Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2011/15.
1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
2. Recordando a estrutura da despesa em 2010, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, do Consumo Privado e do Consumo Público em 2011.
3. Em 2011, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações
4. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.
5. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.
6. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB em 2014 e em 2015. Justifica.
7. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.
8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).
9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.
Gráficos
Limitações da Contabilidade Nacional II
O PIB inclui muitas variáveis questionáveis e omite muitas actividades económicas com valor. Por exemplo, o PIB inclui a produção de bombas e mísseis, bem como os salários pagos aos guardas das prisões. O aumento das actividades criminosas faz disparar as vendas de alarmes e sistemas de segurança, que se somam ao PIB. Por outro lado, o corte de florestas insubstituíveis, a degradação ambiental, a poluição, as chuvas ácidas ou o aquecimento global, constituem externalidades (*) que não têm qualquer impacto sobre o valor da produção.
A Contabilidade Nacional tem sido muito criticada pelas actividades extra-mercado que omite, procedendo-se então ao cálculo da importância da Economia Não-Registada - ENR, vulgo economia paralela - relativamente ao PIB. “Sendo clandestina e incluindo muitos procedimentos ilegais discute-se frequentemente a questão da sua medida. Aos que tendem a desvalorizar medições efectuadas há que recordar que o próprio produto interno bruto oficial é obtido por estimativas unanimemente aceites” (Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012).
A ENR inclui (1) a economia subterrânea, (2) a ilegal, a (3) economia informal e o auto-consumo e (4) produto não contabilizado por deficiências da estatística.
Os valores calculados para a economia portuguesa desde 1970 apresentam valores sempre crescentes, que em 2011 já terão ultrapassado 25% do PIB.
Fonte: Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012. * Backup
(*) Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado. Se os sujeitos económicos ignoram os custos/benefícios das externalidades, obviamente que estas enviesarão a afectação óptima de recursos.
A poluição é obviamente uma externalidade negativa. As descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população dizem-se externalidades positivas.
Continuando a utilizar o documento acima indicado:
1. Explicite o significado das diversas componentes da ENR: (1) a economia subterrânea, (2) a economia ilegal, (3) a economia informal e o auto-consumo e (4) discrepâncias estatísticas.
2. "Segundo alguns economistas, sobretudo em tempos de crise, a ENR funciona como uma almofada social e evita maior sofrimento à população. Será, por isso, desejável. Outros economistas dizem que representa um retrocesso civilizacional". Justifique estas duas perspectivas antagónicas, referindo algumas componentes da ENR.
3. Por que motivos aumentou a importância da ENR no PIB, de 1970 a 2011.
4. Comente a distribuição sectorial da ENR (Tabela 5, na p. 9).
5. Justifique a sobrevivência das populações em países com produto interno bruto oficial per capita abaixo do limiar de subsistência.
6. Problematize o conceito de "externalidades" no âmbito da ENR.
7. Indica uma estimativa mais actualizada da ENR, procurando no site https://www.obegef.pt/. Comenta a evolução observada desde 2011 indica o link que utilizaste.
8. Esta actividade é complementada com o TPC indicado aqui.
Sugestões * Respostas do Gemini
Apresentação Offshores * Qual a sua função económica?
A partir do momento em que os Offshores passaram a ser comentados pela opinião pública, os indicadores da ENR deixaram de ser actualizados, porque esta “falha” é muito maior. Neste vídeo, Pedro Santos Guerreiro explica como participam na lavagem de dinheiro.
A Contabilidade Nacional tem sido muito criticada pelas actividades extra-mercado que omite, procedendo-se então ao cálculo da importância da Economia Não-Registada - ENR, vulgo economia paralela - relativamente ao PIB. “Sendo clandestina e incluindo muitos procedimentos ilegais discute-se frequentemente a questão da sua medida. Aos que tendem a desvalorizar medições efectuadas há que recordar que o próprio produto interno bruto oficial é obtido por estimativas unanimemente aceites” (Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012).
A ENR inclui (1) a economia subterrânea, (2) a ilegal, a (3) economia informal e o auto-consumo e (4) produto não contabilizado por deficiências da estatística.
Os valores calculados para a economia portuguesa desde 1970 apresentam valores sempre crescentes, que em 2011 já terão ultrapassado 25% do PIB.
Fonte: Índice de 2011, A Economia Não Observada em Portugal, OBEGEF, 2012. * Backup
(*) Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado. Se os sujeitos económicos ignoram os custos/benefícios das externalidades, obviamente que estas enviesarão a afectação óptima de recursos.
A poluição é obviamente uma externalidade negativa. As descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população dizem-se externalidades positivas.
Continuando a utilizar o documento acima indicado:
1. Explicite o significado das diversas componentes da ENR: (1) a economia subterrânea, (2) a economia ilegal, (3) a economia informal e o auto-consumo e (4) discrepâncias estatísticas.
