O rendimento nacional, bruto ou líquido (a preços de mercado) representa o conjunto dos rendimentos primários recebidos pelas unidades institucionais residentes:
+ remunerações de trabalhadores,
+ impostos sobre a produção e importações menos subsídios,
+ rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar),
+ excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido).
O rendimento nacional, bruto ou líquido (a preços de mercado) representa o conjunto dos rendimentos primários recebidos pelas unidades institucionais residentes: remunerações de trabalhadores, impostos sobre a produção e importações menos subsídios, rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar), excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido). O rendimento nacional bruto (a preços de mercado) é igual ao PIBpm diminuído dos rendimentos primários pagos pelas unidades residentes a unidades não residentes e aumentado dos rendimentos primários recebidos do resto do mundo por unidades residentes.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/692
Rendimento disponível bruto
Rendimento disponível bruto das famílias = Remunerações dos empregados + Excedente Bruto de Exploração + Rendimentos de Propriedade – Impostos Correntes Sobre o Rendimento, Património, etc. + Prestações Sociais – Contribuições Sociais
Formalmente, o rendimento disponível bruto é definido como o saldo da conta de distribuição secundária do rendimento, que mostra como o saldo dos rendimentos primários de um sector institucional é afetado pela redistribuição: impostos correntes sobre o rendimento, o património, etc., contribuições e prestações sociais (com exceção das transferências sociais em espécie) e outras transferências correntes. O saldo da conta é o rendimento disponível, que reflete as operações correntes e é o montante disponível para consumo final ou poupança.
Mais informalmente, o rendimento disponível bruto das Famílias é o montante total de dinheiro que os agregados familiares têm disponível para gastar e poupar depois de subtrair os impostos sobre o rendimento e as contribuições sociais. O rendimento disponível aumenta com o recebimento de rendimentos, tais como salários, juros ou pensões, e diminui com o pagamento de impostos, de contribuições sociais e de outros encargos que diminuem o orçamento familiar.
https://www.cfp.pt/pt/glossario/rendimento-disponivel-bruto
SLEP - Rendimento e poupança das famílias, administrações públicas e empresas
RDP, Consumo privado e Taxa de poupança - bportugal, INE -2023 – Gráficos
RENDIMENTOS DE PROPRIEDADE
Definição: Rendimentos de propriedade são os rendimentos a receber pelo proprietário de um activo financeiro ou de um activo não produzido corpóreo para remunerar o facto de pôr fundos ou o activo não produzido corpóreo à disposição de outra unidade institucional.
Notas: Os rendimentos de propriedade classificam-se da forma seguinte: a) Juros; b) Rendimentos distribuídos das sociedades: dividendos e levantamentos de rendimentos das quase-sociedades; c) lucros de investimento estrangeiro direto reinvestidos; d) rendimentos de propriedade atribuídos aos detentores de apólices de seguros; e) rendas de terrenos e jazigos.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/351
EXCEDENTE LÍQUIDO DE EXPLORAÇÃO OU RENDIMENTO MISTO
Definição: Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao Rendimento de Factores as Remunerações dos Assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/5278
CAPACIDADE (+) / NECESSIDADE (-) LÍQUIDA DE FINANCIAMENTO
A poupança líquida da economia e as transferências de capital líquidas, constituem o montante disponível para financiar a formação do capital (ie. investimento) na economia. Portanto, a capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento da economia é dada pela expressão:
(Poupança líquida + Transferências de capital líquidas) - Investimento
Exemplo. Supondo as transferências nulas, se uma economia tem poupança líquida de 30 u.m. e investimento de 40 u.m., então 30-40=-10, ie. terá uma necessidade de financiamento de 10 u.m.
Estas estatísticas encontram-se em Contas Nacionais - Portal do INE
1. Verifica a importância relativa dos diversos sectores institucionais no pagamento de remunerações ao trabalho partindo do Quadro A.1.3.1.1 - Remunerações dos empregados (D.1) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.1.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
2. Verifica como o excedente de exploração/rendimento misto se reparte pelos diversos sectores institucionais partindo do Quadro A.1.3.2.1 - Excedente bruto de exploração/ rendimento misto bruto (B.2g/B.3g) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.2.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
3. O Rendimento Interno é igual ao PIBpm. Verifica que
PIB a preços de mercado = Remunerações + Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto + Impostos líquidos de subsídios
Partindo do Quadro A.1.3.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica do rendimento (preços correntes; anual) * A.1.3.4.1 HELP
Constrói/publica dois gráficos que ilustrem a importância relativa das Remunerações, do Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto e dos Impostos líquidos de subsídios, um em Milhões de Euros, outro em valores percentuais.
