Portugal é uma pequena economia aberta ao exterior, particularmente dependente da Área Euro (2019)
O peso de Portugal na União Europeia é reduzido, mas o clima que se vive na UE determina em larga medida o que sucederá na nossa economia. Geralmente quando a Europa cresce, Portugal também tem oportunidades de crescimento. Portugal caiu menos que a generalidade dos seus parceiros com a crise financeira, devido ao menor peso do sector financeiro na economia. A Alemanha caiu em 2009 mais 2,6pp que Portugal, mas regressou às taxas de crescimento positivas logo em 2010. Em resultado das suas crises de dívida soberana, Portugal e Espanha apenas retomaram tcv’s continuadamente positivas a partir de 2014. As baixas expectativas para a economia portuguesa na actualidade, justificam-se em larga medida pelo crescimento anémico dos parceiros.
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da criação do Euro, afastando-se destas após a sua entrada em circulação.
O indicador de confiança nos serviços apresenta geralmente valores inferiores aos da área Euro. A distância foi mais acentuada durante o resgate.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países do alargamento de 2004. Fonte: EUROSTAT.
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os valores sazonalmente ajustados com as Médias Móveis de 3 Meses, para suavizar as variações (S.A. - 3MMA). Fonte: Consumer confidence and economic climate indicators decrease - October 2019
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
d) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
- Os indicadores de confiança do consumidor, de confiança na indústria e de confiança na construção resultam da resposta a inquéritos aos agregados familiares, aos empresários da indústria transformadora e aos empresários da construção e obras públicas.
O valor do índice resulta da diferença entre a % de "respostas positivas" (aumentou, melhorou, bom, etc) e a % de "respostas negativas" (diminuiu, piorou, mau", etc). Não se consideram neste cálculo a % de "respostas neutras" (talvez, manteve, etc) e as respostas "não sabe".
O valor deste indicador varia entre -100 e 100, sendo que quanto mais negativo fôr, maior o peso das "respostas negativas".
Conhecer a Crise
Os nossos consumidores são mais pessimistas.
A indústria teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.
A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro antes da criação do Euro, afastando-se destas após a sua entrada em circulação.
O indicador de confiança nos serviços apresenta geralmente valores inferiores aos da área Euro. A distância foi mais acentuada durante o resgate.
1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países do alargamento de 2004. Fonte: EUROSTAT.
2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os valores sazonalmente ajustados com as Médias Móveis de 3 Meses, para suavizar as variações (S.A. - 3MMA). Fonte: Consumer confidence and economic climate indicators decrease - October 2019
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
d) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.
Análise Económica II (2019)
Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2014/18.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2015, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2016.
3. Em 2016, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2018. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2015, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2016.
3. Em 2016, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2018. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.
Carga fiscal atingiu 35,4% do PIB - 2018
Recurso
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção *** PREVIEW 2017
1.000 DDT&NPI
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
I Parte
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
II Parte
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção *** PREVIEW 2017
1.000 DDT&NPI
Interpretar os cálculos do PORDATA
O PORDATA apresenta um conjunto de ferramentas que realiza muitos dos cálculos comuns em Economia. Designadamente, calcula números índice, variações absolutas, taxas de variação, percentagens, e até calcula as variáveis a preços constantes, utilizando o índice de preços implícitos no PIB ou o IPC harmonizado, considerando as diferentes taxas de inflação de cada país.
1. Partindo do Valor Acrescentado Bruto na UE27(2020), constrói um ficheiro semelhante ao que aqui se apresenta, embora com outros países, tendo o cuidado de escolher a UE277, Portugal, 2 países fundadores da CEE e 2 países do alargamento de 2004. *** Países da UE de 1957 a 2020
2. Interpreta os valores do último ano de cada tabela para dois países contrastantes.
1. Partindo do Valor Acrescentado Bruto na UE27(2020), constrói um ficheiro semelhante ao que aqui se apresenta, embora com outros países, tendo o cuidado de escolher a UE277, Portugal, 2 países fundadores da CEE e 2 países do alargamento de 2004. *** Países da UE de 1957 a 2020
2. Interpreta os valores do último ano de cada tabela para dois países contrastantes.
Informações-prova 2019/2020
Já se encontram publicadas, no site do IAVE, as Informações-prova relativas ao ano lectivo de 2019/20.