2. "Segundo alguns economistas, sobretudo em tempos de crise, a ENR funciona como uma almofada social e evita maior sofrimento à população. Será, por isso, desejável. Outros economistas dizem que representa um retrocesso civilizacional". Justifique estas duas perspectivas antagónicas, referindo algumas componentes da ENR.
3. Por que motivos aumentou a importância da ENR no PIB, de 1970 a 2011.
4. Comente a distribuição sectorial da ENR (Tabela 5, na p. 9).
5. Justifique a sobrevivência das populações em países com produto interno bruto oficial per capita abaixo do limiar de subsistência.
6. Problematize o conceito de "externalidades" no âmbito da ENR.
7. Indica uma estimativa mais actualizada da ENR, procurando no site https://www.obegef.pt/. Comenta a evolução observada desde 2011 indica o link que utilizaste.
8. Esta actividade é complementada com o TPC indicado aqui.
Sugestões * Respostas do Gemini
Apresentação Offshores * Qual a sua função económica?
A partir do momento em que os Offshores passaram a ser comentados pela opinião pública, os indicadores da ENR deixaram de ser actualizados, porque esta “falha” é muito maior. Neste vídeo, Pedro Santos Guerreiro explica como participam na lavagem de dinheiro.
Limitações da Contabilidade Nacional - I
Tarefa proposta como TPC
A maior limitação da Contabilidade Nacional decorre do desenvolvimento da economia paralela - economia não registada -, que já representa 1/4 do PIB. Se não fosse este flagelo, as contas públicas não apresentariam défice.
I
Visualiza a parte inicial do vídeo (novo link) (08:30-28:00) - primeiras intervenções, após as notícias - e responde às seguintes questões: 1. Explicita o conceito de Economia Paralela e suas componentes, expostas por Nuno Gonçalves.
2. Porque é que a população acha melhor não pagar os impostos?
Refere a argumentação de Sofia Santos.
3. Identifica a elite corrupta indicada por João Pedro Martins.
4. Como explica Helena Garrido o regresso da pergunta “com ou sem factura?”
5. Refere como a teoria da felicidade explica a fuga ao fisco? (Helena Garrido)
(Correcção)
II
Procura na Web/Youtube um ou mais vídeos referentes a Economia paralela, indica os links e faz um comentário com o mínimo de 200 palavras.
Capital
Ricos têm 300 vezes o património dos pobres: como reduzir as desigualdades em Portugal? - EXPRESSO, 2024
Numa altura em que subiu o número de pessoas em situação de pobreza, o grupo dos mais ricos também engrossou. Os 1% mais ricos em Portugal concentram 20% da riqueza. Metade mais pobre só tem 6,5%.
Mesmo apesar da pandemia, e dos seus efeitos na economia nacional e no rendimento das famílias, Portugal ganhou milionários(*) ao longo do ano passado. Segundo The Global Wealth Report, referente a 2020 — ano maioritariamente marcado pela Covid-19 —, Portugal tem 136.430 milionários, mais 19.430 do que no relatório de 2019.
(*) Dizem-se milionários pessoas com fortunas avaliadas acima de um milhão de dólares (cerca de 840 mil euros). (Observador)
Em Portugal, os milionários detêm cerca de 20% da riqueza total do país, segundo dados do Global Wealth Report 2023, do banco suíço UBS. Esta percentagem é inferior à média europeia, que é de 22%. O 1% mais rico da população portuguesa detém cerca de 40% da riqueza total do país. Esta percentagem é superior à média europeia, que é de 36%. O aumento do número de milionários em Portugal nos últimos anos tem contribuído para o aumento da desigualdade de riqueza no país.
A nível global a disparidade na distribuição da riqueza é maior, pois aos 1,1% mais ricos cabe 45,8% da riqueza, enquanto mais de metade da população mundial (os 55% mais pobres) dispõe apenas de 1,3% da riqueza.
Fonte: The Global wealth report 2021.
Em 2022, face a 2020, observa-se a perda de peso na dstribuição da riqueza de 0,1pp nas duas categorias inferiores. (Ficheiro) Adam Smith, frequentemente referido como pai da Economia, no seu livro A Riqueza das Nações, explicitou o conceito de riqueza:
Hoje o dinamismo económico e financeiro não tem qualquer comparação, e alguns indivíduos enriqueceram rapidamente nos anos 1990/2000, com as bolhas das dot.com, do imobiliário, dos novos espaços da distribuição, ou dos produtos financeiros, dizendo-se novos-ricos. A este ciclo de prosperidade artificial, desligada do resto da economia, sucedeu a crise financeira (2007/08) e na sua sequência estão a ser seguidas na Europa políticas de austeridade que forçam franjas da classe média a empobrecer. Aqueles que trabalham para ir pagando os empréstimos da casa, do carro, as despesas familiares, no caso de ficarem desempregados, facilmente serão novos-pobres. No entanto continua a ser praticamente impossível um rico tornar-se pobre.
