Preços estáveis vs Conjuntura inflacionista

Numa conjuntura de preços estáveis (taxa de inflação baixa) os preços dos bens vão subindo lentamente, e os agentes económicos podem ir ajustando as suas decisões em função dos preços que são conhecidos. Nesta conjuntura o poder de compra da moeda também se vai reduzindo lentamente. Neste cenário as pessoas e as empresas podem fazer cálculos do género: Nos próximos 10 anos o meu salário crescerá acima da taxa de inflação? Nos próximos 10 anos o preço do produto que nós fabricamos subirá mais que os custos?
Numa conjuntura inflacionista (taxa de inflação elevada) os preços dos bens sobem rapidamente, e os agentes económicos não têm tempo para fundamentar as suas decisões porque os preços começam a aproximar-se de uma lotaria. Nesta conjuntura o poder de compra da moeda cai drasticamente. Neste cenário a incerteza não permite decisões fundamentadas nem das empresas nem das famílias.


1. Utilize o ficheiro de ajuda com os seguintes dados:
- Valor do Cabaz: 1.000 €
- Taxas de Inflação da conjuntura “preços estáveis”: 1,5% e 1,7%
- Taxas de Inflação da conjuntura inflacionista: 4%, 7% e 9%
Recalcule:
a) O valor do cabaz nos próximos 10 anos;
b) O impacto da inflação sobre o poder de compra.

2. Comente o ponto anterior.

A estabilidade de preços é importante porquê?



Lê a brochura do Banco Central Europeu “A estabilidade de preços é importante porquê?”     Backup

1. “Com uma moeda estável como o euro, podes também ter a certeza de que com a tua nota poderás comprar sempre uma quantidade idêntica de bens e serviços. Contudo, se o teu dinheiro perdesse valor de forma considerável, então tu deixarias de ter confiança nele. Uma moeda tem valor porque as pessoas confiam nela”. (p. 2)
1.1. Destaca do parágrafo acima uma expressão que enfatize a importância da função de reserva de valor da moeda, num contexto de estabilidade de preços.
1.2. O Euro é moeda fiduciária. Justifica.

2. “A moeda simplifica as nossas vidas de três maneiras.” (p. 3)
2.1. Explicita as três funções da moeda.

3. “Os índices de preços no consumidor – utilizados para verificar a estabilidade dos preços – são compilados uma vez por mês recorrendo ao que se designa por “um cabaz de compras”. Este cabaz contém, uma ampla variedade de produtos habitualmente consumidos por uma família representativa. O preço total do “cabaz de compras”, como uma medida do nível geral de preços, é depois verificado periodicamente para ver quanto é que os preços estão a subir”. (p. 4)
3.1. Explicita o conceito de família representativa.
3.2. Explicita o conceito de cabaz de compras.
3.3. Indica como se calculam os índices de preços no consumidor.

4. Definição: A inflação é a subida generalizada e sustentada dos preços.
  • Se apenas subissem os preços de alguns bens, os consumidores poderiam adaptar-se a novos padrões de consumo, evitando os efeitos nefastos da inflação.
  • Se os preços não subissem durante um período considerável de tempo, mas apenas num determinado momento, dir-se-ia que se verificou apenas uma alteração do nível geral de preços, passando para um patamar diferente no referido momento. Os preços teriam subido, mas o fenómeno não se diz inflação se não tiver continuidade.
4.1. Explicita na definição de inflação, o significado das seguintes expressões: a) Generalizada; b) Sustentada.
4.2. Refere as seguintes causas da inflação: (p. 5)
a) Por excesso da procura;
b) Por aumento dos custos de produção.
4.3. “A deflação pode ser definida como sendo o oposto da inflação, isto é, (...)”. (p. 6) Completa a definição de deflação fazendo copy/paste.

5. “Os preços são considerados estáveis se, _________, não subirem (como em períodos de inflação) nem descerem (como em períodos de deflação) ao longo do tempo”. (p. 6)
Completa.

6. A estabilidade de preços promove o crescimento económico e o emprego porque os consumidores e as empresas podem tomar decisões mais informadas se os preços forem comparáveis. (p. 7/8)
6.1. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva dos consumidores.
6.2. Refere-te ao interesse da estabilidade dos preços na perspectiva das empresas.

7. “Quando os preços são estáveis, os detentores de poupanças e os credores estão dispostos a aceitar taxas de juro mais ______, dado que esperam que o valor do seu dinheiro permaneça igual por períodos mais longos. Caso contrário, iriam querer uma garantia contra a incerteza quanto ao valor futuro do seu dinheiro e passariam a exigir taxas de juro mais elevadas para os seus depósitos e empréstimos”. (p. 8)
Completa.