PIB aumentou em volume 3,5 % em 2017 e 2,4% em 2018 atingindo 203 896 milhões de euros em 2018
No destaque de 23 de Setembro, o INE apresenta os dados das Contas Nacionais Anuais, em Base 2016 * (Backup). As folhas referentes à óptica da produção são as seguintes:
1. Calcula com 2 cd a taxa de variação em valor.
2. Calcula com 2 cd a taxa de variação em volume.
3. Calcula com 2 cd a taxa de variação do preço.
4. Representa graficamente as três taxas de variação acima (valor, volume e preço).
5. Identifica dois anos em que o PIB caiu, apesar da tv nominal ser positiva. Justifica.
6. Constrói uma tabela que demonstre com 7 cd a seguinte relação funcional:
7. Demonstra a mesma relação matematicamente. Como é difícil escrever expressões algébricas no blogue, sugere-se a resposta numa folha, publicando a fotografia.
PREVIEW *** Demonstração
- Quadro A.1.4.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica da produção - VAB por ramo de atividade, A38 (preços correntes; anual)
- Quadro A.1.4.4.4 - PIB a preços de mercado na ótica da produção - VAB por ramo de atividade, A38 (preços do ano anterior; anual)
- Quadro A.1.4.4.7 - PIB a preços de mercado na ótica da produção - VAB por ramo de atividade, A38 (taxa de variação em valor; anual)
- Quadro A.1.4.4.10 - PIB a preços de mercado na ótica da produção - VAB por ramo de atividade, A38 (taxa de variação em volume; anual)
- Quadro A.1.4.4.13 - PIB a preços de mercado na ótica da produção - VAB por ramo de atividade, A38 (taxa de variação do preço; anual)
1. Calcula com 2 cd a taxa de variação em valor.
2. Calcula com 2 cd a taxa de variação em volume.
3. Calcula com 2 cd a taxa de variação do preço.
4. Representa graficamente as três taxas de variação acima (valor, volume e preço).
5. Identifica dois anos em que o PIB caiu, apesar da tv nominal ser positiva. Justifica.
6. Constrói uma tabela que demonstre com 7 cd a seguinte relação funcional:
(1+tc nominal) = (1+tcv)*(1+tcp)
7. Demonstra a mesma relação matematicamente. Como é difícil escrever expressões algébricas no blogue, sugere-se a resposta numa folha, publicando a fotografia.
PREVIEW *** Demonstração
Exame de Economia A - Prova 712
Quinta-feira, 27 de Junho, às 09:30, inicia-se o exame. (Calendário de exames 2019)
Já sabem que é necessário indicar a versão da prova, apenas podem escrever a azul ou preto, e não podem utilizar corrector.
Não é permitido o uso de calculadoras gráficas, nem das alfanuméricas ou programáveis. Apenas são admitidas calculadoras científicas. Leiam o Ofício de 2019.
Para mais detalhes leiam as Informações da Prova no IAVE.
Já sabem que é necessário indicar a versão da prova, apenas podem escrever a azul ou preto, e não podem utilizar corrector.
Não é permitido o uso de calculadoras gráficas, nem das alfanuméricas ou programáveis. Apenas são admitidas calculadoras científicas. Leiam o Ofício de 2019.
Para mais detalhes leiam as Informações da Prova no IAVE.
Exames de Economia A - 2018
Fonte: JN.
Somos a melhor escola pública do concelho! Agradecemos o resultado aos nossos alunos, especialmente aos assíduos ao GAE, que até se divertiam com as questões de exame! Outros jornais apresentam resultados que nos são menos favoráveis porque integraram alunos externos/autopropostos nos cálculos da Classificação Média dos Exames.
Somos a melhor escola pública do concelho! Agradecemos o resultado aos nossos alunos, especialmente aos assíduos ao GAE, que até se divertiam com as questões de exame! Outros jornais apresentam resultados que nos são menos favoráveis porque integraram alunos externos/autopropostos nos cálculos da Classificação Média dos Exames.