Constrói um gráfico que mostre apenas a importância das remunerações no PIB.
4. Partindo do Quadro A.2.1 - Rendimento, poupança e capacidade/necessidade líquida de financiamento (preços correntes; anual) (Quadro A.2.1 no GDRIVE) calcula o Rendimento Disponível Bruto = Rendimento disponível líquido + Consumo de capital fixo
Depois calcula a importância do Rendimento Disponível Bruto relativamente ao PIBpm e representa-a graficamente.
Escreve a fórmula que permite calcular o Rendimento Disponível Bruto partindo do PIBpm.
5. Já calculou o Rendimento Disponível Bruto, fazendo RDB = RDL + Consumo de capital fixo. Porém o conceito de Rendimento Disponível Bruto provém da adição das Transferências correntes líquidas ao RNB. Mostre a equivalência entre estes dois métodos de cálculo do RDB:
(1) RDB = RDL + Consumo de capital fixo
(2) RDB = PIBpm + Rendimentos primários recebidos do Resto do Mundo - Rendimentos primários pagos ao Resto do Mundo + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo
(Demonstração, para quem gosta de Matemática)
Observe no ficheiro Quadro A.2.1 as seguintes colunas: 17=9+5 e 19=1+2-3+7–8.
Justifique a igualdade entre as colunas 17 e 19. Ilustre estes dois processos de cálculo do RDB, construindo um gráfico sugestivo.
6. Observe a coluna 16, Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento. 16 = 11+12-13-14-15+5, que por facilidade de interpretação se reescreve: 16 = 11 + (12-13) - (14+15-5). Isto é, quando a Poupança líquida (11) – mais as Transferências de capital líquidas, (12-13) - for maior (menor) que a Formação de capital (14+15-5), então a economia terá capacidade (necessidade) de financiamento.
a) Verifique em que período a poupança líquida foi negativa, e comente o seu significado;
b) Constrói um gráfico que ilustre a importância das três componentes da , Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento e comenta-o.
7. Verifica que Lisboa é a região onde as famílias dispõem de maior rendimento disponível por habitante, e constrói um gráfico que ilustre a distribuição do PIB por habitante por regiões partindo do Quadro D.1.1.5 - Produto interno bruto por habitante e NUTS III (preços correntes; anual). * D.1.1.5 HELP Comenta o gráfico prestando particular atenção à evolução das Regiões Autónomas.
NOTA: Utiliza as NUTS II.
PREVIEW 2021 * RESOLVIDO 2021 * RESOLVIDO 2022 * RESOLVIDO 2023
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Componentes do Rendimento (1995-2022)
O rendimento nacional, bruto ou líquido (a preços de mercado) representa o conjunto dos rendimentos primários recebidos pelas unidades institucionais residentes:
+ remunerações de trabalhadores,
+ impostos sobre a produção e importações menos subsídios,
+ rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar),
+ excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido).
O rendimento nacional, bruto ou líquido (a preços de mercado) representa o conjunto dos rendimentos primários recebidos pelas unidades institucionais residentes: remunerações de trabalhadores, impostos sobre a produção e importações menos subsídios, rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar), excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido). O rendimento nacional bruto (a preços de mercado) é igual ao PIBpm diminuído dos rendimentos primários pagos pelas unidades residentes a unidades não residentes e aumentado dos rendimentos primários recebidos do resto do mundo por unidades residentes.
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RENDIMENTOS DE PROPRIEDADE
Definição: Rendimentos de propriedade são os rendimentos a receber pelo proprietário de um activo financeiro ou de um activo não produzido corpóreo para remunerar o facto de pôr fundos ou o activo não produzido corpóreo à disposição de outra unidade institucional.
Notas: Os rendimentos de propriedade classificam-se da forma seguinte: a) Juros; b) Rendimentos distribuídos das sociedades: dividendos e levantamentos de rendimentos das quase-sociedades; c) lucros de investimento estrangeiro direto reinvestidos; d) rendimentos de propriedade atribuídos aos detentores de apólices de seguros; e) rendas de terrenos e jazigos.