8. “Como resultado, os devedores beneficiam de taxas de juro mais ______. Isso significa que os custos de endividamento das empresas que desejam comprar máquinas mais modernas e das pessoas que pretendem um empréstimo para comprarem, por exemplo, um carro ou uma casa são mais baixos. Encorajar as empresas a investirem deste modo contribui para um aumento da sua competitividade e cria postos de trabalho adicionais. Esta é outra razão por que preços estáveis são um contributo tão importante para o crescimento económico e o emprego”. (p. 9)
Completa.

9. “Regra geral, os grupos mais desfavorecidos da sociedade são os que frequentemente mais sofrem com a inflação, dado que as possibilidades que têm para se protegerem são limitadas”. (p. 9)
Refere-te aos aspectos sociais da estabilidade dos preços comparando aqueles que usufruem de rendimentos fixos (salários e pensões, por exemplo) com os que detêm rendimentos variáveis (os lucros variam com as vendas).

10. “A política monetária do BCE visa manter a taxa de inflação anual na área do euro num nível muito baixo, ou seja, num nível inferior mas próximo de 2 % a médio prazo”. (p. 10)
10.1 Explica porque é desejável uma taxa de inflação de 2% comparativamente a 0%.
10.2 Explica porque seria perigoso para a economia a descida dos preços.
10.3 Indica os países que pertencem à Área do Euro desde 2007.

11. Procure na web uma definição, e faça link para o site onde encontrar os seguintes conceitos:
11.1 Desinflação;
11.2 Estagflação.


II
Depreciação do valor da moeda - com a subida de preços a moeda perde valor aquisitivo, ou seja, com a mesma quantidade de moeda compra-se menor quantidade de bens e serviços.
Deterioração do poder de compra - queda do poder de compra, em resultado da variação média de preços ser superior à variação média do rendimento.
A inflação (1) deprecia o valor da moeda e (2) deteriora o poder de compra. Preenchendo este ficheiro, estude o efeito das conjunturas de preços estáveis e das conjunturas inflacionistas. Comenta o preço dos bens e o poder de compra da moeda a 10 anos. (Ficheiro preenchido)

Sugestão de correcção da Parte I * Esquema

A esperança está nos fundos! - Para que serve a Europa?

Como poderá a Europa libertar-nos da pobreza?




Será o ciclo vicioso da pobreza? Os países menos desenvolvidos dispõem de menos recursos, e gastam muito menos em políticas sociais, deixando mais facilmente à margem da sociedade amplos estratos de idosos, doentes, deficientes, indiferenciados, desempregados... Menos recursos financeiros significam também menor possibilidade de qualidade de qualificação da sua mão-de-obra, que terá produtividade mais baixa. Como produzem menos tem menores possibilidades. Como se sai daqui?!



A Europa já nos ofereceu uma excelente oportunidade para quebrarmos este enguiço, através de generosos fundos estruturais que o país recebeu antes e depois da adesão à CEE (1986).

  • Durante o cavaquismo (1985-1995) foi desperdiçado o imenso fluxo de capital injectado pelos fundos estruturais. Ainda que tenha deixado marcas positivas nas infra-estruturas e nas obras públicas, não mudou estruturalmente o país no sentido da modernidade. Isto é, permitiu certo desafogo momentâneo, mas não mudou nada essencial no que era necessário mudar: na educação, na qualificação profissional, na investigação científica, na melhoria duradoura e sustentada do Estado social. Pelo contrário, em todos estes domínios foi o fiasco, quando não a regressão. O cavaquismo terá sido uma década de ouro para os grandes interesses da construção civil e do imobiliário, para a banca e a especulação, para os grandes grupos financeiros, para os que enriqueceram fraudulentamente com os fundos estruturais, para a elite do regime que promiscuamente circulava (e circula) entre os negócios, as sinecuras e a administração pública - mas para a modernização económica social do país foi uma grande oportunidade perdida.
    Fonte: Adaptado de http://bde.weblog.com.pt/arquivo/140029.html


José António Saraiva (2007:255) explica que os fundos europeus foram utilizados para financiar o consumo através do recurso a importações.



O modelo de "desenvolvimento" por facilitação do consumo terá como consequência a criação de hábitos consumistas e o endividamento das famílias portuguesas.

O processo de convergência de Portugal com a UE que então o PIB registou não tinha obviamente qualquer consistência. Mal ficou à vista a entrada na Zona Euro, iniciou-se o processo de divergência relativamente à União Europeia em 2000, com o PIB per capita a passar para 78,0% da média da UE-27, quando correspondia a 78,3% no ano anterior. De então para cá, exceptuando o valor estimado para 2005, Portugal tem-se afastado da média europeia todos os anos...