A riqueza é muito difícil de medir, visto que nela se inclui todo o património acumulado pelos particulares, não apenas dinheiro, mas todos os activos financeiros ou não financeiros. Riqueza não é rendimento, mas obviamente que um rendimento mensal elevado contribui para acumular riqueza. A riqueza apenas se multiplica se for aplicada...
A riqueza que é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Há muitos conceitos de capital, mas em termos práticos podemos defini-lo como o conjunto de todos os factores produtivos que são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo, exceptuando o trabalho.
Entre os conceitos de capital, a Infopédia define capital financeiro, capital técnico, capital circulante, capital fixo, capital social e capitais próprios.
Observa que no capital financeiro, recursos monetários e títulos ao dispor de uma sociedade, distinguem-se:
2. Distingue os novos-ricos dos novos pobres, relacionando-os com os conceitos de mobilidade social e desigualdade na repartição do rendimento.
3. A revista Forbes publica anualmente listas das pessoas mais ricas do Mundo. Partindo destas, a Wikipédia indica os 10 mais ricos do Mundo desde 2000. Analisando os rankings de 2022 e 2023, refere:
a) se se verificaram muitas mudanças nos primeiros 5 lugares;
b) o país dominante nas listas;
c) o interesse da indicação dos sectores de actividade.
4. Distingue riqueza de capital.
5. Define os seguintes conceitos de capital: capital financeiro, capital técnico, capital circulante, capital fixo, capital social, capitais próprios, capital alheio, capital natural e capital humano.
6. Utilizando as definições do ponto 5. classifica os seguintes itens:
a) recursos que um empresário mobilizou para a actividade produtiva
b) valores financeiros dos proprietários da empresa, afectados à produção
c) um empréstimo bancário que a empresa contraiu
d) maquinaria, edifícios, matérias-primas e matérias-subsidiárias empregues no processo produtivo
e) maquinaria, edifícios, etc. que são utilizados em vários ciclos produtivos (durante vários anos)
f) matérias-primas, que são incorporadas no produto acabado, participando num único ciclo produtivo
g) montante de recursos financeiros colocados à disposição de uma empresa pelos seus sócios
h) recursos naturais
i) factor produtivo trabalho
7. “De acordo com as nossas estimativas, o número global de milionários ultrapassará os 85 milhões em 2027”. (pp. 41 do The Global wealth report 2023).
Consultando a Tabela 1 deste relatório (pp. 42) identifica os cinco países que ganharão mais milionários em 2027, face a 2022.
Numa altura em que subiu o número de pessoas em situação de pobreza, o grupo dos mais ricos também engrossou. Os 1% mais ricos em Portugal concentram 20% da riqueza. Metade mais pobre só tem 6,5%.
Mesmo apesar da pandemia, e dos seus efeitos na economia nacional e no rendimento das famílias, Portugal ganhou milionários(*) ao longo do ano passado. Segundo The Global Wealth Report, referente a 2020 — ano maioritariamente marcado pela Covid-19 —, Portugal tem 136.430 milionários, mais 19.430 do que no relatório de 2019.
(*) Dizem-se milionários pessoas com fortunas avaliadas acima de um milhão de dólares (cerca de 840 mil euros). (Observador)
Em Portugal, os milionários detêm cerca de 20% da riqueza total do país, segundo dados do Global Wealth Report 2023, do banco suíço UBS. Esta percentagem é inferior à média europeia, que é de 22%. O 1% mais rico da população portuguesa detém cerca de 40% da riqueza total do país. Esta percentagem é superior à média europeia, que é de 36%. O aumento do número de milionários em Portugal nos últimos anos tem contribuído para o aumento da desigualdade de riqueza no país.
A nível global a disparidade na distribuição da riqueza é maior, pois aos 1,1% mais ricos cabe 45,8% da riqueza, enquanto mais de metade da população mundial (os 55% mais pobres) dispõe apenas de 1,3% da riqueza.
Fonte: The Global wealth report 2021.
Em 2022, face a 2020, observa-se a perda de peso na dstribuição da riqueza de 0,1pp nas duas categorias inferiores. (Ficheiro) Adam Smith, frequentemente referido como pai da Economia, no seu livro A Riqueza das Nações, explicitou o conceito de riqueza:
- Cada homem é rico ou pobre consoante o grau em que lhe é dado fruir dos bens necessários à vida e ao conforto e das diversões próprias dos seres humanos. Mas, após a divisão do trabalho se ter estabelecido completamente, o trabalho de cada homem só poderá provê-lo de uma pequeníssima parte desses bens. A grande maioria deles terá de ser suprida pelo trabalho de outros homens e, assim, ele será rico ou pobre consoante a quantidade desse trabalho sobre que ele pode adquirir domínio, ou que lhe é possível comprar. Portanto, o valor de qualquer mercadoria, para a pessoa que a possui e não tenciona usá-la ou consumi-la, mas sim trocá-la por outras mercadorias, é igual à quantidade de trabalho que ela lhe permite comprar ou dominar. O trabalho constitui, pois, a verdadeira medida do valor de troca de todos os bens.
