Portugal é uma pequena economia aberta ao exterior, particularmente dependente da Área Euro

O Grupo dos Sete (G7) é constituído pelos países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) mais a UE, representando 53,7% do PIB mundial, em 2018 (EUROSTAT).

As taxas de crescimento real do PIB (%) no G7 ilustram a interdependência e sincronia que se verifica no crescimento das economias.

O peso de Portugal na União Europeia é reduzido, mas o clima que se vive na UE determina em larga medida o que sucederá na nossa economia. Geralmente quando a Europa cresce, Portugal também tem oportunidades de crescimento. Portugal cresceu a uma velocidade superior à da área Euro até 2000, aspecto que a Espanha manteve até 2008. A Zona Euro desacelerou em 2000, vivendo Portugal e Alemanha um período de depressão após a criação do Euro (2002), mas a Alemanha recuperou rapidamente a partir de 2005, desempenhando o papel de locomotiva da Zona Euro, que Portugal não acompanharia com a mesma velocidade.

Fonte: PORDATA

A crise financeira de 2007/08 arrasou toda a Europa, e Portugal só não terá registado uma queda tão profunda quanto os restantes países porque a bolha de crescimento do sector financeiro e imobiliário terá tido menor expressão entre nós. A partir de 2010, quando a Europa parece iniciar um novo ciclo, as vulnerabilidades estruturais de Portugal e de Espanha eternizam a recessão na península ibérica, que apenas registam tcv's positivas a partir de em 2014. 2020 evidencia dramaticamente a dependência relativamente ao exterior, com uma queda mais expressiva dos países periféricos.

  • Os indicadores de confiança do consumidor, de confiança na indústria e de confiança na construção resultam da resposta a inquéritos aos agregados familiares, aos empresários da indústria transformadora e aos empresários da construção e obras públicas.
    O valor do índice resulta da diferença entre a % de "respostas positivas" (aumentou, melhorou, bom, etc) e a % de "respostas negativas" (diminuiu, piorou, mau", etc). Não se consideram neste cálculo a % de "respostas neutras" (talvez, manteve, etc) e as respostas "não sabe".
    O valor deste indicador varia entre -100 e 100, sendo que quanto mais negativo fôr, maior o peso das "respostas negativas".
    Conhecer a Crise
A confiança do consumidor (ou sentimento do consumidor) é frequentemente retratada como uma força motora fundamental da economia. Quando os consumidores estão confiantes, a economia é estimulada e quando estão inseguros, a economia é contraída, sendo que os consumidores tendem a ser mais confiantes sobre o futuro quando estão confiantes com o presente. Com base em inquéritos mensais o INE vai publicando indicadores de confiança que permitem interpretar melhor a dependência de Portugal relativamente à área Euro.

Os nossos consumidores são mais pessimistas.

A indústria só teve expectativas mais elevadas que a área Euro antes da unificação alemã.

O comércio a retalho manteve expectativas de crescimento acima da área Euro até à circulação do Euro.

A construção e obras públicas só mantiveram expectativas acima da área Euro até à circulação do Euro.

O indicador de confiança nos serviços apresentou valores superiores aos da área Euro, pouco antes e durante a implemmentação do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF, 2011-2014).



1. Constrói e interpreta um gráfico com as tcv´s do PIB de Portugal, Área Euro a 19, dois países fundadores da UE e dois países resgatados. Fonte: PORDATA

2. Compara Portugal com Área Euro construindo e interpretando os gráficos abaixo propostos. Utilize os dados do INE Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam - Agosto de 2021 * GDRIVE
a) indicador de confiança dos consumidores; Folha Cons-1.
b) indicador de confiança da indústria transformadora; Folha ICIT - 1.
c) indicador de confiança do comércio a retalho; Folha ICC - 1.
d) indicador de confiança da construção e obras públicas; Folha ICCOP - 1.
e) indicador de confiança dos serviços. Folha ICS - 1.