Fonte: GDP per capita in Purchasing Power Standards (PPS) (EU-27 = 100)



Lamentavelmente, o esforço não é valorizado pelos portugueses. O grande obreiro da adesão de Portugal à CEE afirmou: "É preciso continuar a sacar dinheiro à Europa" (Mário Soares, Público, 18 de Maio de 1999). Esta é certamente a afirmação que melhor sintetiza o sentimento dos portugueses relativamente à UE.


Esta "filosofia" do "nenhum esforço" foi transportada para o ensino. Como as crianças abandonavam a Escola sem ter concluído o 9º ano, inventaram-se as "Novas Oportunidades" - conclusão da escolaridade sem necessidade de fazer qualquer teste - que seriam posteriormente alargadas ao ensino secundário.


Fonte: The social situation in the European Union 2004 Link perdido

Nota: O Lower Secondary destina-se a crianças dos 11 aos 14 anos, idade com que terminam o 9º unificado a que será equivalente.

Um ensino onde se oferecem diplomas sem reforçar as qualificações dos indivíduos, sem dúvida que coloca Portugal mais próximo da União em termos dos indicadores estatísticos referentes às habilitações, mas só pode dificultar a convergência em termos de produtividade, porque reduz a transparência no mercado de trabalho.


Qual a posição de Portugal relativamente às despesas em políticas sociais? No fim da tabela na Europa dos 15, a meio na Europa dos 27.





Fonte: Total expenditure on social protection per head of population. PPS - EUROSTAT online

Somos o país da União Europeia com o rendimento pior distribuído, como se pode conferir pelos Coeficientes de Gini.
NOTA: Interpretação dos Coeficientes de Gini - Quanto maior for este coeficiente mais inequitativa é a repartição do rendimento. O valor observado em Portugal reflecte os baixos salários de que usufrui a generalidade da população, conjugados com rendimentos relativamente elevados de alguns privilegiados.






Fonte: Gini coefficient - EUROSTAT online





Somos um país em que a despesa pública em educação, relativamente ao PIB, é inferior à realizada por muitos países mais desenvolvidos, dos quais Portugal se vai afastando...





Fonte: Eurostat Yearbook 2008 - Education



Portugal é dos países onde mais indivíduos com 18 anos de idade abandonaram a escola. Sendo mais reduzidas as suas oportunidades de qualificação, será menor a mobilidade social na sociedade portuguesa.




Fonte: Eurostat Yearbook 2008 - Education



Mais jovens poderiam obter qualificação acrescida e menor dificuldade teríamos em encontrar profissionais nas estruturas intermédias se os cursos profissionais assumissem maior expressão. Como o trabalho é mal remunerado, todos anseiam pela entrada na Universidade frequentando os cursos da via ensino, engrossando posteriormente a taxa de desemprego.



Fonte: Estatísticas da Educação, GEPE.

O Governo corre maratonas populistas pelas "Novas Oportunidades", enquanto a maratona de fundo da qualificação vai esperando. Nesta, sem dúvida que seria importante que os cursos profissionais assumissem maior expressão, dotando a economia de mão-de-obra com formação intermédia.

A crise financeira é mais uma desculpa para aceitar a pobreza como fatalidade do destino português. Seria triste pertencer formalmente à zona mais rica do Mundo desde 1986, para continuar eternamente à porta em termos de bem-estar.

Cavaco Silva, economista, não foi responsabilizado pela oportunidade perdida que a UE nos ofereceu de atingir níveis superiores de bem-estar, e até foi premiado com a Presidência da República! Como se explica aos jovens que os políticos que ele designou "má moeda" são dignos de confiança e a integração do país na UE constitui uma das melhores garantias de prosperidade?

Terão os candidatos alguma ideia para libertar o país do ciclo vicioso da pobreza? Caso não apresentem qualquer utopia mobilizadora arriscam-se a ser tomados como os portugueses melhor colocados para sacar dinheiro da Europa.

Poderá a Europa corresponder aos sonhos dos jovens?

Para que serve a Europa?

Segunda-feira poderão mesmo falar em chat com alguns dos candidatos a deputados no Parlamento Europeu, que eles responderão. O tema é "para que serve a Europa". Tentem documentar-se e fazer perguntas compreensíveis.

A 7 de Junho Portugal elegerá 22 deputados ao Parlamento Europeu.

