2004-F1

Edita e publica as imagens com a explicação/cálculos que justificam a selecção da alínea correcta. No final, não esqueças a auto-avaliação.

Hoje, dia 20, fazemos só as 20 primeiras de escolha múltipla. As questões abertas, grupos II, III e IV ficam para 5ª-feira, 23.





Correcção

2017-F2 EM01 a EM10

Edita e publica as imagens com a explicação/cálculos que justificam a selecção da alínea correcta. No final, não esqueças a auto-avaliação.













Correcção

Apresentação do trabalho a desenvolver até ao final do ano lectivo

Desejo a todos um bom final de ano lectivo, apesar das restrições que condicionam excepcionalmente a nossa vida.

De acordo com a planificação anual, o 3º período será dedicado (1) ao ponto 12. A economia portuguesa no contexto da União Europeia, e (2) à revisão da matéria do 10º e 11º anos, tendo em vista o exame. A cada um destes pontos dedicaremos sensivelmente a mesma importância.

Para desenvolver o ponto 12, serão realizadas as tarefas individuais propostas no site EuropaX. Porém, antes de iniciar o desenvolvimento dos vários temas, convém que todos fiquem com uma perspectiva global da matéria. Assim, cada par/blogue publicará os posts PT-UE I (1-10), PT-UE II (11-20), e PT-UE III (21-32). Aqui, a novidade relativamente ao trabalho anterior, é que no final de cada post acrescentarão uma auto-avaliação, apresentando somente as percentagens de participação de cada elemento, de A/B=50/50 a A/B=0/100.

Quanto à revisão da matéria para exame, repetiremos com as adaptações necessárias o trabalho que vinha sendo feito nas aulas de GAE.

As tarefas de hoje são (1) a realização do post PT-UE I (1-10) e (2) um comentário individual a esta proposta de trabalhos na parede abaixo.

O Covid-19 provocará na economia portuguesa maiores danos que a crise financeira?

Constrói e publica uma apresentação individual no Google Drive, fundamentando a tua previsão.

Valoriza-se:

- a reflexão. Pense como um economista;

- a utilização de indicadores económicos;

- o recurso a fontes institucionais.

A apresentação tem de indicar a Webgrafia consultada e não tem limite de slides.

Dívida Pública e Juros: valores recentes (2020)

O GPEARI, Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças, publica as Estatísticas das Finanças Públicas.


Constrói uma apresentação no Google Drive, referindo os seguintes aspectos:
- Evolução do Saldo Global e do Saldo Primário (Quadro 1 das Estatísticas das Finanças Públicas, Estatísticas das Finanças Públicas, Portugal, Fevereiro/2020)
- Comparação dos (a) Juros com as (b) Despesas com Pessoal, em percentagem do PIB (Quadro 4, idem)
- Interpretação da Dinâmica da Dívida, conjugando o Quadro 7 com os valores do Saldo Primário (Quadro 1), dos Juros (Quadro 4) e taxa de crescimento nominal do PIB (PORDATA / Taxa de variação)
- Relativizar a dificuldade de Portugal no cumprimento da regra estabelecida para a redução da dívida pelo Tratado Orçamental, indicando mais três países em incumprimento (Quadro 3 das Comparações Internacionais, Janeiro/2020)
- Verificar que Portugal é menos intervencionista que a Área Euro utilizando dois indicadores (outros dois quadros do mesmo ficheiro)
- Quanto gasta, em percentagem do PIB, o Estado em saúde, educação, defesa, e acção e segurança sociais? (PORDATA)
- A utilidade dos valores acima observados, para o conhecimento da economia portuguesa

Sugestões

Orçamento do Estado - Conceitos Fundamentais - I Parte (2020)

Por razões práticas este post foi repartido em duas partes que se completam (II Parte). Lê a apresentação. (login do Gmail)


1. O papel do Estado não se encontra definido cientificamente, mas os economistas distinguem duas correntes de opinião. Explicite-as.

2. O que é o Orçamento de Estado? (OGE)

3. Utiliza a classificação funcional das despesas públicas para distinguir as doutrinas liberais das intervencionistas.

4. Refere inconvenientes da utilização das receitas patrimoniais e das receitas creditícias no financiamento das despesas públicas.

5. Distingue:
a) Taxas de Impostos;
b) Impostos de Contribuições para a Segurança Social;
c) Despesas Correntes de Despesas de Capital.

6. Define os seguintes conceitos de Saldo Orçamental:
a) Saldo Corrente;
b) Saldo de Capital;
c) Saldo Global ou Efectivo;
d) Saldo Primário;
e) Saldo Estrutural.

7. Refere o significado do Saldo Efectivo (ou Saldo Global).

8. Refere o significado do Saldo Primário.

9. Refere o significado do Saldo Estrutural.

10. Utilizando os dados do PORDATA, represente (PREVIEW) despesas, receitas e défice/excedente em % do PIB. Identifique o saldo orçamental representado.

11. Na newsrelease de 27/FEV/2020, o EuroStat apresenta a despesa pública por funções, em percentagem do PIB * (Backup), nos vários países da UE27/2020.
Verifique se a economia portuguesa é mais ou menos intervencionista que a Área Euro, calculando a diferença em pp para o total e as quatro funções mais importantes. Comente. (Imagem de ajuda)

Relação entre os principais agregados das Contas Nacionais e da Balança de Pagamentos

Apresentação da Balança de Pagamentos

Em Portugal, as estatísticas externas e as contas nacionais financeiras são compiladas pelo Banco de Portugal, e as contas nacionais não financeiras são compiladas pelo INE.