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EXCEDENTE LÍQUIDO DE EXPLORAÇÃO OU RENDIMENTO MISTO
Definição: Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao Rendimento de Factores as Remunerações dos Assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas.
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CAPACIDADE (+) / NECESSIDADE (-) LÍQUIDA DE FINANCIAMENTO
A poupança líquida da economia e as transferências de capital líquidas, constituem o montante disponível para financiar a formação do capital (ie. investimento) na economia. Portanto, a capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento da economia é dada pela expressão:
(Poupança líquida + Transferências de capital líquidas) - Investimento
Exemplo. Supondo as transferências nulas, se uma economia tem poupança líquida de 30 u.m. e investimento de 40 u.m., então 30-40=-10, ie. terá uma necessidade de financiamento de 10 u.m.
Estas estatísticas encontram-se em Contas Nacionais - Portal do INE
1. Verifica a importância relativa dos diversos sectores institucionais no pagamento de remunerações ao trabalho partindo do Quadro A.1.3.1.1 - Remunerações dos empregados (D.1) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.1.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
2. Verifica como o excedente de exploração/rendimento misto se reparte pelos diversos sectores institucionais partindo do Quadro A.1.3.2.1 - Excedente bruto de exploração/ rendimento misto bruto (B.2g/B.3g) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.2.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
3. O Rendimento Interno é igual ao PIBpm. Verifica que
PIB a preços de mercado = Remunerações + Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto + Impostos líquidos de subsídios
Partindo do Quadro A.1.3.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica do rendimento (preços correntes; anual) * A.1.3.4.1 HELP
Constrói/publica dois gráficos que ilustrem a importância relativa das Remunerações, do Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto e dos Impostos líquidos de subsídios, um em Milhões de Euros, outro em valores percentuais.
Constrói um gráfico que mostre apenas a importância das remunerações no PIB.
4. Partindo do Quadro A.2.1 - Rendimento, poupança e capacidade/necessidade líquida de financiamento (preços correntes; anual) calcula o Rendimento Disponível Bruto = Rendimento disponível líquido + Consumo de capital fixo
Depois calcula a importância do Rendimento Disponível Bruto relativamente ao PIBpm (conferir com o PORDATA) e representa-a graficamente.
Escreve a fórmula que permite calcular o Rendimento Disponível Bruto partindo do PIBpm.
5. Já calculou o Rendimento Disponível Bruto, fazendo RDB = RDL + Consumo de capital fixo. Porém o conceito de Rendimento Disponível Bruto provém da adição das Transferências correntes líquidas ao RNB. Mostre a equivalência entre estes dois métodos de cálculo do RDB:
(1) RDB = RDL + Consumo de capital fixo
(2) RDB = PIBpm + Rendimentos primários recebidos do Resto do Mundo - Rendimentos primários pagos ao Resto do Mundo + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo
(Demonstração, para quem gosta de Matemática)
Observe no ficheiro Quadro A.2.1 as seguintes colunas: 17=9+5 e 19=1+2-3+7–8.
Justifique a igualdade entre as colunas 17 e 19. Ilustre estes dois processos de cálculo do RDB, construindo um gráfico sugestivo.
6. Observe a coluna 16, Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento. 16 = 11+12-13-14-15+5, que por facilidade de interpretação se reescreve: 16 = 11 + (12-13) - (14+15-5). Isto é, quando a Poupança líquida (11) – mais as Transferências de capital líquidas, (12-13) - for maior (menor) que a Formação de capital (14+15-5), então a economia terá capacidade (necessidade) de financiamento.
a) Verifique em que período a poupança líquida foi negativa, e comente o seu significado;
b) Constrói um gráfico que ilustre a importância das três componentes da , Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento e comenta-o.
7. Partindo do Rendimento disponível bruto das famílias (PORDATA), * RDB HELP representa graficamente a evolução deste agregado, em valores absolutos e percentuais. Explicita a fórmula de cálculo implícita no quadro, e interpreta o indicador.
8. Verifica que Lisboa é a região onde as famílias dispõem de maior rendimento disponível por habitante, e constrói um gráfico que ilustre a distribuição do PIB por habitante por regiões partindo do Quadro D.1.1.5 - Produto interno bruto por habitante e NUTS III (preços correntes; anual). * D.1.1.5 HELP Comenta o gráfico prestando particular atenção à evolução das Regiões Autónomas.
NOTA: Utiliza as NUTS II.