O verdadeiro preço de todas as coisas, aquilo que elas, na realidade, custam ao homem que deseja adquiri-las é o esforço e a fadiga em que é necessário incorrer para as obter.
Adam Smith (1723-1790)
Hoje o dinamismo económico e financeiro não tem qualquer comparação, e alguns indivíduos enriqueceram rapidamente nos anos 1990/2000, com as bolhas das dot.com, do imobiliário, dos novos espaços da distribuição, ou dos produtos financeiros, dizendo-se novos-ricos. A este ciclo de prosperidade artificial, desligada do resto da economia, sucedeu a crise financeira (2007/08) e na sua sequência estão a ser seguidas na Europa políticas de austeridade que forçam franjas da classe média a empobrecer. Aqueles que trabalham para ir pagando os empréstimos da casa, do carro, as despesas familiares, no caso de ficarem desempregados, facilmente serão novos-pobres. No entanto continua a ser praticamente impossível um rico tornar-se pobre.
A riqueza é muito difícil de medir, visto que nela se inclui todo o património acumulado pelos particulares, não apenas dinheiro, mas todos os activos financeiros ou não financeiros. Riqueza não é rendimento, mas obviamente que um rendimento mensal elevado contribui para acumular riqueza. A riqueza apenas se multiplica se for aplicada...
A riqueza que é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Há muitos conceitos de capital, mas em termos práticos podemos defini-lo como o conjunto de todos os factores produtivos que são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo, exceptuando o trabalho.
Entre os conceitos de capital, a Infopédia define capital financeiro, capital técnico, capital circulante, capital fixo, capital social e capitais próprios.
Observa que no capital financeiro, recursos monetários e títulos ao dispor de uma sociedade, distinguem-se:
- Capitais Próprios, e
- Capital Alheio
- Objectos de Trabalho: Matérias-primas, etc. que são integradas no produto final, participando num só ciclo produtivo, constituem o capital circulante
- Meios de Trabalho: Instrumentos de trabalho, máquinas ou ferramentas, edifícios e terrenos participam em múltiplos ciclos produtivos, designando-se capital fixo
2. Distingue os novos-ricos dos novos pobres, relacionando-os com os conceitos de mobilidade social e desigualdade na repartição do rendimento.
3. A revista Forbes publica anualmente listas das pessoas mais ricas do Mundo. Partindo destas, a Wikipédia indica os 10 mais ricos do Mundo desde 2000. Analisando os rankings de 2022 e 2023, refere:
a) se se verificaram muitas mudanças nos primeiros 5 lugares;
b) o país dominante nas listas;
c) o interesse da indicação dos sectores de actividade.
4. Distingue riqueza de capital.
5. Define os seguintes conceitos de capital: capital financeiro, capital técnico, capital circulante, capital fixo, capital social, capitais próprios, capital alheio, capital natural e capital humano.
6. Utilizando as definições do ponto 5. classifica os seguintes itens:
a) recursos que um empresário mobilizou para a actividade produtiva
b) valores financeiros dos proprietários da empresa, afectados à produção
c) um empréstimo bancário que a empresa contraiu
d) maquinaria, edifícios, matérias-primas e matérias-subsidiárias empregues no processo produtivo
e) maquinaria, edifícios, etc. que são utilizados em vários ciclos produtivos (durante vários anos)
f) matérias-primas, que são incorporadas no produto acabado, participando num único ciclo produtivo
g) montante de recursos financeiros colocados à disposição de uma empresa pelos seus sócios
h) recursos naturais
i) factor produtivo trabalho
7. “De acordo com as nossas estimativas, o número global de milionários ultrapassará os 85 milhões em 2027”. (pp. 41 do The Global wealth report 2023).
Consultando a Tabela 1 deste relatório (pp. 42) identifica os cinco países que ganharão mais milionários em 2027, face a 2022.
Análise Económica
Projecções do FMI (Outubro de 2012) apontaram para um abrandamento do crescimento da economia mundial em 2012 (caiu a tcv de 3,8 para 3,3) e para uma recuperação gradual a partir de 2013 (tcv de 3,6). Contudo os vários países/áreas apresentam crescimentos muito diferentes. Prevê-se que a Área Euro registe recessão em 2012 (tcv de -0,4) e um crescimento quase nulo em 2013 (tcv de 0,2), a um ritmo muito inferior ao dos BRIC’s. No seio da área prevê-se que PIGS continuem em recessão em 2012 e 2013.
Para Portugal prevê-se que o PIB que já caiu em 2011 (tcv=-1,7) acelere o ritmo a que o país se afunda na recessão em 2012, prevendo-se tcv’s de -2,3 e -3,3, respectivamente, no 1º e 2º trimestres relativamente aos períodos homólogos do ano anterior. O quadro abaixo discrimina as taxas de crescimento homólogo real (isto é, em volume) de várias componentes da despesa nacional.