Quer as Contas Nacionais, quer a Balança de Pagamentos determinam os saldos (1) capacidade / necessidade de financiamento da economia e (2) riqueza financeira. A compilação dos agregados de contas nacionais utiliza resultados apurados ao nível das estatísticas externas. Existem resultados do lado das estatísticas externas que são muito relevantes para o apuramento de alguns agregados das contas nacionais, como por exemplo:



- o saldo da Balança Comercial/BB&S (operações com o exterior sobre bens e serviços), equivale à procura externa líquida (X-M). Esta, adiccionada à procura interna (C+G+I), calcula o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB), na perspectiva das contas nacionais;

- o saldo da Balança de Rendimento Primário, equivale ao Saldo dos Rendimentos com o Resto do Mundo (SRRM), permitindo apurar o Rendimento Nacional Bruto (dado que RNB=PNB, e PNB=PIB+SRRM);

- saldo da Balança de Rendimento Secundário, saldo das transferências correntes com o exterior. A partir do RNB, permite apurar o Rendimento Nacional Disponível Bruto (RDB = RNB + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo). Subtraindo o consumo calcula-se a Poupança Nacional (Poupança = RDB – DCF).



Apesar da integração metodológica, quando utilizamos dados estatísticos, podemos observar algumas discrepâncias, que começam logo pelas dúvidas na classificação das categorias. Por exemplo, os dados do INE e do BdP diferem logo no cálculo das exportações e das importações, mas essas pequenas rugosidades não colocam em causa a robutez das conclusões a que chegamos com os diversos agregados.

Referências: ESTATÍSTICAS DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL- Notas metodológicas * Backup

1. Indique três equivalências entre os agregados das Contas Nacionais e os da Balança de Pagamentos.

2. Verifique as relações acima, publicando uma imagem semelhante às apresentadas, utilizando os dados constantes do PORDATA, referentes a 2016. (Ficheiro de ajuda)

3. Justifique a discrepância observada no cálculo da capacidade/necessidade de financiamento da economia.

4. Partindo da imagem, indica as expressões de cálculo dos seguintes agregados:
a) PIB;
b) RNB;
c) Poupança nacional;
d) Capacidade/necessidade de financiamento nas ópticas da (d1) CN e da (d2) BP.

Portugal é uma pequena economia aberta ao exterior, particularmente dependente da Área Euro (2019)

O peso de Portugal na União Europeia é reduzido, mas o clima que se vive na UE determina em larga medida o que sucederá na nossa economia. Geralmente quando a Europa cresce, Portugal também tem oportunidades de crescimento. Portugal caiu menos que a generalidade dos seus parceiros com a crise financeira, devido ao menor peso do sector financeiro na economia. A Alemanha caiu em 2009 mais 2,6pp que Portugal, mas regressou às taxas de crescimento positivas logo em 2010. Em resultado das suas crises de dívida soberana, Portugal e Espanha apenas retomaram tcv’s continuadamente positivas a partir de 2014. As baixas expectativas para a economia portuguesa na actualidade, justificam-se em larga medida pelo crescimento anémico dos parceiros.



  • Os indicadores de confiança do consumidor, de confiança na indústria e de confiança na construção resultam da resposta a inquéritos aos agregados familiares, aos empresários da indústria transformadora e aos empresários da construção e obras públicas.
    O valor do índice resulta da diferença entre a % de "respostas positivas" (aumentou, melhorou, bom, etc) e a % de "respostas negativas" (diminuiu, piorou, mau", etc). Não se consideram neste cálculo a % de "respostas neutras" (talvez, manteve, etc) e as respostas "não sabe".
    O valor deste indicador varia entre -100 e 100, sendo que quanto mais negativo fôr, maior o peso das "respostas negativas".
    Conhecer a Crise
A confiança do consumidor (ou sentimento do consumidor) é frequentemente retratada como uma força motora fundamental da economia. Quando os consumidores estão confiantes, a economia é estimulada e quando estão inseguros, a economia é contraída, sendo que os consumidores tendem a ser mais confiantes sobre o futuro quando estão confiantes com o presente. Com base em inquéritos mensais o INE vai publicando indicadores de confiança que permitem interpretar melhor a dependência de Portugal relativamente à área Euro.

Os nossos consumidores são mais pessimistas.

A indústria teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.

A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da criação do Euro, afastando-se destas após a sua entrada em circulação.

O indicador de confiança nos serviços apresenta geralmente valores inferiores aos da área Euro. A distância foi mais acentuada durante o resgate.

1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países do alargamento de 2004. Fonte: EUROSTAT.

2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os valores sazonalmente ajustados com as Médias Móveis de 3 Meses, para suavizar as variações (S.A. - 3MMA). Fonte: Consumer confidence and economic climate indicators decrease - October 2019
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
d) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.

Análise Económica II (2019)

Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2014/18.

1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente

2. Recordando a estrutura da despesa em 2015, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2016.

3. Em 2016, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações

4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.

5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.

6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2018. Justifica.

7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.

8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).

9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.

10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?

II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.

Carga fiscal atingiu 35,4% do PIB - 2018

Recurso

O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.

Tarefa

I Parte

Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.

II Parte

1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?

2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.


Correcção *** PREVIEW 2017

1.000 DDT&NPI