PREVIEW2021

3. Constrói um gráfico, utilizando o GDP growth (annual %) no Banco Mundial. Comenta a evolução da economia portuguesa, comparando com as tcv's do PIB com as de quatro potências mundiais do G7.

Exames Nacionais de 2014 a 2016 - A produção de bens e de serviços (8-14)

Nesta tarefa apresentam-se algumas questões referentes ao capítulo "A produção de bens e de serviços" que saíram nas provas do Exame de Economia de 2014 a 2016. Encontram-se outras provas de exame em www.iave.pt

Edita as imagens no Paint, resolve as questões e publica-as mostrando os cálculos e as justificações.





Sugestões

Lei dos Rendimentos Decrescentes

A produção (Y) resulta da combinação dos factores produtivos capital (K) e trabalho (L, da expressão inglesa Labour) utilizando uma dada tecnologia A (a letra t é utilizada em Economia para representar o tempo. Awareness is the application of knowledge to real-world situations). Portanto, a expressão abaixo representa a função de produção, que já terás observado no blogue:

Y = f(A,K,L)
A longo prazo, todos os factores podem ser ajustados, incluindo o trabalho, as matérias-primas, o capital e a tecnologia. Isto é, dentro de determinados limites os factores são substituíveis. Estudaremos esta situação em próximos posts. Outra característica dos factores é a complementaridade, visto que ambos os factores são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo.

O curto prazo é o período de tempo suficiente para o ajustamento dos factores produtivos variáveis, tais como as matérias-primas e o trabalho, mas demasiado curto para permitir que se alterem os factores fixos como o capital – edifícios e equipamentos – e a tecnologia.
Por exemplo, no curto prazo uma companhia aérea pode começar a fazer mais rotas, contratando mais pilotos, ou pedindo horas extras aos que já se encontram ao serviço. Igualmente, facilmente adquirirá mais gasolina ou contratará mais hospedeiras para os novos vôos, mas a aquisição de mais aviões, ou a sua substituição por aparelhos mais modernos só será possível a longo prazo.
No curto prazo, geralmente consideramos uma dada tecnologia, tomamos o capital como um custo fixo, e o trabalho como um custo variável. Isto nem sempre é verdade, por exemplo é relativamente difícil despedir funcionários públicos, mas o trabalho pode, em geral, ser mais facilmente ajustado do que o capital.

Segundo a lei dos rendimentos decrescentes, obtemos cada vez menor produção adicional à medida que acrescentarmos doses adicionais de um factor, mantendo fixos os restantes. Ou seja, mantendo constantes os restantes factores produtivos, o produto marginal de cada unidade do factor de produção reduzir-se-á com o aumento da quantidade utilizada desse factor.

Um exemplo anedótico, é o caso de empregarem mais secretárias nos escritórios sem cuidar de instalar novos equipamentos.

Imagine que na produção do bem X são utilizadas 5 unidades de Capital, variando o Trabalho de 0 a 8 unidades. A tabela abaixo mostra a Produção Total, O Produto Marginal e o Produto Médio.

O Produto Marginal - ou produtividade marginal - de um factor de produção é o produto adicional gerado por 1 unidade adicional desse factor, mantendo os restantes factores constantes.

O Produto Médio - ou produtividade média - é igual à produção total dividida pela totalidade de unidades do factor de produção.

A curto prazo, o nível de produção óptimo corresponde ao máximo da produtividade marginal, a partir da qual haverá rendimentos decrescentes porque um dos factores produtivos é fixo.

Segue-se a imagem que ilustra a tabela acima. (Ficheiro)

Em casos extremos o produto marginal pode ser negativo. Voltando ao exemplo das secretárias, seria o caso de a funcionária não ter material para trabalhar, e começar a perturbar uma amiga!