Este ano Portugal elegerá 22 deputados. Os cabeças de lista dos principais partidos em 2009 são:

Vital Moreira (do PS)
Paulo Rangel (PSD)
Ilda Figueiredo (PCP)
Nuno Melo (CDS-PP)
Miguel Portas (Bloco de Esquerda)

Ficarão disponíveis para chat dia 18 de Junho durante a aula de Economia:

EURODEPUTADOS E RECANDIDATOS

ANA GOMES - PS

JAMILA MADEIRA – PS

CARLOS COELHO – PSD

CANDIDATOS AO PARLAMENTO EUROPEU

PAULO RANGEL - Cabeça de lista do PSD

REGINA BASTOS - PSD

NUNO MELO - Cabeça de lista do CDS

RUI TAVARES - Nº 3 da Lista do BE

JOÃO FERREIRA - PCP

MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL

PARTIDO DA TERRA - Pedro Quartin Graça

PARTIDO POPULAR MONÁRQUICO - Frederico Carvalho

PARTIDO NACIONAL RENOVADOR - Humberto Nuno de Oliveira

MOVIMENTO MÉRITO E SOCIEDADE - Carlos Gomes


PCTP - Orlando Alves

POUS - Carmelinda Pereira


PARTIDO HUMANISTA - Luís Filipe Guerra


DEPUTADOS

PS
ANA CATARINA MENDES
ISABEL PIRES DE LIMA
PAULA BARROS

PSD
ANDRÉ ALMEIDA
MIGUEL RELVAS
PEDRO DUARTE

PCP
JOSÉ SOEIRO
MIGUEL TIAGO

CDS
HELDER AMARAL
NUNO MAGALHÃES

BE
JOÃO SEMEDO



DEPUTADOS NÃO INSCRITOS

JOSÉ PAULO CARVALHO


OUTROS CONVIDADOS

TERESA COUTINHO - Gabinete Parlamento Europeu
PAULO GUINOTE – Blogue A Educação do meu Umbigo
PAULO MARCELO – Comissão Política PSD
PAULO SANDE - Director do Gabinete do Parlamento Europeu
ANTÓNIO SOBRINHO - Gabinete Parlamento Europeu
ANTÓNIO JOSÉ SEGURO - Pres. Comissão Educação
CARLOS VAZ – Prof. da Interactic 2.0.


O Tema do chat que decorrerá num blogue especial será “Europa, para que te quero?”
É uma oportunidade única de colocares aos deputados perguntas a que eles terão obrigação de responder. Basta pensares nos teus interesses! Exemplo:

- Irá promover estágios para alunos dos cursos profissionais em países mais ricos que o nosso (Reino Unido, França, Alemanha,..) Muitos de nós achariam compensador um 13º ano investido na aprendizagem da língua do país de acolhimento ;)


No dia 18, para o chat será aberto um blogue Minuto a Minuto igual a este, que foi utilizado para entrevistar José Sócrates. Cada aluno definirá um nickname do nome-do-aluno_Cacem. Exemplo: JoaoPito_Cacem.


Compete ao Parlamento Europeu aprovar o Orçamento Europeu a implementar pela Comissão Europeia, tal como o Governo português subordina as suas políticas ao Orçamento de Estado aprovado no Parlamento (Assembleia da República).





História e tipos de moeda

Hoje a moeda até já poderia ser dispensada, pois a generalidade das pessoas recebe o seu salário por transferência bancária e efectua os pagamentos através de cartões bancários, instrumentos de pagamento que podem ser classificados em três tipos, de acordo com a função principal que desempenham e a forma como os valores são movimentados:
  • Cartão de débito;
  • Cartão de crédito;
  • Cartão pré-pago.
Tomando como referência o texto de João César das Neves (em PDF), responde às questões abaixo:



1. Distingue troca directa de troca indirecta.
2. Apresenta exemplos de bens que tenham sido utilizados como moeda.
3. Define moeda-mercadoria.
4. “Para que um bem apenas sirva como moeda, esse bem deve ser inútil”. Justifica.
5. Refere as características que um bem deve apresentar para funcionar adequadamente como moeda.
6. Define moeda de papel (primeiras notas).
7. Explicita o conceito de moeda fiduciária (da expressão latina fiduciariu, que depende de confiança).
8. Explicita o conceito de papel-moeda.
9. Define moeda escritural.
10. Define moeda de plástico.
11. Define moeda electrónica.
12. Relaciona a evolução tecnológica com o processo de desmaterialização da moeda.
13. Distingue diversos tipos de cartões bancários: débito, crédito e pré-pagos.

