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Taxa de desemprego, pobreza e produtividade - 2024

Salva, edita e publica as imagens sem mudar o nome dos ficheiros. Nas questões de escolha múltipla, a mera indicação da alínea, sem justificação, não é considerada.



Sugestões

Produtividade do trabalho em 5 países

Publique uma imagem semelhante à que se encontra abaixo, incluindo seis comentários, partindo dos dados da questão 5, da tarefa Produção e processo produtivo.
Indique o ficheiro.
NOTA: Como a imagem ficará pesada, antes de a carregar no blogue é aconselhável que a comprimas neste site.

Lei dos Rendimentos Decrescentes

A produção (Y) resulta da combinação dos factores produtivos capital (K) e trabalho (L, da expressão inglesa Labour) utilizando uma dada tecnologia A (a letra t é utilizada em Economia para representar o tempo. Awareness is the application of knowledge to real-world situations). Portanto, a expressão abaixo representa a função de produção, que já terás observado no blogue:

Y = f(A,K,L)
A longo prazo, todos os factores podem ser ajustados, incluindo o trabalho, as matérias-primas, o capital e a tecnologia. Isto é, dentro de determinados limites os factores são substituíveis. Estudaremos esta situação em próximos posts. Outra característica dos factores é a complementaridade, visto que ambos os factores são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo.

O curto prazo é o período de tempo suficiente para o ajustamento dos factores produtivos variáveis, tais como as matérias-primas e o trabalho, mas demasiado curto para permitir que se alterem os factores fixos como o capital – edifícios e equipamentos – e a tecnologia.
Por exemplo, no curto prazo uma companhia aérea pode começar a fazer mais rotas, contratando mais pilotos, ou pedindo horas extras aos que já se encontram ao serviço. Igualmente, facilmente adquirirá mais gasolina ou contratará mais hospedeiras para os novos vôos, mas a aquisição de mais aviões, ou a sua substituição por aparelhos mais modernos só será possível a longo prazo.
No curto prazo, geralmente consideramos uma dada tecnologia, tomamos o capital como um custo fixo, e o trabalho como um custo variável. Isto nem sempre é verdade, por exemplo é relativamente difícil despedir funcionários públicos, mas o trabalho pode, em geral, ser mais facilmente ajustado do que o capital.

Segundo a lei dos rendimentos decrescentes, obtemos cada vez menor produção adicional à medida que acrescentarmos doses adicionais de um factor, mantendo fixos os restantes. Ou seja, mantendo constantes os restantes factores produtivos, o produto marginal de cada unidade do factor de produção reduzir-se-á com o aumento da quantidade utilizada desse factor.

Um exemplo anedótico, é o caso de empregarem mais secretárias nos escritórios sem cuidar de instalar novos equipamentos.

Imagine que na produção do bem X são utilizadas 5 unidades de Capital, variando o Trabalho de 0 a 8 unidades. A tabela abaixo mostra a Produção Total, O Produto Marginal e o Produto Médio.

O Produto Marginal - ou produtividade marginal - de um factor de produção é o produto adicional gerado por 1 unidade adicional desse factor, mantendo os restantes factores constantes.

O Produto Médio - ou produtividade média - é igual à produção total dividida pela totalidade de unidades do factor de produção.

A curto prazo, o nível de produção óptimo corresponde ao máximo da produtividade marginal, a partir da qual haverá rendimentos decrescentes porque um dos factores produtivos é fixo.

Segue-se a imagem que ilustra a tabela acima. (Ficheiro)

Em casos extremos o produto marginal pode ser negativo. Voltando ao exemplo das secretárias, seria o caso de a funcionária não ter material para trabalhar, e começar a perturbar uma amiga!