1. Explica os seguintes conceitos:
- combinação dos factores produtivos
- função de produção
- factores de produção
- complementaridade dos factores
- substituibilidade dos factores
- o número óptimo de trabalhadores

2. Distingue o curto prazo do longo prazo tendo em vista a produção.

3. Enuncia a lei dos rendimentos decrescentes.

4. Define:
- Produto Marginal/Produtividade Marginal
- Produto Médio/Produtividade Média

5. Preenche a tabela que se encontra aqui, e constrói um gráfico que ilustre a relação entre a Produção Total, o Produto Marginal e o Produto Médio. Publica o link do ficheiro.

6. Observando a tabela construída no ponto anterior.
a) Interpreta a linha correspondente ao trabalho = 3;
b) "Quando o produto marginal é decrescente, o produto médio também decresce". Justifica.
c) Identifica a coluna que expressa a lei dos rendimentos decrescentes.

Análise Económica II (2016-2020)

Nas Contas Nacionais, o Quadro A.0.1 - Principais indicadores económicos (anual) (help) sintetiza a evolução da economia portuguesa no período 2016/20.

1. Indica o ano em que o PIB:
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais lentamente
- caiu mais rapidamente

2. Recordando a estrutura da despesa em 2015-20, completa os pesos e os contributos no ficheiro help.

3. Recordando a estrutura da despesa em 2015-20, indica como se calcularam os contributos, em pontos percentuais, (a) do Consumo Privado, (b) do Consumo Público, e (c) do Investimento em 2019.

4. Em 2019, interpreta o contributo para a variação do PIB, em pontos percentuais, das seguintes rubricas:
- Consumo privado
- Consumo público
- Formação bruta de capital
- Exportações
- Importações

5. Que relação se verifica entre os contributos para a variação do PIB e a tcv do PIB.

6. O valor Capacidade (+) /necessidade (-) líquida de financiamento do Resto do Mundo é o simétrico do apresentado para o Total da economia. Justifica.

7. Identifica as duas rubricas que mais contribuem para o crescimento do PIB no período de 2016 a 2019. Justifica.

8. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do Consumo Privado e do Rendimento disponível bruto das famílias e ISFLSF.

9. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação nominal das Remunerações e dos CTUP, Custos do trabalho por unidade produzida (CTUP nominal).

10. Constrói e interpreta um gráfico que apresente as taxas de variação real do PIB e das componentes da Procura Global.

11. Constrói um gráfico para estudar a relação entre a variação das remunerações e da produtividade do trabalho. A que conclusão se chega?

II
Estudo da relação entre Valores nominais, Taxas de variação, Pesos, Contributos e Pontos percentuais tomando como exemplo as exportações de bens.
Para a rubrica Máquinas, em 2006, interpreta:
a) Valor nominal;
b) Taxa de variação:
c) Peso;
d) Contributo;
e) Pontos percentuais.

PREVIEW * PREVIEW 2010-2020

A taxa de desemprego situou-se em 6,4% e a taxa de subutilização em 12,0% - Setembro de 2021

  • • A população ativa (5 149,2 mil) diminuiu 0,2% em relação ao mês anterior e 0,1% relativamente a três meses antes, tendo aumentado 1,9% em relação ao mês homólogo de 2020.
    • A população empregada (4 817,8 mil) diminuiu 0,3% em relação a agosto e aumentou 0,3% relativamente a junho e 3,7% relativamente a setembro de 2020.
    • A população desempregada (331,3 mil) aumentou 1,9% em relação ao mês precedente e diminuiu 6,0% relativamente a três meses antes e 18,2% em relação ao mês homólogo.
    • A taxa de desemprego situou-se em 6,4%, mais 0,1 p.p. do que no mês precedente, menos 0,4 p.p. do que três meses antes e menos 1,6 p.p. do que um ano antes.

    Nas estimativas divulgadas neste Destaque, é considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores são ajustados de sazonalidade.
    Estatísticas do Emprego, Destaque do INE, Novembro de 2021
A Taxa de Desemprego é a percentagem de desempregados entre a População Activa.