A estratégia proposta pelo XIX Governo (Pedro Passos Coelho) para o país se tornar mais competitivo radica na redução dos custos unitários do trabalho (CTUP), recorrendo mesmo à aceleração da redução dos salários nominais, no intuito de obter escassos ganhos de produtividade.
1. Observando o Quadro I.1.1. indica o peso dos membros da tríade dominante na economia mundial: Estados Unidos, EU-27 e Japão.
2. Indica os cinco países mais importantes na economia mundial.
3. Comenta as perspectivas de crescimento dos cinco países mais importantes em 2011-2013.
4. Comenta a capacidade de influência na economia mundial pela Alemanha em dois cenários: I - integrada na EU-27: e II – sozinha.
5. Observando o Quadro I.1.2. interpreta as taxas de crescimento homólogo real apresentadas para o 2º trimestre de 2012 pelo: (a) Consumo Privado; (b) Consumo público; e (c) PIB.
6. “Portugal é um avião a jacto com 4 motores, mas só um está a funcionar”. Justifica esta metáfora do Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, comentando a evolução das componentes da Procura Global indicadas no Quadro I.1.2.
(*)7. Observando o Quadro I.1.5. critica a estratégia definida pelo XIX Governo no OE2013 referindo o importante papel a desempenhar pelo Estado para fomentar a mudança do padrão de especialização, (HC Drive) defendida pela generalidade dos economistas.
Resumo do texto
8. Consultando o programa do XXI Governo, verifica a sua preocupação com a alteração do padrão de especialização da economia.
NOTAS:
BRIC’s -Os “tijolos” da economia mundial são: Brasil, Rússia, Índia e China.
PIGS - Portugal, Itália, Grécia e Spain. A variante PIIGS inclui a Irlanda; PIIGGS inclui o Reino Unido (Great Britain). Como o clube da bancarrota não pára de crescer, STUPID inclui Spain, Turkey, the UK, Portugal, Italy, and Dubai (Financial Times).
(*) A questão 7. é de desenvolvimento.
Para Portugal prevê-se que o PIB que já caiu em 2011 (tcv=-1,7) acelere o ritmo a que o país se afunda na recessão em 2012, prevendo-se tcv’s de -2,3 e -3,3, respectivamente, no 1º e 2º trimestres relativamente aos períodos homólogos do ano anterior. O quadro abaixo discrimina as taxas de crescimento homólogo real (isto é, em volume) de várias componentes da despesa nacional.
A estratégia proposta pelo XIX Governo (Pedro Passos Coelho) para o país se tornar mais competitivo radica na redução dos custos unitários do trabalho (CTUP), recorrendo mesmo à aceleração da redução dos salários nominais, no intuito de obter escassos ganhos de produtividade.
1. Observando o Quadro I.1.1. indica o peso dos membros da tríade dominante na economia mundial: Estados Unidos, EU-27 e Japão.
2. Indica os cinco países mais importantes na economia mundial.
3. Comenta as perspectivas de crescimento dos cinco países mais importantes em 2011-2013.
4. Comenta a capacidade de influência na economia mundial pela Alemanha em dois cenários: I - integrada na EU-27: e II – sozinha.
5. Observando o Quadro I.1.2. interpreta as taxas de crescimento homólogo real apresentadas para o 2º trimestre de 2012 pelo: (a) Consumo Privado; (b) Consumo público; e (c) PIB.
6. “Portugal é um avião a jacto com 4 motores, mas só um está a funcionar”. Justifica esta metáfora do Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, comentando a evolução das componentes da Procura Global indicadas no Quadro I.1.2.
(*)7. Observando o Quadro I.1.5. critica a estratégia definida pelo XIX Governo no OE2013 referindo o importante papel a desempenhar pelo Estado para fomentar a mudança do padrão de especialização, (HC Drive) defendida pela generalidade dos economistas.
Resumo do texto
8. Consultando o programa do XXI Governo, verifica a sua preocupação com a alteração do padrão de especialização da economia.
NOTAS:
BRIC’s -Os “tijolos” da economia mundial são: Brasil, Rússia, Índia e China.
PIGS - Portugal, Itália, Grécia e Spain. A variante PIIGS inclui a Irlanda; PIIGGS inclui o Reino Unido (Great Britain). Como o clube da bancarrota não pára de crescer, STUPID inclui Spain, Turkey, the UK, Portugal, Italy, and Dubai (Financial Times).
(*) A questão 7. é de desenvolvimento.
Componentes da Despesa
O cálculo do PIB pela óptica da despesa será certamente o mais popular no jornalismo e na análise económica. Já conheces a generalidade das componentes da Despesa:
AQUISIÇÕES LÍQUIDAS DE OBJETOS DE VALOR
Definição: Os objetos de valor são bens não financeiros que não são principalmente utilizados na produção ou consumo, que não se deterioram (fisicamente) com o tempo, em condições normais, e que são sobretudo adquiridos e conservados como reservas de valor.