1. Explica os seguintes conceitos:
- combinação dos factores produtivos
- função de produção
- factores de produção
- complementaridade dos factores
- substituibilidade dos factores
- o número óptimo de trabalhadores

2. Distingue o curto prazo do longo prazo tendo em vista a produção.

3. Enuncia a lei dos rendimentos decrescentes.

4. Define:
- Produto Marginal/Produtividade Marginal
- Produto Médio/Produtividade Média

5. Preenche a tabela que se encontra aqui, e constrói um gráfico que ilustre a relação entre a Produção Total, o Produto Marginal e o Produto Médio. Publica o link do ficheiro.

6. Observando a tabela construída no ponto anterior.
a) Interpreta a linha correspondente ao trabalho = 3;
b) "Quando o produto marginal é decrescente, o produto médio também decresce". Justifica.
c) Identifica a coluna que expressa a lei dos rendimentos decrescentes.

1º de Dezembro: O problema não são os feriados, mas a baixa produtividade

Quando pensamos nos feriados, não deveremos esquecer as férias pagas, porque em termos práticos se traduzem igualmente em dias de lazer ganhos, observando-se grande diversidade na sua distribuição. No entanto, quando Portugal esteve sujeito ao Programa de Assistência Económica e Financeira 2011-2014, a comparação fazia-se directamente com a Alemanha, eliminando quatro feriados.

Outro factor a considerar será o peso do horário semanal. Recorrendo às estatísticas do EuroStat facilmente concluímos que Portugal é dos países da União Europeia onde os empregados a tempo inteiro trabalham mais horas, aspecto que facilmente anulará qualquer feriado “a mais”. O problema com que Portugal se defronta, e que tem justificado o seu afastamento dos países do centro da Europa, é a sua reduzida produtividade, medida por por hora de trabalho. Estes indicadores já enviesam a questão, porque a produtividade não depende somente do trabalho, mas também do capital, da tecnologia, de factores organizacionais, culturais e institucionais.

A actual emigração de jovens quadros técnicos e científicos que optam cada vez mais por fazer carreira no estrangeiro, devido às melhores oportunidades e salários (Jornal de Notícias), indica um mercado de trabalho com escassas oportunidades em Portugal, e no qual já estamos a formar recursos humanos para proveito de outros países. Mesmo assim, o país continua entre aqueles onde menos indivíduos terminam o ensino secundário e pós-secundário, e onde os particulares menos despesa realizam em educação.

Fonte: http://www.internetworldstats.com/stats4.htm#europe
A (1) Penetração da Internet na População mede-se calculando a percentagem de utilizadores da Internet relativamente à população total. Adicionalmente definiu-se a (2) Penetração do Facebook na Internet calculando a percentagem de users do Facebook relativamente aos users da Internet. Definido como viciados no Facebook os países em que (2)>(1). Além da Grécia, Turquia e Portugal, só alguns países com reduzida dimensão se enquadram nesta categoria, que provavelmente indicará uma utilização deficiente de outras ferramentas, a sugerir-nos uma elevada taxa de desemprego a longo prazo.

Lei dos Rendimentos Decrescentes

A produção (Y) resulta da combinação dos factores produtivos capital (K) e trabalho (L, da expressão inglesa Labour) utilizando uma dada tecnologia A (a letra t e utilizada em Economia para representar o tempo). Portanto, a expressão abaixo representa a função de produção, que já terás observado no blogue:

Y = f(A,K,L)
A longo prazo, todos os factores podem ser ajustados, incluindo o trabalho, as matérias-primas, o capital e a tecnologia. Isto é, dentro de determinados limites os factores são substituíveis. Estudaremos esta situação em próximos posts. Outra característica dos factores é a complementaridade, visto que ambos os factores são necessários para o desenvolvimento do processo produtivo.

O curto prazo é o período de tempo suficiente para o ajustamento dos factores produtivos variáveis, tais como as matérias-primas e o trabalho, mas demasiado curto para permitir que se alterem os factores fixos como o capital – edifícios e equipamentos – e a tecnologia.
Por exemplo, no curto prazo uma companhia aérea pode começar a fazer mais rotas, contratando mais pilotos, ou pedindo horas extras aos que já se encontram ao serviço. Igualmente, facilmente adquirirá mais gasolina ou contratará mais hospedeiras para os novos vôos, mas a aquisição de mais aviões, ou a sua substituição por aparelhos mais modernos só será possível a longo prazo.
No curto prazo, geralmente consideramos uma dada tecnologia, tomamos o capital como um custo fixo, e o trabalho como um custo variável. Isto nem sempre é verdade, por exemplo é relativamente difícil despedir funcionários públicos, mas o trabalho pode, em geral, ser mais facilmente ajustado do que o capital.