A Taxa de Actividade é a percentagem da População Activa relativamente à População Total (menor que residente).
A População Activa inclui os maiores de 15 anos que, no período de referência, constituem a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico, quer os que estejam empregados, quer os que estejam desempregados à procura de emprego.


O Gráfico abaixo apresenta os valores destas variáveis para Agosto de 2021.


As estatísticas do emprego vão-se redefinindo, para representarem da melhor forma a realidade. A última novidade foi a criação do indicador Taxa de subutilização do trabalho, que se define pela relação entre a subutilização do trabalho e a população ativa alargada, dando visibilidade ao subemprego de trabalhadores a tempo parcial e a inativos à procura de emprego: T.S. (%) = (Subutilização do trabalho / População ativa alargada) x 100.
Estimativas Mensais Emprego e Desemprego - Alguns conceitos.


1. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Actividade, indicando as operações.

2. Com base na imagem acima, calcula a Taxa de Desemprego, indicando as operações.

3. Interpreta a Taxa de Actividade calculada em 1..

4. Interpreta a Taxa de Desemprego calculada em 2..

5. Utilizando as taxas de desemprego, referentes a Setembro de 2021, nos Quadros da p. 10 do destaque acima referido, justifica:
- o género mais penalizado pelo desemprego;
- o grupo etário mais penalizado pelo desemprego.

6. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie as diferenças na Taxa de Actividade entre os géneros (F/M) e entre Portugal e a União Europeia. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

7. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada os diversos grupos etários. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

8. Constrói um gráfico a partir dos dados no PORDATA, que evidencie que a Taxa de Desemprego afecta de forma diferenciada em função do nível de escolaridade concluída. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

9. Constrói a partir da população desempregada à procura de novo emprego: total e por profissão anterior (PORDATA) um gráfico que evidencie como a percentagem de desempregados à procura de novo emprego varia com a profissão anterior. Publica-o no blogue e interpreta-o. Preview

Carga fiscal representou 34,8% do PIB - 2020

Recurso

O INE apresenta um destaque em que comenta a evolução recente da carga fiscal.

Tarefa

I Parte

Copia para o blogue o Resumo do destaque, e inclui ao longo deste, as sete (3 gráficos e 4 quadros) imagens do PDF que sustentam as respectivas afirmações.
NOTA: Assinala nas imagens os valores referidos no texto.

II Parte

1. Admitindo que Portugal deseja aproximar a sua fiscalidade da média da UE, indica que impostos deverá descer/subir?

2. Apenas relativamente aos seis países fundadores da UE (CEE, 1957), compara Portugal com estes, quanto ao peso das contribuições sociais efectivas na carga fiscal.


SUGESTÕES

Interpretar Valor nominal, Números índice, Variação absoluta, Taxa de variação e Percentagem (PORDATA)

O PORDATA apresenta um conjunto de ferramentas que realiza muitos dos cálculos comuns em Economia. Designadamente, calcula números índice, variações absolutas, taxas de variação, percentagens, e até calcula as variáveis a preços constantes, utilizando o índice de preços implícitos no PIB ou o IPC harmonizado, considerando as diferentes taxas de inflação de cada país.

1. Partindo do Valor Acrescentado Bruto na UE27(2020) (ou do Ficheiro de ajuda), constrói um ficheiro semelhante ao que aqui se apresenta, embora com outros países: França, Países Baixos, Portugal, Roménia e Hungria.

2. Interpreta os valores do último ano de cada tabela para dois países contrastantes.

3. Ilustra o processo de convergência/divergência com a UE, criando um gráfco de linhas com os números índice, no mesmo ficheiro. Comenta-o identificando os países com melhores/piores desempenhos. Critica o processo utilizado neste ponto.