II


*14. Leia a apresentação Bitcoin, moeda ou esquema?
Realize a sua pesquisa e fundamente a resposta à questão. Designadamente, verifique que apesar de a Bitcoin não cumprir todas as funções exigidas na definição inicial, é considerada moeda por amplos sectores. Assim, discuta e redefina o conceito de moeda, lendo o texto indicado na apresentação, Bitcoin — a moeda na era digital.


Esquema II

Correcção

Conceito e funções da moeda

Se não existisse moeda, precisaríamos de levar para todo o lado um enorme saco cheio de coisas que utilizamos todos os dias. A moeda facilita a nossa vida porque apesar de não ter utilidade para satisfazer directamente qualquer necessidade, constitui um recurso com o qual todas as necessidades podem ser satisfeitas, porque é universalmente aceite nas trocas.

A moeda é um bem especial, com características únicas: não é produzida para ser consumida, nem serve directamente para produzir o que quer que seja. Não é uma mercadoria, mas sendo de aceitabilidade geral nas trocas, permite adquirir qualquer bem, funcionando como (1) meio de troca ou meio de pagamento; também serve como (2) unidade de medida do valor dos bens, unidade de conta ou unidade cálculo; o dinheiro não gasto hoje, pode utilizar-se mais tarde, servindo como (3) reserva de valor.

Para explicitar melhor este conceito, lê o texto de Samuelson/Nordhaus sobre as funções da moeda.



1. Apresenta um conceito de moeda.
2. Explicita as funções da moeda e apresenta exemplos.

Correcção

Módulo 3 - Revisão da matéria

Faz o download desta grelha. Preenche-a com as respostas às questões abaixo e envia-a para o mail do professor.

1. Tu vais com um grupo de amigos ao café tomar o lanche. Depois de servidos, qual das seguintes alíneas NÃO explica porque vocês preferem pagar a conta?
a) O dono do café não os voltaria a servir, e espalharia pelas redondezas que eram um grupo de caloteiros no MERCADO, se não os “desmontasse” antes…
b) O dono do café chamaria a polícia para exercer a AUTORIDADE do Estado.
c) O grupo sabe que a melhor forma de evitar chatices é proceder de acordo com a TRADIÇÃO, pagando a conta.
d) O grupo cultiva a AMIZADE com os donos dos cafés, porque são os responsáveis pelos “espaços culturais” mais próximos.

2. O mercado estudado em Economia é:
a) Uma feira.
b) Um ponto onde interagem compradores e vendedores de um produto, determinando o seu preço e a quantidade transaccionada.
c) O cruzamento da curva da oferta com a curva da procura.
d) A relação da função oferta com a função procura.

3. Se os consumidores querem mais de um determinado bem, lutam por ele, oferecendo mais dinheiro pelo mesmo bem, subindo o preço. Deste modo:
a) A subida dos preços não terá qualquer efeito porque aumenta o custo de vida.
b) Os empresários sentirão um incentivo no sentido de produzir maior quantidade do bem cujo preço aumentou, porque pretendem maximizar os lucros.
c) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta pedir subsídios ao Estado.
d) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta dizer aos empresários.

4. “Não é da benevolência do padeiro, do talhante ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas do empenho deles em promover seu próprio auto-interesse”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) César das Neves.

5. “Mais de 95 % de nós dão gorjeta aos empregados dos restaurantes, portanto deve haver mais do que pura Economia em jogo”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) Thomas Gilovich.

6. Quando cada um produz aquilo que melhor sabe fazer e troca por aquilo que mais gosta, em dadas circunstâncias, o mercado conduz-nos a uma situação mais racional e a maior bem-estar. Chamamos a este resultado:
a) Desenvolvimento.
b) Crescimento.
c) Eficiência.
d) Eficácia.

7. O valor da produção avaliado a preços de mercado é idêntico à despesa, porque:
a) Corresponde aos bens disponíveis para as famílias, avaliados aos preços a que estas os compram.
b) Os economistas definiram que a despesa seria igual à produção.
c) Esta identidade decorre das regras contabilísticas.
d) Outra razão.

8. Os factores produtivos são:
a) As rendas, os juros e os lucros.
b) Os salários, as rendas, os juros e os lucros.
c) O trabalho e o capital.
d) A natureza, as instalações fabris e o dinheiro.

9. Indica a alínea que NÃO corresponde a falha do mercado livre:
a) Uma empresa ser monopolista.
b) Uma empresa beneficiar da atenção do ministro.
c) Uma empresa produzir melhor e mais barato, obtendo a preferência dos consumidores.
d) Pagar demasiado por ignorar outro ponto de venda onde o produto se encontra mais barato.