Segundo a lei dos rendimentos decrescentes, obtemos cada vez menor produção adicional à medida que acrescentarmos doses adicionais de um factor, mantendo fixos os restantes. Ou seja, mantendo constantes os restantes factores produtivos, o produto marginal de cada unidade do factor de produção reduzir-se-á com o aumento da quantidade utilizada desse factor.

Um exemplo anedótico, é o caso de empregarem mais secretárias nos escritórios sem cuidar de instalar novos equipamentos.

Imagine que na produção do bem X são utilizadas 10 unidades de Capital, variando o Trabalho de 1 a 5 unidades. A tabela abaixo mostra a Produção Total, O Produto Marginal e o Produto Médio.

O Produto Marginal - ou produtividade marginal - de um factor de produção é o produto adicional gerado por 1 unidade adicional desse factor, mantendo os restantes factores constantes.

O Produto Médio - ou produtividade média - é igual à produção total dividida pela totalidade de unidades do factor de produção.

Segue-se a imagem que ilustra a tabela acima.

Em casos extremos o produto marginal pode ser negativo. Voltando ao exemplo das secretárias, seria o caso de a funcionária não ter material para trabalhar, e começar a perturbar uma amiga!

1. Explica os seguintes conceitos:
- combinação dos factores produtivos
- função de produção
- factores de produção
- complementaridade dos factores
- substituibilidade dos factores
- o número óptimo de trabalhadores

2. Distingue o curto prazo do longo prazo tendo em vista a produção.

3. Enuncia a lei dos rendimentos decrescentes.

4. Define:
- Produto Marginal/Produtividade Marginal
- Produto Médio/Produtividade Média

5. Preenche a tabela que se encontra aqui, e constrói um gráfico que ilustre a relação entre a Produção Total, o Produto Marginal e o Produto Médio. Publica imagens da tabela e do gráfico.

6. Observando a tabela construída no ponto anterior.
a) Interpreta a linha correspondente ao trabalho = 3;
b) "Quando o produto marginal é decrescente, o produto médio também decresce". Justifica.
c) Identifica a coluna que expressa a lei dos rendimentos decrescentes.

Produção e processo produtivo

A produção é a actuação do Homem sobre a Natureza com vista à obtenção de bens e serviços.

O processo produtivo é a sequência de etapas através das quais os factores produtivos - designadamente o capital e o trabalho - transformam as matérias-primas em produtos finais.

A produção só é considerada actividade económica quando os bens se destinam ao mercado – não a auto-consumo, ou a familiares e/ou amigos – e quando o trabalho é remunerado. Actividades não remuneradas – como o trabalho doméstico, caça desportiva, etc. – são consideradas lazer.

Hoje, quem não participa na actividade económica sente-se excluído da sociedade por falta de rendimento para adquirir os bens. Porém, em termos sociais, o trabalho inicialmente era encarado como algo negativo.