Análise Económica da Conjuntura III (2018)
1. Comente a convergência/divergência de Portugal relativamente à Área Euro, de 2016 até à actualidade, com base nos indicadores de Contas nacionais, mercado de trabalho e inflação do BdP.
2. Comente a convergência/divergência de Portugal relativamente à Área Euro, de 2017 a 2020, com base nas Projecções económicas do BdP.
3. Utilizando o site Portugal Desigual identifica:
3.1. QUEM MAIS PERDEU COM A CRISE?
a) Pela distribuição do rendimento por decis;
b) Por grupos etários;
c) Por nível de escolaridade.
3.2. A CRISE FOI PIOR EM PORTUGAL DO QUE NA EUROPA?
a) Comente Portugal no contexto da Área Euro, utilizando o Índice de Gini.
3.3. DESIGUALDADE E POBREZA SÃO O MESMO?
a) Comente a relação entre a Taxa de pobreza e o Coeficiente de Gini.
Imagens
2. Comente a convergência/divergência de Portugal relativamente à Área Euro, de 2017 a 2020, com base nas Projecções económicas do BdP.
3. Utilizando o site Portugal Desigual identifica:
3.1. QUEM MAIS PERDEU COM A CRISE?
a) Pela distribuição do rendimento por decis;
b) Por grupos etários;
c) Por nível de escolaridade.
3.2. A CRISE FOI PIOR EM PORTUGAL DO QUE NA EUROPA?
a) Comente Portugal no contexto da Área Euro, utilizando o Índice de Gini.
3.3. DESIGUALDADE E POBREZA SÃO O MESMO?
a) Comente a relação entre a Taxa de pobreza e o Coeficiente de Gini.
Imagens
Análise Económica II (2018)
Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2013/17.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2014, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, do Consumo Privado e do Consumo Público em 2015.
3. Em 2015, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2017. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Pontos percentuais.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2014, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, do Consumo Privado e do Consumo Público em 2015.
3. Em 2015, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2014 a 2017. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
10. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?
II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Pontos percentuais.
Carga fiscal aumenta para 34,7% do PIB – 2017
Recurso
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (2 gráficos e 5 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção
O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.
Tarefa
I Parte
Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (2 gráficos e 5 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.
II Parte
1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?
2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.
Correcção
Necessidades e Consumo – Exames de 2015, 2016 e 2017
Copia as imagens para o teu computador, responde editando-as no Paint, justificando a resposta. Publica as imagens no blogue.
Correcção
Correcção
Rendimento disponível dos particulares - 2018
O rendimento pessoal engloba o total das receitas, ou dinheiro, recebido por um indivíduo, ou família, durante um dado período de tempo (normalmente um ano). As principais componentes do rendimento são receitas provenientes do trabalho (salários), da propriedade (rendas, juros e dividendos), as transferências internas (subsídios atribuídos pelo Estado) e as transferências do exterior (como as remessas de emigrantes).
Os impostos directos são aqueles que atingem imediatamente o sujeito com capacidade contributiva, pressupondo a existência de uma pessoa, de um património ou de um rendimento (IRC; IRS; IMI). Os impostos indirectos tributam a despesa (como o IVA e o ISP).
As quotizações sociais ou contribuições sociais distinguem-se dos impostos porque têm uma finalidade específica, não sendo por isso incluídas no Orçamento de Estado, mas geridas pela Segurança Social, "um sistema que pretende assegurar direitos básicos dos cidadãos e a igualdade de oportunidades, bem como, promover o bem-estar e a coesão social para todos os cidadãos portugueses ou estrangeiros que exerçam actividade profissional ou residam no território".
Os Estados cobram impostos e atribuem subsídios (abonos de família, subsídio de desemprego, rendimento social de reinserção, pensões, reformas) em situações específicas que ocasionam particular carência de recursos. O objectivo desta redistribuição do rendimento é atingir uma repartição de rendimentos mais justa que a repartição primária.