PREVIEW 2021 * RESOLVIDO 2021 * RESOLVIDO 2022
+ remunerações de trabalhadores,
+ impostos sobre a produção e importações menos subsídios,
+ rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar),
+ excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido).
O rendimento nacional, bruto ou líquido (a preços de mercado) representa o conjunto dos rendimentos primários recebidos pelas unidades institucionais residentes: remunerações de trabalhadores, impostos sobre a produção e importações menos subsídios, rendimentos da propriedade (a receber menos a pagar), excedentes de exploração (brutos ou líquidos) e rendimento misto (bruto ou líquido). O rendimento nacional bruto (a preços de mercado) é igual ao PIBpm diminuído dos rendimentos primários pagos pelas unidades residentes a unidades não residentes e aumentado dos rendimentos primários recebidos do resto do mundo por unidades residentes.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/692
RENDIMENTOS DE PROPRIEDADE
Definição: Rendimentos de propriedade são os rendimentos a receber pelo proprietário de um activo financeiro ou de um activo não produzido corpóreo para remunerar o facto de pôr fundos ou o activo não produzido corpóreo à disposição de outra unidade institucional.
Notas: Os rendimentos de propriedade classificam-se da forma seguinte: a) Juros; b) Rendimentos distribuídos das sociedades: dividendos e levantamentos de rendimentos das quase-sociedades; c) lucros de investimento estrangeiro direto reinvestidos; d) rendimentos de propriedade atribuídos aos detentores de apólices de seguros; e) rendas de terrenos e jazigos.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/351
EXCEDENTE LÍQUIDO DE EXPLORAÇÃO OU RENDIMENTO MISTO
Definição: Saldo contabilístico que corresponde ao rendimento que as unidades geram pela utilização dos seus activos de produção. É obtido retirando ao Rendimento de Factores as Remunerações dos Assalariados. O excedente líquido de exploração avalia o rendimento da terra, do capital e do trabalho não assalariado. É o saldo da conta de exploração, que indica a distribuição do rendimento entre os factores de produção e o sector das administrações públicas.
http://smi.ine.pt/Conceito/Detalhes/5278
CAPACIDADE (+) / NECESSIDADE (-) LÍQUIDA DE FINANCIAMENTO
A poupança líquida da economia e as transferências de capital líquidas, constituem o montante disponível para financiar a formação do capital (ie. investimento) na economia. Portanto, a capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento da economia é dada pela expressão:
(Poupança líquida + Transferências de capital líquidas) - Investimento
Exemplo. Supondo as transferências nulas, se uma economia tem poupança líquida de 30 u.m. e investimento de 40 u.m., então 30-40=-10, ie. terá uma necessidade de financiamento de 10 u.m.
Estas estatísticas encontram-se em Contas Nacionais - Portal do INE
1. Verifica a importância relativa dos diversos sectores institucionais no pagamento de remunerações ao trabalho partindo do Quadro A.1.3.1.1 - Remunerações dos empregados (D.1) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.1.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
2. Verifica como o excedente de exploração/rendimento misto se reparte pelos diversos sectores institucionais partindo do Quadro A.1.3.2.1 - Excedente bruto de exploração/ rendimento misto bruto (B.2g/B.3g) por setor institucional (preços correntes; anual). * A.1.3.2.1 HELP
Constrói/Publica um gráfico de colunas que mostre a importância de cada sector institucional. Comenta.
3. O Rendimento Interno é igual ao PIBpm. Verifica que
PIB a preços de mercado = Remunerações + Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto + Impostos líquidos de subsídios
Partindo do Quadro A.1.3.4.1 - PIB a preços de mercado na ótica do rendimento (preços correntes; anual) * A.1.3.4.1 HELP
Constrói/publica dois gráficos que ilustrem a importância relativa das Remunerações, do Excedente Bruto de Exploração/Rend.Misto e dos Impostos líquidos de subsídios, um em Milhões de Euros, outro em valores percentuais.
Constrói um gráfico que mostre apenas a importância das remunerações no PIB.
4. Partindo do Quadro A.2.1 - Rendimento, poupança e capacidade/necessidade líquida de financiamento (preços correntes; anual) calcula o Rendimento Disponível Bruto = Rendimento disponível líquido + Consumo de capital fixo
Depois calcula a importância do Rendimento Disponível Bruto relativamente ao PIBpm (conferir com o PORDATA) e representa-a graficamente.