10. O mercado pode perpetuar situações de pobreza e opulência, se estas já se verificarem devido a dados políticos, culturais, sociais, etc.
Esta afirmação é:
a) Verdadeira.
b) Falsa.
c) Duvidosa.
d) Outra. ______________________________________________________

11. O volume da procura é:
a) A quantidade que os consumidores compram.
b) A quantidade que os consumidores desejam comprar.
c) A quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
d) A quantidade que os produtores desejam vender.

12. O volume da procura é um fluxo:
a) Porque nunca compramos tudo de uma vez.
b) Porque as compras de uma semana são sensivelmente semelhantes às da semana seguinte.
c) Não corresponde a uma compra isolada, mas a um contínuo de compras que exprimimos em função do tempo, por exemplo, por semana, por mês ou por ano.
d) Qualquer das respostas acima.

13. O volume da procura varia em função:
a) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens e dos gostos dos consumidores.
b) Da oferta e da procura.
c) Da escassez e da utilidade dos bens.
d) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens, dos gostos dos consumidores e do nível de desenvolvimento da tecnologia.

14. Qual das seguintes afirmações é falsa?
a) A curva da procura estabelece a relação entre o preço do bem e o respectivo volume da procura. Obteve-se a partir função procura, supondo todas as variáveis explicativas constantes, à excepção do preço do respectivo bem.
b) A curva da procura tem inclinação decrescente porque o volume da procura aumenta (diminui) quando os preços baixam (sobem).
c) Uma variação do preço do bem provoca uma deslocação ao longo da curva, que designamos por variação da procura. Se houver alguma alteração do rendimento familiar, dos preços dos outros bens ou dos gostos dos consumidores, estaremos perante a deslocação da própria curva: aumento da procura ou redução da procura.
d) O litro de água comprado num restaurante é mais caro que o litro da gasolina num posto de abastecimento porque a água é um bem escasso.

15. O volume da oferta depende:
a) Do volume da procura.
b) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico e dos objectivos das empresas.
c) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico, dos objectivos das empresas, do rendimento e dos gostos dos consumidores.
d) Da interacção com a procura em cada mercado, que irá determinar o volume da oferta.

16. Se aumentar o preço dos outros produtos, o que sucede à oferta do bem n?
a) A oferta do bem n baixa porque a produção dos outros bens se tornou mais atractiva.
b) A oferta do bem n aumenta porque aumentou o preço dos outros produtos.
c) A oferta do bem n pode não varia com o preço dos outros produtos.
d) A oferta do bem n vai aumentar, porque os consumidores deixam de comprar outros produtos, cujo preço aumentou.

17. O aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento.
Exemplo disso é:
a) O aumento do IVA provoca um aumento generalizado dos preços.
b) Curiosamente, quando o IVA desce verifica-se um certo atrito, e os preços não descem como era suposto.
c) Aumentando o preço do petróleo, começam por aumentar os custos dos transportes, públicos ou privados, mais dependentes deste input. Só mais tarde este aumento se repercute sobre a generalidade dos sectores da actividade económica, pois todos os bens necessitam da actividade transportadora.
d) Todas as alíneas acima.

18. O progresso tecnológico traduz-se:
a) Num aumento da procura provocado pela maior acessibilidade dos bens.
b) Num aumento da oferta, visto que o progresso tecnológico resultou numa redução dos custos de produção, que tornou o produto mais lucrativo, incentivando os produtores a aumentarem a sua oferta.
c) Redução da oferta porque em resultado do progresso tecnológico não é preciso produzir tantos bens.
d) Aumento da procura porque a própria oferta a custos mais baixos cria maior procura.

19. Variação da oferta é:
a) Um aumento ou redução da oferta.
b) Uma deslocação ao longo da curva da oferta, para um novo volume da oferta em resposta a uma alteração do preço do bem.
c) O mesmo que aumento ou redução da oferta, mas pensando apenas no curto prazo.
d) O mesmo que aumento ou redução da oferta, excluindo os factores monetários.

20. Qual das seguintes leis da oferta e da procura está errada:
a) Um aumento da procura de um produto (isto é, uma deslocação da curva da procura para a direita) origina a elevação tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
b) A diminuição da procura de um produto (isto é, a deslocação da curva da procura para a esquerda) origina um abaixamento tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
c) Um aumento da oferta de um produto (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a direita) origina a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
d) A diminuição da oferta (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a esquerda) causa a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.

