Análise da Balança de Pagamentos, 1996-2014

O manual e as provas de exame ainda seguem a nomenclatura BPM5, que a partir de 2014 foi actualizada pela BPM6. Assim, de acordo com a nova nomenclatura:
Onde se lia:
  • Balança de Rendimentos
  • Transferências correntes
Deve ler-se:
  • Rendimento primário
  • Rendimento secundário
Apresentação da Balança de Pagamentos

1. A Balança Corrente constitui a primeira componente da Balança de Pagamentos.
1.1. Representa os seus saldos (Total, Bens, Serviços, Rendimento primário e Rendimento secundário). Publica o respectivo gráfico.
1.2. Constrói e publica - ou recicla - uma tabela com a Taxa de Cobertura calculada para as seguintes rubricas:
- Total de Bens e Serviços
- Bens
- Serviços
1.3. Comenta o gráfico referindo os valores da tabela.

2. Na Balança de Capital regista-se a diferença entre o que se recebe e paga ao estrangeiro, por via de transferências de capital e activos não financeiros não produzidos.
2.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Transferências de Capital
- Activos Não Produzidos Não Financeiros
2.2. Representa graficamente as rubricas da Balança de Capital. Comenta.

3. A Balança Financeira indica a diferença entre os investimentos realizados no RM (activos) e os captados do RM (passivos).
3.1. Utiliza a Metainformação do ficheiro para definir os seguintes conceitos:
- Investimento directo
- Investimento de carteira
- Outro investimento
3.2. Constrói dois gráficos representando as principais rubricas da Balança Financeira: A) Investimento directo e B) Investimento de carteira. Comenta-os.

4. Observa o quadro Grau de exposição ao comércio internacional.
4.1. Identifica três produtos com maior exposição e outros três com menor. Comenta.
4.2. Refere o indicador do Comércio Externo que oferece informação semelhante à deste quadro.

5. Define o conceito de Posição de Investimento Internacional (sugestão: conheceracrise). Observa evolução desde indicador desde 1996 e aponta algumas causas explicativas, explorando o processo de convergência/divergência real com a UE, particularmente após 2002.

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