As contas nacionais portuguesas desdobram a produção nos seguintes ramos de actividade:
1. Agricultura, silvicultura e pesca
2. Indústrias extractivas
3. Indústrias alimentares, das bebidas e do tabaco
4. Indústria têxtil, do vestuário, do couro e dos produtos de couro
5. Indústria da madeira, pasta, papel e cartão e seus artigos e impressão
6. Fabricação de coque e de produtos petrolíferos refinados
7. Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas e artificiais
8. Fabricação de produtos farmacêuticos de base e de preparações farmacêuticas
9. Fabricação de artigos de borracha, de matérias plásticas e de outros produtos minerais não metálicos
10. Indústrias metalúrgicas de base e fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos
11. Fabricação de equipamentos informáticos, equipamentos para comunicação, produtos electrónicos e ópticos
12. Fabricação de equipamento eléctrico
13. Fabricação de máquinas e equipamentos, n.e.
14. Fabricação de material de transporte
15. Indústrias transformadoras, n. e.; reparação, manutenção e instalação de máquinas e equipamentos
16. Produção e distribuição de electricidade, gás, vapor e ar frio
17. Captação, tratamento e distribuição de água; saneamento, gestão de resíduos e despoluição
18. Construção
19. Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis e motociclos
20. Transportes e armazenagem
21. Actividades de alojamento e restauração
22. Actividades de edição, gravação e programação de rádio e televisão
23. Telecomunicações
24. Consultoria, actividades relacionadas de programação informática e actividades dos serviços de informação
25. Actividades financeiras e de seguros
26. Actividades imobiliárias
27. Actividades jurídicas, de contabilidade, gestão, arquitectura, engenharia e actividades de ensaios e análises técnicas
28. Investigação científica e desenvolvimento
29. Outras actividades de consultoria, científicas e técnicas
30. Actividades administrativas e dos serviços de apoio
31. Administração pública e defesa; segurança social obrigatória
32. Educação
33. Actividades de saúde humana
34. Actividades de apoio social
35. Actividades artísticas, de espectáculos e recreativas
36. Outras actividades de serviços
37. Actividades das famílias empregadoras de pessoal doméstico. actividades de produção de bens e serviços pelas famílias para uso próprio
38. Actividades dos organismos internacionais e outras instituições extra-territoriais
Fonte: INE.

Na análise económica a classificação de actividades mais conhecida deve-se a Colin Clark que distinguiu três sectores:

I - Sector Primário: extracção de matérias-primas (agricultura, silvicultura, pescas, pecuária, minas)

II - Sector Secundário: construção e indústrias transformadoras (transformam as matérias-primas em produtos, a utilizar por outras indústrias ou destinados a consumo final)

III – Sector Terciário: serviços (comércio, transportes, restauração, telecomunicações, banca, seguros, educação, saúde, justiça, etc.)

No Sector II distinguem-se frequentemente as indústrias tendo em consideração a (1) proporção em que combinam os factores produtivos, ou a (2) história das tecnologias:

(1) As indústrias ligeiras (como as alimentares, de vestuário, calçado, etc.) podem começar a funcionar com um investimento relativamente reduzido, predominando o factor trabalho. Já as indústrias pesadas (indústrias metalúrgicas, construção naval, cimentos, energia, etc.) exigem um volumoso investimento inicial, predominando o factor capital. Assim podem-se designar as primeiras por indústrias trabalho-intensivas e as segundas por indústrias capital-intensivas;

(2) As indústrias tradicionais (como as alimentares, de vestuário, a metalurgia, etc.) distinguem-se das indústrias modernas (indústria farmacêutica, biotecnologia, componentes electrónicos, informática, telecomunicações, etc.) porque as primeiras utilizam tecnologia já conhecida desde a Revolução Industrial, enquanto as segundas utilizam tecnologias mais recentes, por vezes referidas como “tecnologias de ponta”.

A análise da estrutura sectorial da produção permite comparar o nível de desenvolvimento de diferentes países e/ou analisar a evolução de cada país. Assim nos países mais desenvolvidos o contributo do Sector I (Agricultura) para o PIB é diminuto.
Fonte: Country Profiles, EUROSTAT.

A estrutura sectorial do emprego mostra que em 1974 ainda predominava o sector primário, enquanto hoje os serviços representam quase 2/3 da população empregue, sem que alguma vez o sector secundário tenha sido dominante, uma ausência de industrialização que constitui uma debilidade da economia portuguesa.

Fonte: PORDATA.

Tendo a estrutura sectorial da produção e a estrutura sectorial do emprego é fácil explicar que como as pessoas procuram actividades melhor remuneradas, se deslocam das actividades com menor produtividade (*) para as mais produtivas, visto que estas podem pagar salários mais elevados.