4. Reutiliza o ficheiro acima criado, publicando outro com estes países.

MIX PIB’s-tv’s nominais, volume, preços, ip’s e taxa de inflação

Do PIB a preços correntes, o PORDATA permite calcular o PIB a preços constantes (1) implícitos no PIB ou (2) com base no IPC. Temos ainda o PIB a preços do anterior, vários índices de preços, e podemos calcular sempre as taxas de variação. O ficheiro destina-se a explicar os conceitos necessários para ordenar este caos aparente, e a realizar uma actividade em papel.

Calculando as tcv e tcp a partir das séries a preços correntes e a preços do ano anterior

Já se viu que só por si, as séries do PIB a preços correntes não permitem determinar as taxas de crescimento em volume nem dos preços, porque o seu valor combina ambas as variações. Este problema pode ser resolvido com as séries a preços constantes. Porém, com o tempo, os preços no ano base deixam de ser representativos, porque vão sendo produzidos bens anteriormente inexistentes, cuja valorização é problemática.

Uma solução prática, consiste em calcular o PIB a preços do anterior, o que equivale à mudança de ano base em cada ano.

Então poderá calcular-se o Índice de Preços implícitos no PIB dividindo a série a preços correntes pela série a preços do ano anterior. Multiplica-se por 100 para obter um valor de interpretação mais comum.
Neste caso, para calcular a tcp t/t-1 basta subtrair 100 ao Índice de Preços.

Note que as duas séries do PIB combinadas, oferecem a quantidade do PIB de dois anos sucessivos, t e t-1, calculada a preços do ano t-1. Portanto, basta combinar o PIB do ano t, a preços do ano anterior (t-1), com o PIB do ano t-1, calculado a preços correntes (t-1). Como ambos os valores estão calculados a preços do ano t-1, mas a quantidade varia de t-1 para t, o resultado será a tcv t/t-1.

A tabela abaixo sintetiza o que se escreveu acima.

A título de exemplo, a partir do PORDATA, recolheu-se a série do PIB a preços correntes e a série do PIB a preços do ano anterior. Para o período 1996-2020 calcularam-se o IP, a tcp e tcp.

Na representação gráfica das série do PIB, quando os preços subiram (tcp>0) a série a preços correntes surge acima da série a preços do ano anterior.

A representação gráfica das tcv e das tcp permite observar rapidamente em que momentos o PIB cresceu (caiu) mais (menos), tal como quando os preços subiram (desceram) mais (menos).

1. Recolhendo os dados do PIB a preços correntes (PORDATA) e a preços do ano anterior (INE), constrói uma tabela semelhante à acima apresentada.
Ficheiro de ajuda

2. Representa graficamente o PIB a preços correntes e a preços do ano anterior.

3. Representa graficamente a tcv e a tcp.

4. Indica o valor das taxas de variação, referentes ao ano em que:
A – O PIB
- cresceu mais rapidamente
- cresceu mais lentamente
- caiu mais rapidamente
- caiu mais lentamente
B – os preços
- subiram mais rapidamente
- subiram mais lentamente
- desceram mais rapidamente
- desceram mais lentamente

5. Partindo dos valores calculados neste exercício, interpreta em 2019:
- o índice de preços;
- a tcv;
- a tcp.

6. Já numa tarefa anterior - Preços correntes versus preços constantes - tinhas calculado o índice de preços implícito no PIB, as tcp’s e as tcv’s. Que vantagem apresenta o processo de cálculo seguido nesta tarefa? Ilustre a resposta referindo os valores do índice de preços de 2019 calculados em ambas as tarefas.

Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de 15,5% em termos homólogos e de 4,9% em cadeia - 2.ºT2021

Em Agosto de 2021, o INE publicou a estimativa rápida Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de 15,5% em termos homólogos e de 4,9% em cadeia, no 2.º Trimestre de 2021.