21. Acima do preço de equilíbrio verifica-se:
a) Um excesso da oferta.
b) Um excesso da procura.
c) Que o volume da procura é maior que o volume da oferta.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

22. Os preços baixam quando há excesso da oferta, porque:
a) Os produtores para se desfazerem de produtos que têm dificuldade em vender, baixam os preços.
b) Os consumidores sabem que mesmo oferecendo preços mais baixos conseguem adquirir o produto.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

23. Os preços sobem quando há excesso da procura, porque:
a) Os consumidores para tentarem adquirir a escassa quantidade disponível no mercado sentem-se forçados a oferecer preços mais elevados.
b) Os produtores sabem que enquanto a oferta for insuficiente para satisfazer a procura, poderão continuar a pedir preços mais elevados.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

24. O preço de equilíbrio é o único onde:
a) A oferta e a procura conseguem manter-se estáveis.
b) Se verifica um compromisso legitimamente aceite no mercado entre compradores e vendedores.
c) Ambas as alíneas acima.
d) O volume da oferta é igual ao volume da procura.

25. A elasticidade procura-preço mede a sensibilidade do volume da procura a:
a) Variações dos preços.
b) Variações do rendimento.
c) Variações dos gostos consumidores.
d) Variações da oferta.

26. A procura pode variar muito (ser elástica) em resposta a variações de preços. Nesse caso encontram-se os bens:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.

27. Relacionando a variação percentual da procura de um bem com a variação percentual do preço de outro calcula-se a elasticidade cruzada. Se esta for negativa os bens são:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.

28. Relacionando a variação percentual da procura com a variação percentual do rendimento, calcula-se a elasticidade procura-rendimento. O seu valor é positivo no caso dos bens:
a) Normais.
b) Inferiores.
c) Independentes.
d) De luxo.

29. Em concorrência perfeita, qual das seguintes hipóteses NÃO é admitida:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado).
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo.
d) As empresas e os consumidores não têm informação perfeita.

30. A concorrência perfeita distingue-se da concorrência monopolística:
a) Pelo número de compradores.
b) Pelo número de vendedores.
c) Pela diferenciação do produto.
d) Pela transparência da informação.

31. Em concorrência monopolística se a empresa subir o preço, diminuirá os negócios em benefício dos seus concorrentes; não perderá, porém, todos os seus clientes só porque o seu preço é mais elevado que deles.
Esta afirmação é verdadeira porque:
a) Intervêm factores psicológicos associados às marcas, que fidelizam os consumidores.
b) Como os produtos são diferenciados, isso significa que serão vendidos a preços diferentes.
c) É que a diferenciação do produto em relação aos concorrentes fará com que algumas pessoas o prefiram aos outros, apesar do seu preço um pouco mais alto.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.

32. Em concorrência perfeita as empresas enfrentam uma curva da procura que corresponde graficamente a uma linha horizontal. Isto sucede porque:
a) O preço praticado por todas as empresas é igual.
b) Dada a sua reduzida dimensão conseguem vender toda a produção ao preço estabelecido no mercado, mas se aumentarem o preço um cêntimo deixam vender, porque os consumidores irão optar por outros vendedores.
c) Porque o preço estabelecido no mercado é que é justo.
d) Qualquer das alíneas acima.

33. Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo, porque:
a) A Economia explica o comportamento das pessoas.
b) A Economia procura explicar o comportamento dos agentes económicos. Para uma empresa decidir se deve empregar mais pessoas, será crucial a comparação do salário adicional a pagar com a melhoria dos seus resultados financeiros.
c) As pessoas têm como objectivo aumentar o seu bem-estar, oferecendo-se para trabalhar. A Economia estuda o comportamento dos consumidores e dos trabalhadores em simultâneo.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.

34. Uma máquina parada tem muito menos consequências que uma pessoa desocupada, porque:
a) As pessoas podem ser mal-educadas.
b) Há pessoas que não sabem enfrentar dificuldades.
c) O desemprego não se pode reduzir a uma análise economicista, porque tem efeitos psicológicos, sociais, culturais, etc.
e) Nenhumas das alíneas acima são verdadeiras.

35. As determinantes da oferta potencial de trabalho são:
a) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório e o serviço militar.
b) O nível de desemprego e o horário de trabalho.
c) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório, o serviço militar, o nível de desemprego e o horário de trabalho.
d) Outras variáveis: ___________________________________________________

36. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente, porque:
a) O agente estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho permite-lhe alcançar um maior bem-estar.
b) O agente não estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho não lhe permite alcançar um maior bem-estar.
c) Quanto mais se trabalha, mais se recebe.
d) Quanto mais se trabalha, menos tempo se tem.

37. A níveis de salários elevados, se o salário aumenta o agente consegue o mesmo rendimento - já mais que suficiente para o que consegue gastar em lazer - com menor esforço, e por isso decide trabalhar menos. Portanto a curva da oferta de trabalho será:
a) Crescente.
b) Decrescente.
c) Uma recta horizontal.
d) Uma recta vertical.