Se ao rendimento pessoal deduzirmos os impostos directos e as contribuições sociais, ficamos com o rendimento pessoal disponível, que é o que as famílias têm para gastar. É este conceito de rendimento que é importante para as decisões económicas dos consumidores, determinando o montante que podem consumir ou poupar. A taxa de poupança indica a percentagem do rendimento disponível que não foi canalizada para o consumo.
Observa-se uma maior estabilidade do consumo em bens não duradouros, que correspondem a cerca de 90% do consumo privado. Os bens de consumo duradouros são aqueles cuja despesa é mais facilmente adiada em momentos de crise.
1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
2. Distingue impostos directos de impostos indirectos.
3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
5. Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula:
a) O Rendimento Pessoal;
b) O Rendimento disponível dos particulares;
c) O Consumo privado;
d) A Poupança;
e) A Taxa de Poupança;
f) As Taxas de crescimento das diversas rubricas.
6. Interpreta os cálculos acima efectuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais;
b) Nesse ano, quais as rubricas cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP;
c) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais atenuou a redução do RDP;
d) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais acentuou a redução do RDP;
e) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
f) Nesse ano, o significado da taxa de poupança. Como se justifica a queda da taxa de poupança após o final do Programa de Assistência Económica e Financeira (2011-2014, vulgo Troika).
7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW)
Comenta.
Os impostos directos são aqueles que atingem imediatamente o sujeito com capacidade contributiva, pressupondo a existência de uma pessoa, de um património ou de um rendimento (IRC; IRS; IMI). Os impostos indirectos tributam a despesa (como o IVA e o ISP).
As quotizações sociais ou contribuições sociais distinguem-se dos impostos porque têm uma finalidade específica, não sendo por isso incluídas no Orçamento de Estado, mas geridas pela Segurança Social, "um sistema que pretende assegurar direitos básicos dos cidadãos e a igualdade de oportunidades, bem como, promover o bem-estar e a coesão social para todos os cidadãos portugueses ou estrangeiros que exerçam actividade profissional ou residam no território".
Os Estados cobram impostos e atribuem subsídios (abonos de família, subsídio de desemprego, rendimento social de reinserção, pensões, reformas) em situações específicas que ocasionam particular carência de recursos. O objectivo desta redistribuição do rendimento é atingir uma repartição de rendimentos mais justa que a repartição primária.
Se ao rendimento pessoal deduzirmos os impostos directos e as contribuições sociais, ficamos com o rendimento pessoal disponível, que é o que as famílias têm para gastar. É este conceito de rendimento que é importante para as decisões económicas dos consumidores, determinando o montante que podem consumir ou poupar. A taxa de poupança indica a percentagem do rendimento disponível que não foi canalizada para o consumo.
Observa-se uma maior estabilidade do consumo em bens não duradouros, que correspondem a cerca de 90% do consumo privado. Os bens de consumo duradouros são aqueles cuja despesa é mais facilmente adiada em momentos de crise.
1. Distingue rendimento pessoal de rendimento pessoal disponível.
2. Distingue impostos directos de impostos indirectos.
3. Distingue as contribuições para a segurança social dos impostos.
4. Explica porque motivo a despesa em bens não duradouros é a parcela mais estável do consumo.
5. Utilizando o ficheiro de ajuda, calcula:
a) O Rendimento Pessoal;
b) O Rendimento disponível dos particulares;
c) O Consumo privado;
d) A Poupança;
e) A Taxa de Poupança;
f) As Taxas de crescimento das diversas rubricas.
6. Interpreta os cálculos acima efectuados:
a) Em que ano o rendimento disponível dos particulares (RDP) caiu mais;
b) Nesse ano, quais as rubricas cuja queda mais contribuiu para a redução do RDP;
c) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais atenuou a redução do RDP;
d) Nesse ano, qual a rubrica cujo aumento mais acentuou a redução do RDP;
e) Nesse ano, comenta a variação verificada no consumo de bens duradouros;
f) Nesse ano, o significado da taxa de poupança. Como se justifica a queda da taxa de poupança após o final do Programa de Assistência Económica e Financeira (2011-2014, vulgo Troika).
7. Constrói um gráfico que ilustre que: RDP = Consumo de duradouros + Consumo de não-duradouros + Poupança (PREVIEW)
Comenta.
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