NOTAS: Os objetos de valor compreendem os seguintes tipos de bens: a) pedras e metais preciosos, como diamantes, ouro não monetário, platina, prata, etc.; b) antiguidades e outros objetos de valor, como pinturas, esculturas, etc.; c) outros objetos de valor, como joalharia trabalhada com pedras e metais preciosos, bem como objetos de coleção. Ver também § 3.116 e 3.117 do SEC/95.
http://metaweb.ine.pt/sim/CONCEITOS/Detalhe.aspx?cnc_cod=2674&cnc_ini=24-05-1994
1. Despesa de consumo final = Despesa de consumo final das famílias residentes + Despesa de consumo final das ISFLSF + Despesa de consumo final das administrações públicas
Isto é, DCF = C + G
2. Formação bruta de capital = Formação bruta de capital fixo + Variação de existências + Aquisições líquidas de cessões de objectos de valor
isto é, I = FBCF + VE + AQLIQCOV (*)
(*) O valor das Aquisições líquidas de cessões de objectos de valor é frequentemente omitido porque tem geralmente pouca importância nas economias.
3. Procura interna = Despesa de consumo final + Formação bruta de capital
isto é, Procura interna = C + G + I
4. Procura externa líquida = Exportações de bens (FOB) e serviços - Importações de bens (FOB) e serviços
isto é, Procura externa líquida = X – M
5. Procura Global = Procura Interna + Procura Externa
isto é, Procura Global = C + I + G + X
NOTE QUE: C = Consumo Privado = Despesa de consumo final das famílias residentes + Despesa de consumo final das ISFLS
6. PIB a preços de mercado = Procura interna + Procura externa líquida
ou PIBpm = C + G + I + X – M
Sugestões *** PREVIEW 1995/2021 *** 1995/2022 – help *** 1995/2023 - Ajuda e Preview
- Consumo Privado (C): dos particulares
Consumo Privado = Despesa de consumo final das famílias residentes + Despesa de consumo final das ISFLSF - Consumo Público (G): do Estado
Consumo Público = Despesa de consumo final das administrações públicas
- Despesa de Consumo Final: DCF = C + G
A despesa de consumo final consiste na despesa efectuada pelas unidades institucionais residentes com os bens ou serviços utilizados para a satisfação directa de necessidades ou carências individuais, ou das necessidades colectivas de membros da colectividade. A despesa de consumo final pode ser efectuada no território nacional ou no estrangeiro (INE, Metainformação)
- Investimento Bruto/Formação Bruta de Capital (I): I = FBCF + VE
- Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF): Valor que integra os bens duradouros novos de montante superior a 500 Euros destinados a fins não militares e produzidos/adquiridos pelas unidades produtoras residentes, para utilização por um período superior a um ano no seu processo produtivo (incluindo os que são adquiridos por recurso a contratos de leasing financeiro), e os serviços incorporados nos bens de capital fixo.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes?id=6779&lang=PT - Variação de Existências (VE): A variação de existências é medida pelo valor da diferença entre, por um lado, as entradas de existências, e, por outro lado, as saídas e as perdas correntes de bens constantes das existências (INE, Metainformação)
- Exportações, (X): As exportações de bens e serviços consistem nas transacções de bens e serviços (vendas, trocas directas, ofertas ou doações) de residentes para não residentes (INE, Metainformação)
- Importações, (M): As importações de bens e serviços consistem nas transações de bens e serviços (aquisições, trocas diretas, ofertas ou doações) de não residentes para residentes (INE, Metainformação)
- Despesa:
Despesa Interna = PIBpm
isto é, PIBpm = C + G + I + X – M
ou Despesa Interna = Procura global – Importações - Despesa Nacional = PNBpm
isto é, Despesa Nacional = PNBpm = PIBpm + Saldo dos rendimentos do trabalho, da propriedade e da empresa com o Resto do Mundo (SRRM)
ou Despesa Nacional = Despesa Interna + SRRM - Procura:
Procura Interna: Soma da Despesa de Consumo Final e de Formação Bruta de Capital efetuada por residentes (INE, Metainformação),
isto é, Procura Interna = Consumo Privado + Consumo Público + Investimento
ou Procura Interna = C + G + I
Investimento = Formação Bruta de Capital Fixo + Variação de Existências (Formulário)
Procura Global: Procura Global = Procura Interna + Procura Externa
Procura Externa = Exportações de bens e de serviços (Formulário)
AQUISIÇÕES LÍQUIDAS DE OBJETOS DE VALOR
Definição: Os objetos de valor são bens não financeiros que não são principalmente utilizados na produção ou consumo, que não se deterioram (fisicamente) com o tempo, em condições normais, e que são sobretudo adquiridos e conservados como reservas de valor.