Escreve a fórmula que permite calcular o Rendimento Disponível Bruto partindo do PIBpm.
5. Já calculou o Rendimento Disponível Bruto, fazendo RDB = RDL + Consumo de capital fixo. Porém o conceito de Rendimento Disponível Bruto provém da adição das Transferências correntes líquidas ao RNB. Mostre a equivalência entre estes dois métodos de cálculo do RDB:
(1) RDB = RDL + Consumo de capital fixo
(2) RDB = PIBpm + Rendimentos primários recebidos do Resto do Mundo - Rendimentos primários pagos ao Resto do Mundo + Transferências correntes recebidas do Resto do Mundo - Transferências correntes pagas ao Resto do Mundo
(Demonstração, para quem gosta de Matemática)
Observe no ficheiro Quadro A.2.1 as seguintes colunas: 17=9+5 e 19=1+2-3+7–8.
Justifique a igualdade entre as colunas 17 e 19. Ilustre estes dois processos de cálculo do RDB, construindo um gráfico sugestivo.
6. Observe a coluna 16, Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento. 16 = 11+12-13-14-15+5, que por facilidade de interpretação se reescreve: 16 = 11 + (12-13) - (14+15-5). Isto é, quando a Poupança líquida (11) – mais as Transferências de capital líquidas, (12-13) - for maior (menor) que a Formação de capital (14+15-5), então a economia terá capacidade (necessidade) de financiamento.
a) Verifique em que período a poupança líquida foi negativa, e comente o seu significado;
b) Constrói um gráfico que ilustre a importância das três componentes da , Capacidade (+) / necessidade (-) líquida de financiamento e comenta-o.
7. Partindo do Rendimento disponível bruto das famílias (PORDATA), * RDB HELP representa graficamente a evolução deste agregado, em valores absolutos e percentuais. Explicita a fórmula de cálculo implícita no quadro, e interpreta o indicador.
8. Verifica que Lisboa é a região onde as famílias dispõem de maior rendimento disponível por habitante, e constrói um gráfico que ilustre a distribuição do PIB por habitante por regiões partindo do Quadro D.1.1.5 - Produto interno bruto por habitante e NUTS III (preços correntes; anual). * D.1.1.5 HELP Comenta o gráfico prestando particular atenção à evolução das Regiões Autónomas.
NOTA: Utiliza as NUTS II.
PREVIEW 2021 * RESOLVIDO 2021 * RESOLVIDO 2022
A actividade produtiva e a formação dos rendimentos
Esquema
A desigualdade é particularmente acentuada na generalidade dos países subdesenvolvidos. Entre os seus parceiros europeus, Portugal é um dos países onde a distribuição de rendimentos é mais desigual.
Ver no Google Drive. * Fonte: EUROSTAT.
Esta disparidade na distribuição do rendimento contribui para o reduzido dinamismo do mercado interno, que constitui um dos factores que dificulta o desenvolvimento da actividade produtiva, porque a generalidade das empresas de média dimensão serão forçadas a contar com o mercado externo para obterem custos unitários razoáveis.
Quando os empresários tomam a decisão de desencadear o processo produtivo, certamente esperarão que o valor das vendas da produção (outputs) seja superior ao custo dos consumos intermédios (bens que a empresa adquiriu a outras empresas, ou inputs). Da diferença entre estes, o valor dos outputs menos o valor dos inputs resulta no valor acrescentado por cada empresa, que é utilizado na remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital). Como veremos com maior detalhe no estudo da Contabilidade Nacional, a soma dos valores acrescentados pelas empresas que se situam num território, corresponde ao respectivo Produto e Rendimento. O valor acrescentado constitui a base da riqueza criada, com a qual serão remunerados os factores intervenientes no processo produtivo (salários para o trabalho; rendas, juros e lucros para o capital, a estudar no ponto seguinte).
A quantificação da situação económica dos indivíduos mede-se frequentemente através do rendimento e da riqueza. O rendimento, constituindo um fluxo, é mais fácil de medir e encontra-se mais estreitamente relacionado com a estrutura da economia.