  • O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 15,5% no 2º trimestre de 2021 (-5,3% no trimestre anterior). Esta evolução é influenciada por um efeito de base, uma vez que as restrições sobre a atividade económica em consequência da pandemia se fizeram sentir de forma mais intensa nos primeiros dois meses do segundo trimestre de 2020, conduzindo então a uma contração sem precedente da atividade económica.
    (...) Comparativamente com o 1º trimestre de 2021, o PIB aumentou 4,9% em volume, mais que compensando a variação em cadeia negativa (-3,2%) observada nesse trimestre. Esta evolução reflete os impactos económicos da pandemia, tendo-se verificado, no início do ano (2021), um confinamento geral, seguindo-se um plano de reabertura gradual a partir de meados de março.
    INE, Destaque de 31 de Agosto de 2021
1. Relativamente ao 2º trimestre de 2021, indique o valor e explicite os seguintes conceitos:

a) taxa de variação homóloga do PIB;

b) taxa de variação trimestral do PIB.

2. Já se conhece a taxa de variação média do PIB em 2021? Justifique.

3. Afinal o PIB cresceu ou caiu nos 3º e 4º trimestres de 2020? Justifique.

4. Calcula as taxas de variação (a) trimestrais e (b) homólogas do PIB de 2011 a 2021II, a partir do Quadro 1 - PIB a preços de mercado na ótica da despesa - dados encadeados em volume (ano de referência=2006) - do ficheio de ajuda.

5. Representa graficamente as taxas de variação trimestrais e homólogas para o período em que dispões de dados. Comenta a relação que o gráfico te sugere. PREVIEW DO GRÁFICO

6. No período em que dispões de dados, identifica,
A - Utilizando as tv trimestrais:
a1) quando a economia cresceu mais;
a2) quando a economia cresceu menos;
a3) quando a economia caiu mais;
a4) quando a economia caiu menos.
B - Utilizando as tv homólogas:
b1) quando a economia cresceu mais;
b2) quando a economia cresceu menos;
b3) quando a economia caiu mais;
b4) quando a economia caiu menos.

Abrir um blogue

Nesta aula vamos:
1. Abrir um blogue com endereço que identifique os alunos
2. Publicar mensagem de apresentação
3. Enviar o endereço do blogue por mail para netodays@gmail.com
Recomenda-se ainda a adição do endereço do colega como autor.

Como?

Salário nominal vs. Salário real

Gráfico salário mínimo nominal e real mensalizado, 1974-2024.

O salário nominal corresponde ao valor do trabalho expresso em moeda. Calcula-se o seu aumento percentual, como qualquer taxa de variação.



Com a quantia do salário nominal, o trabalhador pode adquirir determinada quantidade de bens e serviços que constitui o seu salário real.

A subida dos salários aumenta o poder de compra - o conjunto de bens que será possível adquirir -, mas o aumento dos preços, medido pela taxa de inflação, reduz a sua capacidade para aquisição dos bens, sendo necessário conjugar os dois efeitos para determinar as consequências sobre o salário real.

Geralmente quer os salários, quer os preços aumentam, por isso acaba por se verificar uma das seguintes situações:


  • Se os salários nominais tiverem um aumento superior ao da taxa de inflação, então o salário real sobe;
  • Se os salários nominais tiverem um aumento semelhante ao da taxa de inflação, então o salário real mantém-se;
  • Se os salários nominais tiverem um aumento inferior ao da taxa de inflação, então o salário real desce.
O salário real mede o poder de compra de um trabalhador expresso em bens e serviços. Calcula-se pelo rácio entre o salário nominal e o índice de preços no consumidor.



No quadro abaixo, lê-se na linha (1) o valor do IPC total para Portugal, tomando 2012 como ano base, de 2005 a 2021. Na linha (2) lêem-se as taxas de inflação e na linha (3) apresenta-se o valor mensal do salário mínimo, cujo aumento percentual se apresenta na linha (4). Para concluirmos se o trabalhador ganhou ou perdeu poder de compra, basta calcular a diferença entre o aumento dos salários e dos preços, que se apresenta na linha (5)=(4-2).