Observando a produtividade de Portugal no contexto da União Europeia, verifica-se que ficamos muito aquém dos países mais ricos, e estamos a ser ultrapassados por países mais pobres, que entraram após o alargamento de 2004. Em 1995 a produtividade do trabalho por hora trabalhada na Alemanha encontrava-se 23,4€ (34-10,6=23,4) acima da portuguesa, diferença que aumentou em 2020 para 32,7€ (56,5-23,8=32,7). Comparando com a República Checa, a sua produtividade em 1995 era metade da portuguesa, mas já nos ultrapassou.


(*) O conceito de produtividade será leccionado brevemente. Entretanto, neste exercício, define tu a produtividade - a calcular no ponto 3. - por analogia à seguinte situação:
Se dois estudantes, A e B, obtêm a mesma média no final do secundário - 16, foi a "produção" de ambos - mas o A estudava 1 hora/dia, enquanto o B despendia 2 horas/dia no seu "trabalho", então o A foi mais produtivo que o B.



1. Indica os ramos de actividade apresentados pelas Contas Nacionais portuguesas de acordo com a classificação de Colin Clark.

2. Aponta três ramos de actividade considerados:
a) indústrias ligeiras;
b) indústrias pesadas;
c) indústrias modernas;
d) indústrias tradicionais.

3. Calcula a produtividade dos sectores I, II e III em 1995 e em 2009. Justifica a alteração da estrutura sectorial do emprego ao longo deste período, e refere o cenário mais plausível da sua evolução após 2009.

4. Constrói um gráfico ilustrativo da questão 3. (PREVIEW) e comenta-o. (HELP)

5. Utilizando a Nominal labour productivity per person employed (ESA 2010) (no EUROSTAT) de 2012 a 2023 (Ficheiro de ajuda), constrói no GoogleSheets e comenta um gráfico com os 5 países indicados, Portugal e 4 países contrastantes (2 mais pobres e 2 mais ricos). * PREVIEW

O conceito de Produtividade

"A produtividade não é tudo, mas, a longo prazo é quase tudo", Paul Krugman, 1990.

Aqui temos um bom exemplo de como frequentemente os jornais e a opinião pública se mobilizam por questões com interesse marginal - mais ou menos feriados - esquecendo a questão central.




1. O conceito de Produtividade apresenta duas variantes: Produtividade do Trabalho e Produtividade Total dos Factores. Distingue-as.

2. Como podemos melhorar a produtividade?

3. Que factores determinam a produtividade?

4. Compara a produtividade em Portugal com a dos 5 países onde é mais elevada e com a dos 5 onde é menor. (Utiliza o link do ponto seguinte.)

5. Constrói no Excel um gráfico ilustrando a Produtividade em Portugal relativamente à União Europeia a partir da Produtividade laboral por hora de trabalho (UE27=100). Comenta.
SUGESTÃO: Além de Portugal e da média da UE, selecciona ainda quatro países contrastantes.





6. Constrói e comenta um gráfico representando o valor da Produtividade do Trabalho por pessoa empregue (Índice 2015=100) (EuroStat help) na economia portuguesa comparativamente aos mesmos países da União Europeia.
Apesar dos valores da produtividade por pessoa empregada serem diferentes dos da produtividade por hora de trabalho, as conclusões são as mesmas?

7. Explicita a relação que se deve observar entre o salário e a produtividade marginal, quando um empresário decide contratar mais um trabalhador.



II


Constrói aqui uma apresentação com 5 slides, com as tuas dicas para melhorar a produtividade no trabalho. Cada slide deve apresentar uma dica, o link para o site inspirador e o teu próprio comentário, justificando o interesse da mesma. Valoriza-se a diversidade de fontes.

A Economia Portuguesa e o Alargamento da Economia Europeia – II Parte

Descarregue o documento A Economia Portuguesa e o Alargamento da Economia Europeia.

