta
3 – Excesso da procura
4 - Aumento da procura
5 - Diminuição da procura
6 – Aumento da oferta
7 – Diminuição da oferta
Aplicação da teoria dos preços ao mercado dos morangos
1. O que poderia aumentar a sua procura?
2. O que poderia aumentar a sua oferta?
3. Em mercados concorrenciais o preço de equilíbrio estabelece-se na intersecção da oferta e da procura. Explique o que sucede quando o preço começa por ser muito alto ou muito baixo.
4. Qual seria a consequência do aparecimento de pizzas congeladas a baixo preço no equilíbrio do mercado dos hambúrgueres? Ilustre graficamente este mercado.
5. Muitos jovens trabalham no McDonald’s. Represente graficamente o impacto das pizzas nos salários destes jovens.
Sugestões
Combinando as teorias da procura e da oferta, determinaremos os preços de mercado, utilizando a cruz marshalliana, assim designada em homenagem a Alfred Marshall.
Texto Teoria elementar dos preços





A imagem acima ilustra a primeira (aumento da procura) das quatro "leis" da oferta e da procura.
I - Um aumento da procura de um produto (isto é, uma deslocação da curva da procura para a direita) origina a elevação tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
II – A diminuição da procura de um produto (isto é, a deslocação da curva da procura para a esquerda) origina um abaixamento tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
III – Um aumento da oferta de um produto (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a direita) origina a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
IV – A diminuição da oferta (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a esquerda) causa a subida do preço de equilíbrio e a diminuição da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
1. Define preço de equilíbrio.
2. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
3. Define excesso da oferta.
4. Define excesso da procura.
5. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
b) compradores
6. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
b) compradores
7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
b) uma redução da procura
8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
b) uma redução da oferta
9. Ilustra no Paint a "lei" da oferta e da procura correspondente aos seguintes casos:
II - Diminuição da procura;
III - Aumento da oferta;
IV - Diminuição da oferta.
II
1 – Mercado dos morangos2 – Excesso da oferta
3 – Excesso da procura
4 - Aumento da procura
5 - Diminuição da procura
6 – Aumento da oferta
7 – Diminuição da oferta
Aplicação da teoria dos preços ao mercado dos morangos
III
Considere o mercado dos hambúrgueres. Responda cuidadosamente às seguintes questões:1. O que poderia aumentar a sua procura?
2. O que poderia aumentar a sua oferta?
3. Em mercados concorrenciais o preço de equilíbrio estabelece-se na intersecção da oferta e da procura. Explique o que sucede quando o preço começa por ser muito alto ou muito baixo.
4. Qual seria a consequência do aparecimento de pizzas congeladas a baixo preço no equilíbrio do mercado dos hambúrgueres? Ilustre graficamente este mercado.
5. Muitos jovens trabalham no McDonald’s. Represente graficamente o impacto das pizzas nos salários destes jovens.
IV
Suponha que a procura é dada por QD=600-20p e a oferta por QS=350+30p. Determine o preço e a quantidade de equilibro. Sugestões
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