38. Se todos os empregos e todas as pessoas fossem iguais num mercado concorrencial puro, então os salários também seriam iguais. Perante as nítidas diferenças salariais entre sectores de actividade e indivíduos Samuelson viu-se forçado a analisar:
a) A concorrência imperfeita nos mercados de trabalho.
b) A origem da diferenciação dos rendimentos.
c) Os níveis de salários em diversos países.
d) A história da repartição do rendimento nos Estados Unidos.

39. Os mineiros têm de ser melhor remunerados devido ao risco de descer ao subsolo. Para a generalidade dos indivíduos, capazes de explorar uma mina e ser seguranças da mina, mesmo que na primeira profissão pudessem ganhar mais, preferiram exercer a segunda. Esta escolha não é irracional, apenas evidencia:
a) Que os indivíduos escolhem as profissões cujo trabalho exige menos esforço.
b) Um diferencial de compensação que reflecte as diferenças não monetárias entre as profissões. Evidentemente que é muito mais cómodo ser segurança ;)
c) Ser mineiro oferece um estatuto superior a ser segurança.
d) Ser mineiro oferece um estatuto inferior a ser segurança.

40. Um factor importante na justificação das diferenças salariais é:
a) A idade dos indivíduos.
b) O género (masculino/feminino).
c) A qualificação do trabalho.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

41. Entende-se por capital humano:
a) O nível das habilitações académicas.
b) A experiência acumulada ao longo da vida.
c) O conjunto de capacidades e de conhecimentos úteis e com valor acumulado adquiridos pelas pessoas ao longo da sua vida, embora classicamente se destaquem o processo educativo e a formação profissional.
d) Qualquer das alíneas anteriores.

42. Geralmente o nível de rendimento sobe com:
a) O nível das habilitações académicas.
b) Os anos de experiência.
c) Ambas as alíneas anteriores.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

43. A principal razão para uma grande disparidade nos níveis salariais é que os mercados de trabalho são segmentados em grupos não concorrentes.
Esta frase é particularmente verdadeira quando nos referimos ao grupo de pessoal:
a) Indiferenciado.
b) Intermédio.
c) Qualificado.
d) Acontece o mesmo para qualquer dos grupos.

44. A educação é um factor de mobilidade do trabalho, porque:
a) Proporciona o reconhecimento das pessoas através de graus académicos.
b) Desenvolve o espírito crítico e a segurança de cada um nas suas competências.
c) Prepara os indivíduos, proporcionando-lhes novas oportunidades.
d) É mais difícil encontrar emprego quando se tem formação superior.

45. Acima do nível salarial de equilíbrio, a oferta de emprego é maior que a procura. Esse excesso de pessoas que pretende emprego mas não encontra (desempregados) apenas porque o nível de salários está acima do nível de equilíbrio, designa-se:
a) Excesso da oferta de trabalho.
b) Excesso da procura de trabalho.
c) Desempregados.
d) Desemprego clássico.

46. Segundo Samuelson, a acção dos sindicatos para a generalidade dos trabalhares acaba por traduzir-se:
a) No aumento dos salários reais.
b) Na redução dos salários reais.
c) Na manutenção dos salários reais.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

47. O salário real designa:
a) O salário recebido após o pagamento de impostos, contribuições e descontos.
b) O conjunto de bens que é possível adquirir com o salário nominal.
c) O valor do salário expresso em dólares, para oferecer uma noção mais realista de quanto vale.
d) Outra: ___________________________________________________________

48. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre os salários conduz:
a) À sua redução na sequência de uma espiral inflacionista.
b) A elevados ganhos do poder de compra da população em resultado da sua força reivindicativa.
c) A uma subida dos salários no sector sindicalizado comparativamente com o sector não sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.

49. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre o nível de emprego é:
a) O aumento do número de postos de trabalho em resultado da sua força reivindicativa.
b) A redução do nível de emprego no conjunto da economia.
c) Aceitando salários mais baixos, aumentará o nível de emprego no sector não sindicalizado para compensar a redução do nível de emprego no sector sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.

50. A “sorte favorece a mente preparada”.
Esta expressão refere-se a um contexto onde:
a) Os Matemáticos estão melhor preparados para jogos de sorte e azar.
b) Mudando as tecnologias cada vez mais rapidamente, a educação prepara as pessoas para compreender e ganhar com as novas circunstâncias.
c) O trabalhador com sorte está mentalizado para mudar frequentemente de emprego.
d) Empresários com sorte encontram-se preparados para correr maiores riscos.