Os políticos definiram critérios contabilísticos de convergência financeira (dita convergência nominal), mas a convergência que efectivamente interessa às pessoas mede-se em termos do poder de compra dos rendimentos (convergência real).


1. Indique os critérios de convergência (nominal). (Consulte http://www.ecb.int/ecb/orga/escb/html/convergence-criteria.pt.html#exchange)

Link alternativo: Critérios de Convergência no site do Banco de Portugal.


2. Distinga convergência nominal de convergência real

3. Considera um grande elogio às autoridades portuguesas a seguinte afirmação? Justifique. (ver pp. 285)

“Esta evolução nominal não foi, no entanto, devidamente acompanhada, tal como seria desejável, por um processo efectivo de convergência real e/ou estrutural com as economias mais avançadas da UE, em particular”.

4. Observando o Quadro 7-1, PIB per capita (pp. 290), justifique a ausência de um processo efectivo de convergência real a que se refere a questão anterior.


5. Em comentário ao Quadro 7-1 pode ler (pp. 291):

“Em termos dinâmicos, o gap entre os candidatos e os Estados-Membros não sofreu alterações significativas. De salientar a este nível, a evolução positiva registada pelos países Bálticos (Lituânia, Letónia e Estónia), pela Hungria, Eslováquia e Eslovénia, que deram passos mais sustentados em matéria de catching-up e/ou convergência, ainda que partindo, no início do período, de níveis médios de vida claramente diferenciados, situados muito abaixo da média europeia”.

5.1. Apresente uma expressão portuguesa alternativa a:
a) gap;
b) catching-up.

5.2. Utilizando Portugal e um dos países referidos no parágrafo acima, por exemplo a Hungria, mostre que:
a) o gap da Hungria relativamente à média da UE é maior que o gap de Portugal;
b) no processo de catching-up a Hungria está a ser mais rápida que Portugal;
c) extrapolações a longo prazo desta tendência colocam Portugal na cauda na UE.

5.3. Considerando valores acumulados desde 1995, Portugal até surge na categoria “recuperação” do gráfico 7-4, que relaciona as despesas em investigação e desenvolvimento com o volume do PIB (pp. 316).

a) Defina “recuperação” fazendo recurso dos termos em itálico na questão anterior.
b) Identifique no gráfico 7-4 um factor que fragiliza a dita “recuperação”.

6. Em economia não podemos esquecer a relação entre a remuneração e a produtividade.
a) Construa no Excel uma tabela com a seguinte informação:
- produtividade aparente do trabalho em 2001, em ppc, dos cinco primeiros países da UE e de Portugal (Quadro 7.4. pp. 295)
- remunerações em 2001, em ppc, dos cinco primeiros países da UE e de Portugal (Quadro 7.5. pp. 296).
b) Estabeleça a regra que a tabela lhe sugere entre as remunerações e a produtividade. (veja ainda o Gráfico 7-1. da pp. 297)

Portugal 2010: Acelerar o crescimento da produtividade

O objectivo deste módulo é observar as deficiências estruturais da economia portuguesa no contexto da União Europeia, discutindo algumas alternativas de política económica. Neste post vamos utilizar o estudo Portugal 2010: Acelerar o crescimento da produtividade.

1. Verifique nos aspectos metodológicos, (A) quais os sectores de actividade económica consideradas no estudo; (B) o peso destes sectores no conjunto da economia.
Considera estes aspectos de algum modo limitativos do estudo?

2. Indique as seis barreiras identificadas neste estudo como estando na origem da menor produtividade portuguesa.

3. Observe a sequência de gráfica que acompanham o estudo. O Quadro 1 mostra Portugal distante dos níveis médios da produtividade europeus. O Quadro 11 ilustra a Banca a retalho como o sector com menor diferencial de produtividade. A informalidade é das barreiras sistematicamente mais referidas no relatório. Independentemente das causas económicas, não haverá uma motivação política para a sua referência?

4. Comente cada uma das seis barreiras acima indicadas.