A riqueza das famílias, que corresponde a um stock, um valor estático, resultante da acumulação de sucessivas poupanças. Inclui rubricas corpóreas (casas, automóveis e outros bens de consumo duradouros, e terrenos) e activos financeiros (dinheiro, depósitos, acções e obrigações). As rubricas que têm valor positivo são designadas activos, enquanto as que correspondem a dívidas são designadas passivos. A diferença entre o total dos activos e o total dos passivos corresponde à riqueza ou capital próprio. Quando a riqueza é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Imagem
A maior parte do rendimento nacional cabe ao trabalho, através de salários, ordenados e vencimentos ou outros rendimentos complementares (vg. subsídios para a refeição ou para transportes). Evidentemente que a mesma pessoa pode auferir rendimentos de vários factores de produção. Por exemplo, pode receber um salário, juros de depósitos em bancos, dividendos de acções de um fundo mobiliário e rendas de um investimento imobiliário. Recorrendo à terminologia da unidade anterior (Preços e mercados) diremos que rendimento de mercado de uma pessoa é igual às quantidades de factores de produção vendidas por essa pessoa vezes o salário ou preço do factor.
O conceito de rendimento está intimamente associado à actividade produtiva, visto que corresponde ao dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital) detidos pelas pessoas. Mas o dinheiro disponível para utilização não se reduz ao rendimento, porque os indivíduos pagam e recebem quantias devido a outras actividades que nada têm a ver com a produção: pagam impostos, contribuições para a segurança social, multas diversas, etc., e recebem subsídios (abono de família, reforma, etc.). A estes movimentos pecuniários desligados da produção chamamos transferências, cabendo-lhes um papel importante na correcção da repartição primária dos rendimentos (ou seja, dos rendimentos dos factores produtivos) que será estudada brevemente, explicitando em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A repartição dos rendimentos pode ser injusta por muitos motivos: (1) em primeiro lugar muitos indivíduos apenas usufruem de rendimentos do trabalho, enquanto outros dispõem de variadas fontes de rendimento, porque a riqueza se encontra desigualmente repartida; (2) depois, verificam-se também grandes disparidades salariais em função das qualificações, dos anos de experiência, e de outras variáveis, como os diferenciais de compensação e a segmentação de mercados em grupos não concorrentes.
1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades.
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento, comparando Portugal com dois países contrastantes.
4. Distingue rendimento de riqueza.
5. Distingue riqueza de capital.
6. Distingue rendimento de transferência.
7. Relaciona valor acrescentado com rendimento.
8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
b) Anos de experiência;
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes (carreiras/categorias profissionais).
- Atualmente, cerca de 80 por cento da população mundial detém apenas 6 por cento da riqueza do mundo. Até 2016, 50 por cento da riqueza tenderá a ficar na posse dos 1 por cento mais ricos. No mundo do trabalho, os salários não acompanham a produtividade e a parte do rendimento que cabe aos trabalhadores tem vindo a diminuir.
Relatório do Desenvolvimento Humano 2015 - Nos dias de hoje, em pouco mais de uma década, a crise financeira mundial, a crise climática, a crise da desigualdade e a crise da Covid-19 demonstraram que a resiliência do próprio sistema está a colapsar. Os sistemas de amortecimento estão a atingir o seu limite. As ligações que em tempos foram maleáveis podem tornar-se frágeis, o que as deixa mais propensas a quebrar do que a curvarem-se, desestabilizando ainda mais o sistema terrestre.
O contributo per capita dos povos indígenas da Amazónia para a mitigação das alterações climáticas, através das suas ações de preservação florestal, equivale às emissões per capita do percentil superior da distribuição do rendimento global.
A ONU sintetiza através do Índice de Desenvolvimento Humano a posição relativa dos países, atribuindo a Portugal, em 2019, a 38ª posição, atrás da Letónia, Andorra, Polónia, Lituãnia, Chipre, Grécia, Emiratos Árabes Unidos,... http://hdr.undp.org/en/composite/HDI
RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO / 2020
A desigualdade é particularmente acentuada na generalidade dos países subdesenvolvidos. Entre os seus parceiros europeus, Portugal é um dos países onde a distribuição de rendimentos é mais desigual.
Ver no Google Drive. * Fonte: EUROSTAT.
Esta disparidade na distribuição do rendimento contribui para o reduzido dinamismo do mercado interno, que constitui um dos factores que dificulta o desenvolvimento da actividade produtiva, porque a generalidade das empresas de média dimensão serão forçadas a contar com o mercado externo para obterem custos unitários razoáveis.