Na linha (6) apresenta-se o cálculo do salário real e na (7) o aumento percentual deste. A diferença entre os valores das linhas (5) e (7) é desprezível no quotidiano, pelo que geralmente ficamos pela operação indicada em (5). Interpretando o salário real, observa-se que no ano em que mais poder de compra ganharam, 5,8% em 2020, os 635€ do salário mínimo apenas permitiam adquirir os bens e serviços que se compravam com 611,8 € a preços de 2012. Mesmo assim, o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salários nominais divididos pelo custo de vida, o salário real em 2020, foi o mais elevado dos últimos 17 anos.

Para evitar a perda de poder compra, os sindicatos frequentemente reivindicam a indexação dos salários à taxa de inflação, isto é, que os salários subam ao ritmo da inflação. Por exemplo, um salário de 500€ em 2005, que tivesse aumentado (e descido) tanto quanto os preços, em 2020 corresponderia a 604,2€.



1. Distingue salário nominal de salário real.

2. Explica como o salário real varia com o (1) aumento da salário nominal e (2) a taxa de inflação.

3. Relaciona as expressões “salário real” e “poder de compra”.

4. Indica como se calcula o salário real.

5. Explica o que significa “indexar os salários” à taxa de inflação.

6. Preenchendo o ficheiro de ajuda, de 2007 a 2023:
a) Calcula a taxa de inflação (linha 2);
b) Calcula a taxa de variação do salário nominal (linha 4);
c) Calcula o ganho (+) ou perda (-) do poder de compra pela diferença ente as variações de salários e de preços (linha 5);
d) Calcula o salário real em cada ano, a preços de 2005 (linha 6);
e) Calcula a taxa de variação do salário real (linha 7);
f) Calcula o valor do salário correspondente a 500€ em 2007, admitindo a sua indexação à taxa de inflação (linha 8).

7. Interpretando o ficheiro de ajuda, indica em que ano:
a) Os preços estavam mais baixos;
b) Os preços estavam mais altos;
c) Os preços subiram mais;
d) Os preços subiram menos;
e) Os preços desceram mais;
f) Os preços desceram menos;
g) Os salários reais estavam mais baixos;
h) Os salários reais estavam mais altos;
i) Os salários reais subiram mais;
j) Os salários reais subiram menos;
k) Os salários reais desceram mais;
l) Os salários reais desceram menos;
m) Os salários nominais subiram mais;
n) Os salários nominais subiram menos;
o) Os salários nominais desceram mais;
p) Os salários nominais desceram menos;
q) Em 2022, os 705€ do salário mínimo apenas permitiam adquirir os bens e serviços que se compravam com ______ € a preços de 2019.

8. Calcula quanto deveria um trabalhador auferir em 2023 para adquirir o mesmo cabaz de bens e serviços que comprava em 2007 com 1.000,00 €.

9. Indique a discrepância entre o valor actualizado para 2022 (A) calculado no seu ficheiro, relativamente ao (B) obtido no simulador do PORDATA, para 500€ em 2007.

Histórico 1978/2023

Vantagens e inconvenientes das aulas não presenciais

Tendo em consideração a experiência do 2º período, refira o que correu bem, o que correu menos bem, e que fazer para melhorar?

Publique a sua opinião, comente e avalie as justificações dos seus colegas no Padlet abaixo.

Criado com o Padlet

Reestruturação do Trabalho Escolar

Leia a apresentação.



1. Comente a reestruturação do trabalho escolar acima proposta.

2. Desenhe no Paint um gráfico representando o equilíbrio entre a oferta (S) e a procura (D).

Necessidades e Consumo – Exames de 2018, 2019 e 2020

Copia as imagens para o teu computador, responde editando-as no Paint, justificando a resposta. Publica as imagens no blogue.

NOTA: Em duas destas imagens basta indicar que incluem matéria ainda não leccionada.




Correcção