Análise da Balança de Pagamentos, 1996-2015

O manual e as provas de exame ainda seguem a nomenclatura BPM5, que a partir de 2014 foi actualizada pela BPM6. Assim, de acordo com a nova nomenclatura:
Onde se lia:
  • Balança de Rendimentos
  • Transferências correntes
Deve ler-se:
  • Rendimento primário
  • Rendimento secundário
Apresentação da Balança de Pagamentos

1. A Balança Corrente constitui a primeira componente da Balança de Pagamentos.
1.1. Representa os seus saldos (Total, Bens, Serviços, Rendimento primário e Rendimento secundário). Publica e comenta o respectivo gráfico.
1.2. Constrói e comenta um gráfico com a Balança de Rendimentos (Rendimentos primários recebidos, Rendimentos primários pagos e Saldo).
1.3. Constrói e comenta um gráfico com a Balança de Transferências (Rendimentos secundários recebidos, Rendimentos secundários pagos e Saldo).

2. Na Balança de Capital regista-se a diferença entre o que se recebe e paga ao estrangeiro, por via de transferências de capital e activos não financeiros não produzidos.
2.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Transferências de Capital
- Activos Não Produzidos Não Financeiros
2.2. Representa graficamente as rubricas da Balança de Capital. Comenta.

3. A Balança Financeira indica a diferença entre os investimentos realizados no RM (activos) e os captados do RM (passivos).
3.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Investimento directo
- Investimento de carteira
- Outro investimento
3.2. Constrói um gráfico representando o Investimento directo (Investimento de Portugal no exterior, Investimento do exterior em Portugal e Saldo).

3.3. Constrói um gráfico evidenciando que a soma dos saldos Balança Corrente + Balança de Capital – Balança Financeira é nula. Comenta a capacidade ou necessidade de financiamento da economia portuguesa.

4. Posição de Investimento Internacional e Dívida externa líquida medem a diferença entre activos e passivos financeiros de residentes relativamente a não residentes.
4.1. Representa no mesmo Gráfico a Posição de Investimento Internacional e a Dívida externa líquida em % do PIB.
PREVIEW

4.2. Observando o gráfico acima, frequentemente alguns autores concluem que o endividamento da economia portuguesa resultou da adesão ao Euro. Mostre que esta visão é simplista, referindo outras causas estruturais na origem de “o país viver acima das suas possibilidades”, na perspectiva de Ricardo Cabral.
Recorrendo à metainformação das respectivas séries, justifica a sua quase simetria.



Gráficos

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