NOTAS: Os objetos de valor compreendem os seguintes tipos de bens: a) pedras e metais preciosos, como diamantes, ouro não monetário, platina, prata, etc.; b) antiguidades e outros objetos de valor, como pinturas, esculturas, etc.; c) outros objetos de valor, como joalharia trabalhada com pedras e metais preciosos, bem como objetos de coleção. Ver também § 3.116 e 3.117 do SEC/95.
http://metaweb.ine.pt/sim/CONCEITOS/Detalhe.aspx?cnc_cod=2674&cnc_ini=24-05-1994
I
Partindo do Quadro A.1.1.2.1 - PIB a preços de mercado na ótica da despesa (preços correntes; anual), ou no GDRIVE representa graficamente as expressões abaixo, com os valores de 1995 a 2023:1. Despesa de consumo final = Despesa de consumo final das famílias residentes + Despesa de consumo final das ISFLSF + Despesa de consumo final das administrações públicas
Isto é, DCF = C + G
2. Formação bruta de capital = Formação bruta de capital fixo + Variação de existências + Aquisições líquidas de cessões de objectos de valor
isto é, I = FBCF + VE + AQLIQCOV (*)
(*) O valor das Aquisições líquidas de cessões de objectos de valor é frequentemente omitido porque tem geralmente pouca importância nas economias.
3. Procura interna = Despesa de consumo final + Formação bruta de capital
isto é, Procura interna = C + G + I
4. Procura externa líquida = Exportações de bens (FOB) e serviços - Importações de bens (FOB) e serviços
isto é, Procura externa líquida = X – M
5. Procura Global = Procura Interna + Procura Externa
isto é, Procura Global = C + I + G + X
NOTE QUE: C = Consumo Privado = Despesa de consumo final das famílias residentes + Despesa de consumo final das ISFLS
6. PIB a preços de mercado = Procura interna + Procura externa líquida
ou PIBpm = C + G + I + X – M
II
Constrói um gráfico que ilustre a evolução das componentes do PIBpm, em valores percentuais. Comenta-o.
III
Observando os Indicadores macroeconómicos da despesa (Base 2016), na folha III_01_02, do Anuário Estatístico de Portugal - 2021 (INE), verifica a relação entre estes indicadores e os pesos das componentes da despesa que calculaste acima. Sugestões *** PREVIEW 1995/2021 *** 1995/2022 – help *** 1995/2023 - Ajuda e Preview
Causas e tipos de desemprego
Uma primeira causa do desemprego encontra-se no desenvolvimento tecnológico:
Conjuntamente com estes processos, outra causa de desemprego consiste na transferência do trabalho para o consumidor, que em resultado da reconfiguração das tarefas passa a desenvolver as mesmas em regime self-service. Um exemplo paradigmático é o caso da rede multibanco que reconfigurou o sistema bancário e a relação dos clientes com a banca:
Designa-se por desemprego tecnológico aquele que é provocado pelo desenvolvimento das tecnologias.
Geralmente não se encontra emprego no dia seguinte àquele em que se terminou o curso ou abandonou outro emprego, contribuindo essa fase de passagem para o desemprego friccional.
Define-se a taxa de desemprego de longa duração como o peso da população desempregada à procura de emprego há 12 ou mais meses sobre o total da população ativa.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes?id=5082&lang=PT
1. Constrói a partir da população desempregada à procura de novo emprego: total e por profissão anterior (PORDATA) um gráfico que evidencie como a percentagem de desempregados à procura de novo emprego varia com a profissão anterior, para:
a) Homens; PREVIEW
b) Mulheres. PREVIEW
2. Conjugando os dois gráficos anteriores, compara o desemprego masculino com o feminino. HELP
3. Constrói e comenta um gráfico representando a evolução das taxas de desemprego em Portugal, de 1983 até hoje, segundo o género.
4. Relaciona a mudança do perfil de especialização exigido pela economia portuguesa com a globalização das economias.
5. Explica um dos conceitos de desemprego apresentados acima, referindo porque este afecta particularmente os jovens.
6. Calcula e interpreta a taxa de desemprego, utilizando dados referentes ao 3º Trimestre de 2012.
7. Consultando o Livro Verde para a Sociedade da Informação, indica os pilares do conhecimento.
8. Refere a contribuição dos seguintes aspectos para o nível de desemprego:
- banalização da compra de produtos chineses;
- actividades em self-service;
- automação/automatização;
- informatização;
- globalização e integração económica.
- Com a entrada da China e da Índia em força no comércio mundial, não faz sentido que Portugal continue a apostar no têxtil, vestuário e calçado como no
passado. É uma guerra perdida. Eles fazem muito mais barato. Portanto – como se diz em Economia – é preciso mudar o perfil de especialização da economia. Traduzindo, abandonar aquelas actividades e passar a estar noutras com mais valor acrescentado, mais tecnológicas. As que fazem a diferença na economia global. E isto está a acontecer. Devagar, mas está. É um motivo de optimismo para quem olha para a economia portuguesa.