Quando os empresários tomam a decisão de desencadear o processo produtivo, certamente esperarão que o valor das vendas da produção (outputs) seja superior ao custo dos consumos intermédios (bens que a empresa adquiriu a outras empresas, ou inputs). Da diferença entre estes, o valor dos outputs menos o valor dos inputs resulta no valor acrescentado por cada empresa, que é utilizado na remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital). Como veremos com maior detalhe no estudo da Contabilidade Nacional, a soma dos valores acrescentados pelas empresas que se situam num território, corresponde ao respectivo Produto e Rendimento. O valor acrescentado constitui a base da riqueza criada, com a qual serão remunerados os factores intervenientes no processo produtivo (salários para o trabalho; rendas, juros e lucros para o capital, a estudar no ponto seguinte).
A quantificação da situação económica dos indivíduos mede-se frequentemente através do rendimento e da riqueza. O rendimento, constituindo um fluxo, é mais fácil de medir e encontra-se mais estreitamente relacionado com a estrutura da economia.
A riqueza das famílias, que corresponde a um stock, um valor estático, resultante da acumulação de sucessivas poupanças. Inclui rubricas corpóreas (casas, automóveis e outros bens de consumo duradouros, e terrenos) e activos financeiros (dinheiro, depósitos, acções e obrigações). As rubricas que têm valor positivo são designadas activos, enquanto as que correspondem a dívidas são designadas passivos. A diferença entre o total dos activos e o total dos passivos corresponde à riqueza ou capital próprio. Quando a riqueza é mobilizada para o processo produtivo, com o objectivo de a reproduzir designa-se capital. Imagem
A maior parte do rendimento nacional cabe ao trabalho, através de salários, ordenados e vencimentos ou outros rendimentos complementares (vg. subsídios para a refeição ou para transportes). Evidentemente que a mesma pessoa pode auferir rendimentos de vários factores de produção. Por exemplo, pode receber um salário, juros de depósitos em bancos, dividendos de acções de um fundo mobiliário e rendas de um investimento imobiliário. Recorrendo à terminologia da unidade anterior (Preços e mercados) diremos que rendimento de mercado de uma pessoa é igual às quantidades de factores de produção vendidas por essa pessoa vezes o salário ou preço do factor.
O conceito de rendimento está intimamente associado à actividade produtiva, visto que corresponde ao dinheiro recebido como remuneração dos factores produtivos (trabalho e capital) detidos pelas pessoas. Mas o dinheiro disponível para utilização não se reduz ao rendimento, porque os indivíduos pagam e recebem quantias devido a outras actividades que nada têm a ver com a produção: pagam impostos, contribuições para a segurança social, multas diversas, etc., e recebem subsídios (abono de família, reforma, etc.). A estes movimentos pecuniários desligados da produção chamamos transferências, cabendo-lhes um papel importante na correcção da repartição primária dos rendimentos (ou seja, dos rendimentos dos factores produtivos) que será estudada brevemente, explicitando em que consiste a redistribuição dos rendimentos.
A repartição dos rendimentos pode ser injusta por muitos motivos: (1) em primeiro lugar muitos indivíduos apenas usufruem de rendimentos do trabalho, enquanto outros dispõem de variadas fontes de rendimento, porque a riqueza se encontra desigualmente repartida; (2) depois, verificam-se também grandes disparidades salariais em função das qualificações, dos anos de experiência, e de outras variáveis, como os diferenciais de compensação e a segmentação de mercados em grupos não concorrentes.
1. Refere duas medidas políticas propostas pelo RDH2015 tendo em vista a redução das desigualdades de oportunidades.
2. Partindo da definição do rácio S80/S20 explica qual seria o seu valor numa sociedade igualitária.
3. Observando o rácio S80/S20 nos países da União Europeia, relaciona a equidade na repartição do rendimento com desenvolvimento, comparando Portugal com dois países contrastantes.
4. Distingue rendimento de riqueza.
5. Distingue riqueza de capital.
6. Distingue rendimento de transferência.
7. Relaciona valor acrescentado com rendimento.
8. Explica como necessariamente, do desenvolvimento do processo produtivo/actividade produtiva resulta a repartição primária dos rendimentos.
9. Além das disparidades salariais, refere outro factor que contribui para uma repartição do rendimento injusta.
10. Explica as disparidades salariais em resultado dos seguintes factores:
a) Qualificações profissionais;
b) Anos de experiência;
c) Diferencial de compensação (poder de atracção das profissões);
d) Segmentação de mercados em grupos não concorrentes (carreiras/categorias profissionais).
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