No entanto, todas as mudanças têm custo. Fazem vítimas. E os desempregados são as baixas desta guerra. Quem fica sem emprego nos sectores tradicionais não é desejado nas novas actividades. É muito velho e não tem qualificações. Desta forma, surgiu uma camada da população acima dos 45 anos que está no desemprego e que ninguém sabe o que lhe fazer, nem o que lhe vai acontecer. Perante isto, a taxa de desemprego vai continuar lá em cima.
https://www.ordemeconomistas.pt/xportalv3/publicacoes/dossier.xvw?desemprego&p=83739
Conjuntamente com estes processos, outra causa de desemprego consiste na transferência do trabalho para o consumidor, que em resultado da reconfiguração das tarefas passa a desenvolver as mesmas em regime self-service. Um exemplo paradigmático é o caso da rede multibanco que reconfigurou o sistema bancário e a relação dos clientes com a banca:
- A rede Caixa Automático MULTIBANCO (CA-MB), o primeiro projecto da SIBS, foi
lançada em 1985. O seu funcionamento teve início com a instalação de 9 CA-MB nas cidades de Lisboa e Porto, as quais permitiam fazer levantamentos; consultas (saldos e movimentos) e alteração de PIN.
Dez anos depois, a rede era constituída por 3.745 equipamentos.
http://www.multibanco.pt/export/sites/sibs_multibanco/pt/documentos/AniversarioMB/2010_DOSSIER_25_ANOS_MULTIBANCO.pdf
Ao longo dos anos a marca MULTIBANCO reforçou a abrangência da sua oferta de serviços proporcionando atualmente aos seus utilizadores o acesso a mais 90 de operações, que têm origem nos mais diversos canais, incluindo as redes de Caixas Automáticos (CA), de Terminais de Pagamento Automático (TPA), a internet e o telemóvel com a comodidade e segurança de sempre
https://www.multibanco.pt/operacoes/
- Segundo o INE, os "desempregados" incluem todas as pessoas acima de uma determinada idade que, durante o período de referência, estavam: a) "sem trabalho", isto é, não estavam num emprego remunerado ou num emprego por conta própria; b) "atualmente disponíveis para trabalhar", isto é, estavam disponíveis para um emprego remunerado ou por conta própria durante o período de referência; c) "à procura de trabalho", isto é tinham dado passos específicos num período recente especificado no sentido de procurarem emprego remunerado ou por conta própria. Os que não tenham feito diligências para encontrar trabalho por considerar não ter idade apropriada, não tenham instrução suficiente, não saibam como procurar, achem que não vale a pena procurar ou achem que não há empregos disponíveis, dizem-se inactivos desencorajados. (INE, Metainformação)
Designa-se por desemprego tecnológico aquele que é provocado pelo desenvolvimento das tecnologias.
Geralmente não se encontra emprego no dia seguinte àquele em que se terminou o curso ou abandonou outro emprego, contribuindo essa fase de passagem para o desemprego friccional.
Define-se a taxa de desemprego de longa duração como o peso da população desempregada à procura de emprego há 12 ou mais meses sobre o total da população ativa.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes?id=5082&lang=PT
- Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a verificar um aumento considerável na parcela que o sector terciário representa no mercado de emprego global. A tal não é certamente alheio o facto de o número de empregos intimamente relacionados com a informação (e o seu tratamento) ter crescido consideravelmente.
A Sociedade da Informação exige uma contínua consolidação e actualização dos conhecimentos dos cidadãos. O conceito de educação ao longo da vida deve ser encarado como uma construção contínua da pessoa humana, dos seus saberes, aptidões e da sua capacidade de discernir e agir. A escola desempenha um papel fundamental em todo o processo de formação de cidadãos aptos para a sociedade da informação e deverá ser um dos principais focos de intervenção para se garantir um caminho seguro e sólido para o futuro.
Livro Verde para a Sociedade da Informação
a) Homens; PREVIEW
b) Mulheres. PREVIEW
2. Conjugando os dois gráficos anteriores, compara o desemprego masculino com o feminino. HELP
3. Constrói e comenta um gráfico representando a evolução das taxas de desemprego em Portugal, de 1983 até hoje, segundo o género.
4. Relaciona a mudança do perfil de especialização exigido pela economia portuguesa com a globalização das economias.
5. Explica um dos conceitos de desemprego apresentados acima, referindo porque este afecta particularmente os jovens.
6. Calcula e interpreta a taxa de desemprego, utilizando dados referentes ao 3º Trimestre de 2012.
7. Consultando o Livro Verde para a Sociedade da Informação, indica os pilares do conhecimento.
8. Refere a contribuição dos seguintes aspectos para o nível de desemprego:
- banalização da compra de produtos chineses;
- actividades em self-service;
- automação/automatização;
- informatização;
- globalização e integração económica.
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